quarta-feira, 20 de abril de 2011

Tucanos torcem pela hiper-inflação. Vão se dar mal

20.04.2011
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

Saiu na capa e na pág. A3 do Valor:

O superávit fiscal do Governo está uma beleza !

“Superávit fiscal do 1º. trimestre fica perto de R$ 40 bi.”

É o dobro, o DOBRO de 2010.

É o equivalente a um terço da meta prevista para todo o ano.

Por que ?

Porque as empresas brasileiras faturam horrores:

“Com lucro das empresas em alta, arrecadação bate recorde”

A arrecadação com o lucro das empresas e o Imposto de Renda das pessoas jurídicas, tudo somado, dá um aumento de 20% em relação ao mesmo trimestre o ano assado.

Que horror !

Navalha

Recomenda-se a leitura do artigo de Delfim Netto na pág. 2 de Folha (*): “Gradualismo”.

Delfim mostra que há um “otimismo exagerado” do Governo em relação à inflação.

E um “pessimismo exagerado” de alguns analistas do mercado financeiro.

(Aqui, Delfim prega uma armadilha. O que ele chama de “alguns analistas do mercado financeiro” são, também, os notáveis colonistas (**) de Economia do PiG (***), onde se destaca, como sempre, a urubóloga. Ou seja, o que os bancos pensam é o que os colonistas (**) dizem. Aliás, Delfim é autor de célebre frase – no Brasil, jornalismo de economia não é um nem outro. Depois, ele negou a autoria.)

Delfim mostra que o mercado financeiro quer um tratamento de choque.

Ou seja, juro na veia !

Corte de gastos !

Ou seja, redução de gastos para tomar dinheiro do pobre.

“Quem ‘calibra’ para reduzir o crescimento a 3% poderá acabar reduzindo-o para -1%.”

Diante desses riscos, é claro que a estratégia do Governo – cuidadosa – parece ser melhor, diz ele.

Delfim ainda não sabia provavelmente da arrecadação fulgurante do 1º. trimestre.

O que confirma a análise de Delfim: a situação fiscal – as contas do Governo – está longe de ser um desastre.

Como pintam o “mercado” e seus porta-vozes no PiG (***).

Ou seja, amigo navegante, a estratégia do PSDB vai mal.

Não vai haver hiper-inflação.

E os estádios e aeroportos ficarão prontos – apesar do IPEA.

O que sobra ao PSDB ?

O Papa, o aborto (no Chile pode) e a Chevron.

E não é pouco !



Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (***) que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

(***) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

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Dilma quer operadoras de celular e TV a cabo no PNBL

20/4/2011
Do MSN NOTÍCIAS
Por KARLA MENDES, estadao.com.br


O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje que a presidente Dilma Rousseff quer que sejam convocadas para atuar no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), além das concessionárias de telefonia fixa - que têm a obrigação de universalizar o serviço -, as operadoras autorizadas e as empresas de telefonia móvel e de TV por assinatura - que não possuem metas de universalização. 'Ela me estimulou a conversar com todos os setores: operadoras móveis, TV a cabo e as que não são concessionárias', disse Bernardo, depois de participar de uma reunião com a presidente.

Segundo o ministro, está descartada a possibilidade de oferta de banda larga no PNBL com velocidade abaixo de 1 megabit por segundo. Além disso, de acordo com Bernardo, a presidente quer que as empresas apresentem uma proposta de aumento da velocidade até 2014. 'Nós precisamos oferecer para o consumidor brasileiro a melhor internet que temos condição hoje', afirmou. Para isso, a presidente quer a atuação das empresas em duas frentes: uma focada nos movimentos de popularização do serviço e outra nos investimentos em infraestrutura para suportar o aumento da velocidade.

Sobre a possibilidade de se fazer um acerto de contas para cobrir possíveis déficits das empresas na implantação do serviço, o ministro disse que levou 'uma bronca' da presidente, que quer que o ministério endureça as negociações com as empresas.

Para maximizar a expansão da infraestrutura de banda larga, Bernardo disse que a presidente quer a Telebrás atuando fortemente na construção de redes de fibras óticas. Para isso, a presidente até admite a destinação de recursos do Orçamento da União até o limite de R$ 1 bilhão por ano, segundo o ministro.
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Fonte:http://estadao.br.msn.com/economia/artigo.aspx?cp-documentid=28453181

Partidos se unem para tentar barrar PSD de Kassab

20/4/2011
Do MNS NOTÍCIAS, estadao.com.br


DEM, PTB, PPS e PMN resolveram se unir para montar uma estratégia jurídica contra o Partido Social Democrático (PSD), legenda recriada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. O objetivo é impugnar a formação da agremiação quando o registro for solicitado à Justiça Eleitoral e reivindicar o mandato dos políticos que deixaram seus partidos. O PSDB, que nesta semana perdeu seis vereadores na capital paulista com chances de migrar para o PSD, pode se aliar a estes partidos na estratégia contra os futuros correligionários de Kassab. 'Está tudo engatilhado e estamos esperando o momento oportuno para ingressar com as ações', revelou um assessor jurídico do DEM. 'Os advogados dos partidos estão combinando uma estratégia em comum', acrescentou.

