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quarta-feira, 16 de março de 2011

Romário convoca Teixeira sobre acusação de corrupção na CBF

17.03.2011
Do BLOG DA DILMA
Conversa Afiada – Paulo Henrique Amorim:
JOHANNA NUBLAT – FILIPE COUTINHO – DE BRASÍLIA

Saiu na Folha online: Romário diz que denúncias são ’sérias’ e quer ouvir Teixeira

O deputado Romário (PSB-RJ) disse nesta quarta-feira que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, deve ir à Câmara dos Deputados responder às acusações do deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), que quer uma CPI para investigar a organização da Copa-2014.
Romário disse que vai apresentar, na próxima semana, um requerimento para convidar Teixeira a explicar as “sérias acusações” apresentadas por Garotinho. “Um esclarecimento dele na comissão seria, hoje, bem mais positivo que uma CPI.”
O comparecimento, porém, não afasta de todo a possibilidade da CPI. “Dependendo do que ele responder, a CPI pode não ter nenhum motivo [de ser instalada]. Se a resposta não for convincente, a gente terá mais que nunca a certeza da necessidade dela”, disse o ex-craque da seleção.

Em discurso na Câmara, Garotinho disse que Ricardo Teixeira é o chefe de uma “quadrilha que assalta os cofres públicos”. No requerimento para instalar a CPI, o deputado afirma que devem ser investigadas supostas “denúncias de irregularidades da composição societária do Comitê Organizador Local; no critério de divisão dos lucros da Copa e nos acordos firmados entre a CBF e as redes de tevê e patrocinadores”.
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Fonte:http://blogdadilma.blog.br/2011/03/romario-convoca-teixeira-sobre-acusacao-de-corrupcao-na-cbf.html

A direita ideológica some do quadro político brasileiro

16.03.2011
Do BLOG DA DILMA
UIRÁ MACHADO
MAURICIO PULS
DE SÃO PAULO


Em crise no país, legendas liberais trocam de nome para tentar sobreviver
Militantes dizem faltar espaço para ideias de direita; especialista vê consenso social-democrata no Brasil

Partidos explicitamente da direita ideológica tornaram-se produto raro no mercado político brasileiro. As legendas “liberais” praticamente desapareceram: das oito siglas com esse nome criadas após a redemocratização do país, só resta uma.

A remanescente é o PSL, que agrega o nome “social” ao “liberal” e tem um deputado federal. Os demais representantes do liberalismo decidiram trocar de nome após o fiasco eleitoral de 2006.

O PL fundiu-se com o Prona no PR (Partido da República) no final daquele ano, e o PFL passou a se chamar Democratas no início de 2007.

A mudança fez bem ao PR. O partido elegeu 40 deputados no ano passado, contra 23 em 2006 e 26 em 2002. Já o DEM mantém rota declinante: 105 deputados federais eleitos em 1998, 84 em 2002, 65 em 2006 e 43 em 2010.

Sem boas perspectivas, grande parte dos ex-liberais planeja seguir o prefeito paulistano Gilberto Kassab num processo de conversão maciça ao “socialismo” do PSB.

ALTERNATIVAS

A situação inusitada faz com que pessoas de direita não encontrem representatividade nos atuais partidos.

É o caso dos membros do Movimento Endireita Brasil. Filiados ao DEM, reclamam da falta de receptividade do partido “às ideias de direita, liberais” (veja texto abaixo).

Raciocínio similar guia o capitão da PM Augusto Rosa, de Ourinhos. Ele quer fundar o Partido Militar Brasileiro, de centro-direita -posição que “ninguém representa”.

Para o cientista político Fernando Abrucio, da FGV, o quase sumiço das legendas liberais resulta do “consenso social-democrata que se consolidou no país após os governos FHC e Lula”.

Segundo Abrucio, “hoje é praticamente inviável eleitoralmente defender abertamente bandeiras liberais, sobretudo se isso implicar cortes em gastos sociais”.

HISTÓRIA

A marca “liberal” (nome de um grande partido da era imperial) ressurgiu em 1984, quando dissidentes do regime militar decidiram apoiar a candidatura de Tancredo Neves (PMDB) à Presidência.

