domingo, 9 de outubro de 2011

Comitê adota estratégias para incluir cataratas entre Sete Maravilhas da Natureza

09.10.2011
Do site da Rede Brasil Atual
Por Lúcia Nórcio

Curitiba – O comitê brasileiro que apoia a escolha das Cataratas do Iguaçu como uma das novas Sete Maravilhas da Natureza, adotou  uma série de estratégias na reta final do concurso mundial. A fundação suíça New 7 Wonders vai divulgar o resultado no início de 2012. Duas regiões brasileiras foram classificadas na primeira fase e estão entre as 28 finalistas: as Cataratas do Iguaçu e a Amazônia.
Segundo o superintendente de Comunicação Social da Itaipu, Gilmar Piolla, integrante do comitê, um concurso cultural lançado nas redes sociais vai premiar as 20 frases mais criativas sobre as cataratas com viagens de três dias a Foz do Iguaçu e direito a acompanhante. O prêmio inclui passagens aéreas, hospedagem e ingressos para o Parque Nacional do Iguaçu, o Macuco Safári e o circuito especial da Itaipu Binacional.
Piolla lembrou que a atração binacional (brasileiro-argentina) desbancou outras clássicas belezas naturais. “A outra brasileira não é uma concorrente, mas aliada.  São belezas diferentes, podemos fazer parceria com a candidatura da Amazônia”, disse. Nesta segunda fase, de acordo com Piolla, todo o  trabalho de divulgação tem sido feito com muita confiança, "cientes de que precisamos fazer um grande trabalho”. Na primeira fase, foi importante o apoio voluntário de rádios, jornais e emissoras de TV na veiculação gratuita da campanha. Agora, o comitê busca o apoio de grupos de comunicação de grandes empresas nacionais e internacionais e apela à participação do cidadão brasileiro.
Além das redes sociais, quem quiser contribuir para a conquista do título pode votar nas cataratas no site www.votecataratas.com ou enviar SMS com a palavra cataratas para o número 22046. O custo é R$ 0,31, mais impostos. Para participar do concurso cultural #VoteiCataratas, basta acessar o link http://is.gd/votei7, no Facebook.
Cada pessoa tem direito a concorrer com uma frase de até 130 caracteres. De acordo com as regras do comitê, quem divulgar a ação para os amigos participa com mais chances de ganhar. Para cada cinco participações no Twitter com a hashtag #voteicataratas, por exemplo, o internauta tem a oportunidade de enviar uma frase diferente.
Quem curtir a página da campanha Vote Cataratas no Facebook também poderá enviar mais uma frase. Se o usuário aplicar o selo da campanha em seu perfil no Facebook ou no Twitter, terá direito a mais cinco frases. Para cada cinco amigos convidados a participar do concurso, também vale mais uma chance de enviar uma frase.
Fonte: Agência Brasil.

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Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/temas/entretenimento/2011/10/comite-adota-estrategias-para-incluir-cataratas-entre-sete-maravilhas-da-natureza

Venda de emendas: Serra confirma que tucanos foram alertados

09.10.2011
Do blog BRASIL IMOBILIZADO, 08.10.11
Do blog de José Dirceu


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José Serra

Com a arrogância, prepotência mesmo, habituais, o ex-governador José Serra, depois de duas semanas das denúncias de venda de emendas parlamentares em São Paulo dignou-se vir a público pela primeira vez para dar satisfação à opinião pública.

O autor da denúncia de que 30% dos 94 deputados estaduais paulistas negociam emendas com empreitiras e prefeituras, deputado Roque Barbieri (PTB), tem insistido que alertou o governo tucano paulista sobre esse esquema e que não foi tomada nenhuma providência.

"Não tem nenhum alerta. É um pedido de informações que veio por uma via heterodoxa. Em geral, quando um deputado tem um pedido de informações, ele manda para a Mesa (direção da Casa). Esta manda para o governo, e ele responde. Chegou lá (ao Palácio dos Bandeirantes) no dia 22 uma carta pedindo informações, nenhuma denúncia. Véspera de Natal, o governo terminando, é óbvio que não dava tempo para dar essas informações. Nem era nenhuma denúncia", tentou esclarecer José Serra.

Na prática, José Serra confirma o alerta

José Serra negou, assim, que o governo de São Paulo tenha recebido denúncia sobre negociação de emendas entre deputados, empreiteiras e prefeituras durante a gestão de Alberto Goldman (maio a dezembro-2010). Goldman é o vice que assumiu quando José deixou o governo em abril do ano passado para disputar a presidência da República em 2010.

Mas, depois de esperar duas semanas para dar algum tipo de satisfação, na verdade José Serra se adiantou e confirmou que o deputado Roque Barbieri fez, sim, um pedido de informações. Dizer que não dava tempo (investigar) e se auto-conceder direitos que a lei não permite não está certo.

Claro que podia responder. Era só querer ser eficiente e transparente. Mesmo no caso de não responder nos últimos dias do ano e do governo (Alberto Goldman), como o governo que o sucedeu é de seu partido este (Geraldo Alckmin, há nove meses) tinha obrigação de responder.

