quinta-feira, 22 de setembro de 2011

ACIDENTES DE TRÂNSITO: Homens morrem quatro vezes mais no trânsito, revela levantamento

22.09.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO
Por Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR


Há dez anos o Brasil adere ao Dia Mundial sem Carro, movimento internacional que convida a população a deixar os veículos em casa e refletir sobre comportamentos no trânsito e mobilidade urbana. Além do apelo para o uso de formas alternativas de transporte, o Ministério da Saúde alerta que apesar da redução de 2% das mortes no trânsito de 2009 em relação ao ano anterior, o número de mortes ainda preocupa.

De acordo com dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), 37.594brasileiros foram vítimas fatais no trânsito do país em 2009, com 679 mortes a menos que em 2008, quando foram registrados 38.273 óbitos. O levantamento do Ministério da Saúde aponta, ainda, que o número de homens que morrem no trânsito é quatro vezes maior do que o de mulheres. Em 2009, 30.631 homens (81,4%) e 6.496 mulheres (18,4%) perderam a vida no trânsito.

As principais vítimas são jovens de 20 a 39 anos, faixa etária de 45,5% (17.128) do total de óbitos em 2009. Desses, 86% (14.776) eram homens. "O homem é mais vulnerável porque está mais exposto, tanto pelo comportamento, em muitas situações, mais agressivo ao dirigir, quanto pela associação com fatores de risco, como o excesso de velocidade e associação entre álcool e direção", analisa Marta Silva, coordenadora de Vigilância e Prevenção de Violências e Acidentes do Ministério da Saúde. Dados da pesquisa Vigitel 2010, sobre indicadores de saúde do brasileiro, mostram que 3,0% dos homens entrevistados afirmaram ter dirigido após o consumo abusivo de bebida alcoólica, enquanto entre as mulheres esse percentual foi de 0,2%.

Marta acrescenta que, aliado ao consumo de bebidas alcoólicas e à alta velocidade, soma-se o aumento da frota, especialmente de motocicletas, meio de transporte utilizado por 9.268 dos 37.594 mil brasileiros que perderam a vida no trânsito em 2009, o que equivale a 24,6% do total de óbitos naquele ano.

Comparando 2009 com 2008 houve um aumento de 4% na mortalidade envolvendo motociclistas. No ano anterior, foram 8.898 vítimas. O Brasil registra uma frota motorizada de 66.116.077 de veículos, dos quais 57% são automóveis. As motos, motonetas e ciclomotores representam 26% da frota nacional, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), de março de 2011. Entre pedestres houve redução de 7% comparando os anos de 2008 com 2009.

No cenário mundial, o Brasil ocupa o quinto lugar entre os recordistas em mortes no trânsito, atrás da Índia, China, Estados Unidos e Rússia segundo o Informe Mundial sobre a Situação de Segurança no Trânsito, publicado em 2009. A estimativa da OMS é que, em todo o mundo, cerca de 1,3 milhões de pessoas perdem suas vidas anualmente no trânsito e cerca de 50 milhões sobrevivem feridas. O custo global é estimado em US$ 518 bilhões por ano; os custos dos acidentes de trânsito já foram estimados em 1% a 2% dos PIB dos países.

No Brasil, foram realizadas em 2010 146.060 internações de vítimas dos acidentes no trânsito financiadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com um custo de aproximadamente R$ 187 milhões. Os homens representaram 78,3% das vítimas (114.285), enquanto as mulheres, 21,7%. Do total de vítimas, 69.606 estavam em motocicletas e provocaram um impacto de R$ 85,6 milhões no SUS.

No que se refere ao atendimento às vítimas de acidentes no trânsito, o Ministério da Saúde está reorganizando a rede de atenção às urgências do Sistema Único de Saúde, por meio do programa Saúde Toda Hora. Lançado julho deste ano, o programa tem por objetivo fortalecer a comunicação entre as centrais de regulação, as UPAs e a Unidade Básica de Saúde ou o hospital para tornar o atendimento ainda mais rápido e eficaz, reduzindo mortes ou sequelas ao paciente. Esse formato de funcionamento integrado entre várias unidades de promoção, prevenção e atendimento à saúde é uma das principais características da ação.

Em maio de 2011, os Ministérios das Cidades e da Saúde lançaram o Pacto Nacional pela Redução dos Acidentes no Trânsito - Pacto pela Vida. A meta é estabilizar e reduzir o número de mortes e lesões em acidentes de transporte terrestre nos próximos dez anos, como adesão ao Plano de Ação da Década de Segurança no Trânsito 2011-2020, uma recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU) a partir da iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Plano é um conjunto de medidas para contribuir com a redução das taxas de mortalidade e lesões por acidentes de trânsito no país, através da implementação de ações de mobilidade urbana, fiscalização, educação, saúde, infraestrutura e segurança veicular, a curto, médio e longo prazos. "As intervenções no trânsito têm que ser trabalhadas com focos: na mudança de comportamento da população, de modo que todos os usuários do trânsito tenham comportamentos e atitudes mais seguras e saudáveis, assim como a implementação de políticas públicas voltadas para a mobilidade urbana e sustentável, na acessibilidade e na promoção de ambientes e entornos seguros e saudáveis", adianta Marta. As propostas estão sendo consoli! dadas.

