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quarta-feira, 2 de março de 2011

EUA retiram do mercado 500 remédios contra tosse, resfriado e alergia

02/03/2011
Do MSN NOTÍCIAS, e Agência Efe.com

Washington, 2 mar (EFE).- O Governo dos Estados Unidos ordenou nesta quarta-feira a retirada do mercado de cerca de 500 remédios não aprovados para o tratamento da tosse, resfriados e alergias, e iniciou ações contra seus fabricantes e distribuidores.

"A retirada do mercado destes produtos não aprovados reduzirá os riscos para os consumidores", disse Deborah Autor, da agência reguladora de alimentos e medicamentos (FDA, na sigla em inglês).

Estes compostos, não aprovados, não foram avaliados pelas autoridades, por isso não está avalizada nem sua segurança, nem sua eficácia e qualidade, assinalou um comunicado da agência, que indica que os consumidores correm riscos maiores quando usam produtos que não têm a aprovação da FDA.

"Há muitos produtos aprovados pela FDA que são vendidos com receita e também produtos apropriados que são vendidos sem receita e estão disponíveis para o tratamento da tosse, resfriados e sintomas de alergias", explicou Deborah.

A FDA notificou que as empresas fabricantes de produtos que já estavam em listas anteriores da agência devem deixar de produzi-los em 90 dias.

As companhias que fabricam os produtos acrescentados à lista nesta quarta-feira devem interromper a produção e distribuição imediatamente.
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Fonte:http://noticias.br.msn.com/mundo/artigo.aspx?cp-documentid=27870211

Miro: De puxa-sacos, Brasília já está lotada

02.03.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha
Por Altamiro Borges, no Pátria Latina

O governo Dilma Rousseff não completou ainda nem os “cem dias de trégua” e já causa polêmicas em setores da sociedade que tiveram papel ativo na sua eleição. Alguns se mostram decepcionados e anunciam o seu “desembarque”, adotando posturas típicas de oposição. Outros não toleram qualquer tipo de censura à presidenta e rotulam os críticos de “direitistas”, “afoitos” e outros adjetivos mais baixos. Penso que os dois extremos estão equivocados, erram pela precipitação.

Truque rasteiro da mídia demotucana

Não dá para cair no truque rasteiro da mídia demotucana, que tenta colocar uma cunha entre Lula e Dilma. A presidenta, com seu estilo próprio, representa a continuidade do seu antecessor. Sabe que foi eleita devido à popularidade de Lula, adquirida não por causa de seu carisma – mas graças aos programas sociais de transferência de renda, à valorização do salário mínimo, à postura democrática de diálogo com os movimentos sociais, à política externa altiva e ativa que granjeou respeito mundial.

Seria um suicídio político romper com esta trajetória, que conquistou amplo apoio da sociedade. Dilma sempre demonstrou muita firmeza de convicção no propósito de fazer avançar nestas mudanças. Além disso, o seu governo, apesar de priorizar a aliança com o centrista PMDB, tem forte presença de partidos e personalidades progressistas. Em algumas áreas isto já tem reflexos, como na Secretaria de Direitos Humanos que adota posições avançadas sobre a Comissão da Verdade e na luta contra a homofobia.

Retrocessos no campo econômico

O motivo das críticas, mais uma vez, encontra-se no campo econômico. A exemplo do primeiro mandato de Lula, o novo governo se inicia com medidas ortodoxas na macroeconomia – política monetária de elevação dos juros, política fiscal de corte de gastos e política cambial de libertinagem financeira. É o mesmo tripé de viés neoliberal do primeiro mandato de Lula. Com uma diferença básica: Lula podia argumentar que recebeu uma “herança maldita” de FHC, o que exigia medidas cirúrgicas e duras na economia.

Já Dilma Rousseff não tem como usar o mesmo argumento. Ela recebeu uma “herança bendita” de Lula em vários terrenos e tinha tudo para avançar. Infelizmente, tem predominado a visão administrativista, de evitar “marolas” e acalmar o “deus-mercado”. A oposição de direita e sua mídia já perceberam a contradição e adotam uma tática malandra. Criticam o que as forças progressistas elogiam – como a política de direitos humanos – e elogiam o que elas criticam – a política econômica ortodoxa.

Dois extremos perigosos

Nesta complexa disputa de idéias e projetos, as forças progressistas que garantiram a vitória de Dilma Rousseff também precisam agir com inteligência política. Nem partir para o oposicionismo frontal, que jogaria a sociedade na frustração e seria utilizado pela direita e sua mídia, nem cair na passividade acrítica. A luta política é um permanente jogo de pressões e contrapressões. Hoje não basta mais eleger governos, é preciso co-governar. A direita faz a parte dela, ancorada no principal partido do capital – a mídia.

As forças que desejam o avanço nas mudanças precisam também fazer seu jogo. Não podem ficar como espectadoras – como diz o José Simão, “quem fica parado é poste”. Neste sentido, as centrais sindicais acertaram ao criticar a presidenta pela “falta de diálogo” e ao pressionar o governo por um reajuste maior do salário mínimo. Acertam também aqueles, como muitos blogueiros, que apontam as falhas do governo em vários outros terrenos – como nas posições erráticas diante dos barões da mídia.

Autonomia, pressão e inteligência política

Num congresso de professores em São Paulo, João Felício, ainda presidente da CUT, usou uma expressão muito apropriada para a fase atual. Após rejeitar o voluntarismo esquerdista, ele também fez duras críticas à “passividade bovina”, daqueles que dizem amém a tudo o que o governo faz e fala. Referia-se, inclusive, a setores da sua própria central sindical, que não protagonizou uma pressão mais contundente contra a reforma regressiva da Previdência Social, no início do governo Lula.