Na próxima semana, os advogados do prefeito paulistano vão registrar em cartório a ata de criação do PSD. Até agora, foram colhidas quase 200 assinaturas de políticos provenientes de diversas legendas, quase o dobro das 101 adesões necessárias para o registro da associação jurídica. 'Não é possível barrar a criação deste partido', desafiou o deputado federal Guilherme Campos (SP). Mesmo sob a ameaça de não conseguir o registro da sigla, os kassabistas se dizem indiferentes às pressões. 'Cada um usa as armas que tem', ironizou o deputado, egresso do DEM. A assessoria jurídica de Kassab afirma estar despreocupada com a iminente batalha jurídica no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 'Não há nenhum argumento, a não ser uma postura antidemocrática, contra esse partido', rebateu o advogado Admar Gonzaga.

Para o advogado do PSD, a criação da nova legenda não pode ser impedida porque a livre associação 'é direito fundamental' garantido pela Constituição Federal. Gonzaga avalia que os argumentos dos partidos contrários ao surgimento do PSD não têm sustentação jurídica, uma vez que é previsto em lei a desfiliação de uma sigla para o ingresso em um partido recém-criado. 'São argumentos para causar terrorismo e assustar as pessoas desinformadas', concluiu. Segundo o advogado, os aliados do prefeito de São Paulo foram informados que seus antigos partidos estão dispostos a usar até mesmo a influência política junto à Justiça Eleitoral para tentar barrar o PSD. 'Se isso acontecer, será abuso de poder político', disse.

O primeiro movimento jurídico para interromper a migração de políticos ao PSD foi feito neste mês de abril, pelo PPS. A sigla ingressou na semana passada no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que contesta o princípio de fidelidade partidária. A estratégia do partido é derrubar dispositivo segundo o qual um filiado partidário não perde o mandato caso saia de uma legenda para fundar uma nova. Ao lado do DEM, a agremiação foi uma das que sofreram as maiores perdas por conta da criação do PSD. O argumento do PPS é de que os partidos de origem não motivaram suas saídas, tratando-se, assim, de decisões pessoais.

O PTB ameaçou em março ingressar na Justiça Eleitoral com pedido de impugnação do PSD, a partir do registro público da nova legenda, inclusive em cartório. Neste mês, no entanto, a assessoria jurídica da sigla decidiu aguardar que a solicitação seja feita ao TSE. 'O pedido já está pronto e estamos esperando o registro no TSE', explicou o advogado eleitoral Itapuã Prestes de Messias, que representa o PTB. O corpo jurídico da sigla argumenta que o novo partido utiliza a mesma sigla do antigo PSD, presidido pelo ex-parlamentar Nabi Abi Chedid e incorporado ao PTB em 2003. Os advogados alegam que, ao incorporar o PSD, o PTB adquiriu os deveres e direitos da antiga legenda, ou seja, desde as suas dívidas até o seu nome e história.

Com a perda de vereadores da Câmara Municipal de São Paulo, com chances de rumarem para o PSD, o PSDB tem sido procurado pelo DEM para fazer parte da estratégia jurídica. Os advogados da sigla negam que o assunto tenha sido deliberado e afirmam que o tema não foi nem mesmo estudado pelo corpo jurídico tucano. Em São Paulo, o presidente municipal do PSDB, Julio Semeghini, já consultou os advogados do partido sobre o ingresso na Justiça Eleitoral para recuperar os mandatos dos vereadores egressos.
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Fonte:http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=28452173

Um ano antes da invasão, óleo do Iraque era repartido

20.04.2011
Do blog TIJOLAÇO
Por Brizola Neto

jornal inglês The Independent está publicando uma série de matérias e documentos que provam que, um ano antes de ser ordenada a invasão do Iraque, no dia 20 de março de 2003, ministros do governo inglês já discutiam com as grandes petroleiras como ia ser repartido o petróleo do país.

O jornal reproduz um memorando do Ministério dos Negócios Estrangeiros, do dia 13 novembro de 2002, após reunião com a BP:

“O Iraque é a perspectiva das grandes petrolíferas. BP está desesperados para chegar lá e ansiosa que acordos políticos não deverão negar-lhes a oportunidade de competir a longo… prazo potencial é enorme.. .