Novo governo tucano tinha obrigação de responder


Mas, lá se foram nove meses e nada. De qualquer forma, na prática, já sabemos que houve um pedido de informações. Que, aliás, já foi mostrado a vários interlocutores do deputado denunciante, Roque Barbieri.

Ou será que não foi dada resposta nesses mais de nove meses porque tem fundamento a pergunta colocada na já famosa carta enviada pelo deputado Barbieri à Comissão de Ética da Assembléia? Nela Barbieri faz a simples pergunta: "Por que será que o governo se manifesta com tanta veemência (sobre a denúncia) se eu não os acusei, ainda, de fazer nada de errado?"

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Fonte:http://brasilmobilizado.blogspot.com/2011/10/venda-de-emendas-serra-confirma-que.html

BLOG MOBILIDADE URBANA:Carros brancos ganham preferência, por Tânia Passos

10.10.2011
 Do blog MOBILIDADE URBANA 09.10.11
 Por Tânia Passos 



A proliferação de carros brancos nas ruas parece não ser passageira. Uma pesquisa realizada pela fabricante de tintas PPG Industries indica que a cor se tornou a mais popular no mundo, deixando a cor prata para trás.


Segundo a pesquisa, a cor prata permaneceu na liderança por uma década até este ano. No entanto, de acordo com os dados obtidos pela PPG, 21% dos veículos produzidos em 2011 foram tingidos de branco. Os carros nas cores preta e prata aparecem empatados em segundo lugar, com 20% cada.


A cor branca é bem aceita na América do Norte, enquanto que o preto lidera na Europa e o prata domina a frota asiática. No Brasil, os carros brancos começaram a ganhar adeptos recentemente, principalmente entre os consumidores de carros de luxo. Até os motoristas de praças como São Paulo, em que a cor é associada aos táxis, se renderam à tonalidade.


Fonte: Quatro Rodas

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Fonte:http://blogs.diariodepernambuco.com.br/mobilidadeurbana/index.php/2011/10/carros-brancos-tem-preferencia/

Sindicatos vão decidir sobre greve dos Correios na segunda

09.10.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO,08.10.11
Por Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR


Ed Alves/Esp. CB/D.A PressO comando nacional de greve transferiu aos 35 sindicatos dos trabalhadores dos Correios a decisão de aceitar os termos da proposta de reajuste apresentada ontem pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) ou deixar que a Justiça defina o o aumento à revelia, o que pode frustrar os interesses da categoria, alertou o presidente do Tribunal, João Dalazen. As entidades farão assembleias na próxima segunda-feira e, se a categoria rejeitar a proposta, no dia seguinte ocorrerá a sessão para julgar o dissídio coletivo.

Acuado, depois da rejeição unânime dos sindicatos da categoria ao acordo que fechara anterior mente na Justiça, o comando de greve recusou ontem, na segunda audiência de conciliação, a proposta apresentada pelo TST e aprovada pela estatal. Os termos são a reposição da inflação (6,87%), a incorporação de R$ 60 aos salários de forma linear a partir de janeiro e o pagamento de um abono de R$ 800 imediatamente, o que não estava previsto no acordo rejeitado anteriormente pela categoria.

Pela proposta, haverá o desconto no contracheque de seis dias parados, entre janeiro e dezembro, na proporção de meio dia por mês. E o restante seria compensado nos fins de semana até maio. Na segunda-feira, a greve completa 27 dias. Logo depois da tentativa fracassada de conciliação de ontem, membros do comando dispararam telefonemas para todos os presidentes dos sindicatos locais relatando o resultado da audiência e pedindo que os trabalhadores sejam avisados nas assembleias de segunda sobre os riscos de a decisão ser do TST.

A jurisprudência do Tribunal não tem sido favorável aos trabalhadores, com apenas reposição da inflação e desconto dos dias parados. “Os dirigentes dos sindicatos locais têm que pedir silêncio nas assembleias e ler os riscos do julgamento do TST para os trabalhadores. A corda já esticou demais e as lideranças sindicais têm que ser responsáveis”, disse o secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect), José Rivaldo da Silva.

Apesar do acirramento, a expectativa da estatal, segundo fontes, é que a proposta do TST seja aprovada pela maioria das assembleias (para validar um acordo é necessária a aprovação de pelo menos metade da entidades).

Do Diario de Pernambuco

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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20111008100941

FHC vendeu o patrimônio e aumentou a dívida. Um jenio !

09.10.2011
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim




Saiu no Tijolaco análise do Fernando Brito de uma reportagem do Globo para enaltecer a privatização do Farol de Alexandria:

As contas da privatização

O Globo publica hoje matéria sobre os vinte anos de privatização de empresas estatais e diz que as empresas privatizadas responderam por um faturamento de R$ 3oo bilhões em 2010. A dólar de dezembro do ano passado, US$ 177 bilhões.

O total da receita com as privatizações, de 1991 a 2002, somou US$ 87,5 bilhões: US$ 59,5 bilhões em privatizações federais e US$ 28 bilhões em privatizações estaduais. Ou seja, metade do faturamento de um só ano destas empresas.