O uso desse nome visava dissociar o grupo da ditadura militar e realçar sua adesão aos valores liberais (defesa da liberdade individual e crítica à ingerência do Estado).

Essa escolha foi reforçada pelas vitórias de políticos neoliberais no Reino Unido (Thatcher) e EUA (Reagan).

Em 1985, a Frente Liberal se transformou em partido. No mesmo ano, Alvaro Valle, outro dissidente da ditadura, fundou o Partido Liberal. No ano seguinte, os “liberais” elegeram 124 deputados federais, contra 57 dos partidos de orientação “trabalhista”.

A queda do Muro de Berlim, em 1989, fortaleceu o liberalismo em todo o mundo. Francis Fukuyama, autor de “O Fim da História”, anunciou a sua vitória definitiva. Na avaliação do economista Roberto Campos, o liberalismo tinha vencido não apenas como doutrina intelectual, mas “como práxis política”.

A partir de 1990, os governos Collor (1990-1992), Itamar (1992-1994) e FHC (1995-2002) adotaram medidas liberalizantes, privatizando estatais e desregulamentando as relações trabalhistas.

No plano da “práxis política”, porém, a história teve curso mais complicado. Os resultados eleitorais dos “liberais” se revelaram piores que os dos “trabalhistas”.
As poucas legendas que adotaram o termo “liberal” logo sumiram, e PFL e PL desistiram da marca após 2006.
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Fonte:http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-direita-ideologica-some-do-quadro-politico-brasileiro

Chá de sumiço na Comissão da Verdade

16.03.2011
Do BLOG DA FOLHA

'Atualmente eu estou vivendo o livro', diz Dilma em programa de TV

16.03.2011
Do BLOG DA FOLHA e Do G1
Postado por Gilberto Prazeres


A presidente Dilma Rousseff afirmou no programa da "Hebe", da Rede TV, que foi ao ar na noite desta terça-feira (15), que não pretende escrever um livro sobre sua vida porque já vive seu próprio livro: "Atualmente eu estou vivendo o livro", disse a presidente.

Dilma foi entrevistada pela apresentadora Hebe Camargo em programa que foi gravado no final de fevereiro e exibido na noite desta terça. A entrevista foi no Palácio do Alvorada, residência oficial da presidente. Ao final, Dilma levou a apresentadora para passear no interior do palácio.

"Morar no palácio não é muito bom. O palácio não foi feito para as pessoas morarem, mas sim para visitar. Sempre que eu posso eu fujo para o Torto [Granja do Torto], que é mais casa, tem cara de fazenda”, disse a presidente.
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Fonte:http://www.blogdafolha.com.br/index.php/materias/18428?task=view

Maratona de Eduardo no Sertão inclui seminários, inaugurações e anúncio de obras

16.03.2011
Do BLOG DE JAMILDO


O governador Eduardo Campos inicia nesta quinta-feira (17), a sua maratona pelo Sertão do Estado para dar início à segunda edição do programa Todos por Pernambuco e também cumprir uma agenda paralela de inaugurações de obras e assinaturas de Ordem de Serviço e convênios em cinco municípios. Todo o secretariado estadual está envolvido na programação.

Petrolina será o ponto de início da caravana. Eduardo chega à cidade às 8h30 da manhã desta quinta-feira (17). Às 9h, ele abre o seminário do Todos por Pernambuco e depois circula pelas seis salas temáticas. À tarde, o governador preside a reunião plenária do programa e, no final do dia, visita a escola estadual Gercino Coelho que passa por uma reforma no valor de R$ 1,7 milhão.

Na sexta-feira, ainda em Petrolina, o governador vai inaugurar a pavimentação das estradas vicinais do Projeto Pontal, que prevê a implantação de infraestrutura hidráulica para irrigar 7.862 hectares. Serão inaugurados os acessos à Uruais (aproximadamente 20 km), à Fazenda Timbaúba (7,5 Km) e às Vilas N3 e N5. Obras realizadas com recursos do Governo do Estado.

