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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Tem mais calote na mídia que no banco

15.09.2011
Do blog TIJOLAÇO,14.09.11
Por Brizola Neto


Há quatro dias, a gente escreveu aqui que,se não extorquirem com juros, o povo pagasuas prestações.
E hoje, depois de seguidas – e não encerradas – alegações de que a inadimplência está crescendo, ninguém menos do que o Serasa, o maior  anotador de dívidas do Brasil, diz que ela caiu e vai cair mais nos próximos meses.
“A redução da taxa Selic, determinada pelo Banco Central ao final de agosto, bem como a sua provável continuidade, amenizará o processo de desaceleração da economia brasileira, além de promover um barateamento do custo do capital para as empresas. Conforme análise dos economistas das Serasa Experian, isto contribuirá para o encerramento no médio prazo do atual ciclo de elevação da inadimplência das empresas.”, registra matéria da Agência Estado
Mas a desculpa para forçar a antevisão do caos continua: o Estadão publica esta desculpa para a queda no crédito para automóveis, o que a gente mostra aqui que não é verdadeiro.
No Brasil, passam mais calote na opinião pública, muito mais, do que no pagamento de dívidas.
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Fonte:http://www.tijolaco.com/tem-mais-calote-na-midia-que-no-banco/

PDVSA deve entregar hoje garantias ao BNDES para participar da Refinaria Abreu e Lima

15.09.2011
Do BLOG DE JAMILDO
Postado por Daniel Guedes



Por Leila Coimbra e Flavia Marreiro, na Folha de S. Paulo

Executivos da Petrobras rejeitam a parceria com a PDVSA (Petróleos de Venezuela) na refinaria Abreu e Lima (PE), um projeto de R$ 26 bilhões. A participação venezuelana no projeto foi confirmada pelo presidente Hugo Chávez em telefonema a Dilma Rousseff na sexta.

A Petrobras já construiu sozinha 40% do projeto, e a refinaria está preparada para processar o petróleo brasileiro do Campo de Marlim, da Bacia de Campos, e não o óleo de Carabobo, na Venezuela, conforme originalmente.

Para receber o petróleo mais pesado do país vizinho, seria necessário um investimento extra de US$ 400 milhões (cerca de R$ 688 milhões) em uma planta de redução de enxofre.

A parceria entre as duas petrolíferas na refinaria foi celebrada em 2005, antes da descoberta do pré-sal, em 2006. Na época, os presidentes Lula e Chávez fecharam o acordo prevendo a utilização de petróleo venezuelano, pesado demais para ser transformado em combustível junto com o óleo brasileiro.

Com a descoberta das reservas nacionais, de melhor qualidade, a sociedade passou de estratégica para negativa para a Petrobras, pois a refinaria passaria a ser dependente das importações da Venezuela para produzir.

"Não sei se existe uma decisão política de fechar essa sociedade, mas o fato é que ela está sendo negociada por duas empresas, via contratos, com especificações técnicas e financeiras que precisam ser cumpridas", disse à Folha uma fonte próxima às negociações.

A PDVSA tem até o dia 30 para assumir formalmente os 40% do empréstimo de R$ 10 bilhões tomado pela Petrobras em 2009, R$ 4 bilhões. A estatal venezuelana se comprometeu a entregar as garantias ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) hoje.
Mas a PDVSA está com dificuldades em apresentar um pacote de garantias com a mesma qualidade da Petrobras: não possui os mesmos "ratings", nem o mesmo fluxo de caixa, e também não é uma cliente tradicional do BNDES como a Petrobras.

Caso o BNDES aceite as garantias, a PDVSA terá ainda um outro desafio: colocar alguns bilhões de dólares de capital próprio no projeto até 30 de novembro, para assumir formalmente os 40%.

Isso será um problema porque a estatal venezuelana está obrigada a fazer transferências crescentes ao Estado e com urgência em aumentar investimentos para elevar a produção interna.