Em outubro, segundo outros documentos, o governo inglês admite que pressionou o presidente americano George W. Bush em nome da BP, porque a gigante do petróleo “estava preocupada por considerar-se bloqueada dos negócios os EUA estavam fazendo com as empresas de energia e de outros governos estrangeiros.

No mesmo mês, outro documento revela que Edward Chaplin. alto dirigente da chancelaria inglesa admite que está determinado “a conseguir uma fatia justa do recurso para empresas do Reino Unido em um Iraque pós-Saddam. ”

O jornal baseia a reportagem em mais de mil documentos governamentais foram obtidos sob o Freedom of Information Act por Greg Muttitt, que escreveu um livro “Fuel on the Fire”. Os arquivos revelam que eles foram pelo menos cinco reuniões entre os ministros, funcionários e empresas petrolíferas BP e Shell, no final de 2002.

O gráfico publicado pelo The Independent dá ideia da repartição dos campos de petróleo iraquianos, hoje.

Claro que não é por isso que a gente vai pensar que no caso da Líbia há algum outro interesse senão as “razões humanitárias”, não é?

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Como dirigir seguro nos dias de chuva

20.04.2011

Do site VRUM

Diário de Pernambuco


Saiba como evitar possíveis estragos ou danos ao seu veículo durante os dias

Nessa situação, engate a primeira marcha e não tente mudar até atravessar a área de alagamento, pois se o fizer, a água da chuva pode entrar pelo escapamento, apagando o  motor (Helder Tavares/DP/D.A Press)
Nessa situação, engate a primeira marcha e não tente mudar até atravessar a área de alagamento, pois se o fizer, a água da chuva pode entrar pelo escapamento, apagando o motor


É principalmente neste período de chuvas que acontecem os acidentes de trânsito. O motivo é simples, além de a pista molhada acarretar a perda de tração dos pneus, o fenômeno da natureza ainda diminue a percepção e visibilidade do condutor. Entretanto, muitos desses acidentes podem ser evitados. Veja agora as dicas do Vrum para enfrentar a chuva com o carro.

Ao dirigir na chuva tome muito cuidado e seja o mais prudente possível (Alcione Ferreira/DP/D.A Press)
Ao dirigir na chuva tome muito cuidado e seja o mais prudente possível


Reduza a velocidade - Na pista molhada a situação é de baixa aderência do pneu com relação ao solo. Ela deve trafegar em baixa velocidade e não deve esceder de 15 a 20 km/h.

Pare se houver alagamento - Se o volume das chuvas aumentar e alagar as vias, pode ser o caso de optar por uma pausa antes de seguir viagem.

Atenção - Até metade da altura da roda você consegue ter condições mínimas de dirigibilidade. A partir daí o veículo fica exposto a panes mecânicas.

Lama após chuva -
Esse é momento é necessário também baixar a velocidade, já que ela pode fazer com que o carro perca a estabilidade e patine. Nesse caso, em velocidade reduzida, fique com a marcha engatada constantemente, de preferência, no máximo até a segunda marcha.

Revisão é primordial - Os limpadores devem estar com água, no caso da necessidade de o para-brisa estiver sujo e o condutor precisar melhorar a visibilidade.

Ligue o desembaçador - Assim que fechar as janelas ligue o desembaçador para conseguir normalizar a questão de visibilidade. Caso contrário, o motorista já passou por um período em que ficou sujeito a acidentes em função da falta de visibilidade.

Ligue os faróis - Mesmo se ainda for dia, ajuda o condutor a enxergar as vias e o mais importante, ajuda os outros motorista a enxergar o condutor.
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Depois de conspirar contra Lula, Alckmin admite que o dinheiro da CPMF está fazendo falta na saúde

20.04.2011
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

Em 2007, quando Geraldo Alckmin (PSDB/SP) estava sem mandato, ele conspirou para derrubar a CPMF, mesmo sendo médico e sabendo que a saúde pública precisava daquele dinheiro.

Agora que voltou a ser governador e é cobrado por deficiências na rede de saúde estadual, em entrevista à Agência Brasil, o tucano mudou a conversa:
Ag. Brasil pergunta: - O senhor é favorável à criação de uma nova fonte de financiamento para a saúde? Por exemplo, voltar com a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF)?

Alckmin responde - Sou favorável a que se equacione o financiamento à saúde. Se equaciona cortando outros gastos e aumentando os da saúde, fazendo uma realocação dos recursos ou aumentando a arrecadação. Mas há um fato, que é o subfinanciamento.

