sábado, 13 de agosto de 2011

A resposta de Wagner Rossi a Veja

13.08.2011
Do blog de Luís Nassif


Wagner Rossi rebate acusações de Veja
Wagner Rossi rebate acusações de Veja

Do Site do Ministério da Agricultura



Em nota oficial, ministro da Agricultura responde às acusações veiculadas pela revista da editora Abril: “Isso não é jornalismo. É assassinato de reputação”
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, divulgou nota neste sábado rebatendo as acusações veiculadas por Veja. Na edição deste final de semana, a revista publica matéria de capa, intitulada “A praga da corrupção”, apontando supostas irregularidades cometidas por Wagner Rossi. “Isso não é jornalismo. É assassinato de reputação”, diz o ministro. “É uma campanha orquestrada com interesses políticos”.
Sobre as informações publicadas pela revista Veja:
“NOTA À IMPRENSA
Sábado, 13 de agosto de 2011

Na quinta-feira e sexta-feira, repórteres da revista Veja encaminharam perguntas, cobrando explicações sobre meu patrimônio pessoal, listando supostas irregularidades em empresas estatais em que fui diretor, como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Companhia Docas de São Paulo (Codesp), além questionar uma licitação no Ministério da Agricultura.
Encaminhei as respostas que estão transcritas abaixo. Todas as perguntas enviadas a mim na quinta-feira foram respondidas em menos de 24 horas. Nada, porém, foi aproveitado por repórteres e editores. Agora, pela terceira semana consecutiva, sou obrigado a me explicar.
A informação de que eu teria pedido “propina” de R$ 2 milhões numa licitação, cujo contrato para a prestação de serviços era de R$ 2,9 milhões, fere a lógica e o bom-senso. Pior. É lançada sem qualquer prova ou indício de materialidade. Nem o valor da licitação, que foi anulada por erro de quem estaria fazendo as denúncias agora, é destacado pela revista. Os repórteres baseiam-se na declaração de um funcionário que perdeu a função pública por uma ilegalidade cometida e admitida por ele mesmo.
Mas a lógica não parece nortear os diretores de jornalismo da editora Abril.
Ouvir o outro lado, um princípio basilar do jornalismo, não existe para a revista Veja. Essa é mais uma campanha orquestrada com interesses políticos. Não querem apenas desconstruir minha credibilidade ou acabar com minha imagem, mas destruir a aliança política vitoriosa nas urnas em outubro do ano passado. As acusações são levianas.
Isso não é jornalismo. É assassinato de reputação.
Vou pedir à Justiça o direito de resposta.
Abaixo, a íntegra das minhas respostas encaminhadas à revista na sexta-feira:
1. Sobre evolução patrimonial e declaração de bens
1.1. Minha família desfruta de situação econômica confortável, fruto do trabalho de gerações, que constituíram um patrimônio considerável. Pessoalmente, trabalhei durante os últimos 50 anos em diferentes empregos e empreendimentos. Alem disso, todos os meus filhos e três de minhas noras são empresários e executivos de sucesso em diferentes áreas econômicas: agricultura e pecuária, mercado imobiliário, comunicação e finanças. Nenhum deles exerce qualquer posição como homem público, com exceção do deputado Baleia Rossi, que tem mandato eletivo.
1.2. Com relação ao meu patrimônio, preciso esclarecer que perdi minha esposa, Liliana Tenuto Rossi, mãe de meus cinco filhos, há 17 anos. Parcela importante do patrimônio familiar correspondia a heranças sucessivas recebidas de parentes dela. Naquela ocasião, entendi que deveria destinar a meus filhos o patrimônio integral da família, processo que completei quando, três anos depois, casei-me com Sinei Biancoli Rossi, união celebrada com separação total de bens. Exponho aqui a intimidade de minha família para dar clareza absoluta às indagações. Meu patrimônio pessoal é inferior a R$ 1 milhão. Eu e todos os meus filhos declaramos renda e patrimônio à Receita Federal, anualmente. No meu caso, faço as competentes declarações há quase 50 anos. Nunca sofri qualquer reparo por parte da Receita. Todas as variações patrimoniais, minha e de meus familiares, são absolutamente compatíveis com as receitas. As vendas e compras imobiliárias, bem como os resultados empresariais, foram sempre indicados às autoridades fiscais.
1.3. O imóvel descrito por Veja é de propriedade de minha família, tendo a escritura de compra e venda sido lavrada em 24 de maio de 1996, matrícula 65296 no 4º Cartório de Notas de Ribeirão Preto, livro 1.036, folha 233, no valor de R$ 195 mil reais. Quando adquirido, tal imóvel encontrava-se em área exclusivamente rural. Pela expansão urbana da cidade, a propriedade passou por um processo de valorização. Quanto a meu patrimônio pessoal, pelos motivos descritos na resposta anterior, sofreu pequena variação no período.