Também há ressentimento do lado venezuelano depois que a Petrobras desistiu de explorar a faixa do Orinoco, em 2010. A estatal brasileira se disse insatisfeita com o novo marco legal venezuelano.

Mas a participação da Petrobras na Venezuela era uma das contrapartidas do investimento venezuelano em Abreu e Lima. Questionada sobre o tema, a PDVSA não respondeu aos pedidos da reportagem até a conclusão desta edição.

LONGO PRAZO -
 Para o governo brasileiro, a parceria PDVSA-Petrobras em Pernambuco é estratégica. A avaliação é de que, a médio e longo prazo, um conjunto de empresas brasileiras, e não só a Petrobras, se beneficiariam da aliança.

O Brasil poderia se posicionar, ao lado da China, como fornecedor preferencial da Venezuela, que se voltará à exploração da faixa do Orinoco nos próximos anos.

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Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/09/15/pdvsa_deve_entregar_hoje_garantias_ao_bndes_para_participar_da_refinaria_abreu_e_lima_112637.php

Líderes da França e Reino Unido visitam a Líbia

15.09.2011
Do portal ÚLTIMO SEGUNDO
Por iG São Paulo 



Na primeira viagem de chefes de Estado desde a queda de Kadafi, Sarkozy e Cameron discutem futuro líbio com governo interino



O presidente francês, Nicolas Sarkozy, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, chegaram nesta quinta-feira a Trípoli para discutir o futuro do país com o Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão político dos rebeldes líbios que depuseram Muamar Kadafi.
Foto: AP
Premiê britânico, David Cameron (C), e presidente francês, Nicholas Sarkozy (2º à dir.), cumprimentam pacientes no Centro Médico de Trípoli, Líbia
A missão inclui representantes de alto escalão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), a aliança militar que ajudou os rebeldes a derrubar o regime. A representação desembarcou em Trípoli, e da capital se dirigirá então para a "capital rebelde", Benghazi, no leste do país, onde se iniciaram os protestos. A visita inclui discursos públicos na Praça da Liberdade, em Benghazi.
O chefe do CNT, Mustafá Abdul Jalil, garantiu ao presidente francês que a delegação "estará segura". Além de Jalil, os dois líderes europeus devem se encontrar com outros líderes da oposição ao regime de Kadafi.
Visita calculada
Segundo a BBC, a visita vem sendo preparada há semanas. Apesar de inicialmente se esperar uma melhora efetiva da segurança na Líbia, decidiu-se por antecipar a visita - a primeira desde a queda de Kadafi - a fim de mostrar apoio da comunidade internacional ao CNT, que só no fim de semana chegou a Trípoli.
De acordo com a BBC, 160 agentes fazem a segurança de Sarkozy, em grande parte membros da força especializada em distúrbios públicos. Eles se vestem à paisana e levam bolsas contendo três litros de água, alimentos e colete à prova de balas.
No Conselho de Segurança da ONU, o Reino Unido circulou uma proposta de resolução que relaxa as sanções internacionais contra a Líbia. Já o enviado americano à Líbia, o secretário-assistente para o Oriente Médio dos EUA, Jeffrey Feltman, disse que a Casa Branca apoia o governo interino e planeja reabrir a sua embaixada na capital assim que possível.
"Estamos animados com o crescente comando (do Conselho) e controle sobre a segurança e a polícia", disse Feltman. Ele disse que as forças americanas estão trabalhando junto aos rebeldes no controle de armas convencionais, como mísseis lançados a partir de bazucas, e não-convencionais, como gases tóxicos e agente mostarda.
Controle
Na quarta-feira, Jalil pediu que a comunidade internacional forneça mais armas para o CNT levar adiante combates em partes do país que, segundo ele, permanecem sob controle de Kadafi. Em entrevista à BBC, o chefe dos rebeldes afirmou que a capital só terá seu status político restaurado quando o antigo líder não representar mais uma ameaça.
Jalil disse acreditar que Kadafi ainda é capaz de contra-ataques e ações contra a infraestrutura do país, porque deixou Tripoli com uma vasta quantia de dinheiro e todo o ouro do Banco Central líbio. Os rebeldes acreditam que o líder deposto está escondido com a família no deserto do sul da Líbia.
Foto: AP
Premiê britânico, David Cameron (4º à D), cumprimenta líbios fora de Centro Médico de Trípoli junto com o chefe do Conselho Nacional de Transição líbio, Mustafa Jalil (D)
Também na quarta-feira, Kadafi pediu que o Conselho de Segurança da ONU proteja sua cidade natal, Sirte, contra o que chamou de "atrocidades". O pedido atribuído a Kadafi, cujo paradeiro é desconhecido desde a tomada de Trípoli pelas forças rebeldes, foi lido na TV Arrai, baseada na Síria e simpática ao regime líbio.
Na carta, lida por um apresentador da TV, Kadafi diz que, "se Sirte está isolada do mundo para que atrocidades sejam cometidas, o mundo tem, então, a tarefa de não se abster, tomar responsabilidade internacional e intervir imediatamente para interromper este crime".
*Com BBC Brasil

