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sábado, 11 de junho de 2011

DIÁRIO URBANO: Novo cais José Estelita à vista, por Tânia Passos

11.06.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO
Diário Urbano
Por Tânia Passos

Novo Cais José Estelita à vista

A tão esperada urbanização do Cais José Estelita está mais perto de acontecer. A Moura Dubeux promete lançar o projeto de requalificação daquela área no mês de setembro. Para quem não lembra, o cais está inserido no projeto do governo do estado denominado Complexo Turístico Cultural Recife/Olinda, que junto com os municípios definiu as formas de ocupação e desenvolvimento urbano do trecho que vai do Cais à Vila dos Marinheiros, em Olinda. Manter as diretrizes básicas defendidas pelo projeto do estado talvez seja a parte mais difícil. Desde de 2008, o projeto elaborado pelo pool das empresas Moura Dubeux, Queiroz Galvão e GL Empreendimentos para o José Estelita, denominado Bairro Novo Recife, aguarda liberação do município para ser executado. A queda de braço era justamente em relação às contrapartidas sociais que o setor privado tem que oferecer para executar o projeto. O município defende, por exemplo, uma integração dessa nova paisagem com os bairros de São José e Santo Antônio e isso significa, entre outras ações, a abertura de vias da avenida José Estelita até a Avenida Sul. Quem venceu a queda de braço, a gente vai saber em setembro. Mas em um ponto as construtoras não abriram mão: a liberação dos gabaritos (altura das edificações). A própria Lei de Uso do Solo tem coeficiente igual a 7 para aquela área. O projeto do estado defendia coeficiente 1 e espaço com áreas verdes. De uma coisa já se sabe: serão construídas 12 torres, sendo seis residenciais. A expectativa é que tenha sido encontrado um meio termo até porque ninguém espera que o Bairro Novo Recife se transforme numa nova Boa Viagem.

Cabos de eletricidade

Uma cena que está preocupando os alunos da escola estadual Sizenando Silveira, na Avenida Mário Melo, no bairro de Santo Amaro, são os cabos de energia elétrica caídos a menos de meio metro do chão, o que pode causar algum acidente. Um caso semelhante também pode ser visto na Barão de Souza Leão, em Boa Viagem, onde um fio está há dias encostando no passeio. É moda?

Faixa de pedestre

Um leitor chamou atenção para a ausência de faixa de pedestre no cruzamento da Rua Mariz de Barros com a Ponte Maurício de Nassau. No local há semáforo, mas falta esse pequeno detalhe que ajuda na mobilidade dos pedestres. Não custa nada, CTTU.

Árvore

Na Rua Waldemar Nery, no bairro de Setúbal, duas castanholas em frente aos nº 755 e 578 estão tortas e ameaçando desabar. Os moradores estão preocupados e esperam que a Emlurb tome as providências. No local há uma intensa movimentação de veículos e pedestres e há risco de acidente.

Rifa

Os moradores da Rua Salvador de Mendonça, no bairro de Jardim Brasil II, em Olinda, estão literalmente se afogando na lama. A peleja é tanta que eles já fizeram até uma rifa para arrecadar dinheiro e calçar a via em parceria com o município. A proposta era conseguir 30% dos recursos e, três anos depois, eles só conseguiram cerca de 15%, o equivalente a R$ 16 mil. Não é suficiente e eles agora não sabem o que fazer. Que tal o município cumprir a parte que lhe cabe, de calçar e sanear a via.

Buraco

No cruzamento da Avenida Fernando Simões Barbosa com a Rua Félix de Brito, no bairro de Boa Viagem, um buraco ao lado de uma boca de lobo aberta, no meio do cruzamento, é uma ameaça constante aos motoristas que circulam no local, principalmente à noite. Quem já foi vítima não esquece. Não por acaso, a dança dos carros é obrigatória para evitar cair no calabouço.

A implantação do projeto do Cais José Estelita estava prevista para 10 anos. Mas com o atraso a gente espera executar em até cinco anos e entregar a primeira etapa até a Copa” // Marcos Dubeux, diretor da Moura Dubeux
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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/06/11/vidaurbana3_0.asp

TV a cabo poderá ter limite de tempo para publicidade

11/06/2011
Nacional
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Os canais de TV a cabo poderão ter um limite de 25% da programação diária para destinar à publicidade. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está fazendo uma consulta pública para colher sugestões sobre a atualização da regulamentação do serviço de TV a cabo e uma das mudanças propostas é de estabelecer um tempo máximo para a propaganda nesses canais.

Atualmente, não existe um limite de tempo de propaganda para a TV paga. Pela proposta da Anatel, o tempo destinado à publicidade na TV a cabo seria o mesmo da TV aberta, o que representa 15 minutos a cada hora de programação. O relator da matéria na Anatel, conselheiro João Rezende, explica que é preciso evitar excessos, tendo em vista as reclamações de assinantes quanto à quantidade de publicidade nos canais pagos.