Agência Saúde

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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20110922193943

O MUNDO NUNCA MAIS SERÁ O MESMO DEPOIS DE DILMA ROUSSEFF

22.09.2011
Do BLOG DA DILMA

Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o Debate Geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo.

É com humildade pessoal, mas com justificado orgulho de mulher, que vivo este momento histórico.
Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste Planeta, que, como eu, nasceram mulher, e que, com tenacidade, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres.

Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino. E são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje.

Leia Mais no blog No Front

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Fonte:http://dilma13.blogspot.com/2011/09/o-mundo-nunca-mais-sera-o-mesmo-depois.html

SÁTIRA POLÍTICA: Na matéria da IstoÉ intitulada "O ocaso do MST", substitua "MST" por "IstoÉ/PIG/PSDB" divirta-se!

22.09.2011
Do blog AS ÁRVORES SÃO FÁCEIS DE ACHAR, 20.09.11


Confira alguns trechos da matéria publicada no site daquela honesta revista, e 'veja' se as coisas não se encaixam melhor ainda (trechos já substituídos). O melhor de tudo é que ao falar mal do MST, a revista promove os Governos Lula/Dilma. Agradecemos!

"O ocaso da IstoÉ" (título)

O "Partido da Imprensa Golpista" é um arremedo do que foi. Está sem rumo e é incapaz (...) O Brasil avançou e os novos líderes do PSDB acabaram isolados numa disputa (...)"


"(...) a demonstração definitiva da decadência atual do PIG".


"O PSDB cortou as cercas da propriedade ameaçava incendiar os campos brasileiros e despertava o medo (...)"


"As estatísticas confirmam o declínio."


"(...) a quantidade de famílias acampadas sob a bandeira do PSDB diminuiu seis vezes de tamanho."


"(...) excluindo as fileiras comandadas por José Serra, considerado 'dissidente' pela cúpula nacional do PSDB."


"'O momento está difícil mesmo', admite Sérgio Guerra, um dos dirigentes (...)"


"Não tem jeito. Isso afasta as pessoas (...)"


"Parte do encolhimento das fileiras do PSDB pode ser explicada pela situa­ção econômica do País. Viver anos a fio sob barracos de lona (...) deixou de ser a única opção para uma legião de trabalhadores rurais. O Brasil cresceu, em média, 3,65% nos últimos dez anos. Novas oportunidades surgiram no campo e nas cidades. A poucos metros do marco da Encruzilhada Natalino, por exemplo, funcionam hoje duas grandes agroindústrias. Antes só havia por ali campos de soja e fazendas improdutivas que geravam contingentes de marginalizados."

"A luta pela conquista (...), nos braços do PIG, era a única perspectiva concreta de futuro."

"(...) os brasileiros foram beneficiados pelo 1,8 milhão de empregos formais que o País gerou nos 8 primeiros meses do ano. É o caso de Rodrigo Capatto Rodrigues, 30 anos, assentado na fazenda São Bento. Ele arrumou trabalho como auxiliar de serviços em uma escola pública na cidade de Mirante do Paranapanema e agora pode sustentar a mãe e o irmão caçula."

"Os programas sociais do governo federal, em especial o Bolsa Família, tiveram igualmente um papel relevante para afastar a população do campo do PSDB. O be­nefício pago mensalmente a pessoas em situação de miséria (cerca de 20% dos moradores da área rural do País) atacou um dos principais bolsões de captação de novos integrantes da organização."

"Por todas essas razões, a imagem do PIG sofre um sério desgaste na sociedade. Uma pesquisa do Ibope realizada no final de 2009 demonstra o descontentamento dos brasileiros com os rumos adotados pela organização. Mais de 70% dos entrevistados dizem que o PSDB prejudica a geração de empregos e o desenvolvimento econômico e social do País."


"O isolamento do PSDB é resultado direto das políticas escolhidas por seu comando."


"Hoje, o PIG apenas colocam em prática as decisões tomadas em esferas superiores."


"(...) é evidente o fosso que separa o discurso [princípios editoriais] dos dirigentes das práticas adotadas na vida real."


"(...) se vê gente arrendando áreas para aumentar a produção – o que, antes, era denunciado como um pecado pelo PSDB."