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Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/revoltamundoarabe/lideres-da-franca-e-reino-unido-visitam-a-libia/n1597211268140.html

Limites da campanha contra corrupção

15.09.2011
Do blog de Altamiro Borges
Por Gilberto Maringoni, no sítio Carta Maior:


As comemorações de Sete de Setembro foram marcadas, em meia centena de cidades brasileiras, por protestos contra a corrupção. É algo muito positivo. Ninguém tem de se conformar com os constantes roubos e desvios de verba que fragilizam os orçamentos públicos e fazem a festa de dirigentes políticos, altos funcionários e empresários amigos. Corrupção é um tema incendiário. Provoca indignação, raiva e um sentimento de apodrecimento generalizado das instituições políticas.

No entanto, as manifestações foram frustrantes.

Baixa adesão

Convocadas pela internet, em especial pelas redes sociais, os protestos tiveram pouca adesão em relação às expectativas dos ativistas virtuais. Em Brasília, eram esperadas 26 mil pessoas que confirmaram participação via Facebook. Os números divergem. O jornal O Estado de S. Paulo fala na participação de 25 mil, a Folha destaca a adesão de 12 mil e André Barrocal, aqui na Carta Maior, aponta que ,em seu início, o protesto reunia duas mil pessoas. Em São Paulo, das 21 mil aguardadas, apenas 700 apareceram para se manifestar na avenida Paulista.

Não se propõe aqui discutir a convocação de eventos coletivos através de laptops, smartphones, tablets e computadores de mesa.

O problema principal das marchas não é a baixa adesão, mas a diretriz que têm adotado.

Ativistas do PT, do PSDB, do PSOL, do PSTU e do PCdoB que tentaram abrir faixas e bandeiras de suas agremiações foram hostilizados. Alguns dos incentivadores das passeatas alegam que isso macularia seu tom apartidário. Há um viés nesse tipo de movimento, de considerar a corrupção algo inerente ao mundo político. Bingo! Se o caso é esse, neguemos a política!

Aí os problemas se escancaram.

Udenismo

As campanhas pela lisura no trato da coisa pública, como se falava em outros tempos, têm história no Brasil. É uma bandeira social mais do que justa. Mas em várias ocasiões foram desfraldadas pela direita, que sempre tentou dar ao problema uma conotação apenas moralista e não como parte das disputas de interesses na sociedade e da influência que grupos empresariais têm junto ao poder político.

A União Democrática nacional (UDN), por exemplo, partido conservador existente entre 1945 e 1964, notabilizou tanto a prática, que o termo “udenismo” passou a classificar o moralismo estéril contra a corrupção.

Descolados do mundo real, roubos, desvios, favorecimentos e comportamentos assemelhados viram uma questão da honestidade pessoal de cada um, da existência ou não de homens e mulheres de bem, lastreados em sólidos valores morais na gestão do Estado. Há uma simplificação quase infantil nisso e algumas decorrências perversas.