Diz o jornal que as empresas foram vendidas para reduzir o endividamento do Estado brasileiro. A dívida líquida do setor público no Brasil, em 1991, era de US$ 144 bilhões. Em 2002, com tudo que a privatização deveria ter “abatido” deste valor, era de US$ 300 bilhões.

Nem privatizar, nem dever, em si, são, em si, pecados. Vender mal, seja entregando o que é estratégico, seja fazendo isso na bacia das almas, por valores irrisórios, são. Dever, quando se paga juros módicos, pode ser o caminho para o desenvolvimento e o progresso. A juros extorsivos, porém, é apenas o caminho da escravidão ao rentismo.

A grande maioria das privatizações foi feita com financiamento público, com uma elevação brutal das tarifas cobradas nos servilos públicos, não se conservou participação do Estado nem para dirigir estrategicamente as suas atividades, nem para participar dos lucros que produziam.

Estamos pagando caro, muito caro, e ainda pagaremos por muitos anos por este período de vergonha da história brasileira.

Não foi uma estratégia, foi uma liquidação, uma entrega desavergonhada do que pertencia ao povo brasileiro.

Navalha
Quem fez essa análise perfeita dos oito anos sombrios e desastrosos do Farol foi o Delfim Netto: FHC vendeu o patrimônio e aumentou a dívida.
E o Aécio quer ser presidente montado na herança do FHC – clique aqui para ler sobre a entrevista vazia do Aécio
Ele leva o FHC para o palanque dele e a Dilma leva o Lula.
Não ganha nem em Minas.
Paulo Henrique Amorim


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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/10/09/fhc-vendeu-o-patrimonio-e-aumentou-a-divida-um-jenio/

Olhando para a “nova classe média”

09.10.2011
Do blog de Rodrigo Vianna, 07.10.11
Por William Nozaki e Patricia Rodrigues*, do Fundação Perseu Abramo



“A nova classe média”: preferências econômicas e políticas


Classe C e Nova Classe Média:

Em comparação com os últimos cinquenta anos, o Brasil convive atualmente com uma experiência inédita na transformação de sua estrutura social. As políticas de elevação real do salário mínimo, de expansão da oferta de crédito e de ampliação dos programas de transferência de renda estimularam o crescimento do PIB com base no avanço do mercado interno e originaram um tripé socioeconômico virtuoso caracterizado pelo aumento do mercado formal de trabalho, pela redução da pobreza e pela melhora na distribuição de renda.



Essa combinação de fatores tem como uma de suas principais consequências um fenômeno nem sempre analisado com o devido cuidado e rigor: o crescimento daquilo que se chama de modo inapropriado de “classe C” ou “nova classe média”.


Embora o adensamento das camadas intermediárias seja um fenômeno incontestável, a maior parte das pesquisas que captam essa mudança incorre em dois erros:


(i) Há uma associação superficial entre renda individual e classe social. O fato, por exemplo, de um trabalhador industrial qualificado e um professor universitário auferirem a mesma renda pode ser encarado como um indicador macroeconômico de redução da desigualdade. Mas, sociologicamente, diz muito pouco, ou quase nada, sobre seus estilos de vida distintos e seus hábitos de consumo diferentes. 


Tais ganhos, certamente, serão utilizados a partir de referências culturais e entre redes sociais que não garantem nenhum laço de pertencimento de classe, pelo contrário: o mais provável é que a realização do consumo revele status sociais ainda muito desiguais. Nesse sentido, há muitas diferenças entre o estilo de vida da classe média estabelecida e da chamada “nova classe média” que estão longe de ser transpostas.


(ii) Há uma relação inadequada entre renda média e estrato médio. Na maior parte das vezes, os estudos que abordam o assunto referem-se à média em seu sentido algébrico, ou seja: média é a posição matemática daquilo que está igualmente distante dos pontos extremos. 


Como a distribuição de renda no país é historicamente severa, como há uma distância muito grande entre os muito ricos e os extremamente pobres, o agrupamento intermediário orbita numa vasta faixa de rendimentos que vai, aproximadamente, de R$ 1000 a R$ 5000. Essa zona de estratificação dilatada impede análises mais criteriosas. Sendo assim, as denominações “classe C” e “nova classe média” são infelizes, posto que transmitem a impressão de que o Brasil está se tornando aquilo que não é: um país em que os remediados são a maioria e no qual a pobreza vai tornando-se um problema residual.


Para compreender essas mudanças em sua inteireza é preciso empreender uma análise que incorpore outras variáveis como estrutura ocupacional, acesso a mercadorias privadas e a serviços públicos, padrões de consumo, entre outros.


Perfil e preferências econômicas:

Sob essa perspectiva o que se evidencia é que o mais adequado é denominar o estrato que ascendeu socialmente e economicamente nos últimos anos de nova classe trabalhadora urbana. Do ponto de vista ocupacional, trata-se de vendedores, balconistas, motoristas, motoboys, profissionais de telemarketing, os diversos tipos de auxiliares que atuam em empresas e comércios, recepcionistas, cabelereiros, garçons e uma heterogeneidade de trabalhadores qualificados.


