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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Avião russo com equipe de hóquei no gelo do Lokomotiv cai matando 44 pessoas

07.09.2011
Do portal OPERA MUNDI
Por Agência EFE



Pelo menos 44 pessoas morreram nesta quarta-feira (07/09) na queda de um avião de passageiros russo Yak-42 na região de Yaroslavl, cerca de 200 quilômetros ao norte de Moscou.

Um representante da Polícia, citado pela agência oficial RIA-Nosvoti, disse que a bordo da aeronave viajavam 37 integrantes da equipe de hóquei no gelo do Lokomotiv e oito membros da tripulação, e acrescentou que um dos ocupantes do aparelho sobreviveu ao acidente.

No entanto, o Ministério da Saúde da Rússia afirmou que são dois os sobreviventes: um jogador de hóquei e um membro da tripulação, e que ambos estão em estado grave.

Leia também:
Chile inicia busca por avião que caiu no mar com 21 pessoas a bordo 
Todos que estavam no avião acidentado no Chile morreram no ato, diz ministro da Defesa 

Anteriormente, as autoridades tinham informado que a catástrofe aérea havia matado 36 pessoas e deixado apenas um sobrevivente.

A aeronave, um trimotor, caiu logo depois de decolar e ficou envolvida em chamas, disseram fontes dos serviços segurança à agência russa Interfax.

"O Yak-42 caiu a dois quilômetros do aeroporto de Tuloshna, Yaroslavl" declarou um porta-voz do Ministério da Rússia para Situações de Emergência, que acrescentou que o acidente aconteceu por volta das 9h (de Brasília).

O avião, pertencente à companhia Yak-Service e em serviço desde 1993, tinha como destino o aeroporto de Minsk, capital de Belarus, e, segundo fontes da aviação civil russa citadas pela agênciaInterfax, sua certidão de voo expiraria no próximo mês de outubro.

No Lokomotiv Yaroslavl, três vezes campeão da Rússia (1997, 2002 e 2003), atuavam vários jogadores da Suécia, Polônia, Ucrânia, República Tcheca e Alemanha.

A equipe de hóquei viajava à capital bielorrussa para disputar uma partida contra o Dínamo de Minsk. 
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Fonte:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticia/AVIAO+RUSSO+COM+EQUIPE+DE+HOQUEI+NO+GELO+DO+LOKOMOTIV+CAI+MATANDO+44+PESSOAS_15007.shtml

Vídeos: Veja o desfile militar no Centro do Recife

Grito dos Excluídos alerta para a reforma política e problemas sociais

07.09.2011
Do jornal FOLHA DE PERNAMBUCO


 Marcha reuniu mais de 2 mil pessoas nas ruas do Recife


O aniversário da independência do Brasil não é dia apenas de desfile cívico. Com o lema “Pela Vida grita a terra, por direito todos nós, a 17ª edição do Grito dos Excluídos ganhou as ruas do Centro do Recife nesta quarta-feira (07). A concentração aconteceu na praça Oswaldo Cruz, no bairro da Boa Vista, e seguiu em caminhada até o pátio da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, no bairro de Santo Antônio. Reunindo centenas de movimentos de luta, o evento reuniu mais de 2 mil pessoas, segundo estimativas da Polícia Militar.


O Grito é preparado durante vários meses tendo seu ápice no 7 de Setembro, onde ocorre uma imensa convocação popular e partidária para reivindicar questões como injustiça social, serviços básicos que deviam ser oferecidos à população com qualidade e a falta de iniciativa do poder público. Ainda está sendo preparado um documento em forma de manifesto, que vai ser entregue à população e a entidades governamentais e particulares.


Do Folha Digital, com informações de Lucas Santana, repórter de Grande Recife
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Fonte:http://www.folhape.com.br/index.php/noticias-geral/33-destaque-noticias/662943-grito-dos-excluidos-alerta-para-a-reforma-politica-