"Não é à toa que o PSDB assistiu à criação de uma legião de siglas concorrentes. Essa trajetória levou a um forte enfraquecimento do movimento".


"Mesmo sendo uma organização social semiclandestina que nunca existiu no papel (para evitar a criminalização de seus membros), o PIG criou dezenas de ONGs, associações e cooperativas com a finalidade de abrigar os seus líderes e captar dinheiro".


"Sem a aura e a força do passado, o PIG sobrevive das verbas do Estado capitalista brasileiro."

Hahahahahahahahahahahahahaha

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Fonte:http://asarvoressaofaceisdeachar.blogspot.com/2011/09/na-materia-da-istoe-sobre-o-mst.html

MOBILIDADE URBANA: Repórter Tânia Passos fala do novo blog sobre mobilidade urbana

22.09.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 23.08.11
Por PERNAMBUCO.COM*


 
* Canal do Youtube: 
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Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=p8iAS2a70uA

Dilma reconstruiu sua figura política: Não é a pupila, mas a sócia leal de Lula

22.09.2011
Do blog FATOS NOVOS, NOVAS IDEIAS,21.09.11
Por Francisco Barreiras



O histórico discurso de Dilma Rousseff na abertura da 66ª Assembléia  Geral da ONU,  assinalou, entre outras coisas importantes, o seu grito de independência política. Até aqui, conviviam dentro do mesmo espectro político, a Doutrina Petistas e a Doutrina  Lulista. Esses dois pólos terão que conviver agora  com a  Doutrina Dilmista.
Para dizer de forma  simplificada, o dilmismo incorpora o populismo de tom getulista – adotado por Lula com as devidas adaptações e atualizações -, com  um toque de gerente moralista que reconquistou para o PT  boa parte do eleitorado de classe média que o abandonara  a partir do Escândalo do Mensalão.
Absoltamente bem pensado e bem escrito, o discurso de Dilma calou a própria Oposição. Todos  se renderam  à harmonia perfeita entre  a  emoção e a lógica didática. Mas, para o que nos interessa, destaque-se que o  pronunciamento foi de quem tem consciência de seu próprio poder e declara que não precisa de luz emprestada.
Não creio que Lula se senta diminuído  ou melindrado com as asas criadas por sua pupila, sua invenção.  Escaldado  e pragmático, ele  sabe, por exemplo, que só asfaltou seu caminho para a presidência, quando deixou de  disputar com Zé Dirceu, o poder interno no PT. No Planalto, segundo projeto (pacto) implícito, jamais  formalizado,  eles governariam praticamente a quatro mãos. Só não foi assim, porque Dirceu tombou na trincheira da governabilidade comprada.
Em relação à Dilma, Lula será sempre paternalista e protetor. Mas vai sendo, gradativamente, mais recatado, comedido, na hora de impor soluções ou nomeações. Se  for assim, em contrapartida ele será  sempre louvado e blindado. Sendo  certo que Dilma  cede de bom grado os espaços da articulação político eleitoral.
De resto, o sucesso de ambos vai depender da Economia. Até aqui tudo  vai bem,  mesmo com o recrudescimento da crise externa. Se conseguir chegar a 2014 com inflação sob controle e crescimento médio do PIB entre 3,5% e 4%, pode-se dizer que o País  realizou a travessia.  E, se tiver saúde e vontade,  Dilma se reelege com facilidade, até porque a  Oposição está sem rumo, sem discurso e sem líder carismático.
Pode parecer precipitado falar desde já em  sucessão de Dilma,  mas dentro de  18 meses, ou um pouco mais, não se falará de outra coisa nos meios políticos. E um ano e meio passa voando.    

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Fonte:http://fatosnovosnovasideias.wordpress.com/coisasdapolitica/

O Dia do Carro

22.09.2011
Do blog CRÔNICAS DO MOTTA




São Paulo deveria, para ser coerente com a sua história, ignorar este Dia Mundial sem Carro. As autoridades da cidade, em vez de dar declarações demagógicas sobre a iniciativa, se tivessem um mínimo de vergonha na cara, convocariam os jornalistas para dizer algo mais ou menos assim:


- Aqui, não! Construímos esta cidade para os carros, adoramos essa máquina que mata ou fere dezenas de milhares de pessoas por ano, que solta milhões de toneladas de porcaria na atmosfera, que entope as vias públicas, que causa estresse e doenças em seus motoristas, e, portanto, não venham com essa história de dia sem carro! 