Os setores progressistas precisam combinar três ingredientes básicos na luta política: autonomia, inteligência política e pressão. Autonomia para garantir o espírito crítico e vigilante. Inteligência para não fazer o jogo da direita. E pressão social para fazer avançar as mudanças. A soma destes ingredientes só fará bem ao governo Dilma, ajudando a alertar e corrigir erros de rota. A “passividade bovina” não ajuda em nada. De puxa-sacos, Brasília já está lotada.
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/miro-de-puxa-saco-brasilia-esta-cheia.html

Emir Sader: Pensamento crítico contra pensamento único

02.03.2011
Do blog de Luiz Carlos Azenha
Por Emir Sader*


O maior debate de ideias do nosso tempo é aquele que opõe o pensamento crítico ao pensamento único. A hegemonia neoliberal impôs o pensamento único e o Consenso de Washington como formas dominantes de enfocar a realidade e orientar as formas de vida das pessoas. Apologia do mercado, desqualificação dos Estados, taxação das políticas sociais como “populismo”, tentativas de desmoralização de tudo o que diferisse do capitalismo e do liberalismo, criminalização dos movimentos sociais e das suas lutas, entre outras fórmulas, foram disseminados pela mídia, pelas grandes editoras, ocupando espaços conquistados pelas grandes empresas monopolísticas.

Governos como os de Collor, Itamar, FHC, foram expressões do pensamento único e do Consenso de Washington. Consideravam que só havia uma política possível, aquela centrada nos ajustes fiscais e na estabilização monetária como eixo central dos governos. Governaram com programas similares aos de Menem, Fujimori, Carlos Andrés Perez, Salinas de Gortari, segundo as fórmulas do FMI, da OMC e do Banco Mundial.

A imprensa e as editoras difundiram esse discurso como o único possível, produzindo nova geração de best-sellers e de personagens da imprensa escrita, radial e televisiva, que se valiam do monopólio das empresas que os empregavam para repetir, mecanicamente, sem nenhuma criatividade, os mesmos jargões do pensamento único.

Os jornais foram perdendo interesse, todos se parecendo entre si, como se fossem escritos pela mesma pessoa, sem inventividade e defasados da realidade concreta. Os noticiários da TV foram sendo povoados por personagens grotescos, que banalizavam qualquer análise, vulgarizando os temas, sem qualquer informação ou análise concreta. Tudo isso foi desmoralizando a imprensa e fazendo com que os best-sellers esgotassem sua vigência conforme as crises seguintes fossem tirando-os de moda. Enquanto foi aparecendo a imprensa alternativa, hoje centrada na internet, que os derrota cotidianamente, de forma democrática, pluralista, inovadora, com ironia e criatividade.

A década que termina foi aquela que foi enterrando o pensamento único, esses personagens folclóricos na mídia e as forças políticas que os representam. A América Latina, principal vítima do neoliberalismo, foi quem mais fortemente reagiu, derrotando a imprensa monopolista e seus esquemas de pensamento.

Quando praticamente toda a mídia atacou Lula ao longo dos 8 anos do seu mandato, mas Lula terminou-o o com 87% de apoio e só 4% de rejeição – o que foi conquistado da opinião pública por essa mídia -, estava dada a derrota do pensamento único, do Consenso de Washington e dos seus porta-vozes. O mesmo aconteceu em muitos outros países da América Latina.

O debate atual sobre um simples projeto de promoção de debates de interesse geral para o Brasil de hoje em um centro de caráter público gerou uma resistência feroz da parte dos porta-vozes do pensamento único, que acreditam que ainda gozam do monopólio de formação da opinião publica. Será que não se dão conta de que suas ideias foram derrotadas nas últimas três eleições presidenciais? Que esses órgãos da mídia, que apoiaram a ditadura, foram perdendo leitores, credibilidade, viabilidade, foram sendo abandonados pelos jovens, pelos que preferem o pensamento crítico ao pensamento único?

É uma triste – e muito dura para eles – decadência, irreversível. Os brasileiros demonstram, no apoio que deram e dão ao Lula, atacado por eles todos os dias, como se autonomizaram desses meios que tentavam fazê-los pensar todos iguais, pela cartilha dos organismos internacionais.

Jornalistas mais jovens foram ocupando lugares nessa imprensa e envelhecem rapidamente, não conseguem ter sensibilidade popular para sentir como os governos Lula e Dilma triunfam porque se opuseram a seus clichês, porque derrotaram e derrotam cotidianamente suas opiniões. Os mesmos órgãos que repetem esses clichês ficam implorando para que escrevamos para eles. Eu lhes respondo que um texto dos “blogueiros sujos” – como o seu candidato nos chamava – tem milhares de vezes mais leitores do que um texto na sua mídia, que vende cada vez menos, cada vez é menos lida, cada vez mais é reduzida à intranscendência.

Hoje os grandes pensadores brasileiros são os que exercem ativamente o pensamento crítico contra o pensamento único. Pensadores como Marilena Chauí, Maria Conceição Tavares, José Luiz Fiori, Maria Rita Kehl, Wanderley Guilherme dos Santos, Leonardo Boff, Marcio Pochmann, Tania Bacelar – para mencionar apenas a alguns – desenvolvendo suas formas distintas de pensamento em uma lógica oposta aos dogmas do pensamento único, que continua a orientar a velha mídia. Por isso são cada vez menos lidos, não são mais levados em conta, constituem a útima geração de jornalistas desse tipo, de uma mídia monopolista que perdeu importância e viabilidade. Sobram para eles personagens grotescos, muitos deles ex-esquerdistas, que se penitenciam a vida inteira por ter sido de esquerda e repetem os mesmos clichês de todos, para poderem ter algum espaço nos jornais, revistas e programas de televisão.

O Brasil mudou e derrotou tudo isso que representa o Brasil do passado, aquele que fez do nosso país o mais desigual da América Latina e um dos mais desiguais do mundo. Aqueles que reclamam dos espaços de pensamento alternativo – na internet, nos centros de debate, nas publicações novas – são os mesmos que reclamam que os aeroportos se parecem a rodoviárias, os que reagem brutalmente para tentar impedir que a massa da população brasileira tenha acesso a bens fundamentais, até há pouco reservado a eles. São os que perderam e seguem perdendo as eleições, porque estão sem sintonia com o novo país. Usam ainda o monopólio privado da mídia para tentar sobreviver um pouco mais.