MOBILIDADE URBANA: Árvore, trânsito parado e improvisação

07.09.2011
Do BLOG MOBILIDADE URBANA
Por TÂNIA PASSOS

A queda de uma árvore no meio de uma via movimentada do Recife, a Avenida Rui Barbosa, que se comunica com a Avenida Agamenon Magalhães, travou o  trânsito do Recife  por mais mais de seis horas. Um acidente desse tipo pode ocorrer a qualquer momento, se levarmos em conta a idade e o tamanho da maioria das nossas árvores, numa época onde não havia preocupação com a acessibilidade. É claro que não se deve sair por ai derrubando as árvores, mas pode-se criar um plano de ação.
A desobstrução de uma via de fluxo intenso deve ser pensada com antecedência. A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) ainda trabalha com a improvisação. A sequência normal é esperar a chegada dos bombeiros, que já leva um bom tempo, pois terão que enfrentar também o trânsito.  O passo seguinte é desviar o fluxo e esperar o que parece interminável para quem está preso no trânsito.
O Recife precisa dispor de planos de ação para situações de emergência, seja um caminhão que quebra em cima de um viaduto, uma árvore que cai, um poste, um protesto no meio de uma via, enfim as mais diversas situações. Então a gente pergunta se a CTTU já sentou na mesa para traçar planos com os bombeiros, por exemplo, a Celpe , a Companhia telefônica ou a Polícia?
O Recife também já deveria dispor de equipamentos de emergência em pontos estratégicos da cidade para agir em uma situação de emergência a exemplo dos guinchos. Aliás, a companhia sequer dispõe de um guincho de grande porte e também não tem nenhuma empresa terceirizada para executar o serviço.
Imagine, por exemplo, um acidente que derrame óleo na pista. A CTTU não tem como resolver uma situação desse tipo, por exemplo. E mais uma vez vai depender exclusivamente da ação dos bombeiros. Os bombeiros, de fato, devem ser parceiros, mas a estratégia deve ser da CTTU.
Em São Paulo, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) dispõe de empresas terceirizadas para situações de emergência. “Nós precisamos saber como agir em uma emergência e dispor das condições necessárias para resolver rapidamente. Aqui cada 15 minutos que o trânsito fica parado significa três quilômetros de engarrafamento”, explicou Hercules Justino, superintendente da CET.

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Fonte:http://blogs.diariodepernambuco.com.br/mobilidadeurbana/index.php/2011/09/arvore-transito-parado-e-improvisacao/

