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sábado, 15 de outubro de 2011

TSE promete aplicação rigorosa da Ficha Limpa, assegura Lewandowski

15.10.2011
Do BLOG DA FOLHA
Postado por José Accioly, do R7



http://i1.r7.com/data/files/2C92/94A3/2819/B44E/0128/22CB/037E/5F2C/lewandowski-hg-20100318.jpg

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Ricardo Lewandowski, assegurou que a Justiça Eleitoral será mais rígida nas próximas eleições em relação à Lei da Ficha Limpa. "Nós vamos atuar mais firmemente nas eleições municipais, porque no nosso entendimento a lei é constitucional e contribui para a moralização dos costumes políticos", frisou.

O ministro disse que é a favor de que a medida seja estendida para os ocupantes dos cargos de confiança no Executivo. Lewandowski considera a legislação eleitoral antiquada para combater a corrupção, mas avalia que o recadastramento de eleitores para o voto biométrico e a aplicação efetiva da Lei da Ficha Limpa contribuirão para impedir a candidatura de corruptos.

"A Legislação é um tanto quanto antiquada, precisa de consolidação e de uma atualização, mas é uma legislação satisfatória. Do ponto de vista de controle técnico, os TREs têm acordo com a Receita Federal, com o Tribunal de Contas da União para fazer cruzamento de dados e detectar caixa 2 e doações irregulares de campanha", contou.

O ministro defendeu a implantação do voto biométrico. "A expectativa é de que até 2018 todo o país vote pela biometria", afirmou. Nas eleições de 2012, 10 milhões vão votar em urnas biométricas. O número em 2010 foi de 1,1 milhão de eleitores. Segundo ele, quando o país todo fizer o cadastramento biométrico, não haverá mais nenhuma possibilidade de fraude ou equivoco na identificação do eleitor.

Lewandowski elogiou o trabalho do TRE do Piauí, que cassou 50 prefeitos e realizou 19 eleições suplementares até agora. Há ainda outras três marcadas para novembro. "A avaliação é muito boa. Tivemos um grande número de prefeitos cassados, o que revela a firmeza da Justiça Eleitoral, como também do Ministério Público e da população, atenta para as irregularidades", disse.

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Fonte:http://www.blogdafolha.com.br/index.php/materias/25998-tse-promete-aplicacao-rigorosa-da-ficha-limpa-assegura-lewandowski

ELITE COLONIZADA E SUBSERVIENTE: Quem chorou quando o Brasil barrou a importação da identidade norte-americana

15.10.2011
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 14.10.11
Por Luis Soares


A identidade do norte  rejeitamos em nome do bom senso, da soberania, da literatura, da miscigenação, da cultura brasileira. Infelizmente nem sempre é, ou foi, assim

Quem tem saudades do servilismo?
Apesar da esforçada camuflagem, nunca foi segredo a maneira debochada com a qual tratavam o então presidente do BrasilFernando Henrique Cardoso lá fora. Os próprios correligionários do ex-presidente hoje sabem disso, sobretudo quando traçam um comparativo ao refletirem intimamente acerca dos oito anos de Lula à frente da nação, muito embora por estratégia não assumam (nem devam). A verdade é que FHC nunca conseguiu transpor a imagem de um cão domesticado, com rabo permanente entre as pernas e o latido impossibilitado pela subserviência. 

Criou-se a estreita noção de inferioridade diante de um suposto antro maioral. O papel, acreditem, não era pouco vexaminoso. 

Seriam melhores em tudo, os do norte? Quem dera, no entanto, fossem os do norte verde e amarelo. O que não é o caso.

Leia também:

Uma pena, mas os de cima sobre quem nos referimos são aqueles responsáveis por financiarditaduras em toda a América Latina durante o século anterior. Exceção feita a Cuba, não rendida aos caprichos delineados pelos donos do mundo, quando do povo organizado emergiu a luta armada para de lá extirpar quem não os representava, Fulgêncio Batista, este, sim, abraçado aos do norte e cumprindo interesses alheios à população. 

Mas eis que hoje, os do norte, uma vez admirados e invejados, inclusive por uma parcela considerável da sociedade brasileira, adentraram num escuro túnel, com profundidade desconhecida e mantimentos limitados para sobrevivência. A famigerada bolha gananciosa que revelou a chave do sucesso com a fórmula do lucro sobre lucro, somado à execração humana através da pulverização dos mais fracos, sofre ataque orquestrado de dentro... para dentro. Logo eles, os do norte, tão acostumados às sucessivas ofensivas de dentro... para fora. 

Diferente de outrora, os do norte, da América do Norte, agora nem mesmo a nós, latino-americanos, podem recorrer. 