A simplificação está em se dividir o mundo entre pessoas de bem e gente do mal, como nos filmes de aventura. As decorrências estão, em primeiro lugar, em achar que a corrupção é um problema dos indivíduos que estão a cargo dos negócios do Estado, algo de natureza privada. E segundo, a corrupção passa a ser visto como efeito sem causa, uma coisa ligada à metafísica. Existe o político que se vende, mas não existe comprador ou corruptor. O empreiteiro ou banqueiro que azeitou engrenagens da máquina pública com dinheiro farto raramente aparece. Se aparece, não é indiciado. Nessa querela, vence o melhor. O melhor advogado, geralmente o mais caro.

O trato moralizante no combate à corrupção simplifica o problema. Trata desvios como questões de foro íntimo e do caráter de cada um. Para combater a corrupção não seria necessário mudar nada. Apenas trocar as pessoas desonestas por indivíduos honestos e botar os corruptos na cadeia. O mundo como ele é, as desigualdades sociais, as relações de poder e tudo o mais podem seguir adiante.

Público e privado

O corruptor, na maioria dos casos, não faz parte da esfera pública, mas da vida empresarial, logo privada. Como dinheiro privado é da conta de cada um – não se pergunte de onde veio – não há nada a condenar. Daí os raríssimos casos de empresários e banqueiros julgados por terem participado de esquemas suspeitos envolvendo o poder público.

Há uma lógica liberal nisso tudo. A corrupção no aparelho de Estado é condenada, mas sua equivalente no mundo privado, não. É bom lembrar que um dos argumentos para a desbragada venda de estatais nos anos 1990 era o fato de elas serem foco de corrupção, o que, deduzia-se, não ocorreria em empresas privadas, movidas pela eficiência e busca de resultados.

Na dinâmica simplista, a corrupção é algo característico dos “políticos” e própria do Estado. Quanto menos “políticos” e quanto menos Estado, menos corrupção.

Assim, nada mais lógico que partidos – organismos “políticos” próprios para a disputa do poder de Estado – sejam expulsos das marchas. É bom sempre lembrar que uma das ideias disseminadas na época do golpe de 1964 foi a de que colocar as forças armadas no comando do governo evitaria sua contaminação pela política e pelos “políticos”.

Financiamento privado

O principal fator de corrupção na área pública reside no financiamento privado de campanhas. O funcionamento básico é conhecido: empresas (bancos, empreiteiras, agências de publicidade e outras que prestem serviços ou forneçam materiais ao Estado) fazem polpudas doações a candidatos antes das eleições. Estes, eleitos, devolvem o favor na forma de vultosos contratos, que quase sempre demandam aditamentos e complementações orçamentárias. Muitas vezes, um administrador sequer precisa fazer planos de governo ou de investimentos. As empresas já apresentam projetos, que são materializados em obras de infraestrutura de duvidosa necessidade ou inexplicáveis alocações de recursos.

Alguns dos que mais vociferam contra a corrupção – imprensa, empresários e políticos conservadores – são contra o financiamento público de campanha. Seria uma medida saneadora. A alegação é que dinheiro público não pode alimentar gastança de candidatos.

Trata-se de uma cortina de fumaça. O financiamento público, além de representar um gasto menor diante das negociatas viabilizadas pela troca de favores entre empresas e governos, estabeleceria o fim das campanhas milionárias e a disparidade que leva os mais ricos a terem melhores chances nas disputas. Seria também o fim do caixa 2 e dos “recursos não contabilizados”.