Todas as agressões que me reservam, eu as recebo como condecorações ao pensamento único. Não tive medo da ditadura, de processos que tentaram me silenciar, resisti, como tanto outros, a toda essa engrenagem e saímos vitoriosos, com a vitória do Lula e da Dilma. Grave seria se me exaltassem, eu esperava isso, porque conheço a direita brasileiro e seu ranço elitista. Porém o Brasil para todos os condena a falar para si mesmos, enquanto um novo Brasil surge, apesar de tudo isso e contra o pensamento único e o Consenso de Washington.

Os projetos propostos não serão brecados por essa barreira de intolerância e de neo-bushismo, dos saudosos de outras épocas em que dominavam a esfera pública. Esses projetos serão realizados – em um ou outro espaço público, disso não tenham dúvidas – e esperam contar com o apoio de todos os que preferem o pensamento crítico ao pensamento único. Eles passarão, nós passarinhos.

* Emir Sader é sociólogo e professor de Ciência Política, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

PS do Viomundo: O sociólogo Emir Sader deveria assumir esta semana a presidência da Fundação Casa de Rui Barbosa. Porém, caiu antes. Foi após críticas à ministra da Cultura, Ana de Hollanda, numa entrevista à Folha de S. Paulo. A informação foi publicada hoje no portal de O Globo.

Clique aqui para ler o comunicado do professor Emir Sader
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/emir-sader-pensamento-critico-contra-pensamento-unico.html

"Vivemos na Síria um reino de silêncio"

02.03.2011
Do jornal português, O PÚBLICO
Por Margarida Santos Lopes


Uma vigília solidária com o Egipto levou à detenção de uma das mais importantes dissidentes em Damasco. Na esquadra, Suhair Atassi foi agredida e ameaçada de morte. O regime "não suportou a luz das velas de uma concentração pacífica", diz ela ao P2, muito menos irá tolerar uma manifestação, no dia 15, para derrubar o Presidente Bashar al-Assad.

Bashar al-Assad acabou com a "Primavera de Damasco" pouco depois de herdar o poder em 2000 (Foto: Khaled al-Hariri/Reuters)

Sou presidente do Fórum Jamal Atassi, grupo que existe apenas no Facebook, depois de nos ter sido negada existência real e legal. O fórum reclama reformas políticas na Síria e o fim das leis de emergência que suspendem os nossos direitos constitucionais desde 1963.

Não é fácil ser uma activista na Síria. Neste reino de silêncio, as autoridades não suportaram sequer a luz das velas de uma concentração solidária e simbólica, como a que um grupo de homens e mulheres tentou organizar, a partir 29 de Janeiro, em apoio dos egípcios livres.

E que dizer dos "dias de ira"? Na Síria existe uma dupla aterradora: por um lado, a fúria contida, que advém da deterioração das condições de vida, da corrupção, do monopólio, para não falar da repressão das liberdades, das bocas amordaçadas, dos despedimentos laborais, da proibição de viajar para o estrangeiro, apenas por divergência de opinião quanto ao regime; por outro, o medo das medidas de punição dos que se atrevem a contestar, medidas que variam entre perseguições e convocações aos serviços de segurança, interrogatórios, pressões exercidas sobre familiares, detenção durante anos e anos, com acusações forjadas à luz de um Estado de emergência que desgastou o país e de um sistema judicial nada independente, que se submete aos órgãos de segurança.

Há uma fúria oculta que ferve no peito. Um gemido abafado. Um pavor cujas paredes alguns tentam quebrar. Foi o que aconteceu e o que acontece todos os dias. O que se passou a 4 e 5 de Fevereiro deste ano com apelos feitos através do Facebook para concentrações pacíficas? Fomos chamados para "um dia de fúria" por pessoas que, na sua maioria, vivem fora da Síria. Mas suportarão os que estão dentro do país que seja quebrada de uma só vez as barreiras de silêncio e de medo que se acumularam ao longo de anos, de décadas? As ruas fervilharam naqueles dois dias - mas fervilharam com elementos das forças de segurança, de todos os ramos. Elementos que, com uma violência brutal, lidaram com uma concentração de velas em solidariedade com egípcios livres.

Circula agora uma nova petição no Facebook para uma "revolução síria" contra o regime e um novo "dia de fúria", mas não passa, mais uma vez, de um convite virtual sem raízes sólidas na realidade do dia-a-dia sírio. Estes apelos virtuais não vão conseguir acender a chama da mudança que irá inspirar os sírios na busca de uma mudança genuína.

A verdadeira chama estará, provavelmente, noutro lugar. Por exemplo, numa manifestação espontânea, como a de 17 de Fevereiro, depois de a polícia ter espancado um empresário local. Nessa manifestação, as pessoas gritavam: "O povo sírio não será humilhado", "Vergonha, vergonha" e "Porquê, porquê?". O ministro do Interior interveio rapidamente, para controlar a situação e impedir uma escalada maior.

Esta chama também pode surgir do efeito cumulativo da solidariedade expressa ao povo líbio, a 22 e 23 de Fevereiro. Nessa altura, activistas foram atacados, verbal e fisicamente. As pessoas gritavam insultos: "É traidor o que reprime o seu povo." Alguns activistas foram detidos e admoestados para não se envolverem em futuras manifestações. Posteriormente foram libertados.

Intifada da cidadania

Creio, sinceramente, que estamos a testemunhar os primeiros passos para quebrar a barreira do medo que se apoderou de todos os aspectos da nossa vida. A Intifada do Egipto e, antes dela, a da Tunísia, trouxe esperança a todos os que sofrem sob o jugo de regimes autoritários, despóticos e corruptos, que monopolizam a política e as riquezas do país. A Intifada no Egipto e na Tunísia revelou que a aspiração à liberdade necessita de uma acção positiva em vez da passividade do espectador que cede diante de políticas repressivas por temer o desconhecido - que, contudo, jamais será pior do que a presente situação.
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Fonte:http://www.publico.pt/Mundo/vivemos-na-siria-um-reino-de-silencio_1482939

Legislador do Quênia é expulso do Parlamento por usar brincos

02.03.2011
Do MSN NOTÍCIAS, via BBC BRASIL


Mbuvi é conhecido por seu estilo extravagante de se vestir

Um parlamentar no Quênia foi expulso do Parlamento do país por usar brincos com pedras preciosas e óculos escuros.