Do ponto de vista da educação, seus integrantes na maioria são aqueles que utilizam as escolas públicas ou escolas particulares com mensalidades mais baixas; e do ponto de vista da saúde, são aqueles que necessitam dos hospitais públicos ou de planos de saúde mais baratos. Esse balanceio instável entre os serviços públicos e as possibilidades privadas mais “em conta” se reproduz em outras esferas: habitação, transporte, segurança, alimentação, cultura, lazer, entretenimento etc.



Por esses motivos, ao contrário da classe média estabelecida que se queixa dos impostos inadvertidamente, a nova classe trabalhadora percebe com contrariedade o aumento de impostos, taxas e tarifas pois sua elevação lhe afeta mais diretamente o poder de compra, mas ela também reconhece a importância e a necessidade dos serviços públicos pois depende deles mais frequentemente.


Essa nova classe trabalhadora, em grande medida, trabalha de 10 a 14 horas por dia, tem dois ou mais empregos, trabalha de dia enquanto estuda a noite, e nas grandes cidades enfrenta horas de transporte público enquanto se desloca entre a casa e o trabalho. Também por esses motivos, ao contrário da classe média tradicional que tudo atribui ao mérito individual, a nova classe trabalhadora percebe sua ascensão como fruto do esforço individual e de privações, mas sabe que precisa contar frequentemente com alguma rede de solidariedade e laços fraternos entre os amigos e os vizinhos.


Mais do que outros estratos, esse grupo se beneficia da expansão do crédito ao consumidor e está satisfeito com a possibilidade de adquirir novos bens considerados indispensáveis para o conforto doméstico e para a melhora na qualidade de vida na cidade, esse grupo está disposto a encontrar sua sociabilidade pelos caminhos do consumo.

Ideias e preferências políticas:


Esse conjunto de ambiguidades leva a crer que a nova classe trabalhadora não necessariamente tem uma consciência conservadora. Pelo contrário, esse setor está potencialmente disponível e aberto a visões mais progressistas, seus valores e seu voto podem ser conquistados pela esquerda.



Para compreender a relação entre as preferências econômicas e políticas dessa nova classe trabalhadora é fundamental considerar que o aumento do poder de compra possibilitou o acesso a novos canais de formação e informação, mais do que isso: tais canais têm sido ocupados, sobretudo, por um número significativo de jovens, é a partir desse grupo que se irradiam certas opiniões políticas e eleitorais.


A progressiva ampliação do acesso à educação e à internet tem promovido uma importante mudança em suas exigências e interesses políticos. No atual contexto, o eixo da formação de opinião se deslocou dos pais ou de velhas lideranças locais (representantes comunitários, padres e pastores) para os filhos.


A maior parte desses jovens tem níveis de escolaridade mais elevados do que os dos pais, estão conquistando uma melhor inserção profissional e seguem atentos para as mudanças tecnológicas, por isso eles são ouvidos com maior atenção dentro das suas famílias e comunidades, atuando como referências prioritárias para a formação de opinião, de forma mais incisiva do que as propagandas e a própria televisão.


Os pais dessa nova geração enxergavam o mundo pela ótica da carência que marca a periferia, observavam os políticos considerando aquilo que não havia sido feito e permaneciam mais suscetíveis à promessas de campanhas eleitorais. Já essa nova geração, ao circular por novos espaços como a universidade e as redes sociais, enxerga o mundo por uma ótica mais ampla, dispõem de um maior número de referências para operar comparações, avaliam os políticos e os partidos considerando aquilo que deveria ter sido feito e nutrem maior desconfiança com relação a promessas de campanhas eleitorais. Vale ainda notar que, se, por um lado, eles não desejam o estilo de vida da elite, por outro lado, eles desejam continuar ascendendo socialmente.


Essa disposição para a mudança, entretanto, passa por marcos ambivalentes: esses jovens acreditam na política, mas não crêem em partidos; reconhecem a importância da coletividade, mas almejam crescer individualmente; buscam transformações, mas são pouco afeitos a rupturas; anseiam por novas ideias, mas são também pragmáticos. Em suma, esse novo caldo cultural exigirá renovações tanto na forma como se realiza a política partidária quanto no conteúdo das políticas públicas que se implementam.


A mistura entre valores do liberalismo, do individualismo, da ascensão pelo trabalho e do sucesso pelo mérito, com valores mais solidários e coletivistas relacionadas à atuação do Estado, à universalização de direitos, à ampliação da inclusão social, permeiam a visão de mundo e o imaginário dessa nova classe trabalhadora.


Diante dessas ambiguidades, é fundamental que o PT formule um discurso e uma prática capazes de mobilizar esse setor da sociedade, sinalizando com mais clareza um programa que dialogue com os anseios dessa nova classe trabalhadora, a partir de novas linguagens e de novos métodos de organização e convencimento político.


A nova classe trabalhadora entendida como um novo sujeito político pode fazer toda a diferença nos embates sociais, políticos, ideológicos e eleitorais que serão travados de agora em diante.