Em seguida, Eduardo segue para os municípios vizinhos de Dormentes e Santa Filomena para entregar uma Escola de Referência e a pavimentação da estrada Santa Cruz da Baixa Verde/Santa Filomena, respectivamente. Às 14h30, o governador abre a reunião plenária do Todos por Pernambuco em Araripina e às 19h assina a Ordem de Serviço para a construção de uma Escola Técnica Estadual no município.

Após dormir em Araripina, Eduardo segue no sábado para Salgueiro às 07h da manhã. Chegando lá, visita as salas temáticas do Todos por Pernambuco. Às 14h, ele assina o convênio para ampliação e reforma do estádio municipal Cornélio de Barros e às 14h30 abre a plenária do Todos por Pernambuco. O seu retorno para Recife está marcado para as 19h.

O PROGRAMA – A edição 2011 dos seminários do Todos Por Pernambuco contará com seis salas temáticas, com capacidade para 50 pessoas, para discutir as principais áreas de gestão - saúde, segurança, educação e cultura, desenvolvimento econômico e sustentabilidade, desenvolvimento social e infraestrutura.

Os seminários serão abertos às 8h com o credenciamento dos participantes. Meia hora depois acontecerá a abertura oficial do evento. Às 9h serão divididas as seis salas temáticas. Às 13h, haverá uma pausa nas discussões para o almoço e às 14h30 começa a reunião plenária, cujo encerramento está previsto para 18h.

Além do governador Eduardo Campos e do vice-governador João Lyra Neto, todos os secretários de Estado estarão envolvidos com o seminário. Até o final de abril, o Todos por Pernambuco passará por Petrolândia (Sertão de Itaparica), Arcoverde (Sertão do Moxotó), Serra Talhada (Sertão do Pajeú), Santa Cruz do Capibaribe (Agreste Setentrional), Caruaru (Agreste Central), Garanhuns (Agreste Meridional), Goiana (Zona da Mata Norte) e Vitória do Santo Antão (Mata Sul), além do Recife. Essas cidades vão sediar as plenárias microrregionais com a participação de delegações dos municípios vizinhos.
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Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/03/16/maratona_de_eduardo_no_sertao_inclui_seminarios_inauguracoes_e_anuncio_de_obras_95094.php

Motorista que atropelou dois ciclistas não tem CNH, segundo a polícia

16.03.2011
Do MSN NOTÍCIAS
Por Marília Lopes, estadao.com.br

SÃO PAULO
- O motorista que atropelou dois ciclistas domingo em Porto Alegre e fugiu sem prestar socorro não tem carteira de habilitação, informou a Polícia Civil. Ele está em liberdade condicional e a polícia irá intimá-lo para depor. O nome do acusado não foi divulgado para não prejudicar as investigações.

Por volta das 15h30 de domingo, o motorista atropelou dois ciclistas na Avenida Assis Brasil, na zona norte da capital gaúcha. Ele fugiu sem prestar socorro. Com escoriações, os ciclistas foram encaminhados para o Hospital Cristo Redentor. O caso pelo é investigado delegado Gilberto Montenegro, da Delegacia de Crimes de Trânsito.

Este é o segundo atropelamento de ciclistas em pouco mais de duas semanas na capital gaúcha. Em fevereiro, o bancário Ricardo Neis atropelou ao menos 12 ciclistas que participam de um protesto na região central de Porto Alegre. O bancário alega que acelerou contra o grupo temendo ser linchado. Neis está preso no Presídio Central.
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Fonte:http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=28021686

A mídia na ordem do dia

16.03.2011
Do blog de Altamiro Borges

Reproduzo artigo do deputado federal Emiliano José (PT/BA), publicado no blog Conversa Afiada:

Os últimos anos têm sido pródigos em mudanças no Brasil. E elas ocorrem não aos saltos, mas por força de uma nova hegemonia que se vai construindo, que se vai tecendo pouco a pouco, conquistando corações de mentes, e vão se desenvolvendo, sobretudo, depois que o presidente Lula tomou posse em 2003. O que quer dizer que são resultado do milagre da política. Esta, no dizer de Hannah Arendt, é a única com possibilidades de produzir milagres, e certamente ela, ao dizer isso, não queria agredir aos homens e mulheres de fé, que não se discute.