A lógica dos jornalistas sem perfil

07.09.2011
Do blog de Luís Nassif, 
Por Leandro Fortes, 06.09.11

As relações arcaicas que ainda prevalecem nas redações brasileiras, sobretudo naquelas ancoradas nos oligopólios familiares de mídia, revelam um terrível processo de adaptação às novas tecnologias no qual, embora as empresas usufruam largamente de suas interfaces comerciais, estabeleceu-se um padrão de interdição ideológica dos jornalistas. Isso significa que a adequação de rotinas e produtos da mídia ao que há de mais moderno e inovador no mercado de informática tem, simplesmente, servido para coibir e neutralizar a natureza política da atividade jornalística no Brasil.
Baseados na falsa noção de que o jornalista deve ser isento, as grandes empresas de comunicação criaram normas internas cada vez mais rígidas para impedir a livre manifestação nas redes sociais e, assim, evitar o vazamento do clima sufocante e autoritário que por muitas vezes permeia o universo trabalhista da mídia. Em suma, a opinião dos jornalistas e, por analogia, sua função crítica social, está sendo interditada.
Recentemente, a ombudsman da Folha de S.Paulo, Suzana Singer, opinou que jornalista não deveria ter Twitter pessoal. Usou como argumento o fato de que, ao tuitar algo “ofensivo”, o jornalista corre o risco de, mais para frente, ter que entrevistar o ofendido. A preocupação da ombudsman tem certa legitimidade funcional, mas é um desses absurdos sobre os quais me sinto obrigado a, de vez em quando, me debruçar, nem que seja para garantir o mínimo de dissociação entre a profissão, que tem caráter universal, e os guetos corporativos onde, desde os anos 1980, um sem número de manuais de redação passaram a ditar todo tipo de norma, inclusive comportamental, sobretudo para os repórteres.
Suzana Singer deu um exemplo prosaico, desses com enorme potencial para servir de case em cursinhos de formação de monstrinhos corporativos que pululam nas redações:
“Hoje o jornalista pode estar em um churrasco, com os amigos, e ser ofensivo com os palmeirenses porque eles ganharam o jogo de domingo. E na semana seguinte ele tem que ir entrevistar o presidente do Palmeiras. Ou seja, é uma situação muito desagradável, que poderia ter sido evitada se o repórter tivesse a postura adequada de não misturar as coisas. Não tem como ter dupla personalidade, separar a sua vida pessoal da profissional, assim como não dá para ter duas contas no Twitter”.
Bom, primeiro é preciso esclarecer duas coisas, principalmente para os leitores desse blog que não são jornalistas: é possível, sim, separar a vida pessoal da profissional; e, claro, dá para ter duas contas no Twitter. Essa história de que jornalista tem que ser jornalista 24 horas é a base do sistema de exploração trabalhista que obriga repórteres, em todo o Brasil, a trabalhar sem hora extra, ser incomodado nas férias e interrompido nos fins de semana, como se fossem cirurgiões de guerra. Também é responsável, na outra ponta, por estimular jornalistas que se tornam escravos de si mesmo, ao ponto de, mesmo em festas de crianças e batizados de bonecas, passarem todo tempo molestando alguma fonte infeliz que calhou de frequentar o mesmo espaço.
A interdição imposta aos jornalistas pelas empresas de comunicação tem servido, entre outras coisas, para a despolitização das novas gerações de repórteres, instadas a acreditar que são meros repassadores de notícias e tarefeiros de redações. Desse triste amálgama é que surgem esses monstrinhos entusiasmados com teses fascistas, bajuladoras profissionais e bestas-feras arremessados sobre o cotidiano como cães raivosos, com carta branca para fazer, literalmente, qualquer coisa.
Não causa mais estranheza, mas é sempre bom expor o paradoxo dessa posição da ombudsman, que não é só dela, mas do sistema na qual ela está inevitavelmente inserida, desde que o pensamento reacionário e de direita passou a ser bússola fundamental da imprensa brasileira. Digo paradoxo porque o mesmo patronato que confunde, deliberadamente, liberdade de expressão com liberdade de imprensa, para evitar a regulação formal da atividade midiática, é esse que baixa norma sobre norma para impedir seus funcionários de se manifestarem no ambiente de total liberdade das redes sociais, notadamente o Twitter e o Facebook. Não o fazem, contudo, por zelo profissional.
Na campanha, jornalistas me informaram que seriam demitidos sumariamente se contestassem, no Twitter e no Facebook, a tese patética do segundo ataque com um rolo de fita crepe contra José Serra (PSDB). Ilustração: Daniela Neiva
Essa interdição visa, basicamente, evitar que os jornalistas opinem, publicamente, sobre a própria rotina e, assim, exponham as mazelas internas das corporações de mídia. Ou que expressem opiniões contrárias à de seus patrões.
Foi assim, por exemplo, no caso da bolinha de papel na cabeça de José Serra, na campanha de 2010. Aquela farsa ridícula foi encampada, sem nenhum respeito ao cidadão consumidor de notícia, por quase toda a imprensa, por imposição editorial. Diversos colegas jornalistas, alguns que nem sequer conheço, me mandaram mensagens (um me abordou numa livraria de Brasília) implorando para que eu tratasse do assunto nas redes sociais. Todos me informaram que seriam demitidos sumariamente se contestassem, no Twitter e no Facebook, a tese patética do segundo ataque com um rolo de fita crepe. Todos, sem exceção.
A ética do jornalista é a ética do cidadão, dizia um grande jornalista brasileiro, Cláudio Abramo, aliás, responsável pela modernização de O Estado de S.Paulo e da Folha, nos anos 1960 e 1970. Portanto, nada mais natural que tenha o jornalista os mesmos direitos do cidadão, aí incluído o de se expressar. Impedi-lo, sob um argumento funcional, de exercer seu direito de opinião e crítica é, no fim das contas, mais um desses sinais de decadência moral da mídia brasileira. E, claro, retrato fiel do que ela se tornou nos últimos anos.