*William Nozaki é Economista, professor da UFSCar, doutorando em desenvolvimento econômico (IE/Unicamp) e membro da equipe da Escola Nacional de Formação do PT; 


*Patricia Rodrigues é Socióloga, assistente de pesquisa do Centro Sérgio Buarque de Holanda da Fundação Perseu Abramo, militante da Marcha Mundial de Mulheres e do Movimento de Moradia.



Leia outros textos de Outras Palavras

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Fonte:http://www.rodrigovianna.com.br/outras-palavras/olhando-para-a-nova-classe-media.html

Alergia Alimentar e Intolerância Alimentar

09.10.2011
Do blog ALERGIA E CIA,05.02.11
Postado por Bia Acerbi

Existe diferença???

A confusão entre alergia alimentar e intolerância alimentar é muito comum. Alergia Alimentar acontece quando o sistema de defesa do organismo (sistema imune) acredita que uma substância alimentar inofensiva para o organismo é perigosa. 

Assim, no instante em que o indivíduo ingere o alimento, o sistema de defesa começa a trabalhar, "ativando" o corpo com substâncias químicas que causam vários sintomas de alergia (dor abdominal, vômito, diarréia, urticária, asma, tosse) e que podem afetar o sistema respiratório e digestivo, a pele ou o sistema cardiovascular. Foi observado que o maior número de casos está presente na lactância, seguida pela infância e pelos adultos.


Os alimentos freqüentemente envolvidos na alergia alimentar são os que possuem alto teor de proteína, principalmente os de origem vegetal e marinha. Entre os alimentos que apresentaram reações alergênicas encontram-se o milho, arroz, centeio, nozes, camarão, mariscos, peru, carne de porco ebovina, banana, abóbora e batata.

Os principais fatores relacionados à alergia alimentar são: hereditariedade, exposição ao alimento, permeabilidade gastrointestinal e fatores ambientais que podem acentuar os sintomas da alergia.

Na Intolerância Alimentar ocorrem reações adversas que são ocasionadas pelos alimentos, mas que não envolvem o sistema de defesa (sistema imune). A intolerância mais comum é a do leite, que é provocada pela falta da lactase, uma enzima responsável pela digestão do açúcar presente no leite (lactose).

Apesar de apresentarem causas distintas, os sintomas presentes na intolerância alimentar são semelhantes ao da alergia alimentar. Entre as substâncias que foram relacionadas com intolerância estão os conservantes, intensificadores de sabor, corantes, antioxidantes, ausência de enzimas.

Para o diagnóstico de alergia ou intolerância alimentar deve ser feito o levantamento do histórico familiar, descrição dos sintomas e o tempo decorrido a partir da ingestão do alimento, lista dos alimentos suspeitos e a quantificação do alimento até o aparecimento dos primeiros sintomas.Além de exame físico,  deve ser feito um diário alimentar e dos sintomas, além de testes bioquímicos e imunológicos.

O tratamento da alergia e da maioria das intolerâncias alimentares é a exclusão dos alimentos causadores ou redução da sua quantidade na dieta. É necessário ler os rótulos dos alimentos com o objetivo de identificar as substâncias alergênicas. Se o alimento for retirado deve-se procurar substituí-lo por outro fornecedor do mesmo nutriente.


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Fonte:http://biacerbi.blogspot.com/2011/02/alergia-alimentar-e-intolerancia.html

Alerta na rede: Como o Google nos domina

09.10.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha, 08.10.11
Por James Gleick, no The New York Review of Books