Temos já outra Nação, com mais autonomia, com auto-estima elevada, exercendo a sua soberania, distribuindo renda, começando a enfrentar os nossos gigantescos problemas sociais. A presidenta Dilma dá sequência, com muito vigor, ao projeto iniciado em 2003, especialmente preocupada com o combate à pobreza extrema, ainda tão presente em nosso País. Ainda há muito que mudar. E cito problemas que teremos que enfrentar, como o da necessidade da reforma política e o da regulação dos meios de comunicação audiovisuais.

É especificamente sobre a regulação dos meios de comunicação que pretendo me debruçar nesse artigo. E o faço porque tenho me preocupado com isso desde há muito, dada a minha condição de cidadão, militante, jornalista e professor de Comunicação, e, também, pelo fato de o líder de minha bancada na Câmara Federal, deputado Paulo Teixeira, ter me destacado para contribuir na articulação da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e pelo direito à comunicação, ao lado de parlamentares de partidos diversos, entre os quais destaco a deputada Luiza Erundina, que sempre se dedicou à luta pela democratização da comunicação no Brasil.

Não é necessário estender-me muito para dizer da importância dos meios audiovisuais ou da mídia enquanto um todo, incluindo a impressa. Desde o seu surgimento em sua forma mais moderna, a imprensa ocupou um papel essencial na construção ou desconstrução de hegemonias políticas. E ocupou o centro também da construção de novas formas de convivência, de existência na humanidade. A mídia é construtora de uma nova sociabilidade. Por isso mesmo, não há Estado contemporâneo que não se preocupe com a regulação dos meios de comunicação, especialmente, nos tempos que vivemos, regulação dos meios de comunicação audiovisuais.

Como são essenciais à construção cotidiana da democracia, os meios audiovisuais têm que ser regulados pelo Estado de Direito democrático, como ocorre nos países de democracia considerada avançada. Curioso é que no Brasil quando se fala em regulação, alguns meios sentem-se agredidos, como se isso não fosse próprio do Estado democrático, como se isso não ocorresse em nações civilizadas e de democracias muito mais longevas do que as nossas. É que o uso do cachimbo faz a boca torta.

As poucas famílias que controlam nossa mídia considerada hegemônica acostumaram-se com uma regulação completamente anacrônica, defasada, sem qualquer conexão com a contemporaneidade, uma legislação inteiramente desconectada de uma sociedade midiatizada e que, por isso mesmo, não pode ficar à mercê da boa ou má vontade dos controladores privados dos meios audiovisuais. Uma sociedade midiática, onde os meios audiovisuais são impressionantemente majoritários, e invadem, para o mal ou para o bem, todas as classes sociais e todas as idades, não pode prescindir de uma legislação que dê conta de todas as novas e impressionantes singularidades desse admirável mundo novo. Que regule esse mundo.

Parece incrível, mas é verdadeiro: o Código Brasileiro de Telecomunicações, instituído pela Lei 4.117, é de 1962. Isso mesmo, não errei na data. É de quase meio século atrás. Quando, por exemplo, a televisão não era ainda o meio hegemônico. Quando as emissoras de rádio e os jornais tinham uma extraordinária importância. O Código sofreu alterações em 1967, sob a ditadura militar, e naturalmente para aplainar o caminho de uma sociedade que começaria a viver a idéia de um País em rede. No final de 1969, início dos anos 1970, surge a Rede Globo, alcançando todo o Brasil, para dar suporte político à ditadura, como todos o sabem.

Como um código desses pode dar conta dessa avassaladora presença dos meios audiovisuais, agora cada vez mais miniaturizados, concentrados em minúsculos aparelhos, admirável mundo novo da convergência digital, que pode chegar, de uma forma ou de outra, aos mais ricos e aos mais pobres, e cuja influência é gigantesca? Não pode mais. Decididamente, não pode.