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Fonte:http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-logica-dos-jornalistas-sem-perfil#more

Câmara aprova MP que reduz impostos de tablets fabricados no Brasil

07.09.2011
Da Agência Brasil
Por Priscilla Mazenotti

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Câmara dos Deputados aprovou hoje (6) a medida provisória que reduz a zero as alíquotas do PIS e da Cofins incidentes sobre a venda de computadores portáteis em forma de prancheta (tablets) produzidos no Brasil. No início da discussão, a relatora, deputada Manoela D'Ávila (PCdoB-RS), retirou do texto pontos considerados polêmicos, como o que permite a criação de subsidiárias no Brasil e no exterior do Centro de
Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), empresa pública com sede em Porto Alegre e que vai fabricar semicondutores e chips necessários à produção dos tablets no Brasil.
Manoela D'Avila explicou que, em reunião com a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, esses pontos serão, posteriormente, encaminhados ao Congresso pelo Executivo. “O governo reconhece que nós podemos dar um salto na maneira como essa empresa pública é estruturada e podemos ter competitividade”, disse a deputada. “A ministra se comprometeu, em 30 ou 60 dias, a enviar matéria para a Câmara para ser aprofundada”, completou.
Também foi retirada do texto a parte relativa a mudanças na regulação dos recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Outra emenda, de autoria do deputado Eduardo Braga (PMDB-AM), acolhida parcialmente pela deputada, eleva de 4,6%  para 5,6% o crédito relativo à Cofins para as indústrias que produzem tablets (Finep). 
O projeto de lei de conversão permite que a indústria de tablets deduza custos com cursos técnicos, superiores ou de pós-graduação, inclusive bolsas de estudo, oferecidos ao trabalhador que atua no desenvolvimento de programas (software). Os cursos, entretanto, precisam ser reconhecidos pelo Ministério da Educação.
Com a aprovação do projeto, as Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) criadas a partir de 23 de julho de 2007 terão mais um ano para iniciar o processo de implantação. A isenção do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante, encargo que incide sobre mercadorias com origem ou destino nas regiões Norte ou Nordeste, foi prorrogada por cinco anos, até janeiro de 2017. A matéria segue para o Senado.
Edição: Vinicius Doria//Matéria corrigida às 16h37

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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-09-06/camara-aprova-mp-que-reduz-impostos-de-tablets-fabricados-no-brasil

Cansei II

07.09.2011
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA


A marcha contra a corrupção foi convocada por, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) que apoiam a marcha, organizada pelos partidos de oposição. Se o número de participantes se aproximar da previsão de seus organizadores na internet, algo de novo estará acontecendo na política nacional, diz a Associação Brasileira de Imprensa. A marcha conta ainda com parlamentares e militantes de redes sociais,


Os caras de pau


Ophir Cavalcante o presidente da OAB, parece não estar preocupado com as fraudes no exame da OAB, falta de ética e de respeito


Polícia Federal realizou a Operação Tormenta, encontrou fraudes em três exames da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), realizados em 2009. Em 2010, a segunda fase do exame já tinha sido anulada por suspeita de vazamento do gabarito da prova.


Exames da OAB sob suspeita de fraude em vários estados do país, o caso estourou em 2007. Em 2009, o Ministério Público investiga 14 mil registros de advogados do Distrito Federal que podem ter a carteira da Ordem cassada.A primeira vez que um exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) foi cancelado, por fraude, aconteceu em 2007, em São Paulo.


E que tal uma marcha contra pedofilia?


E Roberto Jefferson disse;


Roberto Jefferson questiona a utilidade de marchas como a da Corrupção e os reais motivos do manifesto que está programado em mais de 30 cidades neste feriado. "A marcha é uma coisa vazia porque não tem corrupção desenfreada no governo. Se desconfia, se há fumaça, a presidente Dilma afasta os suspeitos. A marcha é para vender jornal, se contrapor a um movimento cívico-militar. Quarta-feira será um dia morto. Fazer passeata espontânea em Brasília é uma piada. Desde a época do mensalão é a imprensa quem denuncia corrupção", afirma.
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2011/09/cansei-ii.html

MOBILIDADE URBANA: Queda de árvore trava o Recife

07.09.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO
Vida Urbana



Imagem: HELDER TAVARES/DP/D.A PRESS


Pessoas feridas, danos materiais e trânsito caótico. Esse foi o cenário que se seguiu à queda de uma árvore na Avenida Conselheiro Rosa e Silva, na Jaqueira, Zona Norte do Recife. Um galho de árvore da espécie Acácia mimosa, de cerca de 30 metros de altura, caiu sobre dois carros e uma moto que estavam em movimento. O motorista do Prisma, o representante comercial Luiz Antônio da Fonseca Júnior, 49 anos, teve escoriações pelo corpo. O carro dele foi totalmente destruído. O motoqueiro Hilton Freire, 35, teve ferimentos leves. A condutora do terceiro veículo, um Corsa, nada sofreu. O acidente aconteceu por volta das 13h. A via precisou ser bloqueada e só foi liberada seis horas depois. Ruas do entorno e os principais corredores da cidade ficaram totalmente engarrafados. A Avenida Agamenon Magalhães foi uma das mais afetadas. Nas ruas e redes sociais na internet, não faltaram reclamações dos congestionamentos, que se estenderam até a noite.