Sabem quando a geladeira repentinamente esvazia-se, não importando a razão, e num impulso de emergência nos viramos ao quintal para fazer uma reposição ainda que temporária? Esse quintal não mais existe. Goste-se ou não de Lula; concorde-se ou não com as ações do seu governo após os oito anos conclusos, mas um ponto haveria de ser consensual: ele encabeçou, com a reconhecida colaboração de outras lideranças da América Latina, a justa virada de mesa capaz de desprender-nos de uma colonização velada, mas ainda presente. O esforço para o fortalecimento do Mercosul e a luta por identidade própria são metas realizadas, indignas de contestação.  

Infelizmente o consenso não veio, diferente da contestação. Ficaram inconformados, em prantos, aqueles tantos, ou nem tantos assim, adaptados a falar, como diria Chico Buarque, grosso com a Bolívia e fino com Washington. Aqueles para quem o gari ou a doméstica merecem repreensão ou humilhação apenas pela razão de ser. O turista do norte, ao contrário, todas as reverências. E, curiosamente, esses mesmos inconformados dão de ombros caso sejam destratados enquanto se aventuram em compras e passeios no território do tio sam. Soa estranho, mas o orgulho, aí, reside exatamente na condição de colonizado.

Na tv aberta brasileira ainda é difícil detectar todo esse campo minado. Só que para a tv aberta brasileira damos colher de chá. Eles, além de quaisquer outros, cumprem função compatível a de uma torcida organizada. Ou melhor, a de um fã clube, de quando depara-se com o ídolo em ocasião embaraçosa, acometido por um delito, e nem por isso caminhar ao lado torna a ser empecilho. 

Leia mais:

A identidade norte-americana rejeitamos em nome do bom senso, da soberania, da literatura, da miscigenação, da cultura brasileira e porque sim, diferente do que sugeriu Obama em sua última campanha eleitoral (eles não puderam), nós podemos!

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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2011/10/quem-chorou-quando-o-brasil-barrou.html

Bush será preso por crimes de guerra?

15.10.2011
Do blog de Altamiro Borges, 14.10.11
Por Georges Bourdoukan, em seublog:



Anistia Internacional quer Bush preso por crimes de guerra.

A solicitação foi feita ao governo do Canadá.

É que o ex-presidente dos EUA pretende emporcalhar aquele país com a sua presença no dia 20.

Bush é criminoso de guerra.

"O Canadá deve cumprir as suas obrigações internacionais e prender e processar judicialmente o antigo Presidente Bush, dada a sua responsabilidade em crimes contra o direito internacional, incluindo tortura".

A diretora da Anistia Internacional Susan Lee afirmou ainda que "como as autoridades dos Estados Unidos não levaram à justiça, até ao momento, o ex-Presidente Bush, a comunidade internacional deve intervir. Se o Canadá se abstiver de agir durante a sua visita, isso irá constituir uma violação da Convenção das Nações Unidas contra a tortura e será uma manifestação de desprezo face aos direitos humanos fundamentais".

Seymour Hersh, do New Yorker, o primeiro jornalista a denunciar as torturas praticadas pelos soldados americanos na prisão de Abu Ghraib, Iraque, afirmou, durante palestra, que assistiu a tapes “onde podíamos ver as crianças sendo sodomizadas.

Repito: crianças sodomizadas!

O pior de tudo era ouvir seus gritos”.

O circo de horrores em que se transformou o Iraque, sob o patrocínio de Bush e asseclas, vai entrar para a história como o exemplo do que há de pior no instinto humano.

Cinco militares estadunidenses confessaram: estupraram a adolescente Abir Kassem Hamza al-Janabi de 14 anos em sua casa e depois, não satisfeitos, fuzilaram seus pais Kassem Hamza Rachid al-Janabi e Fakhriya Taha Mohsine al-Janabi e a irmã da adolescente, Hadil Kassem Hamza al-Janabi de apenas seis anos.

Repito: estupraram uma adolescente de 14 anos e não satisfeitos, fuzilaram seus pais. Em seguida, atearam fogo aos corpos.

O crime ocorreu na cidade de Mahmudiya, sul de Bagdá. O advogado William Cassara, defensor de um dos assassinos, o sargento Paul Cortez, disse que o seu cliente resolveu confessar e denunciar os demais porque assim teria sua pena reduzida.

30 anos atrás, visitei o museu da Inquisição em Toledo, Espanha. Diante dos horrores, saí dali com a convicção de que, se um dia a humanidade desaparecer, o Universo não sentirá falta.

E acreditem.

Diante do sofrimento dos palestinos nas prisões israelenses o Museu da Inquisição de Toledo parece um conto de fadas…

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com/2011/10/bush-sera-preso-por-crimes-de-guerra.html#more

Dilma deixa crise da Grécia para a Urubóloga

15.10.2011
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim



Saiu no Globo: 

‘Não vamos pagar por uma crise que não é nossa’, diz Dilma


Naira Hofmeister,

especial para O Globo


PORTO ALEGRE – Foi entre os gritos de apoio e saudação do público que lotou o auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e um protesto externo, organizado por sindicatos de bancários e servidores públicos, que a presidente Dilma Rousseff subiu à tribuna para defender o Brasil Sem Miséria, cujo pacto da região Sul foi assinado nesta sexta-feira, em Porto Alegre, pelos governadores Tarso Genro (RS), Raimundo Colombo (SC) e Beto Richa (PR). Em um discurso, a presidente destacou a importância do programa, que tem como meta retirar da miséria extrema 16 milhões de pessoas em quatro anos. Mais do que isso, Dilma pretende converter essa parcela da população, que sobrevive com menos de R$ 70 por mês, em consumidores que impulsionem o crescimento do Brasil, mantendo o país à parte da crise internacional que atinge os mercados europeus e dos Estados Unidos.