Rejeição no Senado

Como se sabe, O PL 268, que estabelecia o financiamento público foi rejeitado no final de agosto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal. Os que impediram a tramitação da matéria são os senadores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Pedro Taques (PDT-MT), Francisco Dornelles (PP-RJ), Sérgio Petecão (PMN-AC), Alvaro Dias (PSDB-PR), Demóstenes Torres (DEM-GO), Armando Monteiro (PTB-PE), Ciro Nogueira (PP-PI) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA). São alguns dos mais alardeiam casos de corrupção existentes no governo. Continuarão a demonstrar indignação nas telas de TV e páginas de jornais. Mas se opuseram à criação de um mecanismo que teria consequências devastadoras contra a promiscuidade público-privada (PPP) na administração pública. Não resolveria o problema, mas seria um bom começo.

Tal comportamento encaixa-se perfeitamente ao tom despolitizado das marchas do Dia da Pátria. Desmembra-se o efeito da causa, faz-se muita espuma e daí nada.

Ao repelir a política, as manifestações jogam uma cortina de fumaça no problema real e não incidem sobre as disputas em curso que podem atacar a farra nos cofres públicos. E recebem amplo destaque de uma mídia que não está muito interessada em desvendar as causas da corrupção.

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com/2011/09/limites-da-campanha-contra-corrupcao.html

Encontro Internacional de Negócios em Pernambuco reunirá compradores de mais de 20 países

15.09.2011
Do BLOG DE JAMILDO,14.09.11
Postado por Daniel Guedes



De 21 a 23 de setembro, o Chevrolet Hall, em Olinda, irá receber um evento que tem como proposta discutir a participação de empresas brasileiras no mercado internacional, englobando todos os aspectos da exportação. Realizado pela primeira vez no estado pelo Sebrae em Pernambuco, o XV Encontro Internacional de Negócios do Nordeste – EINNE irá ocupar um área de 2,4 mil m², na qual estarão reunidos 90 compradores nacionais e internacionais, entre empresas comerciais exportadoras e trading companies. “Nós estamos apoiando esses 200 micro e pequeno empreendimentos a fazerem negócios com compradores de mais de vinte países”, afirma Ângela Miki Saito, gerente de Acesso a Mercado e Internacionalização do Sebrae em Pernambuco.

“Estamos trazendo empresas que tenham interesse em fazer parcerias com a região Nordeste, face ao período que estamos vivendo em Pernambuco. Parcerias, e não apenas compra e venda de produtos e serviços”, diz Ângela. A expectativa é que sejam movimentados R$ 30 milhões em negócios durante o evento, cuja estrutura envolve diversas atividades divididas em salões, a exemplo do Salão das Oportunidades Comerciais; das Oportunidades de Negócios; das Instituições; e das Palestras, entre outros.

Rodada de Negócios – O EINNE terá Rodada de Negócios, exposição de produtos e serviços das empresas exportadoras, balcão de serviços relacionados ao comércio exterior, palestras com temas nas áreas de oportunidades de negócios e cooperação técnica entre instituições e empresas dos países envolvidos. Haverá espaço ainda para a apresentação das oportunidades de negócios que serão geradas com a realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014.

Além de participantes de todo o Nordeste, o encontro terá a presença de empresários oriundos de países localizados na América do Sul, Central e do Norte; Caribe; Europa; e África. Entre os setores que serão representados: alimentos e bebidas; artigos de decoração; biotecnologia; confecção, têxtil e acessórios; construção civil; cosméticos; embalagens; fármacos; floricultura; fruticultura; móveis; tecnologia da informação; e turismo. Todos reunidos em um evento que tem como principal característica a de ser um valioso instrumento de fomento e inovação.

O EINNE tem ainda a proposta de elevar a competitividade das micro e pequenas empresas, abrir novos mercados e ampliar a cooperação entre empresas e instituições. Atua ainda no sentido de estimular a cooperação técnica internacional entre instituições e empresas e as exportações por meio da promoção de contatos diretos entre empresas compradoras estrangeiras e fornecedoras estabelecidas na região Nordeste, contribuindo para a inserção das micro e pequenas empresas no mercado internacional. Abre ainda oportunidades de importação de matéria-prima, insumos e soluções que atendam às necessidades das MPEs nordestinas.