Segundo Rezende, nos últimos cinco anos a Anatel recebeu cerca de 11 mil reclamações relativas à programação da TV a cabo. Entre as principais críticas está a insatisfação dos assinantes com o grande número de intervalos comerciais. Também foi relatado que a inserção de publicidade cresceu ao longo do tempo.

“Uma veiculação elevada, desproporcional e ilimitada de propaganda e publicidade pode descaracterizar o serviço de TV a cabo, que já se remunera pela assinatura mensal paga pelo assinante”, diz Rezende, em seu relatório.

Para o presidente da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), Alexandre Annenberg, o limite de publicidade deve ser estabelecido pela concorrência entre as empresas e não pela agência reguladora do setor. “A TV paga permite ao espectador escolher os canais que mais lhe agradam. O controle remoto é uma arma para que ele possa escolher determinado canal e se acha que a publicidade está exorbitante, ele muda para outro canal”.

Annenberg explica que a publicidade é um dos itens que compõem a renda das TVs por assinatura e por isso mesmo ajuda a baixar o preço da mensalidade para os usuários. Segundo ele, a maioria dos canais já respeita o limite estabelecido pela Anatel, de 25% da programação diária para a publicidade. Ele garante que a ABTA vai participar da consulta pública proposta pela Anatel para tentar retirar esse item do regulamento.

Para a advogada Veridiana Alimonti, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o limite para a publicidade é um avanço, mas o debate sobre o tempo necessário para a propaganda deve ser ampliado. “Entendemos que na TV por assinatura, considerando que ela já é paga, esse tempo poderia ser menor do que ocorre na TV aberta”, argumenta.

A conselheira da Anatel Emília Ribeiro, que votou contra a proposta de regulamento, argumentou que não é razoável que o tempo máximo de publicidade entre os serviços de TV aberta e TV a cabo seja o mesmo. Segundo ela, a TV aberta baseia suas receitas nas verbas da publicidade e a TV a cabo nas suas assinaturas. “Ao assinante do serviço de TV a cabo, justamente por remunerar diretamente o prestador, deveria ser garantido o direito de ter disponibilizada uma programação com menos tempo destinado a intervalos comerciais”, disse a conselheira em seu voto.

Edição: Graça Adjuto

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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-06-11/tv-cabo-podera-ter-limite-de-tempo-para-publicidade

Pedra fundamental da Via Mangue é oficialmente lançada

11.06.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO
Por Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

Uma das maiores e mais esperadas obras viárias do Recife começa hoje, finalmente, a sair do papel. Com a presença dpo ministro das Cidades, Márcio Negromonte, João da Costa, lança pedra fundamental do complexo viário Via Mangue. Imagem: Tatiana Meira/DP/D.A Press
 
Tatiana Meira/DP/D.A Press

Uma das maiores e mais esperadas obras viárias do Recife começa hoje, finalmente, a sair do papel. Com a presença do ministro das Cidades, Mário Negromonte, e do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, o prefeito do Recife, João da Costa, faz esta manhã, no bairro do Cabanga, o lançamento da pedra fundamental do complexo viário Via Mangue

As obras terão início simultâneo em dois pontos: na Rua Imperial, próximo ao viaduto Capitão Temudo, e na Rua Antônio Falcão. A previsão da Prefeitura do Recife é concluir a obra em 30 meses.
Esta será a primeira via expressa do Recife, com velocidade média de 60km/h e sem cruzamentos de tráfego. A implantação da Via Mangue vai criar um cinturão que pretende  proteger o manguezal do Rio Pina e melhorar o tráfego nos bairros de Boa Viagem e do Pina. Além disso, a PCR ainda poderá implantar de um corredor exclusivo de ônibus na Avenida Domingos Ferreira, viabilizando o Corredor Norte-Sul.

A Via Mangue será composta por faixas de rolamento para veículos, calçadas para pedestres e ciclovia. No sentido Centro/Boa Viagem, a via terá 4,75km. Já no sentido Boa Viagem/Centro, a extensão é de 4,37km. A obra engloba ainda a construção de dois elevados por sobre a Rua Antônio Falcão, em Boa Viagem; de oito pontes (sendo cinco para manutenção do mangue); duas alças de ligação, alargamento da Ponte Paulo Guerra e do Viaduto Capitão Temudo.

Também faz parte da obra, em uma área de 221 hectares, ações de saneamento integrado com a implantação de rede de saneamento, estações elevatórias e emissários de esgoto. Três habitacionais abrigarão 992 famílias que moram em palafitas e locais próximos ao trajeto da via.

O primeiro deles, o Habitacional 3 (construído na Imbiribeira), já foi entregue e recebeu 352 famílias oriundas das comunidades de Xuxa e parte de Deus Nos Acuda. Os Habitacionais 1 e 2, ainda em construção no bairro do Pina, receberão 640 famílias das localidades de Deus nos Acuda, Jardim Beira Rio e Beira Rio.
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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20110611103738