A expulsão ocorreu na terça-feira após outros legisladores concluírem que a forma como Gidion Mbuvi se veste viola o decoro da casa.

O vice-presidente do Parlamento, Farah Maalim, defendeu a expulsão de Mbuvi, disse que esta é a primeira vez que um parlamentar homem usou brincos durante o exercício da função.

Mbuvi, conhecido por seu estilo extravagante de se vestir, foi eleito para o legislativo queniano no ano passado.

O jornal local Daily Nation cita o parlamentar Bifwoli Wakoli afirmando que seria errado 'um homem copiar a forma de uma mulher se vestir'.

Já Mbuvi se defendeu dizendo que apenas representa a maneira jovem de se vestir, e seus simpatizantes acusaram Maalim de intolerância.

Após o vice-presidente do Parlamento afirmar que o código de vestimenta para um parlamentar é calça comprida, paletó, gravata, camisa de manga comprida, meias e sapatos fechados, Mbuvi concordou em retirar os óculos e os brincos, segundo o jornal.
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Fonte:http://noticias.br.msn.com/mundo/artigo-bbc.aspx?cp-documentid=27866517

CUT cobra fim do imposto sindical e reafirma crítica à política macroeconômica

02.03.2011
Do BLOG DE JAMILDO


A Executiva Nacional da CUT, reunida na terça-feira, dia 1º, em São Paulo, decidiu retomar a campanha pelo fim do imposto sindical e sua substituição pela contribuição da negociação coletiva. Neste mês de março, os trabalhadores e trabalhadoras assalariados do país inteiro terão desconto de um dia de serviço por conta deste imposto.

Essa bandeira, que faz parte das propostas da CUT desde que a Central foi criada - na verdade, uma das razões de sua fundação -, vai ganhar destaque renovado nas ações da entidade neste ano de 2011.

A CUT pretende cobrar o cumprimento dos termos do acordo assinado com o governo e as demais centrais em agosto de 2008 que, logo após o reconhecimento legal das centrais, estabelecia que o imposto deve ceder espaço para a contribuição da negociação coletiva.

Conjuntura econômica

Outra conclusão fundamental, fruto do debate sobre conjuntura, é a de que a CUT continua criticando a política macroeconômica do governo federal.

Para a CUT, os cortes orçamentários e a elevação da taxa básica de juros concorrem para a diminuição da atividade econômica, comprometem seriamente o crescimento e, como consequência, vão na direção contrária do projeto de desenvolvimento sustentável com distribuição de renda, geração de empregos decentes e combate à miséria.

De acordo com o presidente da CUT, Artur Henrique, o argumento do "combate à inflação" utilizado pela equipe econômica do governo é insustentável, "uma vez que não vivemos uma inflação de demanda, mas ditada pela especulação de alimentos, de commodities no mercado internacional", disse.

"Aumentar os juros, portanto, é um tiro no pé. Pode aumentar o quanto quiser que não vai fazer nem cócegas lá fora e ainda nos trará outro problema: o do corte de gastos do custeio da máquina pública para drenar R$ 50 bilhões ao superávit primário", condenou o líder cutista. Apenas com o aumento da taxa de juros no ano passado, alertou Artur, "foram gastos R$ 175 bilhões", dinheiro que saiu da produção e do desenvolvimento para ser esterilizado com os especuladores.

Por outro lado, alertou Artur, se queremos "acabar com a miséria até 2014, como tem defendido a presidenta Dilma, precisamos de um Estado indutor do desenvolvimento e não de uma redução de custo fiscalista, como propõem o BC e os analistas de mercado". "Segurar a economia significa não ter aumento da renda", sublinhou.

Sobre o imposto sindical


Em março de 2008, a CUT e as demais centrais assinaram acordo conquistando nosso reconhecimento legal. Naquele momento, todos os presidentes dessas entidades colocaram seus nomes num compromisso público e documentado de que o imposto sindical tinha prazo para acabar.

O acordo afirmava que o imposto daria lugar para uma nova forma de sustentação financeira da estrutura sindical, uma taxa que passamos a denominar contribuição sobre a negociação coletiva, a ser aprovado, em assembléia, pelos próprios trabalhadores.

O acordo, para virar Lei, necessita de um projeto a ser votado e aprovado pelo Congresso. Do Ministério do Trabalho, onde foi subscrito pelas partes, deve passar pelo crivo da Casa Civil, que então o encaminharia, como projeto do Executivo, ao poder Legislativo.
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Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/03/02/cut_cobra_fim_do_imposto_sindical_e_reafirma_critica_a_politica_macroeconomica_93702.php

Portugal:PCP: números da execução orçamental são para Sócrates impressionar Merkel

02.03.2011
Do jornal português, O PÚBLICO
Por Nuno Simas

Reunião na Alemanha

Honório Novo (Foto: Rui Gaudêncio)

O PCP considera a divulgação de números preliminares sobre a execução orçamental até Fevereiro “um fait divers mediático” para José Sócrates “impressionar a senhora Merkel” na reunião de hoje à tarde com a chanceler alemã.

A antecipação dos dados da execução de Fevereiro pelo Governo revelam, segundo o deputado comunista Honório Novo, essa estratégia de “impressionar” Merkel, e são também muito parciais. Os números hoje divulgados (despesa corrente primária) são apenas “um terço das contas que contam” para o défice.

Os números que Sócrates leva a Merkel não revelam, porém, os sacrifícios pedidos aos portugueses – famílias a quem cortaram o abono de família, os cortes salariais na função pública ou nos subsídios de desemprego.