1.4. Minha declaração de bens está à disposição de Veja para consulta em minha presença ou de meus representantes legais a partir de agora. Esclareço que a declaração sempre esteve nos órgãos apropriados, como a Comissão de Ética da Presidência da República.
1.5. Apenas para pontuar, a revista Veja procurou pessoas de bem, respeitadas em Ribeirão Preto, e ouviu opiniões sobre mim e minha família. Espero que as declarações delas estejam presentes na reportagem. Os repórteres da revista entrevistaram também notórios desafetos pessoais meus. Alguns, sem qualquer credibilidade na cidade. É preciso apontar que um deles já responde a processos movidos por mim. Tendo sido, inclusive, condenado e responsabilizado criminalmente por agressão a um dos meus filhos em 11 de dezembro de 2008. Suas velhas denúncias levaram o Ministério Público de Ribeirão Preto a me investigar. E essa apuração culminou com a constatação de que se tratavam de alegações falsas e mentirosas. As denúncias, vazias, foram arquivadas, conforme certidão à disposição, em 17 de agosto de 2006.
2. Sobre o caso Codesp
2.1. Trata-se da ação popular 0000595-36.2002.403.6102 (antigo processo 2002.61.02.000595-2), movida, em janeiro de 2001, por Antônio Marques contra a Companhia Docas de São Paulo (Codesp). Eu fui presidente da Codesp em 1999 e 2000, por um ano e sete meses.
2.2. Quando assumi a Presidência da Codesp, a empresa sofria o bloqueio de suas contas bancárias por ordem judicial, em virtude de débitos apurados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Todos os débitos eram de épocas anteriores à minha gestão e muitos decorriam do princípio da responsabilidade solidária em questões previdenciárias.
2.3. Isto quer dizer o seguinte: se a Codesp permitia a utilização de trabalhadores de empresas fornecedoras de mão-de-obra no âmbito do porto, e tais empresas terceirizadas não recolhessem suas obrigações previdenciárias, a estatal, como contratante dos trabalhos no porto, seria responsabilizada pelos débitos decorrentes e pelos eventuais direitos daqueles trabalhadores.
2.4. Impossibilitada de operar em função do bloqueio das contas pela Justiça, a Codesp buscou um acordo para o parcelamento das dívidas com o INSS, o que efetivamente ocorreu. O acordo não ocasionou prejuízo a qualquer das partes.
2.5. Tão logo foi celebrado o acordo, a Codesp ajuizou ações regressivas contra cada uma das empresas de terceirização de mão-de-obra. As providências cabíveis foram tomadas a tempo e com correção pelo Departamento Jurídico da empresa estatal.
2.6. Sobre o referido processo judicial levado por Antônio Marques à Justiça, é preciso esclarecer que a ação foi considerada inepta pela juíza de Santos, ainda em 2003.
2.7. Na ação, Antônio Marques pedia, entre outras demandas, a anulação dos acordos estabelecidos entre a Codesp e o INSS para o pagamento de antigas dívidas da empresa estatal e a responsabilização dos administradores da Codesp.
2.8. No despacho, a juíza declinou da competência para apreciar a ação popular e indeferiu a petição inicial, julgando extinto o processo. Ela se fundamentou nos artigos 267, inciso primeiro, e artigo 295, inciso terceiro, do Código de Processo Civil. E pediu provas, que não foram anexadas ou incluídas nos autos pelo autor da ação.
2.9. O advogado entrou com embargos declaratórios, mas a juíza rejeitou o pedido. Um novo recurso foi interposto. E, novamente, negado. Ouvido, o Ministério Público considerou o caso encerrado. Em junho deste ano, houve nova tentativa do advogado, de reabrir o caso. Ainda não fui citado. Não tenho a menor dúvida de que esta tentativa de reviver algo já cabalmente explicado terá o mesmo destino do primeiro processo.
3. Sobre o processo de Concorrência nº 01/2010
3.1. Trata-se do processo licitatório para contratação de empresa de comunicação social especializada na prestação de serviços técnicos, na elaboração e execução de planejamento estratégico de comunicação integrada, consultoria e assessoria, incluindo análise editorial, serviço de clipagem de notícias, gerenciamento de crises, elaboração de diagnóstico e monitoramento das ações do Ministério da Agricultura. A previsão orçamentária para a contratação era de R$ 2.956.092,00.
3.2. A licitação foi aberta em 26 de novembro de 2010, pelo então presidente da Comissão de Licitação, Israel Leonardo Batista, e outros cinco membros da comissão. Compareceram representantes de seis empresas: RRN Comunicação e Marketing SS Ltda, Andreolli/Manning, Selvage & Lee Ltda, Hill & Knowlton Brasil Ltda, New Ideas Comunicação Ltda, CDN Comunicação Corporativa Ltda e FSB Comunicação Ltda.
3.3. Em 26 de novembro de 2010, foram apresentados pelas empresas os envelopes com documentos para habilitação, proposta técnica e proposta de preço. Como exigido no edital, foram abertos, naquela data, os envelopes que continham os documentos de habilitação das empresas.