Resumindo: em 2007, o tucano preferiu apostar no "quanto pior, melhor", acreditando que se retirasse R$ 40 bilhões por ano da saúde pública, durante o governo Lula, a oposição teria assunto para criticar na campanha eleitoral de 2010.

Como já disse o presidente Lula, foi pura maldade contra os brasileiros que dependem do SUS.
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2011/04/depois-de-conspirar-contra-lula-alckmin.html

CONTA DE LUZ: Deputado Eduardo da Fonte entra na Justiça contra a Celpe

20.04.2011
Do BLOG DE JAMILDO

Eduardo da Fonte protocola em Recife, na Justiça Federal, uma ação civil pública contra a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), Na próxima segunda-feira (25). O deputado quer a devolução de uma taxa cobrada indevidamente na conta de luz entre 2002 e 2009. “Vamos à Justiça para que o pernambucano tenha de volta aquilo que foi pago a mais na conta de luz. E quero que o cidadão tenha direito de escolha: ou recebe o valor em dinheiro ou tem desconto nas próximas faturas”, afirmou.

No dia 26, Eduardo da Fonte estará em Brasília na audiência pública da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que vai discutir o aumento na conta de luz da Celpe.

Em fevereiro, Eduardo da Fonte protocolou na Câmara dos Deputados um projeto de decreto legislativo (PDC 10/2011) para obrigar as empresas concessionárias de energia elétrica a devolver o que foi cobrado indevidamente. O projeto está na Comissão de Defesa do Consumidor.

SAIBA MAIS

As distribuidoras de energia cobraram, de 2002 a 2009, uma contribuição para custear o fornecimento de eletricidade em regiões e sistemas isolados. De acordo com a CPI e o Tribunal de Contas da União (TCU), as empresas cobraram do consumidor cerca de R$ 13 bilhões a mais do que deveriam.

A Aneel fez a correção dos contratos com as 63 empresas distribuidoras, mas decidiu não pedir a devolução do que já havia sido pago indevidamente.

O deputado Eduardo da Fonte foi presidente da CPI das Tarifas de Energia Elétrica.

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Comitiva de comerciantes do Cabo leva pauta de reivindicações ao Estado

20.04.2011
Do BLOG DA FOLHA
Postado por José Accioly


Representantes de instituições ligados ao comércio do Cabo de Santo Agostinho (Associação Comercial, CDL e Sindicato Patronal dos comerciários) entregaram ao secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar, um documento com alguns pontos considerados fundamentais para serem acompanhados pelo governo estadual no município. Embora reconheçam que os avanços levados pelo governo do Estado à região são de extrema importância para o desenvolvimento do Cabo de Santo Agostinho, a comitiva destacou que o avanço trouxe conseqüências.

O primeiro ponto destacado pela comitiva foi referente à segurança. Eles relataram ao secretário os rotineiros arrombamentos que os estabelecimentos comerciais cabenses vêm sofrendo, principalmente, no período noturno e nos finais de semana. O segundo apelo feito a Tadeu Alencar foi referente à questão da qualificação profissional sob a argumentação de que está, sim, sendo gerado mais emprego no município, todavia, as melhores vagas estão sendo ocupadas por pessoas de fora do município.

O terceiro ponto apresentado ao secretário tem a ver com a questão de infraestrutura, principalmente no que se refere às rodovias estaduais - como a PE-28, PE-60 e PE-37 -, que se encontram em precárias condições.

Durante a audiência, que foi articulada pelo deputado Betinho Gomes, o secretário Tadeu Alencar se comprometeu a enviar as solicitações aos secretários responsáveis para que as reivindicações possam ser tomadas as providências necessárias. Inclusive, orientou a comitiva a levar essas reivindicações ao seminário Todos por Pernambuco, que tratará das questões da Região Metropolitana. A data da plenária, no entanto, ainda não foi marcada.
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Fonte:http://www.blogdafolha.com.br/index.php/materias/19595-comitiva-de-comerciantes-do-cabo-leva-pauta-de-reivindicacoes-ao-estado

Veja o que abre e fecha no feriadão da Semana Santa no Recife

20.04.2011
Do BLOG DA FOLHA
Postado por Valdecarlos Alves

Serviços básicos municipais terão seu funcionamento alterado no final da semana por conta do feriado de Tiradentes (dia 21) e da Sexta-Feira Santa (22). Confira o que muda no Recife durante esses dias:

Mercados e feiras:

Os mercados públicos obedecerão um horário especial, entre as 6h e 13h, na quinta, sexta e domingo. No sábado, o atendimento será normal. O Camelódromo, o Shopping Popular Santa Rita e o Mercado das Frutas não abrirão na quinta, sexta e domingo, mas funcionarão normalmente no sábado. As feiras livres não terão funcionamento alterado por conta do feriadão.