O encontro tem como público-alvo as micro e pequenas empresas exportadoras localizadas na região Nordeste; importadores estrangeiros; empresas comerciais exportadoras ou trading companies estabelecidos no Brasil; empresas estrangeiras fornecedoras de insumos, produtos e equipamentos sem similar no país; e instituições de desenvolvimento e empresas com interesse na cooperação técnica.

Idealizado pelo Sebrae no Ceará há 14 edições, o Encontro Internacional de Negócios do Nordeste deixa a cidade de Fortaleza e entra este ano no circuito dos grandes eventos internacionais do país, ganhando também caráter itinerante. Sua última edição reuniu 274 empresas, sendo cinco delas fornecedoras estrangeiras de insumo e matéria-prima. Teve ainda a presença de 189 vendedoras nacionais, 62 compradoras estrangeiras e 18 compradoras nacionais oriundas de 18 países.

Exportações em Pernambuco – No ano de 2009, o estado de Pernambuco ocupava o 17º lugar no ranking das exportações brasileiras, com vendas de US$ 823,4 milhões e participação de 0,5% do total exportado pelo país. Os dados, presentes no estudo “As micro e pequenas empresas na exportação brasileira, divulgado pelo Sebrae em 2010, mostra que o estado possuía então 117 micro e pequenas empresas exportadoras. Juntas, elas realizaram US$ 19,2 milhões em exportações, ou 2,3% do total realizado pelo estado.

Entre os principais produtos exportados pelas microempresas, destaque para vestuário feminino; madeira serrada ou fendida; brinquedos, jogos e artigos para diversão; e artigos de plástico para transporte ou embalagem (9,1% das vendas cada). Já entre as pequenas empresas, os destaques ficaram para as exportações de goiabas, mangas e mangostões frescos (17,1% das vendas); e para as uvas frescas (14,4%). Os produtos tiveram como principais destinos os países da União Europeia e do Nafta.

O XV Encontro Internacional de Negócios do Nordeste é uma realização do Sebrae em Pernambuco em parceria com os demais Sebrae da região Nordeste e também do Sebrae Nacional. Outras informações sobre o evento podem ser encontradas no endereço eletrônico: www.einne.com.br.

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Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/09/14/encontro_internacional_de_negocios_em_pernambuco_reunira_compradores_de_mais_de_20_paises_112589.php

MANIPULAÇÃO DA MÍDIA: De novo, o padrão Ricúpero de jornalismo

15.09.2011
Do blog TIJOLAÇO
Por Brizola Neto

Reproduzo aí ao lado a manchete de O Globo do dia 6 de abril, com a “condenação” da Organização dos Estados Americanos à construção da Usina de Belo Monte e a materinha, na página 25 de hoje, dizendo que a OEA nada tem contra a obra e que faltou-lhe informação quando se manifestou contrária a ela.
A diferença de tratamento é tão grande que eu mesmo só a li depois de alertado pelo Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim.
Não é preciso sequer dar usar argumentos diante deste flagrante desequilíbrio. É o padrão Ricúpero de jornalismo: “o que é bom a gente mostra, o que é ruim, a gente esconde”.
Neste caso, a condenação a Belo Monte pela OEA é o “bom”, o arrependimento da Organização é o “ruim”, não é mesmo.
Esqueçam qualquer discussão séria – e necessária – sobre questões ambientais e econômicas. Tudo é política e propaganda.

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Fonte:http://www.tijolaco.com/de-novo-o-padrao-ricupero-de-jornalismo/

ARTESANATO DE PERNAMBUCO: Guia dá dicas sobre artesanato do Estado

15.09.2011
Do jornal FOLHA DE PERNAMBUCO


“Após o sucesso do guia gastronômico, e dando continuidade às nossas atividades de interiorização do turismo, é com muita satisfação que lançamos o Guia Artesanato Rota 232”. Foi com essas palavras que o secretario de Turismo de Pernambuco, Alberto Feitosa, abriu a solenidade de lançamento do Guia Artesanato Rota 232. O evento aconteceu na manhã de ontem no Museu do Barro, em Caruaru, Agreste do Estado.