A despesa efectiva do Estado caiu 3,6 por cento nos dois primeiros meses do ano, face aos dois primeiros meses de 2010, muito à custa de uma queda de 5,3 por cento em salários, segundo dados preliminares da execução orçamental de Fevereiro que o primeiro-ministro apresenta hoje à chanceler da Alemanha.
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Fonte:http://economia.publico.pt/Noticia/pcp-numeros-da-execucao-orcamental-sao-para-socrates-impressionar-merkel_1482888

Kadhafi diz que poderá haver milhares de mortos se ocorrer intervenção estrangeira na Líbia

02/03/2011
Da Agência Brasil, via Agência Lusa

Brasília
- O líder líbio Muammar Kadhafi afirmou hoje (2), num discurso transmitido pela televisão estatal, que poderão existir “milhares de mortos” em caso de uma intervenção militar estrangeira no país.

“Milhares de líbios irão morrer caso exista uma intervenção dos Estados Unidos ou da [Organização do Tratado do Atlântico Norte] Otan na Líbia”, disse perante uma plateia de apoiadores, reunidos numa cerimônia pública em Trípoli. “Desde 1977, eu e os oficiais [que lideraram a revolução de 1969] entregamos o poder ao povo”, salientou Kadhafi, a plateia que reagiu com frases de apoio ao líder líbio.

Kadhafi voltou a dizer que “não existem manifestações na Líbia”, contrariando os registos de centenas de mortos e os relatos de que os rebeldes já controlam as principais localidades da região Leste do país.

O líder líbio argumentou mesmo que as “grandes manifestações” realizadas no país foram feitas em seu apoio. “Homens, mulheres, crianças e velhos participaram em manifestações [de apoio] sem precedentes mas os canais árabes via satélite não transmitiram”, frisou.

Kadhafi, que foi interrompido por diversas vezes pelo público, apelou ainda à Organização nas Nações Unidas (ONU) para enviar uma comissão de inquérito à Líbia.

“Apelamos ao mundo e à ONU para enviar uma comissão de inquérito à Líbia para esclarecer as circunstâncias da morte de civis e polícias”, disse o governante, garantindo ainda que “não existem presos políticos na Líbia”.

O líder líbio assegurou que as suas forças irão combater “até a última gota de sangue” para “proteger a Líbia”, uma vez que “a conspiração vem do estrangeiro”.

Desde 15 de fevereiro Kadhafi enfrenta uma onda de contestação sem precedentes desde a sua ascensão ao poder, em 1969.

Os confrontos, segundo números levantados por organizações humanitárias, já causam centenas de mortos.
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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/home;jsessionid=1E7EF6A20C03B4DC968132CAD2CEC6A0?p_p_id=56&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=2&p_p_col_count=3&_56_groupId=19523&_56_articleId=3201523

Inflação semanal diminui em seis das sete capitais pesquisadas pela FGV

02/03/2011
Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro
- A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) diminuiu em seis das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na última semana de fevereiro. A principal redução na taxa foi observada em Brasília, onde o IPC-S passou de 0,29% na semana de 22 de fevereiro para 0,02% na semana de 28 de fevereiro. Esse também é o resultado mais baixo neste levantamento entre as capitais observadas.

De acordo com a FGV, também houve redução do índice em São Paulo (de 0,66% para 0,47%), que é a capital com maior peso na formação do IPC-S; em Salvador (de 0,37% para 0,21%); em Belo Horizonte (de 0,61% para 0,50%); em Recife (de 0,25% para 0,14%); e no Rio de Janeiro (de 0,58% para 0,53%).

Apenas em Porto Alegre os preços subiram com mais força no período e a taxa aumentou de 1,24% para 1,48%.

Na média nacional, o IPC-S atingiu 0,49% na última semana de fevereiro, com redução de 0,12 ponto percentual em relação ao resultado da semana anterior (0,61%). A diminuição foi puxada principalmente pelo menor ritmo de aumento nos preços das despesas de transportes, que no período ficou 0,60 ponto percentual menor do que no levantamento anterior.

O IPC-S é medido semanalmente pela FGV e registra a variação de preços em sete capitais, no período de um mês.

Edição: Juliana Andrade
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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/home;jsessionid=1E7EF6A20C03B4DC968132CAD2CEC6A0?p_p_id=56&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-3&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=7&_56_groupId=19523&_56_articleId=3201341

Nobel da Paz é demitido de banco

02/3/2011
Por BBC, BBC Brasil, Atualizado: 10:43
BBC Brasil
"Muhammad Yunus (arquivo - AFP)"


Yunus venceu o Prêmio Nobel da Paz em 2006

Muhammad Yunus, fundador do banco Grameen de microcrédito e ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 2006, foi demitido do banco que criou.

'O Banco de Bangladesh está liberando Yunus de suas atividades como gerente-diretor do banco Grameen', disse Muzammel Huq, presidente do Grameen, à BBC.

De acordo com correspondentes, a demissão de Yunus é consequência de uma longa desavença com o governo de Bangladesh. Ele se desentendeu com o primeiro-ministro bengalês, Sheikh Hasina, em 2007, quando tentou estabelecer um novo partido no país.

O governo bengalês é dono de 25% das ações do Grameen, o banco pioneiro no conceito de microcrédito, fazendo pequenos empréstimos a pessoas pobres, que geralmente não tinham seus pedidos aceitos por bancos tradicionais. Este esquema se multiplicou no mundo todo.

Aposentadoria

O Banco de Bangladesh informou que Yunus desrespeitou as leis de aposentadoria do país ao permanecer na direção do Grameen muito além da idade obrigatória de aposentadoria, que é de 60 anos. Yunus tem 70 anos.

Muzammel Huq também informou que Yunus não conseguiu a aprovação necessária do Banco de Bangladesh quando foi indicado para o cargo de diretor-gerente do Grameen em 1999.

'O estatuto do banco Grameen determina claramente que o diretor-gerente deve ser indicado pela diretoria com aprovação do Banco de Bangladesh', disse.