3.4. Constatou-se e foi lavrado em ata, assinado por todos os representantes das seis empresas, que não constavam no envelope da Hill & Knowlton Brasil Ltda, os documentos relativos à comprovação de regularidade fiscal e declaração de que a empresa não utilizava mão-de-obra direta e indireta de menores, além do atestado de capacidade técnica. Tal exigência estava explícita no edital de licitação. Informada, a representante da empresa anunciou que interporia recursos, caso fosse considerada inabilitada.
3.5. Ainda no mesmo dia, a Comissão de Licitação, presidida por Israel Leonardo Batista, procedeu o julgamento da habilitação das seis empresas para disputar a concorrência. A empresa Hill & Knowlton foi considerada inabilitada pela não apresentação do atestado de capacidade técnica. As outras cinco empresas foram julgadas habilitadas a participar da licitação. Inabilitada, a referida empresa apresentou, posteriormente, recurso, que acabou rejeitado.
3.6. Em 8 de dezembro de 2010, houve a reabertura da sessão pública da concorrência, marcada para as 14h, presidida novamente por Israel Leonardo Batista. O objetivo dessa segunda reunião foi abrir os envelopes com as propostas técnicas, o que aconteceu, permanecendo lacrada a proposta da empresa inabilitada. De acordo com a ata da reunião, ao ser “perguntado se havia alguma observação a fazer”, representantes das empresas concorrentes apontaram não terem sido informados sobre o recurso interposto pela Hill & Knowlton.
3.7. Em despacho endereçado à Coordenação Geral de Logística e Serviços Gerais, em 10 de dezembro de 2010, dois dias após a sessão para abertura dos envelopes com propostas técnicas, o então presidente da Comissão de Licitação manifestou ter cometido “um lapso na condução do julgamento da Concorrência 01/2010”, deixando “de atender ao prescrito no parágrafo 3º do artigo 109 da Lei 8.666/93”. Ele reconheceu não ter comunicado aos concorrentes a interposição de recurso da empresa Hill & Knowlton, abrindo o prazo de cinco dias para q ue as outras empresas se manifestassem.
3.8. Em função da ilegalidade cometida pelo presidente da Comissão de Licitação, como ele próprio admitiu no Despacho 473, encaminhado à chefe da Coordenação Geral de Logística e Serviços Gerais, Karla Carvalho, o processo de concorrência para a prestação dos serviços acabou anulado.
3.9. Objetivamente, em relação às perguntas encaminhadas pela revista Veja, esclareço que não chegou a meu conhecimento a informação de que representantes de empresas teriam apontado que a concorrência tinha “cartas marcadas”.
3.10. Tal denúncia deveria ter sido lavrada na ata preparada pelo então presidente da Comissão de Licitação, assinada pelos representantes das empresas.
3.11. A coordenadora-geral de Logística e Serviços Gerais nega ter ordenado a alteração da ata, lavrada e assinada pelos representantes de todas as empresas que participaram do certame, no próprio dia 8 de dezembro. É importante mencionar que caberia ao presidente da Comissão de Licitação apontar em ata as supostas alegações ou denúncias formuladas durante a sessão de 8 de dezembro de 2010.
3.12. Esclareço que não procede a informação de que houve concentração de contatos com representantes de empresas prestadoras de serviços na chefia de gabinete do ministro e, depois, na Secretaria Executiva, como questiona a revista.
3.13. Por fim, informo que o senhor Israel Leonardo Batista responde a processo administrativo disciplinar por sua conduta funcional no Ministério da Agricultura.
4. Sobre doação de alimentos pela Conab na Paraíba
4.1. Fui alertado de que parte de um carregamento de 100 toneladas de feijão enviado à Paraíba estaria estocado além do prazo previsto e teria destinação eleitoral. Informo que o produto a ser doado era oriundo do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar.
4.2. A doação para a Prefeitura de João Pessoa foi realizada para atender a um pedido das autoridades municipais, obedecendo as normas estabelecidas no convênio celebrado pela Conab com o Ministério do Desenvolvimento Social.
4.3. Funcionários da prefeitura de João Pessoa retiraram o produto da unidade da Conab na capital da Paraíba em perfeitas condições, levando-o para depósito em unidade armazenadora de sua responsabilidade.
4.4. Com relação ao funcionário Walter Bastos de Souza, informo que foi aberto processo de sindicância, conduzido por funcionários da Conab de fora da Paraíba, para apuração da denúncia, considerada vazia ao final da investigação. O processo foi instaurado em 23 de abril de 2009. O funcionário foi suspenso por 16 dias e recorreu da decisão. O recurso foi rejeitado e o caso transitou em julgado.
Wagner Rossi
Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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Fonte:http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-resposta-de-wagner-rossi-a-veja#more