Na ocasião, estiveram presentes o secretário de Turismo de Pernambuco, Alberto Feitosa, o presidente da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), André Correia, o prefeito de Caruaru, José Queiroz, e o diretor executivo da Folha de Pernambuco, Paulo Pugliesi, além de artesãos como a artista plástica Marliete Rodrigues; o escultor Manuel Eudócio e o filho do Mestre Vitalino e artesão, Severino Vitalino.

O projeto reúne informações sobre o artesanato das cidades que ficam às margens da BR-232, que foram compactadas em um guia de bolso destinado ao turista e interessados em desbravar a cultura do Estado. Onze municípios foram contemplados, dois da Zona da Mata - Glória do Goitá e Vitória de Santo Antão; seis do Agreste - Gravatá, Bezerros, Encruzilhada de São João, Caruaru e Belo Jardim; e três do Sertão - Arcoverde, Serra Talhada e Salgueiro.

O guia, que é um projeto da Empetur em parceria com a Folha de Pernambuco, traz informações sobre 42 estabelecimentos como museus, centros culturais e comerciais e ateliês. Tem, ainda, um capítulo dedicado aos mestres artesãos, sua vida, história e trabalho. “O mérito desse material é do movimento em prol do turismo como atividade econômica crescente no Estado. Nossa tarefa maior é exaltar nossa cultura”, enfatizou Feitosa.

Oito estátuas vivas e dois promotores farão a divulgação do guia em locais de grande circulação de pessoas no Recife. Outdoors serão espalhados pela BR-232. O guia virá encartado na edição da Folha do próximo domingo. Todo o conteúdo também está disponível no site projetorota232. com.br e pode ser baixado gratuitamente em iPads, iPhones e smartphones.

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Fonte:http://www.folhape.com.br/index.php/edicao-de-hoje/664552-guia-da-dicas-sobre-artesanato-do-estado

Eduardo otimista sobre acordo de distribuição dos royalties

15.09.2011
Do BLOG DE JAMILDO,14.09.11
Postado por Daniel Guedes
Do Palácio



“Nunca estivemos tão próximos de um acordo”. A opinião é do governador Eduardo Campos que nesta quarta-feira (14/09) reuniu-se em Brasília com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para costurar um novo modelo de partilha dos royalties do petróleo da Camada Pré-sal.

Eduardo acredita que o momento agora é amplamente favorável a um acordo entre União, estados produtores e estados não produtores. Para ele, o clima das discussões não está mais tenso como antes e uma nova radicalização de qualquer uma das partes seria jogar fora a oportunidade e, sobretudo, a receita proveniente dos royalties.

“As três partes envolvidas têm que cooperar. A União tem que ajudar, os estados produtores têm que ceder e os estados não produtores têm que pedir menos”, disse o governador de Pernambuco, alertando que a falta de um consenso levará a discussão à Justiça. “Tudo que não se quer é que isso vire uma briga jurídica. Isso não seria bom”.

Eduardo relatou que o ministro Guido Mantega mostrou-se disposto a cooperar, mas que o tamanho dessa ajuda ainda não foi estabelecido. “O ministro disse que o Governo Federal tem limites. Há uma crise internacional severa e a União tem que garantir o superávit primário, os recursos de investimentos, mas que mesmo assim, ele tem disposição”, relatou.

O governador alertou que o desafio agora é definir como vai ser feita a transição do modelo atual de distribuição dos royalties para o novo mecanismo que será utilizado quando grandes poços da camada Pré-sal entrarem em operação em 2017. “Defendo que haja um escalonamento de maneira que os municípios e os estados que hoje não recebem nada já recebam algum recurso em 2012”.