Não se aceita mais que um País, com tamanha diversidade social, política e cultural, com tantas vozes e discursos, tão multifacetado, com uma cultura plural, riquíssima, se veja submetido a monopólios que insistem num pobre discurso único, de baixo nível. Democratizar a comunicação é respeitar a Constituição que veda monopólios. Democratizar a comunicação é dar voz a tantos atores sociais silenciados. Democratizar a comunicação é ampliar a propriedade dos meios para além dos monopólios. A democracia é que reclama isso.

O governo Lula, na reta final ano do segundo mandato, começou a discutir o problema. Teve a coragem de convocar a I Conferência Nacional de Comunicação. Isso mesmo, a primeira. E olhe que o Brasil realiza conferências populares uma atrás da outra. Mas a comunicação estava fora da agenda, não entrava na nossa pauta política. E, também, sob a direção do ex-ministro Franklin Martins, começou a elaborar um anteprojeto de regulação dos meios audiovisuais e o concluiu, deixando claro que não se iria tratar dos meios impressos. Esse anteprojeto está nas mãos do ministro Paulo Bernardo, das Comunicações.

E esse novo marco regulatório, cujo conteúdo ainda não conheço, certamente terá que discutir a concentração dos meios de comunicação audiovisuais nas mãos de poucas famílias, a propriedade cruzada desses meios (ou seja, diferentes meios de comunicação nas mãos de um único grupo), o fato de tantos meios audiovisuais se encontrarem nas mãos de políticos, as dificuldades para a constituição de rádios e tevês comunitárias, a importância do fortalecimento de um setor público audiovisual a exemplo do que ocorre nos países mais desenvolvidos, a regulamentação dos artigos da Constituição que asseguram, por exemplo, o respeito aos direitos humanos e a obrigatoriedade da produção regional entre tantos outros temas. Uma discussão, como temos defendido no início das articulações para a constituição da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e pelo direito à Comunicação, que conte com participação popular, com entidades que têm se dedicado a essa luta e à luta pelo respeito aos direitos humanos por parte dos meios audiovisuais, useiros e vezeiros em desrespeitar tais direitos.

Por ser um assunto maldito, que estava fora da pauta política, ainda há temor em tratar dele no Congresso Nacional, para além dos parlamentares eventualmente afinados com os lobbies dos monopólios. A bancada do meu partido, no entanto, estará firme nessa luta pela democratização dos meios de comunicação. E sei que bancadas como a do PSB, do PC do B, do PSol penso que também a do PDT, espero também que do PV e de outros partidos, deverão de dedicar a essa luta. Torço e luto para que toda a base aliada do Governo da presidenta Dilma se una em torno do novo marco regulatório quando ele chegar à Câmara Federal. Nossa bancada já está nessa luta. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com/2011/03/midia-na-ordem-do-dia.html

Brizola Neto assumirá como deputado.E o Tijolaço?

16.03.2011
Do blog de Rodrigo Vianna
Por Juliana Sada


Brizola Neto discursa durante reunião do diretório do PDT

Na última segunda-feira, o diretório regional do PDT/RJ decidiu uma troca de postos entre seus partidários. Brizola Neto, atual Secretário de Trabalho e Renda no Rio de Janeiro, trocará de cargo com Sérgio Zveiter, que deixará a Câmara dos Deputados para assumir a secretaria.

A modificação foi anunciada pelo presidente licenciado do partido Carlos Lupi, atual Ministro do Trabalho. Fernando Lobo, membro dos diretórios estadual e nacional do PDT, afirmou em seu blog que a troca está sendo feita a pedido da presidenta Dilma Roussef.

Nas últimas eleições, Brizola Neto concorreu à Câmara e não foi eleito, tornando-se o primeiro suplente do partido e assumindo a Secretaria de Trabalho e Renda do Rio de Janeiro.

Brizola Neto teve um papel fundamental na articulação da blogosfera progressista por meio de seu blog Tijolaço. A página deixou de ser atualizada após as eleições de 2010 e atualmente está fora do ar, deixando muitos leitores decepcionados. Além de voltar à Câmara, Brizola voltará à blogosfera?