- Tirar 16 milhões da pobreza é um imperativo moral e ético, mas também um instrumento econômico, porque é transformar brasileiros em cidadãos plenos, em consumidores – justificou a presidente.


Para a presidente, esta é a melhor fórmula para evitar que a crise tome proporções maiores em território nacional:


- Nós não somos uma ilha: de uma forma ou de outra, somos atingidos pela crise. Mas como a nossa principal força é o mercado interno, a nossa capacidade de resistência é muito elevada.


Assim como fez durante seu discurso na reunião de abertura da Conferência das Nações Unidas, DIlma criticou a atitudes dos países desenvolvidos que optaram por cortar programas sociais e salários em lugar de estimular o desenvolvimento através da ampliação do consumo e da atividade industrial:


- Nós vemos os países envolvidos em discussões que parecem um tanto quanto envelhecidas, porque nós vivemos a nossa crise da dívida soberana a partir de 1982. Nós vivemos todo um processo de fazer um ajuste e depois não crescíamos – relembrou.


Dilma destacou que o maior passo para a soberania econômica brasileira aconteceu quando o país liquidou a sua dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI). A presidente ressaltou o fato que hoje o Brasil tem recursos aplicados no FMI e futuramente irá ter uma maior participação:


- Agora nós jamais aceitaremos que certos critérios que nos impuseram sejam impostos a outros países.


Ela se solidarizou com os protestos que reúnem milhares de norte-americanos intitulado Ocupe Wall Street, dizendo que simpatiza com dois lemas dos manifestantes:


- Um diz: “nós não vamos pagar pela sua crise” e eu posso garantir que o Brasil não vai pagar por uma crise que não é nossa.


Durante a solenidade da manhã desta sexta-feira, em Porto Alegre, dezenas de acordos foram firmados para garantir a inclusão dos 716 mil cidadão que vivem em miséria extrema nos três estados do Sul do Brasil no Cadastro Único dos programas sociais do governo federal. Na área urbana, onde vive 60% dessa população, os convênios foram firmados com a Associação Brasileira de Supermercados (Abas), o Walmart e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Eles garantem que as vagas de emprego das redes varejistas e da construção civil sejam preenchidas com pessoas cadastradas pelo governo e beneficiárias dos programas sociais como o Bolsa Família. No campo, os tratados determinaram a compra e a distribuição de milhares de sementes crioulas para agricultores familiares em situação de extrema pobreza.


Navalha
Está claro que a economia mundial não vai cair numa depressão.
Está claro que, embora o Brasil não seja uma ilha, dela sairá firme e forte.
Porque o Brasil tem esse mercado interno fabuloso, que começou a entrar no sistema capitalista – o “processo civilizatório” de que fala o Delfim – no governo do Nunca Dantes.
A Presidenta mantém o compromisso de tirar 16 milhões de brasileiros da miséria – é o que foi fazer em Curitiba e em Porto Alegre – veja no Blog do Planalto.
Mas a Presidenta também foi a Curitiba e a Porto Alegre para levar, a cada uma, R$ 1 bi para o metro.
A economia mundial se sacode, mas a brasileira segue nos trilhos.
Ainda está cedo para falar em “marolinha”.
Mas, criar 2 milhões de empregos até setembro é notícia de abater tucano paulista com um martelo na cabeça.
Clique aqui para ler “Bomba ! Programa do PSDB tem grandes novidades: FHC, Cerra (que não vai largar o osso nem depois de morto) e o Aécio Never, que tem o peso político de um pão de queijo”.
A Presidenta, aos poucos, deposita a crise da Grécia (e da Urubóloga, seu apóstolo) no colo dos neolibelês (**).
Breve, ela vai superar os impasses do FHC e a herança do Lula.
Porque ela devia ler o “On China”, do Henry Kissinger.
Mas, isso fica para amanha.




Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) “Neolibelê” é uma singela homenagem deste ansioso blogueiro aos neoliberais brasileiros. Ao mesmo tempo, um reconhecimento sincero ao papel que a “Libelu” trotskista desempenhou na formação de quadros conservadores (e golpistas) de inigualável tenacidade. A Urubóloga Miriam Leitão é o maior expoente brasileiro da Teologia Neolibelê.

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/economia/2011/10/15/dilma-deixa-crise-da-grecia-para-a-urubologa/