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Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/09/14/eduardo_otimista_sobre_acordo_de_distribuicao_dos_royalties_112599.php

Saiba o que fazer para pagar as contas em dia durante a greve dos Correios

15.09.2011
Do jornal FOLHA DE PERNAMBUCO



Com a paralisação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, a população pode ser prejudicada com a  demora no recebimento ou envio de cartas, cobranças, encomendas e outros serviços. Devido à greve, as opções Sedex Hoje, Sedex 10 e Disque-Coleta estão suspensas. Em reunião ontem, em Brasília, o presidente da companhia, Wagner Pinheiro, reforçou que os Correios mantêm as entregas de cartas e encomendas comuns, porém, poderá haver atrasos. 


Especula-se que, desde o início da greve, ao menos cinco milhões de correspondências (ou 17%) estejam atrasadas em todo o Brasil, mas os Correios de Pernambuco não confirmaram a informação. Instituições de defesa do consumidor alertam que as empresas responsáveis pelas cobranças ofereçam e divulguem para os clientes outro meios ou formas de pagamento, como por fax, e-mail, na sede da empresa ou por depósito bancário. “Se o consumidor não receber a fatura a vencer, ele não pode ser penalizado por isso. A empresa tem que disponibilizar diretamente para o cliente as informações de como ele deve proceder”, explicou o assessor jurídico do Procon-PE, Lídio Sou­to Maior. 

Para evitar dores de cabeça, ele recomenda que os consumidores que sabem a data do vencimento de suas contas entrem em contato com a empresa para encontrar uma solução ou solicitem no próprio banco a emissão da segunda via para pagamento ou permitam o débito em conta. “Vale lembrar que tudo deve ser documentado. Se o indivíduo pedir uma providência via e-mail, deve-se ter guardado o maior número de informações possíveis, pois pode ser preciso apresentá-las posteriormente”, frisou o assessor.

A contratação de companhias particulares que oferecem serviço de entrega é a saída apontada por ele tanto para as empresas responsáveis pelo envio de boletos quan­to para quem precisa enviar correspondência ou encomendas. “Essa prática já é comumente adotada. Alguns fornecedores nem utilizam mais o serviço dos Correios”, lembrou Souto Maior. Ele acrescentou que consumidores prejudicados moral ou financeiramente pelo atraso no recebimento podem procurar, munidos de provas, qualquer Procon da Região Metropolitana do Recife. Na segunda-feira, a po­pulação pode se dirigir à no­va sede do Procon-PE, no número 141 da rua Floriano Pei­xoto, no bairro de São José.

Da Folha de Pernambuco

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Fonte:http://www.folhape.com.br/index.php/noticias-geral/33-destaque-noticias/664581-saiba-o-que-fazer-para-pagar-as-contas-em-dia-durante-a-greve-dos-correios

Governo Alckmin usa Cesp para contratar sem concurso

15.09.2011
Do site da FOLHA.COM
DE SÃO PAULO



Hoje na FolhaA Cesp (Companhia Energética de São Paulo) contratou mão de obra sem concurso público para atender a recém-criada Secretaria Estadual de Energia, órgão da administração direta do governo de São Paulo montado pela nova gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB), informa reportagem de Agnaldo Brito, publicada na Folha desta quinta-feira (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita aFolha).
A pasta é comandada por José Aníbal (PSDB), eleito deputado federal em 2010.


Divulgação/Prefeitura de Ilha Solteira
Vista aérea da usina de Ilha Solteira, a maior usina da Cesp (Companhia Energética de São Paulo)
Vista aérea da usina de Ilha Solteira, a maior usina da Cesp
Além da contratar empregados para preencher funções em uma secretaria de Estado, a Cesp também disponibiliza funcionários efetivos a outros órgãos de governo.


O presidente da Cesp, Mauro Arce, responsável pelas contratações, confirma o uso da estatal. Para Arce, tal fato é comum no setor público, mas os acionistas da Cesp não são afetados.


Leia mais na edição da Folha desta quinta-feira, que já está nas bancas.




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Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/poder/975496-governo-alckmin-usa-cesp-para-contratar-sem-concurso.shtml