João da Costa acredita que Lula pode convencer João Paulo a ficar no PT

13.08.2011
Do BLOG DE JAMILDO
Postado por Daniel Guedes


Na segunda-feira (15), as atenções dos petistas do Recife estarão voltadas para o gabinete, em São Paulo, onde o ex-presiente Luis Inácio Lula da Silva (PT) e o deputado federal João Paulo (PT) conversarão. O assunto não poderia ser mais óbvio: a sucessão da Prefeitura do Recife. O atual prefeito, João da Costa (PT), que quer a todo custo disputar a reeleição, no entanto, não se ilude: sabe que do diálogo na capital paulista não sairá o fim da polêmica que ronda o pleito municipal de 2012. O que João da Costa espera é que o ex-presidente consiga garantir a permanência de João Paulo na legenda e já considera ouvir o ex-companheiro no processo eleitoral.


"Não acho que essa conversa defina (a polêmica). Minha expectativa é que o companheiro João Paulo continue participando do nosso partido. Ele é uma liderança. Sei disso mais do que ninguém porque estive mais de 20 anos junto, construindo também essa liderança dentro do partido. Minha expectativa, como sempre fizemos a partir de muita divergência, muita discussão, é construir a unidade que é o que o povo vai exigir da gente mais a frente", afirmou neste sábado (13).


O prefeito reforçou que ele é o comandante do processo de sucessão, mas garantiu que João Paulo, enquanto líder político, será ouvido. "Claro (que considero a participação de João Paulo importante nas articulações do próximo ano). Ninguem nega isso. O governador é importante, eu sou o condutor do processo, o senador Humberto Costa (PT) é importante, Armando Monteiro (PTB), o PCdoB, Luciano Siqueira é importante, o PDT, com José Queiroz... E João Paulo também faz parte desse conjunto de lideranças que têm que ser todas ouvidas no nosso campo para que a gente construa o processo que garante a unidade, uma frente política que tem mudado Recife e Pernambuco", defendeu durante evento no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, na Zona Sul.


O novo líder do governo na Câmara de Vereadores, Luiz Eustáquio (PT), também expera que a conversa com Lula garanta a permanência de João Paulo no PT. "Com certeza é uma conversa importante e que define algumas coisas até mesmo para João Paulo. Lula é o maior líder nosso, do PT, e é amigo de João Paulo. Buscamos o fortalecimento e que João Paulo continue firme no PT porque ele tem a cara do PT, foi formado no PT, no chão de fábrica, cmo a maioria dos parlamentares do PT.
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Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/08/13/joao_da_costa_acredita_que_lula_pode_convencer_joao_paulo_a_ficar_no_pt_109714.php

Mas a mídia não ouve os dois lados?

13.08.2011
Do blog TIJOLAÇO, 12.08.11
Por Brizola Neto



Folha noticiou hoje e vários sites reproduziram que vou, com o deputado Protógenes Queiroz, visitar o – como chamam – ditador líbio Muammar Khadaffi. Engraçado, quando era o egípicio Hosni Mubarak era “presidente”, quando é o líbio é ditador.
Mas tudo bem, a gente já se acostumou com essas coisas.E ninguém estaria nos questionando se a viagem fosse para uma bela cidade europeia e não para uma cidade que está abaixo de bombas há quatro meses.
O fato, porém, é que eu, Protógenes e alguns intelectuais e ativistas fomos convidados e não vou em caráter pessoal, mas em missão oficial, em nome da Câmara dos Deputados, como você pode ver no ofício aí ao lado.
E, como missão oficial, devo apresentar um relatório do que vier a observar, descrever minhas atividades, contatos e diálogos. Portanto, nada de secreto ou de “amiguismo”.
A Folha diz que Khaddafi era conhecido de meu avô. Eu, seu neto, não tenho conhecimento disto. Mas se ele encontrou o presidente líbio em algum compromisso internacional, não terá feito diferente de Obama, Berlusconi, Jose Maria Aznar, Nicolas Sarkozy e Tony Blair, todos muito longe de qualquer esquerdismo.
E eu vou sem qualquer compromisso senão o de ver o que o governo líbio tem a mostrar e a dizer sobre o que foi a resolução da ONU criando uma “zona de exclusão aérea”, em tese para impedir que a aviação do governo líbio disparasse contra os rebeldes, e o que quatro meses de bombardeio diário a Tripoli e outras cidades líbias, quando – não há quem duvide – não existe mais um aviãozinho de papel do governo líbio sobrando mais.
Ou será que, para a Folha, temos sempre que acreditar no que dizem as agências e governos ocidentais? A própria Folha deveria ler o que escreve e ver se o que está acontecendo hoje, naquele país árabe, parece corresponder ao que publicou se o mandato internacional que a OTAN estaria exercendo em nome das Nações Unidas.
Na volta, vou sugerir ao deputado Protógenes que nós dóis, além do relatório, façamos uma entrevista via internet, para contar o que vimos.
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Fonte:http://www.tijolaco.com/mas-a-midia-nao-ouve-os-dois-lados/