Repartições públicas:

Fecham na quinta-feira. O funcionamento na sexta-feira é facultativo.

Saúde:

Os polos da Academia da Cidade e os ambulatórios e postos de Saúde da Família da Prefeitura do Recife funcionarão somente até esta quarta-feira. As atividades serão retomadas na segunda-feira. As unidades que prestam assistência 24 horas funcionarão normalmente, incluindo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192).

Limpeza urbana:

A coleta de lixo acontecerá normalmente.

Escolas:

As escolas estarão fechadas na quinta e sexta-feira. As aulas serão retomadas na segunda-feira.

Shoppings:

Os principais centros de compra do Recife só vão alterar o funcionamento na Sexta-feira Santa, quando apenas funcionarão alimentação e lazer. Nos demais dias, os estabelecimentos trabalharão nos horários normais.

Bancos:

Fecham na quinta-feira e sexta-feira e voltam na segunda-feir

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Governador inaugura maternidade em Jaboatão dos Guararapes

20.04.2011
Do BLOG DA FOLHA
Postado por Valdecarlos Alves


O governador Eduardo Campos e o secretário de Saúde, Antonio Carlos Figueira, inauguram na manhã desta quarta-feira (20), a nova maternidade do Hospital Jaboatão-Prazeres, que pertence à rede estadual. O setor terá 28 leitos e capacidade para realizar 300 partos por mês. Essa será a primeira maternidade pública localizada em Jaboatão dos Guararapes. Desde o fechamento da maternidade municipal Rita Barradas (com capacidade para 20 leitos), demolida em 2006, não há um serviço obstétrico do SUS na cidade.

A maternidade do Jaboatão-Prazeres possui uma área de 700 metros quadrados e conta com triagem separada da emergência, bloco cirúrgico e berçário com equipamentos de última geração, para acolher com qualidade as mães e recém-nascidos pernambucanos. Na reforma e compra de equipamentos, como mesas cirúrgicas, monitores e respiradores, foram investidos R$ 2,8 milhões.
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Fonte:http://www.blogdafolha.com.br/index.php/materias/19600-governador-inaugura-maternidade-em-jaboatao-dos-guararapes

Ferro: "João Paulo vai seguir o seu caminho. Pelé parou de jogar, mas o Santos não fechou"

20.04.2011
Do BLOG DA FOLHA
Postado por Valdecarlos Alves

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Fernando Ferro e João Paulo no tempo "dos bons companheiros"

Um dia após o deputado federal João Paulo censurar publicamente a viagem do prefeito João da Costa à Espanha - enquanto o Recife sofria com as fortes chuvas -, o parlamentar recebeu do deputado federal Fernando Ferro um dos mais duros ataques já recebidos dentro do próprio partido. "João Paulo usa de um oportunismo político e desnecessário. Ele faz coro com a oposição ao atacar João da Costa", disparou Ferro, em entrevista exclusiva ao Blog da Folha. Questionado se o melhor caminho para João Paulo seria fora do PT, Ferro disse que esse desfecho será inevitável se chegar a uma situação limite nos próximos meses. "Ele mesmo vai seguir o seu caminho. É um grande quadro político, uma grande liderança. Mas Pelé parou de jogar e nem por isso o Santos fechou", sentenciou o parlamentar.

A voz em defesa do gestor recifense sai de um dos quadros que já foi muito próximo do ex-prefeito, mas hoje integra a ala de apoio a João da Costa. Para Ferro, João Paulo é o principal responsável pela eleição do sucessor e "não vai se livrar disso nunca". "Para o bem ou para o mal, ele é o responsável. Não esperava isso dele. Está querendo parofundar o desgaste do prefeito e faz oposição ao PT, sendo do PT", lembrou o petista, que durante a campanha eleitoral teve apoio do prefeito para a sua reeleição.

Ferro vê como uma "jogada política" a postura de João Paulo nos últimos meses, desde que rompeu politicamente com o seu sucessor. "João Paulo deveria construir outra candidatura (fora do PT). O candidato do partido é João da Costa. Se ele quer aniquilar o prefeito é porque tem mesmo interesse em se candidatar", afirmou o deputado petista. O parlamentar vê o ex-prefeito como uma voz isolada no PT pernambucano, pois nenhum quadro do partido (deputados estaduais e federais) segue a linha de desconstrução ao atual gestor.