Huq afirmou ainda à BBC que já foi enviada uma carta do banco central para o Grameen ordenando a saída de Yunus do cargo.

'O mais importante diretor do banco ocupará automaticamente o cargo de diretor-gerente (interino). Vou convocar uma reunião da diretoria em breve e logo um comitê será formado para indicar um diretor-gerente (permanente).'

Difamado

Uma porta-voz de Yunus informou que uma declaração oficial será divulgada ainda na quarta-feira.

Correspondentes afirmam que a demissão dele do banco Grameen não deverá ser bem recebida internacionalmente.

Um grupo de instituições de caridade liderado pela ex-presidente da Irlanda Mary Robinson defendeu Yunus em janeiro, afirmando que ele foi injustamente difamado pelo governo de Bangladesh.

O grupo chamado Amigos do Banco Grameen afirmou que Yunus foi submetido a ataques 'agressivos' e a uma campanha 'orquestrada entre políticos'.

Em dezembro, o primeiro-ministro Sheikh Hasina acusou Yunus de tratar o Banco Grameen como 'propriedade particular' e acusou que o banco estava 'sugando o sangue dos pobres'.

O governo bengalês estabeleceu um comitê em janeiro para analisar os negócios do banco em meio a boatos de que poderia assumir o controle do Grameen.

Ao mesmo tempo, um documentário de televisão alegou que o dinheiro de ajuda foi transferido irregularmente de uma parte do banco para outra na década de 90.

O banco negou todas as acusações.
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Fonte:http://noticias.br.msn.com/mundo/artigo-bbc.aspx?cp-documentid=27865081

O aparente ocaso de Serra

02/03/11
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães


Este texto começa com uma má notícia para José Serra: ao cogitar escrevê-lo, perguntei-me se interessaria aos leitores. Por quê? Pelo assunto, o ex-governador paulista. Afinal de contas, quem, além de meia dúzia de suas viúvas, tem interesse pelo que diz ou pensa atualmente o político que afundou a oposição com o seu radicalismo cego?

Abandonado pela oposição e pela mídia, Serra vai caindo no ostracismo. Aliás, justiça seja feita, o único leão-de-chácara do PIG que continua na mesma toada dos últimos oito anos é Reinaldo Azevedo, a voz do ex-bibelô da direita na blogosfera.

No post anterior, reproduzi artigo de O Globo que dá conta de que até Fernando Henrique Cardoso parece ter entendido o que Serra ainda não entendeu. Indagado se concordava com a avaliação feita pelo companheiro de partido de que Dilma teria praticado “estelionato eleitoral”, FHC disparou: “As eleições já passaram”.

Além de Serra, só o leitorado da blogosfera de direita parece que tampouco entendeu que o drástico encolhimento da oposição no Congresso não é compensado pelos quarenta e tantos por cento do eleitorado que votaram no tucano. Com uma carreira política que remonta há quase meio século, foi derrotado por uma estreante que jamais disputara uma eleição.

Claro que não se pode subestimar um político cuja ausência do cenário ainda provoca crises de abstinência em uma mídia acostumada a se intoxicar com as suas idéias reacionárias e com o seu populismo barato. Além disso, mesmo políticos sem mídia costumam exibir resiliência em maior ou menor grau. Quantas vezes decretaram a morte política de Maluf, por exemplo?

Contudo, colunistas dispostos a bajular o ex-governador vão escasseando. A Folha chegou a noticiar com surpresa a atualização do site serrista criado para a campanha eleitoral, o “Gente que mente”. Aliás, o tom de surpresa da matéria pareceu-me proposital, como quem diz a Serra, mentor intelectual daquela página, o mesmo que disse FHC: “As eleições já passaram”

Para o bem ou para o mal, o tempo de radicalização na política brasileira parece encerrado. Ao menos no horizonte visível. Resta saber se essa acomodação é sinal de maturidade democrática ou de que não há mais divergências entre as visões de país dos dois principais quadrantes do espectro político, o que seria uma tragédia.
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Fonte:http://www.blogcidadania.com.br/2011/03/o-aparente-ocaso-de-serra/

SINDPREV de Sergipe elege nova Direção

02.03.2011
Do site da CNTSSCUT


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Fonte:www.cntsscut.org.br

Verbas do Desenvolvimento Social, Saúde e Educação têm menores cortes

02.03.2011,
Da CNTSS/CUT, Via email
Por: Anselmo Massad, Rede Brasil Atual


São Paulo – Entre os cortes de orçamento dos ministérios, detalhados nesta segunda-feira (28) pelo governo federal, os menores estão no Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Saúde e Educação. Turismo, Esportes e Pesca tiveram as maiores reduções.

Os dados foram divulgados pelo Ministério do Planejamento e confirmam a promessa da administração federal de poupar programas sociais do ajuste fiscal promovido para frear a economia.

Em média, a verba disponível para os ministérios e unidades orçamentárias teve redução de 17,1%. No caso da pasta do Turismo, o corte chega a 84,32%, ante 0,13% do Desenvolvimento Social. A pasta de Alexandre Padilha perdeu 0,92% do que tinha disponível, enquanto Fernando Haddad abre mão de 11,07%.

O Ministério da Saúde informou que os programas da pasta não serão prejudicados. O valor do corte é a diferença entre o Orçamento de 2011 para manutenção da rede de serviços do ministério, R$ 63,1 bilhões, e o mínimo exigido pela Emenda Constitucional 29 para a União aplicar em saúde, cerca de R$ 62,5 bilhões. Segundo o órgão, a redução equivale a menos de 1% do Orçamento destinado ao custeio. A emenda determina que a União invista o Orçamento do ano anterior mais a variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB).

No Ministério da Justiça, que tinha orçamento previsto em R$ 4,76 bilhões para este ano, o corte foi de R$ 1,52 bilhão. Segundo a pasta, a perspectiva é repetir o nível de execução orçamentária de 2010, pois o corte deste ano foi apenas no valor excedente que seria repassado ao ministério. A pasta informou que ainda não há um levantamento preciso das áreas que serão afetadas.