Governo do Amapá vai apurar vazamento de fotos de presos na Operação Voucher

13.08.2011
Do site da Agência Brasil
Por Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) confirmou hoje (13) à Agência Brasilque 17 - sete mulheres e dez homens - dos 18 detidos na Operação Voucher foram liberados entre a noite de ontem e a madrugada deste sábado. O único que permanece detido é Wladimir Furtado, ex-prefeito de Ferreira Gomes (Amapá). Em média, foi cobrada de cada um dos detentos fiança de R$ 110 mil (20 salários mínimos).
Na relação dos liberados estavam o secretário executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva Costa, o ex-secretário executivo Mário Moysés e o secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins Filho.
A Operação Voucher, comandada pela Polícia Federal, investiga o esquema de corrupção no Ministério do Turismo. As apurações começaram há quatro meses a partir de um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) que identificou irregularidades no contrato firmado entre o ministério e a organização não governamental Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi).
As investigações partiram de um convênio com sinais de fraude, envolvendo R$ 4,4 milhões. Pelas apurações preliminares, os policiais calculam que dois terços dos recursos foram desviados pelo esquema de corrupção.
No último dia 9, a Operação Voucher expediu 36 mandados de prisões preventivas e temporárias. Os envolvidos foram levados para a Penitenciária de Macapá. Ontem, algumas imagens dos detidos foram publicadas na imprensa, como a de Colbert sem camisa e com a placa de identificação.
O governador do Amapá, Camilo Capiberibe (PSB), por meio de comunicado, repudiou o que chamou de “vazamento de fotos”. “A respeito do vazamento de fotos dos detidos na Operação Voucher da Polícia Federal, supostamente feitas nas dependências do Instituto de Administração Penitenciária, em Macapá, o governo do estado esclarece que é política [do governo] assegurar a dignidade do preso em todas as unidades distribuídas pelo estado.”
A nota acrescenta que "o governo do Amapá irá apurar a verdade; o Iapen já instaurou sindicância para estabelecer as responsabilidades e, caso comprovadas as acusações, punir os culpados”.
Edição: Graça Adjuto

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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-08-13/governo-do-amapa-vai-apurar-vazamento-de-fotos-de-presos-na-operacao-voucher

DEM usa jovem negro para atacar esquerda e atrair população pobre

13.08.2011
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA




Em uma nova inserção partidária que vai ao ar hoje, o DEM usa o depoimento de um militante negro para criticar a esquerda e tentar aproximar o partido da população pobre. No vídeo, o jovem baiano Bruno Alves diz morar na periferia e afirma: "Alguns políticos pensam que eu tenho que ser de esquerda". "A esquerda não é dona dos jovens nem da periferia", afirma Bruno na propaganda de 30 segundos.

Ele defende, em seu depoimento, bandeiras tradicionalmente associadas ao governo Lula e partidos de esquerda. Diz ser a favor das cotas "para pobres, independente (sic) da cor" e do Bolsa Família. "Mas as pessoas não podem depender dela (da bolsa) para sempre", diz. E arremata: "Eu quero mais. Quero saúde, segurança e paz".

A ideia das propagandas é, segundo o senador José Agripino Maia (RN), presidente nacional do DEM, "fixar uma posição de centro e eliminar da esquerda qualquer ideia de progressismo". Ele nega, contudo, que o partido esteja usando a raça de Bruno Alves para atacar a esquerda. "São simbologias. A esquerda se coloca como protetora de certos conceitos", afirma. "Mas (o vídeo) não está atacando a esquerda. Está fazendo uma constatação. Aquele rapaz teve uma ação. Ele é um ativista do partido que por acaso é da cor negra."

Agripino admite, entretanto, que o objetivo das inserções é retirar do DEM a pecha de direitista e elitista. "O DEM não é um partido de elite e esta é a linha que foi adotada nos programas, (Os vídeos) conceituam o partido e mostram sua atuação na oposição."

Em outra inserção que também começa a ser exibida amanhã, o DEM mostra uma maçã podre e a compara ao governo do PT. "O Democratas é assim: fiscaliza o governo, aponta os erros, cobra responsabilidades e luta por mais transparência", diz o narrador, enquanto são exibidas manchetes de jornais com denúncias contra o PT - uma delas intitulada "Petista é preso com R$ 437 mil em notas", de 2005.