Diriam mais: que bilhões de reais foram gastos para construir avenidas, pontes e túneis unicamente para serem usados por automóveis; que, devido a essas obras, milhares de pessoas foram mandadas embora de suas casas; que boa parte desse dinheiro todo foi desviado para os bolsos sem fundo de integrantes das gangues que vivem de se locupletar com o dinheiro público.
E, para encerrar, num tom emocionado, pois o momento é sério, completariam:

- E não devemos esquecer que, elegendo o automóvel como o mais importante personagem desta metrópole, obrigamos o zé povinho, esse pessoal que é obrigado todo dia a viajar dezenas de quilômetros para trabalhar, para estudar, para ganhar as suas vidas miseráveis, a perder horas e mais horas em ônibus desconfortáveis, sujos e perigosos, ou em vagões de metrôs superlotados, verdadeiras latas de sardinhas.

Dito isso, os jornalistas, tudo devidamente gravado ou anotado, iriam para o conforto de suas redações - de carro, é claro - e escreveriam os press releases habituais.
E o caos viário continuaria para todo o sempre.

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Fonte:http://cronicasdomotta.blogspot.com/2011/09/o-dia-do-carro.html

ELITE ENTREGUISTA: NOVO CANSEI: FOLHA DENUNCIA BRASIL NA OMC

22.09.2011
Do blog ANAIS POLÍTICOS,20.09.11




A matemática econômica é inexorável. Ela diz que se todos estão bem, você está bem, também. Se nem todos estão bem, pode ser que você esteja entre os falidos.

Dito isso, eu me solidarizo com o rapaz que não terá dinheiro pra pagar o imposto do carro importado e por isso o "abandonará" no porto. Mas daí a ser cego, tem uma distância bem grande.

O governo já estava cantando a bola fazia algum tempo que subiria o IPI dos importados pra proteger a indústria nacional. Mesmo assim, bastante gente arriscou.

Ora, a manchete do diário oficial da tucanolândia estampa na tela "protecionismo". Amigos, convenhamos, claro que é protecionismo. Mas o que você prefere, que o governo faça protecionismo pra proteger o teu emprego ou pra proteger o emprego dos outros países?

A classe média brasileira, burra como sempre, não se emenda. Está nem aí pra coletividade. Está querendo mais é poder desfilar no carrão e mostrar que está por cima da carne seca. Quer é viajar pra Miami e voltar cheia de bugigangas da Victoria´s Secret e que se dane a balança comercial.
Em suma, ela nao entende que o fato de ter grana no bolso está diretamente ligado ao fato de o povo daqui ter emprego. Ela não entende a lógica mercadológica porque é informada por esta mídia vassala e desavergonhada que pouco se lixa para o cidadão comum. Mas antes de tudo, é uma lógica burra. Viver importanto bens baratos é que levou os EUA à crise em que se encontra. Tudo vinha de fora e nada era produzido na América. O povo ia ficando sem emprego, com uma economia dependente exclusivamente de serviços e de especulação bursátil. Faltou grana no bolso do povo e foram deixando de pagar as contas. O resto, na quebradeira dos subprime, você já sabe.

Muita gente já esqueceu o que houve por volta de 1999, quanto tinhamos um dólar baixo e uma indústria sucateada. É isso que a tucanolândia quer de novo para o país? Regresso?

A Folha, junto com metade do imprensalão tucano vai denunciar o Brasil na OMC. Imagina aumentar o imposto dos importados? Como vamos fazer pra nos sobressairmos sobre os trabalhadores?

Assim não dá. Assim não pode, como diria um velho ocupante do Planalto.

Clique aqui para ver os ricos (de fora) pagando 1 milhão de dólares pra jantar com Dilma.
Clique aqui para ver um tucano fritando outro na disputa pelo poder.
Clique aqui para ver como é armada a cama para quem a imprensa não gosta.
Clique aqui para ver que Lula faz campanha na Argentina e irrita a imprensa.

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Fonte:http://anaispoliticos.blogspot.com/2011/09/novo-cansei-folha-denuncia-brasil-na.html

CRISE ECONÔMICA: O fim das utopias europeias

22.09.2011
Do blog ESQUERDOPATA
Por José Luís Fiori *



O custo intangível do fracasso europeu 

"Se fosse possível hierarquizar sonhos, a criação da União Europeia estaria entre os mais importantes do século XX. Depois de um milênio de guerras contínuas, os estados europeus decidiram abrir mão de suas soberanias nacionais, para criar uma comunidade econômica e política, inclusiva, pacífica, harmoniosa, sem fronteiras, sem discriminações e sem hegemonias. Um verdadeiro milagre, para um continente que se transformou no centro do mundo, graças à sua capacidade de se expandir e dominar os outros povos, de forma quase sempre violenta, e muitas vezes predatória." JLF: "Os sinos estão dobrando", Valor, junho de 2008

Os sinais de desagregação são cada vez maiores e frequentes, e já não cabe dúvida que o processo de "unificação europeia" entrou num beco sem saída. É quase certo o calote da dívida grega, e é cada vez mais provável a ruptura da zona do euro, que teria um efeito em cadeia, de grandes proporções, dentro e fora do Velho Continente. Ao mesmo tempo, a vitória da França e da Inglaterra, na Líbia, aumentou a divisão e aprofundou o cisma alemão dentro da Otan. Por outro lado, os governos conservadores europeus estão em queda livre, e sua alternativa social-democrata não tem mais nenhuma identidade ideológica. Os intelectuais batem cabeça e a juventude busca novos caminhos um pouco sem rumo. O próprio ideal da unificação europeia tem cada vez menos força, entre as elites e dentro de sociedades em que se dissemina a violência e a xenofobia. Parece iminente o fracasso europeu.