Um galho que caiu às 13h deixou o trânsito parado na Avenida Agamenon Magalhães, que liga as zonas Norte e Sul. Até a noite, por volta das 20h, ainda havia engarrafamento. Imagem: PAULO PAIVA/DP/D.A PRESS.

A árvore ficava na calçada da Avenida Rosa e Silva, em frente ao edifício Tabocas e ao restaurante Panela Cheia, no cruzamento com as ruas Neto de Mendonça e Hoel Sette. Segundo moradores do edifício, a Prefeitura do Recife foi procurada diversas vezes para fazer a poda da árvore, mas nunca atendeu os chamados. O cabo André Sally, do Grupamento Tático de Salvamento do Corpo de Bombeiros, afirmou que a queda da árvore poderia ter sido evitada. “Essa espécie acumula muita água e precisa ser podada frequentemente. O galho caiu porque não suportou o peso e o restante da árvore também ameaça tombar”, avisou.

A Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb) informou que fez vistoria técnica, no mês de agosto, na árvore e que, na ocasião, constatou que a árvore precisava de um rebaixamento da copa para evitar risco de queda de galhos. A Emlurb justificou que o trabalho estava agendado para este mês. Após a queda do galho, equipes da Emlurb e dos bombeiros podaram toda a copa da árvore para evitar novos acidentes. Durante toda a tarde, os motoristas que trafegavam pela Rosa e Silva tiveram que desviar pela Rua Ricardo Hardman. A CTTU esteve no local.


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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/09/07/vidaurbana7_0.asp

Com participação de Cielo e de 1,2 mil estudantes, começa desfile do 7 de Setembro em Brasília

07/09/2011
Política
Priscilla Mazenotti
Repórter da Agência Brasil


Brasília – Começa neste momento o desfile das comemorações do 7 de Setembro na Esplanada. A presidenta Dilma Rousseff passou as tropas em revista e autorizou o início da passagem. A previsão é que o desfile dure uma hora e meia no trajeto de dois quilômetros pela Esplanada dos Ministérios. O nadador brasileiro Cesar Cielo carregou a tocha do fogo simbólico e acendeu a pira para o início do trajeto de 2 quilômetros.


Dilma chegou em carro aberto e foi aplaudida pelo público que lota as arquibancadas. Ao descer do carro, foi recebida pelo governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e pelo ministro da Defesa, Celso Amorim.


Ela assistirá ao desfile da tribuna de autoridades, ao lado da filha, Paula Rousseff, e do netinho, Gabriel, que completa um ano na sexta-feira (9). Durante a execução do Hino Nacional, o menino bateu palmas e apontou para os balões coloridos que estão na Esplanada.


Em seguida, os aviões da Esquadrilha da Fumaça riscaram o céu da Esplanada anunciando o início do Desfile. As comemorações em solo contarão com a participação de 1,2 mil crianças das escolas do DF e desfile das tropas do Exército, Marinha e Aeronáutica.
Edição: Talita Cavalcante
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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-09-07/com-participacao-de-cielo-e-de-12-mil-estudantes-comeca-desfile-do-7-de-setembro-em-brasilia

Privatas do Caribe: livro de repórter identifica esquema de espionagem tucano

07.09.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha, Vi o Mundo, 05.09.11
Por Luiz Carlos Azenha