Como o Google Nos Domina *
Alain de Botton, filósofo, escritor e agora aforista online, escreve no Twitter:
“A conclusão lógica de nossa relação com computadores: buscar ‘qual é o sentido da minha vida’ no Google, esperando por uma resposta.”
Você pode fazer isso, é claro. Escrever “o que é” e mais rápido do que você consiga digitar “um” ou “uma”, o Google está oferecendo uma série de escolhas para você: o que é uma nuvem? o que é um significado? o que é um sonho americano? O que é um illuminati? O Google está tentando ler sua mente. Só que não é sua mente. É o Cérebro do Mundo. E seja lá o que ele for, sabemos que uma empresa de doze anos de idade, com sede em Mountain View, Califórnia, está conectada a ele como ninguém.
O Google é o lugar aonde vamos para encontrar respostas. Antes, as pessoas buscavam por elas de outra maneira ou, mais provavelmente, conformavam-se em não saber. Hoje em dia, você não pode ter uma discussão na mesa de jantar sobre “que atriz ganhou o Oscar interpretando uma atriz que não ganhava o Oscar no filme do Neil Simon”, porque a qualquer momento alguém vai puxar um dispositivo de bolso e fazer uma busca no Google (1).
Se você precisasse saber o significado da palavra “pitoresco” para a História da Arte, você poderia encontrá-lo em O Livro de Respostas, compilado há duas décadas pelo setor de referências da New York Public Library [Biblioteca Pública de Nova York] – mas você não vai. Parte da missão do Google é tornar os “livros de respostas” inúteis (e os bibliotecários de referência, também). “Hamadríade é uma ninfa, uma cobra venenosa na Índia, ou um babuíno do Norte da África”, diz o narrador do romance The Infinities, de John Banville, de 2009, “É preciso um deus para saber uma coisa dessas.” Não mais.
A busca por fatos tem sido um importante elemento na engrenagem do conhecimento humano, e essa tecnologia acaba de saltar de uma liga elástica para um reator nuclear. Não é de se admirar que exista alguma confusão sobre o papel exato do Google nisso – juntamente com o medo crescente de seu poder e suas intenções.
Para dizer a verdade, na maioria das vezes, o Google não tem as respostas. Quando as pessoas dizem: “Eu dei uma olhada no Google”, elas estão cometendo um solecismo. Quando elas tentam apagar as suas histórias pessoais embaraçosas “no Google”, estão batendo na porta errada. Raramente é correto dizer que algo está certo “segundo o Google”. O Google é o oráculo do redirecionamento. Vá até lá buscar por “hamadríade”, e ele vai te apontar a Wikipédia, ou o Dicionário Online Grátis, ou o site oficial do Hamadryad (é uma banda de rock, também, veja só!).
O Google define sua missão como “organizar a informação do mundo”, e não possuí-la ou acumulá-la. Por outro lado, uma parcela substancial dos livros impressos do mundo já foram copiados para os servidores da empresa, onde dividem espaço com milhões de horas de vídeo e imagens do mundo inteiro, em diferentes níveis de detalhamento, obtidas a partir de satélites e de esquadrões móveis de câmeras de rua. Para não mencionar o grande e crescente tesouro de informações que o Google possui sobre os interesses e comportamento de, aproximadamente, todo mundo.
Quando eu digo que o Google “possui” todas essas informações, não quero dizer que ele seja dono delas. O significado de “ser dono de informação” é algo muito volátil.
Em mais ou menos uma década, o Google tornou-se uma marca global maior do que a Coca-Cola ou a General Electric; ele gerou riqueza mais rapidamente do que qualquer outra empresa na história; ele domina a economia da informação. Como isso aconteceu? Aconteceu mais ou menos à vista de todos.
O Google tem muitos segredos, mas os principais ingredientes do seu sucesso não são um segredo de maneira alguma, e a história desse negócio já forneceu munição para dezenas de livros. O novo livro de Steven Levy, “In the Plex”, é a obra de maior autoridade – e por vezes também a mais interessante – sobre o assunto até a data.
Por quase trinta anos, Levy tem escrito sobre computadores pessoais para a Newsweek e a Wired, publicou seis livros sobre o tema, e tem visitado a sede do Google periodicamente desde 1999, conversando com seus fundadores, Larry Page e Sergey Brin, e observando a empresa a partir do seu interior – tanto quanto foi possível para um jornalista. Ele foi capaz de registrar algumas conversas bastante provocativas, se ao menos ligeiramente conscientes, como esta, em 2004, sobre as expectativas dos fundadores do Google em relação a sua criação:
“Ele será colocado no cérebro das pessoas”, disse Page. “Quando você pensar em algo e realmente não souber muito sobre isso, você irá receber informações automaticamente.”
“É verdade”, disse Brin. “Em última análise, vejo o Google como uma maneira de aumentar o seu cérebro com o conhecimento do mundo. Agora você vai para o seu computador e digita uma frase, mas você pode supor que isso será mais fácil no futuro. Você só precisa ter um dispositivo de voz, ou computadores que prestam atenção ao que está acontecendo ao seu redor…”
… Page disse: “Eventualmente, você vai ter o implante, e se você pensar sobre um fato, ele vai prontamente lhe dizer a resposta”