Os dois vídeos, dirigidos por José Fernandes - marqueteiro da bem-sucedida campanha à reeleição de Agripino Maia ao Senado -, terminam com o slogan: "Democratas, o partido da sociedade livre e da democracia brasileira". No Estadão

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2011/08/dem-usa-jovem-negro-para-atacar.html#more

Heloisa Villela: O mocinho vem montado em um cavalo branco

13.08.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha
Por  Heloisa Villela, de Washington

Foto publicada pelo jornal britânico Guardian, de evento promovido pelo governador do Texas (dica do comentarista João, do Rio de Janeiro)
Eu não tenho bola de cristal. Quem me dera…
Mas, se tivesse, ela talvez mostrasse a linda cena, fabricada no fundo do caldeirão cultural americano: o mocinho vem montado em um cavalo branco. O sol se põe atrás do Capitólio. Sozinho, o caubói texano veio acabar com a farra. O desperdício. A ausência de liderança, de um macho que dite as regras e dê as cartas.
Embalado na retórica conservadora-religiosa e nos 11 anos liderando um dos maiores estados do país, vem aí o governador Rick Perry. Demorou mas desencantou. No sábado, ele deve anunciar a decisão de concorrer à indicação do partido. Preferiu deixar passar o debate de Iowa, ontem, do qual participaram 12 candidatos a candidato republicano. Dizem que ele não se sai muito bem nos debates.  Mas, nas urnas, tem ido bem sempre.
Apesar de não ter declarado a intenção de concorrer, ainda, ele já disputa espaço nas pesquisas com os dois primeiros colocados, o ex-governador de Massachussets, Mitt Romney, que está tentando sair candidato pela segunda vez, e a deputada por Minnesota, Michele Bachmann, a novata que está no primeiro mandato, em Washington, mas já é estrela dos ultra–conservadores do Tea Party e faz parte da turma que bateu o pé e votou contra a elevação do teto da dívida americana.
Acho que o Perry tem chances. Não apenas de ser o candidato republicano, mas também de se eleger presidente.
Romney tem, contra ele, o programa de saúde que Massachussets adotou quando ele era governador. Parece que dá muito certo. Mas, para os republicanos, é “socializante”. E a ala mais conservadora do partido diz que o projeto serviu de modelo para o plano nacional apresentado por Obama ao Congresso. Por enquanto, ele está na frente na preferência dos eleitores do partido. Mas não chega a arrastar multidões.
Bachmann nega a teoria da evolução de Darwin, quer que as crianças aprendam o criacionismo na escola. É contra o aborto, em qualquer circunstância. E para “curar a doença” chamada homossexualismo prescreve reza. Rezar muito para voltar ao “normal”. Foi eleita em 2000 para o equivalente à assembleia legislativa e em 2006 chegou a Washington como deputada por Minnesota. Tem todo o apoio do Tea Party.
Rick Perry também faz sucesso com esse grupo, em ascensão no país. No último fim de semana, em uma clara demonstração de força, ele reuniu milhares no Texas para rezar pela “Nação em Crise”. Se palpite valesse algo, diria que ele, sim, tem chances de derrotar o presidente Barack Obama no fim do ano que vem. Por que? A economia do país não vai melhorar (deve piorar) a tempo de dar ao democrata a chance de apontar conquistas obtidas durante o governo dele. Pelo contrário.
O único trunfo de Obama, até  o momento, foi a operação que encontrou e matou Osama Bin Laden no Paquistão.  Uma vitória que não garante votos. A Casa Branca vai tentar…
Os republicanos estão quicando, mas em Hollywood já existem planos para um filme sobre toda a operação, com lançamento marcado para o dia 12 de outubro, pouco menos de um mês antes das eleições, no dia 6 de Novembro. Mas os pontos que Obama ganhou, nas pesquisas, logo após a morte do líder da Alcáida, evaporaram em quinze dias. Eleição é bolso. Se ele está vazio…
Isso não significa que os independentes vão se jogar nos braços de um ultra-conservador religioso. Mas aqui, vota quem quer. E Obama conseguiu se eleger por dois motivos: o sentimento anti-Bush e a promessa de mudança. Uma esperança sem contornos ou plataforma definidos que mobilizou milhões de pessoas. Esses, que se empolgaram da última vez, não vão, necessariamente, sair de casa novamente para encarar as urnas. Decepção e desânimo não são bons cabos eleitorais.
Obama perdeu várias oportunidades de liderar. De brigar por empregos. De exigir de uma comunidade financeira à beira do abismo renegociação, em termos mais favoráveis, das hipotecas e prestações penduradas. Não. Preferiu salvar os bancos sem pedir nada em troca. Deixou a classe média se afundar. Como disse o economista Jeffrey Sachs em uma entrevista recente ao programa Fault Lines, da Al Jazeera: republicanos e democratas, hoje, recorrem ao mesmo bolo de dinheiro para as campanhas eleitorais, o bolo de Wall Street. Por isso, os discursos são cada vez mais parecidos. Repetem o mantra que interessa aos mercados.
Um mantra que sempre fez parte do jargão republicano. Agora, é repetido por quem deveria ser o líder dos democratas. Entre o original e a cópia, acho que Perry sai ganhando.
O programa da Al Jazeera sobre a concentração de renda nos Estados Unidos:
http://english.aljazeera.net/programmes/faultlines/2011/08/201181125338194522.html

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/heloisa-villela-o-mocinho-vem-montado-em-um-cavalo-branco.html