Leia outros textos de Plenos Poderes
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Fonte:http://www.escrevinhador.com.br/

O DEM quer atrair a nova classe média. Será?

15.03.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha
Por Luiz Carlos Azenha

Leio no Estadão que a nova estrategia — de sobrevivência — do DEM será:

“investir nos eleitores de classe média, especialmente aqueles que chegaram há pouco nessa faixa, impulsionados pela ascensão que tiveram durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na avaliação dos dirigentes do DEM, essa nova classe média é conservadora nos costumes e cobra uma atuação mais presente do Estado. Nessas análises, o comando do partido concluiu que esse grupo de eleitores demanda uma participação direta do governo, mas de uma forma diferente do que se imaginava.

Não se trataria de estatizar empresas ou rechaçar privatizações, mas sim de exigir que a administração pública garanta a eficiência de serviços públicos – nas áreas de educação, saúde e segurança, por exemplo. “A pessoa que agora tem dinheiro para comprar um aparelho celular quer que esse serviço seja bom. E quer também que o preço caiba no fim do mês no seu orçamento. E isso eles não recebem do Estado”, diz o atual presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), que apoia seu sucessor, Agripino.

“É a mesma coisa com as passagens aéreas. Viajar de avião não é mais algo restrito às elites e esses novos consumidores cobram qualidade no serviço.”Para o comando do partido, as eleições de 2010 teriam demonstrado que esse eleitor é conservador e ficou órfão de um candidato especificamente voltado para ele. Por conta disso, teria migrado para a candidatura de Marina Silva (PV), justamente porque ela empunhava publicamente algumas bandeiras de interesse desse grupo, como, por exemplo, a oposição à legalização do aborto”.

Os leitores deste site se dividem, ou pelo menos se dividiam, entre aqueles que acreditam que em seus dois mandatos o presidente Lula optou por não politizar o eleitorado, ou seja, fugiu dos embates que poderiam contribuir para tal politização. Teria sido assim, por exemplo, nos casos da demissão do diretor da ABIN, Paulo Lacerda; da implementação das decisões da Conferência Nacional de Comunicação e do Plano Nacional de Direitos Humanos. Por motivos eleitorais e por não ter maioria sólida no Congresso, Lula teria optado por “comer pelas beiradas”, justificam os lulistas.

Outros dizem que o simples fato de Lula ter promovido ascensão de milhões já mudou a sociedade. Argumentam que isso deu uma nova dimensão social aos beneficiados, que aos poucos passariam a exigir direitos plenos de cidadania, o que seria em si um grande avanço.

Há, porém, os que apontam para o chamado fator Berlusconi: um eleitorado cujo principal objetivo é consumir quer mais é se afastar de sua origem, descartar suas marcas de nascença (de classe) e ingressar no maravilhoso mundo da Globo e da Veja. Ou seja, à ascensão econômica seguiria uma pretensa ascensão cultural, cuja aparente consequência no Brasil de hoje é a disseminação do country universitário, das siliconadas e dos tatuados, que copiam tudo o que aparece no BBB. A partir daí votar no DEM exige, convenhamos, um pequeno passo.

Por este raciocínio, os filhos dos beneficiários do Bolsa Família seriam os primeiros a negar apoio político ao programa, mimetizando as opiniões da classe média à qual pretendem pertencer de corpo e alma.

Como a negação da política é uma ferramenta muito utilizada pelos que não conseguem ganhar eleições, me parece que a opção do DEM se encaixa perfeitamente neste último raciocínio: a cobrança por “eficiência administrativa” descolada da política.

Vejo, no entanto, alguns problemas na proposta de reencarnação do DEM. Um deles: os esqueletos no armário do partido, que se posicionou oficialmente contra alguns dos projetos sociais de Lula, como o Prouni.

E mais: uma parte razoável dos eleitores de Marina Silva foi de jovens entusiasmados com as propostas dela e descontentes com a “velha política”, na visão deles representada pela dicotomia PT-PSDB. Dificilmente este eleitorado, que é idealista e ligado ao futuro, vai se identificar com grandes líderes da juventude como Agripino Maia.