Em 2004, o Google ainda era uma empresa privada, com cinco anos de idade, que já valia 25 bilhões de dólares e concentrava cerca de 85 por cento das buscas na internet. Sua única e grande inovação foi o algoritmo chamado PageRank, desenvolvido por Page e Brin quando eram estudantes de pós-graduação de Stanford, e realizavam seu projeto de pesquisa a partir do computador de um quarto de dormitório. O problema era que, até então, a maioria das pesquisas na internet produziam listas inúteis de resultados de baixa qualidade. A solução foi uma idéia simples: colher o conhecimento implícito já incorporado na arquitetura da World Wide Web, organicamente em evolução.
A essência da Web é estabelecer links entre as “páginas” individuais de sites. Cada link representa uma recomendação, um voto de interesse, ou mesmo de qualidade. Assim, o algoritmo atribui uma classificação [rank] para cada página, dependendo de quantas outras páginas oferecem um link para ela. Além disso, os links não são todos avaliados da mesma maneira. A recomendação vale mais quando se trata de uma página que tem uma alta classificação, ela mesma. A matemática por trás do PageRank não é simples – ele é uma distribuição de probabilidade, e o cálculo é recursivo: a classificação de cada página depende da classificação de outras páginas que depende… e assim por diante. Page e Brin patentearam PageRank e publicaram seus detalhes, mesmo antes de criar a empresa que chamaram ‘Google’.
A maioria das pessoas já se esqueceu de quão “escura e mal-sinalizada” a Internet já foi. Um usuário em 1996 – quando a Web era composta por centenas de milhares de “sites” com milhões de “páginas” – não esperava fazer uma simples busca por “Olimpíadas” e localizar automaticamente o site oficial dos jogos de Atlanta. Tratava-se de um problema muito difícil. E que resultado podia-se esperar da busca por uma palavra como “universidade”? O AltaVista (principal mecanismo de busca de então), oferecia uma lista aparentemente desordenada de instituições acadêmicas, encabeçada pelo Oregon Center for Optics.
Levy relata uma conversa entre Page e um engenheiro do AltaVista, que explicou que seu sistema de pontuação aumentava a classificação de uma página se “universidade” aparecesse várias vezes no título. O AltaVista parecia não se preocupar com o fato de que Oregon não fosse considerada uma grande universidade. A maneira convencional de classificar universidades seria consultar os peritos e avaliar as medidas de qualidade: os índices de pós-graduação, de retenção, os resultados de avaliações. A estratégia do Google foi a confiar na Web e seus inúmeros links, para melhor e para pior.
O PageRank é uma daquelas idéias que parecem óbvias depois que ficamos sabendo delas. Mas o negócio de buscas na Internet, jovem como era, tinha caído em algumas preceitos bastante ortodoxos. A principal tarefa de um mecanismo de busca parecia ser a compilação de um índice. Naturalmente, as pessoas pensavam nas tecnologias existentes usadas para organizar a informação do mundo, que podiam ser vistas nos dicionários e enciclopédias. Elas podiam ver que ordem alfabética estava prestes a tornar-se menos importante, mas demoraram a perceber o quão dinâmico e incompreensível era seu alvo, a Internet. Mesmo depois de Page e Brin acenderam a luz, a maioria das empresas continuou a usar vendas nos olhos.
A Internet havia entrado em sua primeira fase explosiva, expandiu e depois retraiu-se para dar novos e ambiciosos passos. Uma coisa que todos sabiam era que a maneira de fazer dinheiro era atrair e reter os usuários. A palavra-chave era “portal” – o ponto de partida do usuário, como Excite, Go.com e Yahoo – e os portais não conseguiriam ganhar dinheiro incentivando seus clientes a navegar pelo resto da Internet. “Retenção”, como diz Levy, “foi a qualidade mais desejada em sites na época.” Portais não queriam que suas funções de pesquisa fossem boas demais. Isso pode soar estúpido, mas como é que o Google pretendia ganhar dinheiro sem cobrar nada dos usuários? Sua interface de usuário no início era simples, minimalista, e enfatizava não ter qualquer publicidade – não havia nada senão uma caixa para que o usuário digitasse uma consulta, seguida por dois botões, um para produzir uma lista de resultados, e outro com a famosa e audaciosa frase “eu estou com sorte”.
Os fundadores do Google, Larry e Sergey, fizeram tudo do seu próprio jeito. Mesmo na cultura informal do Vale do Silício, eles se destacaram desde o início como algo original, como “crianças de Montessori” (segundo Levy), despreocupadas com as normas e propriedades, que preferiam grandes bolas de ginástica vermelhas em lugar de cadeiras de escritório, desprezando organogramas e títulos formais, indo de patins para reuniões de negócio. Fica claro em todos esses livros [aqui examinados] que eles acreditavam em sua excentricidade; eles acreditavam com fervor moral na primazia e poder da informação. (Sergey e Larry não inventaram o famoso lema da empresa, “não seja malvado”, mas eles o abraçaram, e agora eles podem muito bem ser donos dele.)
Nota da tradução:
(1) “Google”, em inglês, tem sido utilizado como um verbo: “to Google”.
PS do Viomundo: Continua… (como o texto é longo, será publicado em partes)
Tradução Pedro Germano Leal]
Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/alerta-na-rede-como-o-google-nos-domina.html