NY Times: Gringos desembarcam para tirar proveito do boom brasileiro

13.08.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha
Por SIMON ROMERO
New York Times, 12.08.2011

Foreigners Follow Money to Booming Brazil, Land of $35 Martini
Rio de Janeiro — Refletindo sobre as tempestades financeiras que se abatem sobre a Europa e os Estados Unidos, Seth Zalkin, um banqueiro norte-americano vestido casualmente, bebericou um cafezinho e parecia contente com sua decisão de se mudar para cá em março com a mulher e o filho.
“Se o resto do mundo está afundando, este é um bom lugar para viver”, disse o sr. Zalkin, 39.
Para aqueles que tem a menor lembrança da crise da dívida do Brasil nos anos 80, a ordem global foi colocada de ponta cabeça. A economia norte-americana está se arrastando, mas o Brasil cresceu no maior ritmo das últimas duas décadas no ano passado e o desemprego está em baixa histórica, parte da transformação da Nação de um caso clássico de modelo inflacionário em um dos maiores credores de Washington.
Com salários rivalizando com os de Wall Street, tantos banqueiros, gerentes de fundos de investimento, executivos do ramo de petróleo, advogados e engenheiros se mudaram para cá que os preços de espaço para escritórios ultrapassaram os de Nova York este ano, transformando o Rio de Janeiro na cidade mais cara para se alugar, de acordo com a empresa imobiliária Cushman & Wakefield.
Uma mentalidade de corrida do ouro surgiu, com as permissões de trabalho para estrangeiros aumentando 144% nos últimos cinco anos e os norte-americanos liderando a lista de profissionais educados disputando espaço.
Homens de negócio há muito se sentem atraídos pelo Brasil, junto com os confiantes em enriquecer rápido, sonhadores de grandeza amazônica e mesmo foras-da-lei como Ronald Biggs, o britânico que se escondeu aqui depois do grande assalto do trem pagador em 1963.
Mas agora as escolas que servem às famílias que falam inglês, norte-americanas e britânicas, tem longas listas de espera e apartamentos podem custar 10 mil dólares por mês nas partes mais desejadas do Rio, onde muitos recém-chegados tem diplomas de escolas da Ivy League ou experiência nos pilares da economia global.
Uma vez aqui, eles escontram um país que enfrenta um desafio muito diferente dos Estados Unidos e da Europa: temores de que a economia está muito acelerada.
Um choque em particular para os recém-chegados é a força da moeda brasileira, o real. Ela pode ajudar brasileiros que compram apartamentos em lugares como South Beach, em Miami, onde as propriedades custam cerca de um terço de suas equivalentes em bairros exclusivos do Rio. Mas o real também prejudica os fabricantes e exportadores do país.
Assim, em uma tentativa de evitar que o real suba ainda mais, o Brasil é agora um dos maiores compradores de papéis do Tesouro dos Estados Unidos, tornando-se um grande interessado na claudicante economia norte-americana. Este é um claro rompimento com o passado, quando Washington ajudava o Brasil a montar os pacotes de ajuda para enfrentar a crise brasileira.
“O Brasil está muito bem, mas honestamente, toda semana eu me pergunto, ‘quando isso vai acabar?’”, disse Mark Bures, 42, um executivo norte-americano que se mudou para cá em 1999, em tempo de ver uma abrupta desvalorização da moeda e outras mudanças bruscas na economia.
Alguns veteranos expatriados ainda se lembram do último “milagre” econômico do Brasil no início dos anos 70, quando o Wall Street Journal citou um banqueiro entusiasmado no início de uma reportagem de primeira página que previu, “em dez anos, o Brasil será um dos cinco grandes poderes do mundo”. Em vez disso, o país acabou carregado de níveis desafiadores de dívida externa.
O recente boom das commodities e o crescimento do consumo doméstico, resultado de uma classe média em expansão, ajudaram a tornar o Brasil um poder ascendente que saiu rapidamente da crise financeira global de 2008. A economia cresceu 7,5% no ano passado e se espera que registre cerca de 4% de crescimento este ano — mais devagar, mas ainda de dar inveja nos Estados Unidos.
Ainda assim o Brasil oferece muitos desafios aos recém-chegados. A legislação trabalhista favorece a contratação de brasileiros em relação a estrangeiros e o longo processo de obtenção de um visto de trabalho pode surpreender os não acostumados à gigantesca burocracia brasileira.
Alguns economistas consideram o real a moeda mais sobrevalorizada do mundo em relação ao dólar e a inflação tem aumentado (como evidenciam um Big Mac de 6,16 dólares e martinis de 35 dólares). As taxas de juros se mantém teimosamente altas e analistas debatem se uma bolha de crédito está se formando, no momento em que os consumidores continuam numa corrida para comprar de casas a automóveis.
O Brasil não é imune às turbulências dos mercados globais e sua moeda enfraqueceu um pouco este mês. O mercado imobiliário do Rio está fervendo no momento em que se aproximam a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, mas a infraestrutura é inadequada. O crime violento, embora em queda em algumas regiões, é uma praga em grandes partes do país e do Rio, que teve um traumático sequestro de ônibus este mês.
Ainda assim, os estrangeiros estão chegando e as autorizações de trabalho para eles saltaram mais de 30% apenas em 2010, de acordo com o Ministério do Trabalho.
“Eu tinha um português básico, mas deu para notar que este lugar estava bombando”, disse Michelle Noyes, 29, uma novaiorquina que organizou uma conferência sobre fundos de investimento em São Paulo. Pouco depois, ela pulou para um emprego em uma firma de gerenciamento de bens em São Paulo.
“Eu mudei da periferia do meu ramo para o centro”, a srta. Noyes disse, citando cinco outros norte-americanos, dois de Nova York e três de Chicago, que estão se mudando para o Brasil este mês para tentar a sorte.
Os norte-americanos formam o maior grupo dos que se mudam para cá, seguidos por contingentes de britânicos e outros europeus. Alguns vem temporariamente. Outros estão começando negócios, pequenos e grandes.
David Neeleman, o fundador norte-americano da JetBlue Airways, recentemente criou a Azul, uma empresa área brasileira de baixo custo. Corrado Caroli, um italiano que dirigia as operações latinoamericanas da Goldman Sachs, desde Nova York, agora tem seu próprio banco de investimento em São Paulo. Empresas dot.com brasileiras como a Baby.com.br, que vende fraldas, fundada por dois primos norte-americanos que tinham acabado de se formar em Wharton e Harvard, dão ao Brasil a sensação fervilhante que se parece com a dos Estados Unidos em 1999.
Outros estrangeiros arranjam empregos em companhias brasileiras que estão decolando parcialmente graças ao comércio do Brasil com a China.
“Nossos salários aqui no Brasil são pelo menos 50% maiores que os salários nos Estados Unidos para cargos estratégicos”, disse Jacques Sarfatti, gerente da Russell Reynolds, uma companhia que recruta executivos.
Os estrangeiros competem com brasileiros que retornam para casa vindos do exterior. “É óbvio que o mercado de trabalho está muito ruim em outros lugares”, disse Dara Chapman, 45, uma californiana que trabalha em um fundo de investimento no Rio, Polo Capital. Ela disse que estava recebendo tantos currículos de candidatos a vir dos Estados Unidos que eles pareciam em liquidação.
Os gigantes depósitos de petróleo descobertos no fundo do mar também atrairam investidores e estrangeiros, inclusive milhares de filipinos que trabalham em navios e nas plataformas de petróleo. Para suas outras indústrias, o Brasil precisa de 60 mil novos engenheiros, alguns dos quais precisam vir de fora, dadas as dificuldades do sistema educacional do país.
“Eu me mudei de Beijing um ano atrás e encontrei um potencial para desenvolvimento profissional incrível”, disse Cynthia Yuanxiu Zhang, 27, gerente chinesa de uma companhia de tecnologia. “Já estou planejando estender minha moradia aqui até bem adiante na década”.
Myrna Domit contributed reporting from São Paulo, Brazil.