"Vale lembrar que um fracasso de João da Costa é um fracasso do PT. João Paulo se dizia um homem de projeto, mas tem provado o contrário. Ele está antecipando uma discussão que deveria muito bem ser evitada", afirmou Ferro, reforçando que JP não tem falado com mais ninguém dentro da legenda e procurado se afastar cada vez mais. "Se eu fosse oposição, hoje, estaria muito feliz com essa atuação de João Paulo", emendou Ferro. Como "conselho" ao ex-prefeito, o deputado Fernando Ferro destaca que a saída seria "ouvir mais os companheiros" de partido, numa conversa mais "coletiva e menos solo".

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Quilombolas podem perder posse da terra, denuncia petista

20.04.2011
Do site PT NA CÂMARA*

erika kokay_D2O poder econômico não pode ser uma forma pós-moderna de escravidão. Se o Brasil é fruto de casa grandes e senzalas, também é fruto de quilombos. Quilombo é um espaço de liberdade que escoa pelos dedos da burocracia. É preciso um Brasil sem grilhões. A afirmação é da deputada Erika Kokay (PT-DF) autora do requerimento que propôs a audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos (CDH), nesta quarta-feira (20), para tratar da demarcação e titulação das terras da população quilombola de Mesquita, localizadas no município de Cidade Ocidental (GO).

Segundo Erika essa população corre o risco de perder a posse das terras, em decorrência da disputa fundiária. "A comunidade tem a garantia da demarcação das terras, mas ainda não foram homologadas. Isso está gerando polêmica e a população está ameaçada de perder seu território para grandes grupos econômicos que dominam aquela região", denuncia.

Erika lembra ainda que a comunidade quilombola de Mesquita reivindica não apenas a demarcação do espaço, mas a implementação de políticas publicas. "Eles lutam pela manutenção do seu pedaço de chão, mas precisam de políticas públicas para assegurar a liberdade plena. A comunidade que não tem políticas adequadas na área de saúde, educação e de geração de emprego e renda. Esses são instrumentos que asseguram a dignidade humana ", afirma.

Na avaliação da deputada, o objetivo da audiência pública, além de dar visibilidade aos problemas enfrentados pela comunidade de Mesquita, permite também, segundo ela, "o empoderamento da comunidade, ou seja, a comunidade passa a entender a força que ela tem", constata.

A parlamentar disse que pretende apresentar requerimento propondo à Comissão de Direitos Humanos uma diligência com participação de parlamentares, com a finalidade de ouvir a comunidade quilombola que vive no povoado de Mesquita.

Benildes Rodrigues

* Site oficial da Liderança do PT na Câmara dos Deputados.

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Amor e Revolução tem que mostrar imprensa golpista

20.04.2011
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães

Antes de chegar ao ponto que o título deste texto anuncia, proponho ao leitor que examine artigo do único colunista da grande imprensa que me parece ter algum escrúpulo, Paulo Moreira Leite, da revista Época. O texto aborda a novela do SBT Amor e Revolução, trama que vem esquentando o clima político no Brasil.

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Amor e Revolução

Paulo Moreira Leite

19/04/2011

Fico feliz em constatar que a Censura sofreu uma derrota importante. Militares da reserva tentaram proibir a novela “Amor e Revolução”, do SBT, mas foram derrotados. Acho ótimo.

“Amor e Revolução” é uma novela com vários defeitos mas não se pode deixar de registar sua coragem. Não há notícia, na história da TV brasileira, de um retrato tão cru (e em certa medida cruel) da violência ocorrida nos porões do regime militar. O folhetim exibe cenas de tortura como nunca se viu, sem tratá-la como um evento incomum, mas como um dado banal da luta política no período.

É chocante, mas não deixa de ter seu mérito. O resgate de um fato verdadeiro é sempre um valor positivo — por mais que seja doloroso e inconveniente.

Outro aspecto é que a TV brasileira tem uma dívida histórica com a memória do país. As grandes redes de TV cresceram e se consolidaram durante o regime militar. Não é possível definir uma relação de causa e efeito entre o governo dos generais e a construção das redes nacionais — este processo era inevitável do ponto de vista do progresso das comunicações e iria ocorrer de qualquer maneira.

Mas ele assumiu formas peculiares em nosso país e isso se explica pelas relações promíscuas entre os canais de TV e o regime.

A Censura era uma força determinante no noticiário das emissoras, no foco da cobertura e na escolha dos assuntos. Vivia-se sob um regime de força e é assim que as coisas ocorrem numa ditadura. Mas não só. Havia também o interesse.