No Ministério do Meio Ambiente, o corte foi de R$ 398 milhões, 37% do total previsto para a pasta originalmente. O ministério ainda não informou que áreas ou programas serão revistos, mas informou que a redução de gastos não deve atingir a fiscalização e o licenciamento ambiental, tidos como prioritários.

A ministra Izabella Teixeira já havia adiantado que órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) devem ser os menos impactados pela contenção de gastos com diárias e passagens na área ambiental.
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Fonte: CNTSS, via email

Polícia prende três homens que esquartejaram mulher em ritual de magia negra

02.03.2011
Do DIÁRIO DE PERNAMBUCO, da Redação


A polícia apresenta na manhã desta quarta-feira o resultado da investigação que culminou na prisão de três pessoas acusadas de torturar, queimar e esquartejar uma professora durante um ritual de magia negra.

A vítima identificada como Maria Iracema de Morais ainda será identificada oficialmente pelo Instituto de Medicina Legal, uma vez que só foram encontrados os restos mortais da mesma: uma ossada atirada num açude de Surubim, na sexta-feira. A professora estava desaparecida pelo desde o dia 11 de fevereiro, quando a queixa de seu sumiço feita por familiares foi registrada.

Mais informações em instantes

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Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20110302081203

Eugênio critica antecipação de 2012

02.03.2011
Da FOLHA DE PERNAMBUCO
Por CAROL BRITO


Deputado reclama de ataques à gestão e diz que é “desserviço à cidade”

“NINGUÉM aguenta mais esse café requentado”, reclama
Presidente da Executiva Estadual do PT, o deputado federal Pedro Eugênio criticou o “clima de antecipação” do debate eleitoral classificando as manifestações de desagravo à gestão do prefeito João da Costa (PT) como “um desserviço à cidade”. “Esse clima que procura antecipar por diversos agentes políticos as próximas eleições é um desrespeito à população. Ninguém aguenta mais ver esse café ser requentado todo dia”, rebateu, durante entrevista à Rádio Folha FM 96,7, ontem.
Em relação as recentes declarações da base aliada ao Executivo Municipal do Recife sinalizando para uma dissolução na base de sustentação do prefeito petista, Pedro Eugênio evitou se prolongar sobre assunto, contudo, mandou um recado direto para os aliados. “A esses colegas políticos, nós vamos dizer que não vamos dar pitaco nas suas políticas internas. Nós vamos nos organizar e definir nossa estratégia internamente”, destacou.

O presidente também comentou as declarações do deputado federal Silvio Costa (PTB) à Folha de que o PT estaria fortalecendo a oposição na esfera estadual, ao apoiar a reeleição do prefeito de Jaboatão dos Guararapes Elias Gomes (PSDB). Eugênio confirmou que há conversas sobre aliança, mas que o apoio ainda não foi fechado, fazendo questão de ressaltar que o governador Eduardo Campos está a par das conversas. “Nossas alianças têm que ser bem articulada para não desmanchar as nossas alianças estaduais”, pontuou.

Recém-empossado presidente estadual da legenda petista, Pedro Eugênio terá pela frente a difícil tarefa de resolver os problemas de tensionamento interno do partido devido ao racha político entre o prefeito e o deputado federal João Paulo, além de conter as insatisfações na base aliada com os baixos índices de aprovação da gestão recifense e o desafio de recuperar a administração municipal. Para isso o presidente ficará recolhido durante os festejos carnavalescos. “Preciso reunir as forças para os desafios que tenho pela frente”, admitiu.

Dividido entre as atribuições de presidente do PT e deputado federal, Pedro Eugênio está tirando da gaveta uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que altera o calendário eleitoral. A proposta é realizar eleições a cada cinco anos, além de retirar o recurso de reeleição para o Executivo Federal.

RANDS

Em resposta ao deputado federal Silvio Costa (PTB), que, em entrevista à Folha, o acusou de se colocar como opção para a Prefeitura do Recife, o secretário Maurício Rands (PT/Governo) argumentou que todos na Frente Popular estão “engajados” em ajudar o prefeito João da Costa (PT). Sobre a declaração de Silvio, de que o deputado federal João Paulo não deveria ficar no PT, Rands destacou que “a pessoa não deve ficar no partido apenas se for ter espaço para disputar cargo majoritário”. “João Paulo é muito prestigiado no partido”, salientou.
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Fonte:http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-politica/623663-eugenio-critica-antecipacao-de-2012

Assistente social do INSS protesta

02.03.2011
Da FOLHA DE PERNAMBUCO
JAMILLE COELHO


Categoria pede cumprimento de lei que diminui jornada sem redução salarial

MANIFESTANTES paralisaram serviços ontem

Em Pernambuco, os assistentes sociais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) paralisaram, ontem, por 24 horas, suas atividades nas Agências de Previdência Social (APS) e realizaram um ato público em frente à Superintendência Regional Nordeste do Instituto. A manifestação, que fechou por alguns instantes a rua Siqueira Campos, no Bairro de Santo Antônio, foi um protesto contra o descumprimento da Lei 12.317/2010, aprovada em agosto de 2010, que prevê a jornada de trabalho de 30 horas para a categoria, sem redução salarial. No último dia 2, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) publicou, no Diário Oficial da União (DOU), a Orientação Normativa Nº 01/2011, instituindo a jornada de 30 horas como opcional. Desta forma, o profissional que optar pela redução da jornada de 40 horas para 30 horas semanais terá desconto proporcional em seu salário de 33%.

No Nordeste, atuam 340 assistentes sociais nas APS, sendo 64 em Pernambuco. Cada um faz entre sete e oito atendimentos por dia. De acordo com o coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais da Saúde e Previdência Social de Pernambuco (Sindisprev-PE), Luiz Eustáquio, em todo o País a categoria decidiu aderir à mobilização. “Participaram do ato assistentes sociais das gerências do Recife, de Garanhuns e de Caruaru, além de representantes da Paraíba. Acredito que cerca de 500 pessoas deixaram de ser atendidas com a paralisação. Mas queremos compensar o atendimen­to. Nos próximos dias, cada profissional deverá atender duas pessoas a mais. Se o Governo não nos atender, cruzaremos os braços de novo”.