Finalmente, pelo que leio aqui e ali, a proposta de Dilma Rousseff, de olho em 2014, seria ocupar espaços à direita, deixando os espaços à esquerda por conta de Lula. Se for verdade, o Brasil teria dado mais uma contribuição à Humanidade, além da jabuticaba: um governo de centro-esquerda que governa como se fosse de direita com o objetivo de ganhar eleições em 2014 como se fosse de centro-esquerda. A correlação de forças recomendaria a tática. Deve ser por causa da avassaladora maioria que PSDB e DEM conquistaram no Congresso…

Seja como for, como saímos do campo dos princípios para o eleitoralismo puro e simples — com Kassab se posicionando à esquerda, por exemplo –, acho que o DEM corre o risco de encontrar o caminho para a classe C congestionado.

Clique aqui para ler sobre o discurso antipolítica que acompanha as derrotas eleitorais da direita
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/o-dem-quer-atrair-a-nova-classe-media-sera.html

Roda histérica

15.03.2011
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães


Ao fim da edição desta semana do programa Roda Viva, da TV Cultura, fiquei sem saber quem me provocou o maior sentimento de que joguei fora mais de uma hora da minha vida, se a roda de jornalistas emocionalmente descontrolados ou o entrevistado pelo programa, o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, do PT gaúcho, que, à diferença do show que deu José Dirceu no mesmo programa no mês passado, poderia ter se poupado, e ao público, daquela perda de tempo.

Para entrevistar Maia, a tevê estatal tucana escalou jornalistas que continuam em campanha eleitoral, acorrentados ao discurso anti-Lula de José Serra e Fernando Henrique Cardoso. Quem adivinhar do que trataram Augusto Nunes (Veja), Eliane Cantanhêde (Folha de São Paulo), Marília Gabriela (Globo News e TV Cultura), Paulo Moreira Leite (Época) e Delmo Moreira (IstoÉ), ganha um fim de semana inteirinho ao lado dos dois tucanos que fazem a cabeça desse grupelho pseudojornalístico.

Se você disser que, basicamente, se limitaram a abordar o “mensalão” e as picuinhas com o Irã, acertará em cheio. Por incrível que pareça.

No início do programa, a “mediadora”, Marília Gabriela, anunciou que o presidente da Câmara estava lá “para falar de política, de seus planos, dos compromissos assumidos, de corporativismo e de governabilidade”. Não foi o que se viu. Maia foi levado até lá apenas para servir de saco de pancadas, para ouvir insultos ao governo Lula e a si mesmo e para atuar como coadjuvante das cenas de verdadeira histeria de Nunes, Cantanhêde e Gabriela, que disputavam entre si o troféu descontrole emocional.

Alguns que possam ter assistido ao programa ou que clicarem neste link e tiverem paciência de assisti-lo dirão que Maia se comportou da única forma que lhe cabia diante de cinco entrevistadores que nada mais faziam além de insultar o partido do entrevistado, ele próprio e, sobretudo, o ex-presidente Lula, e que, quando lhe era concedida a palavra, era impedido de falar, aos berros, pelo grupo de “entrevistadores”.

O presidente da Câmara passou os quatro blocos do programa fugindo do confronto, até que, a certa altura, refugiou-se em um mantra de que os jornalistas deveriam olhar também para o “lado positivo” do que acontece no Brasil, recitando os exemplos de tudo que melhorou. Como a cada vez que respondia assim os entrevistadores ficavam mais belicosos, o mantra foi se tornando robotizado, o que deve ter produzido no telespectador a sensação de estar assistindo a um teatro do absurdo.

Aliás, Cantanhêde e Gabriela, a certa altura, pensei que sofreriam uma síncope em meio a uma teatralização patética em suas intervenções, gesticulando muito, modulando o tom de voz de uma forma que chegava ao ponto de fazê-las quase berrar com os olhos postos no nada e os membros superiores se agitando descontroladamente.

Descreviam Lula como defensor de corruptos e de ditadores e inimigo dos direitos humanos, repisando o mesmo discurso sobre Delúbio Soares, Silvio Pereira, Land Rover, dólar na cueca etc., etc., etc. Por alguns momentos, voltei a 2005, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010, tempo durante o qual esses assuntos estiveram todo santo dia nos veículos dos patrões daquela bancada de paus-mandados.