O regime militar favorecia e protegia seus amigos e punia quem resistisse. Um dos momentos máximos deste poder autoritário residia no momento de conceder as célebres concessões de rádio e TV. Ganhava-se uma concessão em troca de um currículo de boa vontade. Aliados do governo Goulart foram punidos e perseguidos até que tiveram de entregar os pontos.

O próprio SBT, que exibe Amor e Revolução, enquadra-se nessa categoria. Nos tempos da ditadura, chegou a criar um programa apenas para falar bem de João Figueiredo, um dos presidentes do regime militar. Considerando que desde 1988 o país tem uma nova Constituição, que proibe toda forma de censura, a iniciativa de fazer uma novela sobre um periodo tão marcante é até um pouco tardia.

Num momento em que o Planalto defende a aprovação da Comissão da Verdade, que pretende auxiliar na apuração dos crimes do regime militar, um folhetim desse tipo parece muito mais do que uma simples coincidência.

Mas não deixa de ser elogiavel.

A questão é a novela em si. Já ouvi gente dizendo que a intenção é boa. Eu acho muito fraca. O enredo não tem a envergadura de um processo histórico e trata os conflitos da época de forma simplória e reducionista. Os conflitos lembram filmes de bangue-bangue. Os diálogos são bisonhos e as disputas ideológicas, que envolvem pessoas que ajudaram a decidir o destino do país em determinado momento, são um campeonato de chavões — entre amadores.

Quem quiser entender por que o Brasil passou 20 anos sob um regime militar não irá aprender muita coisa — ou será obrigado a acreditar que tudo se resume a um conflito entre mocinhos e vilões.

Concordo que é fácil distinguir entre o certo e o errado quando se trata de comparar uma democracia com uma ditadura. Não é preciso entrar em discussões “complexas”. Mas tomar partido não basta, vamos combinar.

Os fatos da época estão lá mas não há contexto. Os personagens ficam deslocados, determinadas situações deixam de fazer sentido. Generais e estudantes de 64 fazem discursos como se estivessem em 1968. Um casal apaixonado cultiva flores no maior estilo hippie no mesmo sítio onde se preparam ações armadas.

Novelas são formas legítimas de entretenimento. Mas, quando pretendem falar de processos históricos, precisam ter uma noção mais clara de uma realidade em seu conjunto político, economico, cultural. Caso contrário, fica difícil acreditar naquilo que se vê no vídeo.

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Eis-me de regresso, leitor amigo, para comentar um texto, digamos, 70% honesto – o que não é marca desprezível, em se tratando da origem que tem.

Desde que estreou, no início do mês, que a novela do SBT Amor e Revolução vem sofrendo um processo que pretende desestimular o público de assisti-la. E quem empreende tal processo é a grande imprensa por razões que todos conhecem, ou seja, essa imprensa era aliada dos ditadores.

A argumentação contra a novela tem sido risível. Pode ser usada contra qualquer novela da Globo, aliás, mas só é usada contra a do SBT. Falam dos diálogos “ginasianos”, segundo um colunista da Folha de São Paulo, ou “bizonhos”, segundo o articulista da Época. A novela também conteria imprecisões históricas e seria maniqueísta, agora na visão do jornal e da revista.

Alguém, por acaso, já assistiu a um simples capítulo da novela “das oito” da Globo, por exemplo? Se verossimilhança da trama for o requisito, a novela Amor e Revolução encerra muito mais. Aquele mundinho das tramas globais tem sempre mais de 80% de brancos de aparência européia em um país em que mais da metade da população é descendente de negros. Os ricos todos, salvo o vilão de plantão, amam pobres e não são racistas, como quer Ali Kamel.

Se Paulo Moreira Leite, indiretamente empregado da Globo, quer ser realmente honesto – e ele parece que tentou ser o mais honesto dentro de suas circunstâncias de simples homem empregado em um império de comunicação –, tem que reconhecer que se formos tão exigentes com as novelas do seu patrão quanto estão sendo com a do SBT, nenhuma se salva.

O que mata essas novelas são os modelos transformados, de improviso, em atores. Essa garotada bonitinha, branquinha, loirinha, de olhinhos clarinhos e sobrenome europeu pode ser muito boa para tirar fotos, mas para dramaturgia, é um desastre. São inexpressivos, artificiais. Tudo o que sai de suas bocas, de suas expressões faciais e da linguagem corporal, soa falso.

Nesses quesitos, a novela do SBT tem tantos ou mais bons atores, que convencem, quanto as novelas da Globo.

Jaime Periard, o delegado Aranha, é assustador. Cada vez que aparece no vídeo, com sua perversidade infindável, faz o telespectador ficar tenso. O mesmo acontece com os perturbadores Filinto Guerra (Nico Puig), Fritz (Ernando Tiago) e general Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga). Os vilões são sempre os melhores.