MOBILIDADE/TRÂNSITO:Confira os detalhes das mudanças no trânsito de Boa Viagem

09.10.2011
Do BLOG DA FOLHA.08.10.11
Postado por  Valdecarlos Alves

A partir de amanhã o trânsito da Zona Sul do Recife sofrerá alterações. Às 6h será implantado um binário de circulação de veículos entre as ruas Francisco da Cunha e Nelson Hungria em Boa Viagem, para dar mais fluidez nos locais, principalmente nos horários de maior fluxo de carros. A presidente da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU), Maria Pompéia, explicou que o objetivo é dar uma rota alternativa para aqueles que circulam pela avenida Domingos Ferreira, mas estão indo em direção aos bairros da Imbiribeira e Ipsep.


A mudança deve gerar o desafogamento na pista direita da Domingos Ferreira, no trecho entre as ruas José Maria de Miranda e a Antônio Falcão. Algumas ruas próximas também vão passar por mudanças (confira abaixo), além de receberem novas sinalizações. Amanhã e durante a próxima semana, agentes da CTTU devem orientar os motoristas nesses pontos.

As intervenções fazem parte do Plano de Ações para o Trânsito do Recife 2011/2012 e segundo a CTTU, também vão beneficiar motoristas que estiverem seguindo pela Domingos Ferreira com destino às avenidas Conselheiro Aguiar e Boa Viagem.
MUDANÇAS

Rua Francisco da Cunha


Entre a Professor José Brandão e a Dr. José Maria de Miranda, a rua Francisco da Cunha deixará de ser mão dupla e passa a ter direção única no sentido Boa Viagem/Pina. Com isso, a via passa a ter um único sentido desde a rua Padre Carapuceiro até a Dr. José Maria de Miranda. Também na Francisco da Cunha haverá a proibição de estacionamento do lado direito do fluxo de veículos no trecho compreendido entre a Félix de Brito e Melo até a Dr. José Maria de Miranda. Já entre a rua Félix de Brito e Melo até a Antônio Falcão, a via terá proibição do estacionamento no lado esquerdo nos dias úteis das 06h às 20h e aos sábados das 6h às 14h.

Rua Ministro Nelson Hungria


O trecho de mão dupla entre as ruas Professor José Brandão e Professor Eduardo Wanderley Filho passará a ser sentido único até a rua Antônio Falcão. Neste caso, a Ministro Nelson Hungria será toda sentido inverso à rua Francisco da Cunha, configurando assim o binário. Haverá a proibição de estacionamento no lado direito da via, no sentido Boa Viagem/Piedade, entre as ruas Professor Eduardo Wanderley Filho e Antônio Falcão.


Rua Dr. José Maria de Miranda


Nesta via, o trecho entre a avenida Domingos Ferreira e a rua Aviador Severiano Lins, deixará de ser mão dupla e passa a ser sentido único da primeira via para a segunda. Ainda será proibido o estacionamento no lado direito da rua José Maria de Miranda no fluxo dos veículos depois de modificado.

Rua Aviador Severiano Lins


A via deixará de ser mão dupla no intervalo entre as ruas José Maria de Miranda e Professor Eduardo Wanderley Filho, tornando-se sentido único na direção desta última via citada. Ainda na Aviador Severiano Lins, será proibido o estacionamento no lado direito do fluxo nesse trecho e no lado esquerdo entre as ruas José Eduardo Wanderley Filho e Dona Benvinda de Farias.
Rua Professor Eduardo Wanderley Filho


Nessa via, a modificação contempla a criação de mão dupla, no trecho entre as ruas Dr. Pedro de Melo Cahu e Aviador Severiano Lins. Já entre as ruas Ministro Nelson Hungria e Dr. Pedro de Melo Cahu, o sentido será invertido, colocando o fluxo dos veículos no segmento em direção à Rua Ministro Nelson Hungria. Haverá ainda proibição de estacionamento do lado direito, no sentido da rua Aviador Severiano Lins até a Rua Luis de Farias Barbosa.
Rua Dr. Pedro de Melo Cahu


Deixa de ser mão dupla no trecho entre as ruas Professor José Brandão e Professor Eduardo Wanderley Filho, tornando-se sentido. No intervalo da via entre as ruas Professor José Brandão e Tenente João Cícero, que permanece mão dupla, haverá a proibição de estacionamento no lado direito no sentido Boa Viagem. Já no segmento modificado, entre a Professor José Brandão até a Professor Eduardo Wanderley Filho, a rua Dr. Pedro de Melo Cahu terá o estacionamento proibido no lado esquerdo nos dias úteis das 06h às 20h e sábados das 6h às 14h.

Rua Dona Benvinda de Farias


Neste local, entre as ruas Aviador Severiano Lins e Francisco da Cunha, haverá proibição de estacionamento no lado direito das 6h às 20h, nos dias úteis, e 6h às 14h, aos sábados, no sentido do fluxo de veículos em direção à Av. Domingos Ferreira. Já a partir da rua Francisco da Cunha até a Avenida Boa Viagem, a proibição ocorrerá também no lado direito, todos os dias e horários.

No lado esquerdo da Dona Benvinda de Farias, o estacionamento será restrito - com horário também em dias úteis das 6h às 20h e sábados das 6h às 14h, com exceção das aproximações dos semáforos. Nesses trechos de aproximadamente 35 metros, a proibição no lado esquerdo será também o tempo todo. A medida visa garantir maior acomodação dos veículos que aguardam a abertura do sinal de trânsito, desafogando também o trânsito na Rua Francisco da Cunha.
Rua Padre Bernardino Pessoa


Da rua Francisco da Cunha até a avenida Boa Viagem, a Padre Bernardino Pessoa terá o estacionamento do lado direto no sentido orla proibido. Já o lado esquerdo, o estacionamento será vetado com horários determinados (dias úteis das 06h às 20h e sábados das 6h às 14h). Também nessa via, haverá exceção na aproximação dos cruzamentos com semáforos, onde o lado esquerdo no sentido do fluxo dos veículos será proibido o estacionamento 24 horas por dia.
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Fonte:http://www.blogdafolha.com.br/index.php/materias/25664-confira-os-detalhes-das-mudancas-no-transito-de-boa-viagem