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/ny-times-gringos-desembarcam-para-tirar-proveito-do-boom-brasileiro.html

Salário baixo força delegado de SP a fazer artesanato

13.08.2011
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA




Para conseguir viver com o pior piso salarial da categoria no País, os delegados do Estado de São Paulo têm se dividido entre diferentes atividades fora dos distritos policiais. Alguns vivem em repúblicas (apartamentos divididos) com colegas, outros procuram outras atividades, os famosos "bicos", para conseguir complementar a renda. É o caso do delegado Francisco Rodrigues Alves Filho, que faz artesato. Ela usa a renda extra obtida com a venda de casinhas em miniatura para bancar a faculdade de Direito do filho.


"Eu faço casinha de madeiras de crianças, com telhado, luzes. O meu bico é esse para tentar complementar a renda. Graças a Deus tem me ajudado a pagar algumas contas, já que está tudo atrasado", diz o delegado que vem de uma família de policiais e afirma ter a polícia no "sangue".

Alves diz que já alertou o filho sobre as dificuldades de ser um policial em São Paulo. "Eu já falei para ele, inclusive ele já sabe: 'não, pai, quero seguir a carreira de juiz ou promotor, mas não delegado em São Paulo. Em qualquer lugar, menos em São Paulo'".......

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2011/08/salario-baixo-forca-delegado-de-sp.html

BLOG DA CIDADANIA: Eduardo Guimarães é entrevistado na TV dos Trabalhadores

13.08.2011
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães

Reproduzo, abaixo, entrevista que dei ontem à TV dos Trabalhadores. Temas: Plano Nacional de Banda Larga e Democratização da Comunicação no Brasil.

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Fonte:http://www.blogcidadania.com.br/2011/08/entrevista-a-tv-dos-trabalhadores-2/