Depois do ato, a categoria foi recebida pelo superintendente da Regional Nordeste do INSS, André Fidélis, que informou aos presentes ser sensível à causa, mas que este assunto é de competência do Ministério do Planejamento, uma vez que a temática envolvendo jornada, plano de carreira e concursos é tratada pelo ministério. “Aconselhamos que a categoria procure o MPOG, até porque existe a Orientação Normativa que reafirma que os assistentes sociais podem optar pela jornada de 30 horas, mas com a proporcional redução salarial”. A Previdência construirá 330 agências no Nordeste este ano, mas será necessária a contratação de mais funcionários, embora a realização de concursos públicos esteja suspensa.
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Fonte:http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-economia/623871-assistente-social-do-inss-protesta

MORTOS EM BLITZ

02.03.2011
Da FOLHA DE PERNAMBUCO
Por Renata Coutinho


Um homem atropelou e matou um policial civil, que realizava uma abordagem na PE-145, em Brejo da Madre de Deus, no Agreste. O acidente, que aconteceu por volta das 19h30 da última segunda-feira, provocou também a morte de um motociclista e deixou outra pessoa ferida com gravidade. Tudo teria acontecido porque o condutor de uma Hillux não parou ao ver a blitz policial na rodovia.

Segundo o delegado Júlio Porto, no início da noite, alguns toyoteiros pediram escolta à polícia por medo de que uma dupla que estava em uma moto pudesse ser de assaltantes. O comissário Wilson Lopes de Oliveira, de 48 anos, e um agente resolveram acompanhar duas lotações de Brejo até o posto da Polícia Militar de Fazenda Nova, de onde os PMs assumiriam a escolta até a feira da Sulanca de Caruaru.

No início do caminho, o comissário percebeu a moto que era conduzida por Leandro Otávio da Silva, 20, e trazia como passageiro Josivaldo Antonio da Silva, 19, em situação suspeita. “Eles pararam a dupla para averiguação, quando a caminhonete surgiu em alta velocidade e ignorou a ordem de parada”, disse o delegado. Para Porto, esta conduta pode ser considerada como irresponsável e criminosa, já que a viatura estava com identificação da polícia e o giroflex (luzes) ligado. Além disso, segundo o delegado, o suspeito abandonou a caminhonete e fugiu a pé. “Já identificamos o condutor da Hillux e acredito que ele deva se apresentar nos próximos dias”, disse o delegado.

Com o impacto, o comissário e os dois ocupantes da moto, que estavam sendo revistados, foram lançados longe. Josivaldo Antônio morreu no local. Wilson Lopes de Oliveira chegou a ser socorrido com vida, mas morreu ao dar entrada no Hospital Regional do Agreste (HRA), em Caruaru.

“Estou vivo por um milagre. Pulei para dentro do meu carro quando vi que a caminhonete não ia parar”, disse o loteiro Severino de França, 42. O tio da vítima que estava na moto, Joaquim de Albuquerque, 57, negou que o sobrinho tivesse envolvimento com crimes. “Ele era um menino muito quieto. O outro que ficou ferido (Leandro) é primo dele”, afirmou. Leandro da Silva sofreu fratura exposta e foi operado, mas não tem previsão de alta.
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Fonte:http://www.folhape.com.br/index.php/edicao-de-hoje/623939-mortos-em-blitz

João da Costa é tietado no Baile Municipal da Pessoa Idosa

01.02.2011
Do BLOG DA FOLHA
Postado por Gilberto Prazeres


Três dias separaram duas reações completamente diferentes em relação ao prefeito João da Costa (PT). No último sábado, durante o Baile Municipal – promovido pela Prefeitura do Recife, o petista chegou a ser vaiado ao seguir para o palco para o seu discurso de anfitrião da festa. Na tarde de hoje, no mesmo local (Chevrolet Hall), o gestor foi tratado com carinho pelas foliões que marcavam o passo no Baile Municipal da Pessoa Idosa.

João da Costa foi chamado de “meu prefeito”, de “nosso João” e de “querido” durante o seu trajeto na casa de eventos. Em meio a uma recepção calorosa, o petista fez questão de mudar o percurso traçado pelos seus assessores para estender sua permanência entre os que gozavam da festa.

Ele posou para fotos, abraçou, distribuiu sorrisos e dançou ao lado dos foliões. Interpelado pelo Blog com a conhecida frase “nada como um dia após o outro”, João da Costa soltou: “Todo dia é um dia após o outro. E todo o dia é assim”.

Pouco depois o prefeito disse que por onde tem ido a recepção é semelhante a recebida por ele hoje. “Onde eu tenho ido tem sido assim. Sempre com muito carinho”, assegurou. No palco, ele discursou, foi aplaudido e se arriscou no frevo ao lado da primeira-dama, Marília Bezerra.
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Fonte:http://www.blogdafolha.com.br/index.php/materias/17766?task=view

Fazenda fecha posto de combustível sem nota em Jardim Paulista

01.03.2011
Do BLOG DA FOLHA
Postado por José Accioly


A Secretaria da Fazenda de Pernambuco (Sefaz) acaba de interditar um posto de combustíveis localizado em Jardim Paulista. O proprietário do estabelecimento e um motorista de um caminhão de combustível, que abastecia o posto, foram detidos e estão sendo encaminhados para a Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária (Deccot) para prestar esclarecimentos.

No local, estava sendo comercializado combustível sem nota e adulterado. O proprietário comprava restos de combustíveis e armazenava num depósito clandestino anexo ao posto, que também foi interditado. O estabelecimento já vinha sendo monitorado pela Sefaz, uma vez que outras razões sociais do mesmo responsável foram alvos de fiscalizações. O valor do crédito tributário ainda está sendo levantado.
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Fonte:http://www.folhape.com.br/index.php/edicao-de-hoje/623939-mortos-em-blitz