No final do século XX, enterraram o socialismo, e agora estão jogando na lata do lixo o seu cosmopolitismo liberal

Em tudo isso, chama a atenção que o avanço da catástrofe anunciada venha sendo acompanhado por uma consciência cada vez mais nítida e consensual a respeito das causas últimas, econômicas e políticas, da própria impotência europeia. Do lado econômico, todos reconhecem a falta de um Tesouro europeu com capacidade unificada de tributar e emitir dívidas, junto com um BC capaz de atuar como emprestador de última instância, em todos os mercados, garantindo a liquidez dos atuais títulos soberanos nacionais que deveriam ser extintos e substituídos por um único título publico unificado, para toda a zona do euro. E quase todos já reconhecem a impossibilidade de uma moeda soberana e de um BC eficaz, sem um estado que lhes dê credibilidade e poder real de ação, em particular nas situações de crise. Uma posição que só poderia ser cumprida, neste momento, pela Alemanha, que não quer ou não pode fazê-lo, ou por um estado central que ninguém aceita..

Do mesmo forma, pelo lado político, o aumento da fragilidade e da fragmentação da Europa, vem sendo atribuído pelos analistas, de forma quase consensual, ao fim da guerra fria e à unificação da Alemanha, junto com o aumento descontrolado da UE e da Otan, que passaram da condição de projetos defensivos, para a condição de instrumentos de conquista territorial e expansão da influencia militar e econômica do ocidente, dentro da Europa do Leste, e já agora, também, na Ásia Central e no Norte da África. O alargamento em todas as direções, da UE e da Otan, aumentou suas desigualdades sociais e nacionais e reduziu o grau de homogeneidade, identidade e solidariedade que existia no início do processo de integração, quando ele era tutelado pelos EUA, e tinha um inimigo comum, a URSS..

Agora, quando os analistas da crise europeia se dedicam a traçar cenários futuros, quase todos calculam o tamanho da desgraça em termos estritamente econômicos, em bilhões e trilhões de euros. E pouco se fala dos custos intangíveis do fracasso europeu no campo das ideias, dos valores e dos grandes sonhos e símbolos que movem a humanidade. Um verdadeiro impacto atômico sobre duas pilastras fundamentais do pensamento moderno: a crença na viabilidade contratual de um governo ou governança mundial; e a aposta na possibilidade cosmopolita, de uma federação ou confederação de repúblicas, pacíficas, harmoniosas, e sem fronteiras ou egoísmos nacionais. Duas ideias europeias que foram concebidas num continente extremamente belicoso e competitivo, mas que foi o grande responsável pela criação e universalização do sistema de estados nacionais modernos e do próprio capitalismo. Agora os europeus estão experimentando na pele a impossibilidade real de suas utopias, ao tentarem construir um governo cosmopolita e contratual a partir de estados nacionais extremamente desiguais, do ponto de vista do poder e da riqueza.

O problema grave e insanável é que a falência do "contratualismo" e do "cosmopolitismo, deixa os europeus sem mais nenhum sonho ou utopia coletiva. Em poucas décadas, no final do século XX, eles enterraram o seu socialismo, e agora, no início do século XXI, estão jogando na lata do lixo, o seu "cosmopolitismo liberal". E estão deixando o resto do sistema mundial, sem a bússola do seu criador, porque o sistema seguirá em frente, mas o seu "software" europeu está perdendo energia e está se apagando.

*José Luís Fiori é professor titular e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Economia Política Internacional da UFRJ, e autor do livro "O Poder Global", da Editora Boitempo, 2007. Escreve mensalmente às quartas-feiras.

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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com/2011/09/o-fim-das-utopias-europeias.html

Protestos contra cortes paralisam transportes na Grécia

22.09.2011
Do portal ÚLTIMO SEGUNDO
Por Agência EFE


Tráfego aéreo, o transporte público em Atenas e serviço ferroviário grego foram afetados pelas paralisações


O tráfego aéreo, o transporte público em Atenas e o serviço ferroviário em toda a Grécia foram seriamente afetados nesta quinta-feira pela greve de 24h horas e os protestos convocados pelos sindicatos contra a política de austeridade e cortes aplicados pelo governo para diminuir a dívida pública.