O novo livro de Amaury Ribeiro Jr., Privatas do Caribe, já foi entregue à editora.
Acrescido de uma informação bombástica sobre o esquema de espionagem que teria servido ao ex-governador paulista José Serra desde 2008, inclusive no período eleitoral de 2010. Segundo Amaury, Serra recorreu a uma empresa de um ex-agente do Serviço Nacional de Informações, paga com dinheiro público.
O Amaury garante que, desta vez, o livro sai: o lançamento será entre o final de outubro e o início de novembro.
O trecho que li é muito bem documentado e, politicamente, devastador.
Segue a abertura do livro:
Privatas do Caribe
A fantástica viagem das fortunas tucanas desde os porões da privataria até o paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas
Amaury Ribeiro Jr.
Prepare-se: o que está logo adiante não é uma narrativa qualquer.
Você está embarcando em uma grande reportagem que vai devassar os subterrâneos da privatização realizada no Brasil sob FHC.
Os porões da privataria.
É, talvez, a mais profunda e abrangente abordagem jamais feita deste tema.
Mas que não se limita a resgatar a selvageria neoliberal dos anos 1990, que dizimou o patrimônio público nacional, deixando o país mais pobre e os ricos mais ricos.
Se fosse apenas isso, o livro já se justificaria.
Mas vai além ao perseguir a conexão entre a onda privatizante e a abertura de contas sigilosas e de empresas de fachada nos paraísos fiscais da América Central.
Onde se lava mais branco não somente o dinheiro sujo da corrupção, mas também o do narcotráfico, do contrabando de armas e do terrorismo.
Um ervanário que, após a assepsia, retorna limpo ao Brasil.
Resultado de uma busca incansável de mais de dez anos do autor, Amaury Ribeiro Jr. — um dos mais importantes e premiados repórteres investigativos do país, com passagens por IstoÉO GloboCorreio Braziliense entre outras redações — o livro registra as relações históricas de altos próceres do tucanato com a realização de depósitos e a abertura de empresas de fachada no exterior.
Devota-se particularmente a perscrutar as atividades do clã do ex-governador paulista José Serra nesse vaivem entre o Brasil e os paraísos caribenhos.
Sempre calcado em documentos oficiais, obtidos em juntas comerciais, cartórios, no ministério público e na Justiça.
Assim, comprova as movimentações da filha do ex-candidato do PSDB à Presidência, Verônica, e as de seu marido, o empresário Alexandre Bourgeois.
Que seguiram, no Caribe, as lições do ex-tesoureiro de Serra e eminência parda das privatizações, Ricardo Sérgio de Oliveira.
Descreve ainda suas ligações perigosas com o banqueiro Daniel Dantas.
Detém-se na impressionante trajetória do primo político de Serra, o empresário Gregório Marin Preciado que, mesmo na bancarrota, conseguiu participar do leilão das estatais.
E arrematar empresas públicas!
Estas páginas também revelarão que o então governador Serra contratou, com o aporte dos cofres paulistas, um renomado araponga antes sediado no setor mais implacável do Serviço Nacional de Informações, o extinto SNI.
E que Verônica Serra foi indiciada sob a acusação de praticar o crime que, na disputa eleitoral de 2010, acusou os adversários políticos de seu pai de terem praticado.
Desvinculado de qualquer filiação partidária, militante do jornalismo, Ribeiro Jr. do mesmo modo como rastreou o dinheiro dos privatas do Caribe, esteve na linha de frente das averiguações sobre o “Mensalão”.
Seu olhar também visitou os bastidores da campanha do PT para averiguar os vazamentos de informações que perturbaram a candidatura presidencial em 2010.
E sustenta que, na luta por ocupar espaço a qualquer preço, companheiros abriram fogo amigo contra companheiros, traficando intrigas para adversários políticos incrustados na mídia mais hostil à Dilma Rousseff.
É isso e muito mais. À leitura.
O Editor
Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/privatas-do-caribe-livro-de-reporter-identifica-esquema-de-espionagem-tucano.html

Juíza Quintela se recusa a fazer censura e derrota Dantas

07.09.2011
Do CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

Na foto, o homem público que quer o retrocesso: a censura

O advogado Cesar Marcos Klouri, que defende este ansioso blogueiro nas ações cíveis com que pretendem censurá-lo – clique aqui para ler  “as 37 ações que movem contra Paulo Henrique Amorim , ou diz-me quem te processa e dir-te-ei quem és” – acaba de enviar a íntegra da sentença proferida pela juíza Andrea Quintela, da 23ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro – RJ, nos autos do processo nº 0389985-84.2009.8.19.0001, promovido por Daniel Valente Dantas. 

(As ênfases são minhas – PHA.)