Mas há, também, a convincente interpretação do eterno Claudio Cavalcanti, que interpreta o líder camponês Geraldo, uma espécie de João Pedro Stédile dos anos 1960. Em (bem) menor escala, pode-se, com alguma boa vontade, encontrar outras interpretações passáveis, ainda que sem brilho.

E todos esses colunistas da grande imprensa implicaram com um suposto “maniqueísmo” da trama da emissora de Senor Abravanel. Essa mania desses colunistas de ficarem repetindo todos as mesmas opiniões polêmicas é que responde pelos 30% do artigo de Paulo Moreira Leite que são a mais pura empulhação.

Maniqueísmo? Ora, vá se catar, Paulo! Que maniqueísmo? Você consegue fazer um filme sobre o regime de Hitler apontando defeitos nos que o combateram? A ferocidade, a demência, a vilania dele foi tão grande que qualquer menção a eventuais defeitos dos que o combateram se tornaria absolutamente irrelevante.

Imprecisões históricas? Que imprecisões? Os detratores da incômoda novela falam que não havia tortura nos primeiros anos do golpe. É piada. Quem quiser pode ler os relatos de leitores que viveram a ditadura colocados em todos os posts que escrevi sobre essa novela. Havia tortura de “comunistas” antes e depois do golpe, não só depois do AI-5.

A relevância e a coragem dessa novela, porém, foram muito bem admitidas pelo nosso estimado Paulo Moreira Leite – seu nível de honestidade intelectual, nas suas circunstâncias, chega a ser comovente.

Depois da tentativa de militares de pijama de censurarem a novela na Justiça, então, é que ela começa a ganhar a importância que tantos lhe negaram, inclusive na esquerda, quando este blog já dizia o que viria por ali. Hoje, por exemplo, vários jornais informam que, ao fim do capítulo, vai ao ar parte do longo depoimento gravado por José Dirceu. Vejam, abaixo, nota da Folha de São Paulo.

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Em novela, Dirceu relata maus-tratos sofridos no Dops

VERA MAGALHÃES
DE SÃO PAULO

Vai ao ar hoje, no encerramento do capítulo da novela “Amor e Revolução”, do SBT, o depoimento gravado pelo ex-ministro José Dirceu sobre sua prisão pela ditadura, em 1969, e o período em que viveu exilado em Cuba e clandestino no Brasil.

Já gravaram para a trama de Tiago Santiago nomes como Criméia Almeida, ex-guerrilheira do Araguaia, e Rose Nogueira, que dividiu a cela no Dops com a presidente Dilma Rousseff.

A participação de Dirceu é menos dramática. Ele faz uma distinção entre a época em que foi preso, quando a tortura ainda não era corrente, e o recrudescimento posterior. “Quando chegamos ao Dops houve uma sessão de pancadaria, de chutes.”

Ele narra que foram para o 4º RI, unidade do Exército em que Lamarca esteve preso, onde teria havido mais maus-tratos. “A comida era uma lavagem, a cela era pra ter pneumonia e tuberculose. Percebemos que aquilo já era prenúncio do que estaria pra começar de tortura e da ditadura”, diz Dirceu no vídeo, ao qual a Folha teve acesso.

Ele descreve as condições do congresso da UNE (União Nacional dos Estudantes), que levou à prisão de cerca de 800 participantes, em 1969, como “precárias”.

“Nós recebemos a informação de que o lugar estava cercado e decidimos não sair. Fomos todos presos”, conta Dirceu, que está inelegível após ser cassado pela Câmara, sob acusação de ter chefiado o mensalão. Ele é réu na ação penal do STF (Supremo Tribunal Federal).

Seu depoimento, de uma hora, deve ser usado em outros capítulos. A novela do SBT, que vai ao ar às 22h, estreou no último dia 5, com média de audiência de 7 pontos na Grande São Paulo.

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Por sua importância, por todos os créditos que o colunista da própria imprensa golpista admitiu, Amor e Revolução precisa resolver sua única distorção histórica grave, a ocultação do papel da grande imprensa do Rio e de São Paulo que Paulo Moreira Leite admite só em alguma medida porque não trata claramente da conspiração de seus patrões com os militares e os americanos.

As benesses que o corajoso colunista da Época relata que a imprensa golpista recebeu da ditadura e a participação dessa imprensa naquela ditadura – que ele não relata –, tudo tem que ir para a telinha. Silvio Santos e o próprio autor da trama, Tiago Santiago, não podem conspurcar iniciativa tão boa com omissão tão escandalosa que nem o colunista do PIG ousou cometer por completo.

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