Foto: AP Photo/Petros Giannakouris
Protesto estudantil em frente ao Parlamento de Atenas
Ao todo, 152 voos com partidas e chegadas no aeroporto internacional de Atenas tiveram que ser cancelados ou alterados devido à participação dos controladores aéreos na paralisação convocada pela Confederação de Funcionários Públicos (Adedy) contra os cortes de salários e as demissões no setor público.
Segundo informou à Agência Efe um porta-voz do aeroporto, 98 voos foram alterados e outros 54 cancelados devido à greve.
Na capital grega, nenhum meio de transporte operou nesta quinta-feira, com exceção de uma linha especial paga pelo Ministério dos Transportes, que sai da Praça Sintagma com destino ao aeroporto.
Os funcionários do metrô e do bonde continuarão a greve nesta sexta-feira, que prosseguirá na próxima segunda com uma greve de cinco horas de ônibus.
Os taxistas também deixaram estacionados seus carros nesta quinta-feira em todo o país, e continuarão a paralisação na terça e na quarta-feira da próxima semana, para protestar contra a liberalização da profissão.
Em torno de 5 mil funcionários públicos, estudantes, policiais e funcionários do serviço de guarda-costeira também fizeram várias manifestações contra o Parlamento. Os estudantes e professores são contra as reformas no sistema de ensino e os universitários mantêm ocupadas 169 faculdades em todo o país há um mês.
A Adedy e a Confederação de Trabalhadores da Grécia (GSEE) convocaram greves gerais para 5 e 19 de outubro, com o fim de protestar contra os novos cortes. O governo grego anunciou nesta quarta-feira um novo pacote de medidas para controlar o déficit público, entre as quais estão os cortes de pensões, demissões de funcionários, aumento de impostos e privatizações de empresas estatais.
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Fonte:http://economia.ig.com.br/protestos-contra-cortes-paralisam-transportes-na-grecia/n1597223247248.html

MOBILIDADE URBANA: Análise do plano de educação do trânsito do Recife, por Tânia Passos

22.09.2011
Do blog MOBILIDADE URBANA,21.09.11
Por Tânia Passos*

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Fonte:http://blogs.diariodepernambuco.com.br/mobilidadeurbana/index.php/2011/09/analise-do-plano-de-educacao-do-transito-do-recife/

BLOG MOBILIDADE URBANA: Dia mundial sem carro, topas?Por Tânia Passos

22.09.2011
Do blog MOBILIDADE URBANA
Por Tânia Passos

Dia mundial sem carro. A ideia é essa. A realidade ainda está longe disso. Abrir mão do conforto do carro e encarar o transporte público, ou talvez descolar uma carona, ou quem sabe pedalar de casa para o trabalho ou, em situação mais remota, caminhar, ainda é um desafio para poucos. Mas serve no mínimo para uma reflexão.
E os números mostram o tamanho dos contrastes. Um ônibus comum transporta uma média de 80 pessoas. Um carro comum, no máximo cinco pessoas. Temos uma frota de três mil ônibus e mais de um milhão de veículos na Região Metropolitana. O resultado é um trânsito que trava dia a dia.
Os engarragamentos são apenas uma parte do problema. Outro viés é a poluição ambiental. E nessa conta, os que transportam menos poluem mais. Um exemplo disso é a moto que, transporta duas pessoas e polui 32,3 mais vezes do que ônibus. Já o carro 17 vezes mais que o ônibus.
“Em relação a ocupação das vias, a moto, por incrível que pareça necessita quatro vezes mais de espaço do que o ônibus e o carro de 6,4 vezes mais de espaço em relação ao ônibus”, afirmou o engenheiro e professor das universidades Federal de Católica de Pernambuco, Maurício Pina.
Para quem está disposto a usar a bicicleta como meio de locomoção, tem a certeza de que as ciclovias existentes no município não são suficientes para interligar os quatro cantos da cidade. O Recife dispõe atualmente de 13,2 quilômetros de ciclovias em trechos distintos: Centro, Orla e a ciclovia Tiradentes, na Zona Oeste.
No Recife, o casal de cirurgiões-dentistas Maria Carolina Moura e Renan Almeida, vem tentando fazer a parte deles. Renan, que trabalha em dois locais diferentes, costuma deixar o carro na garagem e ir de bicicleta ou até mesmo caminhando. “Um deles, que fica mais próximo da minha casa, tento utilizar a bicicleta para fazer pequenos deslocamentos, já que é uma maneira de fazer exercícios e fugir também dos congestionamentos que são bastante estressantes”, ele conta e lamenta a falta de meios de transportes públicos de qualidade. “Se os meios locomoção fossem confortáveis, as pessoas deixariam mais seus carros na garagem”, acredita Almeida.
Criado na França em 1998, o Dia Mundial Sem Carro, ganhou força no Brasil em 2001. Desde então, 110 cidades do país já fazem alguma movimentação na data. Em Pernambuco, a cidade de Olinda será 111ª a fazer a mobilização com o intuito de trazer uma reflexão sobre os problemas causados pelo uso massivo de automóveis como forma de deslocamento, sobretudo nos grandes centros urbanos.
De acordo com o secretário executivo de transporte e trânsito de Olinda, Adriano Max, existem 110 mil automóveis cadastrados na cidade Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. “Para se ter uma noção, nós temos 380 mil habitantes. Se cada pessoa resolvesse dar um carona a três, não seria necessário o transporte público”, diz o secretário. Em Olinda, a avenida Ministro Marcos Freyre, beira mar da cidade, será o palco da mobilização social. “Vamos isolar três quarteirões, das 5h ao meio-dia, com o intuito de chamar a atenção da população”, fala Max.