O único momento um pouco melhor de Maia, quando saiu um pouco do mantra sobre a mídia dever também mostrar o lado positivo do Brasil, foi quando começaram a questionar que ele ocupasse a residência oficial do presidente de uma das Casas do Congresso e ele explicou que, na verdade, precisava de uma residência adequada a receber até chefes de Estado em jantares ou reuniões, e que a Casa que passa a ocupar se pareceria mais com uma “repartição pública”.

O absurdo programa nada teve de jornalismo. Mais pareceu uma exibição de telecatch (luta livre quase sem regras), não passando de um bate-boca, ou melhor, de espancamento de um membro de uma facção por um grupo de outra.

Duvido que alguém saiba dizer o que foi que conseguiu extrair de novo ou de relevante daquele programa. Mesmo os que odeiam Lula – o alvo primordial de tudo – apenas ouviram, pela putilionézima vez, os mesmos ataques ao ex-presidente repetidos à exaustão nos últimos seis anos, ao menos.

Para coroar aquela atração patética, o golpe de misericórdia foi a fala final a que cada integrante daquela roda histérica teve direito para, pela última vez, insultar um entrevistado que não conseguiu completar duas frases sem ser interrompido durante um programa que parecia que não acabaria nunca.

Reproduzirei apenas a fala final de Eliane Cantanhêde, que, numa cartada desesperada, tentou o insulto pessoal visando que Maia perdesse o controle, o que não fez claramente por medo, pois é óbvio que, se tivesse reagido, a mídia empreenderia uma campanha para derrubá-lo da presidência da Câmara, logo arrumando algum escândalo para si. Então, dispôs-se a aturar isso que vai a seguir, um ataque pequeno, condizente com alguém que nada tinha a dizer e disse assim mesmo.

Fiquei surpresa porque, como o senhor não é um deputado de primeiro time – passou a ser agora, porque o senhor era um deputado de segundo time, desculpa dizer isso –, saiu muito bem (sic) no programa e foi muito esperto ao defender, principalmente, o governo Lula. Mas não foi muito esperto ao defender a instituição Câmara.

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Fonte:http://www.blogcidadania.com.br/2011/03/roda-histerica/

Haddad defende educação à distância e ampliação das bolsas de estudo

15.03.2011
Do site do Partido dos Trabalhadores


O ministro da Educação, Fernando Haddad, destacou o novo Plano Nacional de Educação como o item mais importante em discussão para a pasta no Congresso Nacional. O plano é um conjunto de metas que tem como objetivo valorizar os professores, melhorar a qualidade do ensino e garantir o investimento anual de 7% do PIB para educação.

Na ocasião, a senadora Ângela Portela (PT/RO) destacou pontos positivos da proposta. “O fato de 20% das metas do Plano serem destinadas à formação e a valorização dos professores da educação básica. Destacamos também a importância de expandir em 50% o número de vagas para a educação infantil, para as creches”.

O ministro Fernando Haddad reforçou a idéia de que o MEC é favorável à mudanças no ProUni. “Nós apoiaríamos um projeto que fosse na direção de aperfeiçoar o programa nesses três pontos. A questão da contrapartida, da meia bolsa e a educação à distância. São três temas que podem ser discutidos com seriedade, com maturidade. Todo mundo quer o bem do ProUni. Então, vamos pontualmente avançar na correção de questões tópicas.”

Para o ministro, se todas as bolsas fossem integrais, seria mais fácil para o estudante de baixa renda. Fernando Haddad também destacou o melhor desempenho do Brasil nas avaliações internacionais, e lembrou que a expectativa para os próximos dez anos vai ser alcançar a mesma pontuação dos países desenvolvidos. (Bruno Costa – Portal do PT).
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Fonte:http://www.pt.org.br/portalpt/noticias/governo-dilma-41/haddad-defende-educacao-a-distancia-e-ampliacao-das-bolsas-de-estudo-47721.html