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Fonte:http://blogs.diariodepernambuco.com.br/mobilidadeurbana/index.php/2011/09/dia-mundial-sem-carro-topas/

Luiz Eustáquio destaca trabalho da Frente de Combate ao Crack

22.09.2011

Do site do Vereador Luiz Eustáquio.PT/PE
Por Wedja Gouveia, assessora de imprensa

Um ano e nove meses depois de instalada, a Frente Parlamentar do Recife de Combate ao Crack comemora os avanços conquistados no sentido de criar uma agenda entre os poderes constituídos e a sociedade civil para estabelecer as políticas públicas que combaterão o uso da droga.

O presidente da frente, vereador Luiz Eustáquio, ocupou a tribuna da Câmara Municipal do Recife, na reunião ordinária do dia 19/09, para ressaltar que os trabalhos da equipe foram fundamentais na definição da política anunciada pela Prefeitura do Recife, no dia 16/09, criando a Ação Integrada de Atenção ao Crack e Outras Drogas.

O prefeito João da Costa anunciou a ação, que envolve 11 secretarias, uma coordenação e uma fundação municipais. Um dia antes, ele recebeu a Frente de Combate ao Crack da Câmara Municipal do Recife para articular um trabalho conjunto entre a frente, a sociedade civil e o Comitê Integrado constituído pela PCR e que ficará responsável pela política da administração municipal de combate às drogas.

“Hoje, temos certeza de que estamos passando dos discursos para as ações concretas, visando atingir nossos objetivos”, disse Luiz Eustáquio.

A Frente Parlamentar do Recife de Combate ao Crack, segundo ele, teve um papel importante ao visitar as secretarias municipais, a Secretaria de Defesa Social, a Polícia Federal, o Ministério Público para constatar a existência da epidemia do uso do crack.

“Nós também viajamos para outros Estados como Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul para conhecer a experiência dos trabalhos de combate ao crack. Além disso, tivemos vários depoimentos em plenário sobre a situação nos bairros do Recife. Esse é o trabalho da Câmara, um compromisso com a cidade e com as pessoas”, afirmou.

Eustáquio propôs a realização de uma ampla discussão, a ser marcada na Câmara, para ocorrer durante o grande expediente.

A Frente Parlamentar do Recife de Combate ao Crack é composta por cinco vereadores. Além de Luiz Eustáquio são também componentes Aline Mariano, Marília Arraes, Antônio Luiz Neto e Marcos Menezes.

Fonte: com informações da Câmara do Recife
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Fonte:http://www.luizeustaquio.com.br/?categoria=noticias_principais_01&codigo_noticia=22092011093850














MOBILIDADE URBANA: Transporte público e dificuldade de mobilidade são desafios para o Dia Mundial sem Carro

22.09.2011
Do site da Agência Brasil
Por Luana Lourenço

Repórter da Agência Brasil

Brasília - Para cumprir as recomendações do Dia Mundial sem Carro, os brasileiros teriam que deixar 38,9 milhões de veículos na garagem hoje (22). O número corresponde à quantidade de automóveis de passeio que trafegam no país, segundo dados de agosto do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A frota total – que inclui motocicletas, caminhões, ônibus, utilitários, tratores e outros veículos – já supera 68,5 milhões de unidades.

Passar um dia sem carro nas cidades brasileiras implica enfrentar pelo menos dois desafios: o transporte público, que não está preparado para atender à demanda com qualidade, e o planejamento nas cidades, que não privilegia a locomoção a pé ou de bicicleta.

“As pessoas precisam se locomover. E do jeito que são planejadas, nossas cidades não oferecem condições para que as pessoas não precisem usar um meio não motorizado. O trabalho, os serviços públicos, as escolas e os locais de lazer estão longe da casa das pessoas”, avalia Oded Grajew, da Rede Nossa São Paulo, movimento que reúne mais de 600 organizações da sociedade civil.

A dependência do automóvel fica evidente nas estatísticas da frota do país, que mostram o aumento do transporte individual. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nos últimos 15 anos, a frota de automóveis cresceu 7% ao ano e a de motocicletas, 15%.
“Temos um grau de dependência do automóvel muito grande. Usar o serviço coletivo não é fácil, porque a qualidade não é boa. E também falta infraestrutura para o transporte não motorizado”, pondera o professor do programa de pós-graduação em transportes da Universidade de Brasília (UnB) Paulo César Marques.

Uma pesquisa da Rede Nossa Paulo concluiu que 60% dos paulistanos estão dispostos a deixar o carro em casa e usar o transporte público, desde que o serviço seja de qualidade. “As pessoas podem continuar comprando carro. Não é esse o problema. O problema é comprar e ter que usá-lo diariamente”, avalia Grajew.

Além dos problemas do transporte público e de cidades pouco sustentáveis do ponto de vista da mobilidade, há um elemento cultural da valorização do automóvel, que, segundo Grajew, pode ser chamado de “superglamourização” do carro. “É uma questão cultural. As pessoas têm vontade de ter um carro”, resume Marques, na UnB.

Apesar dos desafios, a mudança para um modelo de mobilidade urbana mais sustentável – com menos carros nas ruas e mais investimentos em transporte público e meios alternativos de locomoção – será inevitável, segundo Grajew. “Não há muitas opções. A mudança vai acontecer pelo agravamento da situação nas cidades ou pela conscientização.”

Para o professor da UnB, que troca o carro pela bicicleta sempre que possível, a sociedade tem que pressionar o Poder Público para a mudança de foco dos investimentos em transporte. 

“A prioridade das políticas públicas têm sido o transporte individual, não o coletivo. Mas o fato de as pessoas começarem a experimentar o quanto é agradável andar a pé ou de bicicleta ajuda a desenvolver a crítica e elas passam a cobrar dos governos”.
Edição: Talita Cavalcante

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Primeira reitora da UFRPE

22.09.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO
Vida Urbana

Resultado oficial sairá amanhã, mas universidade já admitiu vitória de Maria José de Sena

Maria José de Sena, que assumirá o cargo de reitora no próximo ano. Imagem: PAULO PAIVA/DP/D.A PRESS

Maria José de Sena será a primeira mulher a ocupar o cargo máximo da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

A pró-reitora de graduação foi declarada vencedora da eleição depois da apuração de 90% das urnas. Ela teve a votação de 45,7% dos professores, alunos e técnicos administrativos.

A nova reitora terá como vice o professor Marcelo Brito Carneiro Leão, coordenador geral dos programas de pós-graduação. O segundo candidato mais votado no pleito foi Reginaldo Barros, com 28% dos votos, seguido por Fábio Hazin (21,5%) e Hélio Cabral (2%). A chapa eleita toma posse em maio de 2012 e comandará a UFRPE até 2016.


“A UFRPE tem grande potencial de crescimento e vamos explorar essa capacidade. Nossa marca será muito trabalho e dinamismo”, garantiu a nova reitora. O dia de ontem foi cheio e ela não parou de receber ligações e mensagens de parabéns. Reginaldo Barros é o atual vice-reitor, Fábio Hazin é chefe do departamento de pesca e Hélio Cabral é professor do departamento de química. De todos os candidatos, Maria José foi a única a contar com o apoio do reitor Valmar Corrêa


Em pesquisas extraoficiais de intenção de voto, Maria José de Sena já aparecia como o nome mais cotado. Por isso, o resultado divulgado ontem não chegou a surpreender a comunidade acadêmica. Entre as prioridades da pró-reitora eleita está a readequação dos espaços físicos da universidade e a ampliação da assistência estudantil para alunos da sede, das unidades do interior, dos campi avançados, do ensino a distância e do Colégio Agrícola Dom Agostinho Ikas (Codai).

As instituições que aderiram ao Enem, caso da UFRPE, estão recebendo mais verbas do Ministério da Educação (MEC) para projetos de expansão. No ano que vem, inclusive, começam as obras de construção do novo campus da Rural, no Cabo de Santo Agostinho. Como Maria José sempre foi uma defensora do Enem, é muito provável que a prova nacional continue substituindo o vestibular da instituição.


O resultado final da eleição só será divulgado oficialmente amanhã, já que ainda falta apurar os resultados das urnas tradicionais, enviadas para Tocantins e Bahia, onde a UFRPE possui polos de ensino a distância.
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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/09/22/vidaurbana12_0.asp