terça-feira, 23 de novembro de 2010

O papel dos agentes políticos

DOMINGO, 19 DE SETEMBRO DE 2010
Do blog "Cidadania Atuante"
Postado por Irineu Messias, em 23.11.2010


FAMILIA - A família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. A familia é composta por cidadãos, no exemplo acima esta familia é composta por quatro cidadãos, pai e mãe e dois filhos.

CIDADÃO - o indivíduo que vive na cidade e ali participa ativamente dos negócios e das decisões políticas.

PREFEITO (Sua Cidade) – No Brasil o cargo de prefeito foi criado em 11 de abril de 1835. O prefeito chefia a administração e comanda os serviços públicos de sua cidade. O prefeito é eleito por sufrágio universal, secreto, direto, em pleito simultâneo em todo o País, realizado a cada quatro anos, no primeiro domingo de outubro. E trinta dias após tem lugar o segundo turno, se o eleito em primeiro lugar não atingir 50% dos votos válidos mais um voto, no caso de municípios com mais de duzentos mil eleitores.

VEREADOR (Sua Cidade) - Os vereadores agrupam-se, normalmente, numa câmara municipal ou câmara de vereadores. Os vereadores têm atividades legislativas, eles elaboram as leis e normas de funcionamento do seu município. São atribuições dos vereadores:

Mandato de quatro anos, por voto direto e simultâneo em todo o país;

Elaboração da Lei Orgânica do Município;

Número de integrantes nas câmaras proporcional à população do município (variando de 9 a 55);

Fiscalização e julgamento das contas do Executivo;

Inviolabilidade por suas opiniões, palavras e votos - no exercício do mandato e na circunscrição do município;

Legislar sobre assuntos de interesse local.

GOVERNADOR - Governador é o cargo político que representa o poder executivo do seu estado. É função do governador: a direção da administração estadual e a representação do Estado em suas relações jurídicas, políticas e administrativas, defendendo os interesses do estado junto à Presidência e buscando investimentos e obras federais. No Brasil, o governador tem um mandato de quatro anos, sendo eleito através do voto direto. É eleito o candidato que tiver 50% dos votos mais um, caso contrário, os dois candidatos mais votados disputam o segundo turno.

DEPUTADO ESTADUAL - É o representante popular estadual. Deputado Estadual é o nome dado ao agente político, enquanto o órgão correspondente é a Assembléia Legislativa Estadual, órgão superior do Poder Legislativo de cada Estado.
Compete aos deputados estaduais a função de legislar, no campo das competências legislativas do Estado, definidas pela Constituição Federal, inclusive podendo propor, emendar, alterar, revogar (significa revogar significa retirar a validade) e derrogar (anular, abolir) lei estaduais, tanto ordinárias como complementares, elaborar e emendar a Constituição estadual, julgar anualmente as contas prestadas pelo Governador do Estado, criar Comissões Parlamentares de Inquérito, além de outras competências estabelecidas na Constituição Federal e na Constituição Estadual.

DEPUTADO FEDERAL - é o representante eleito para a Câmara dos Deputados, uma das duas casas do poder legislativo federal no Brasil. De acordo com a Constituição federal do Brasil de 1988, é o representante nacional popular, eleito por voto direto. O mandato é de quatro anos, podendo o candidato concorrer a sucessivas reeleições. Compete ao deputado federal o ato de legislar e manter-se como guardião fiel das leis e dogmas constitucionais nacionais, inclusive podendo propor, emendar, alterar, revogar, derrogar leis, leis complementares, emenda à Constituição federal e propor emenda para a constituição de um novo Congresso Constituinte (para confecção de nova Constituição). Atualmente é de 513 o numero de deputados federais!

SENADOR - O Senado Federal, juntamente com a Câmara dos Deputados, compõe o Congresso Nacional, que é o Poder Legislativo do Brasil. Conforme a Constituição da República Federativa do Brasil, para se candidatar ao cargo de senador é necessário ter nacionalidade brasileira; idade mínima de 35 anos; estar inscrito em algum partido político; possuir domicílio eleitoral no estado pelo qual está concorrendo ao cargo e ter o pleno exercício dos direitos políticos.
O senado brasileiro é composto por 81 representantes, sendo 3 de cada unidade federativa do Brasil, inclusive do Distrito Federal. A cada quatro anos, elege-se alternativamente um ou dois senadores por estado, e o mandato tem duração de oito anos, não havendo limite para a reeleição. Atualmente (2010), o salário de um senador é de aproximadamente R$ 16.000,00, além de uma série de benefícios: salários extras (13°, 14° e 15°), auxílio moradia, cotas aérea, verbas para gastos no escritório e contratação de funcionários, entre outros.

Entre as principias atribuições dos senadores estão:

- Elaborar seu regimento interno;

- Processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República, os Ministros do Supremo Tribunal Federal, Membros do Conselho de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, Procurador-Geral da República, Advogado Geral da União, Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica;

- Aprovar a escolha de: Ministros do Tribunal de Contas indicados pelo Presidente da República; Presidentes e Diretores do Banco Central; Governador de Território; Procurador-Geral da República; Titulares de outros cargos que a lei determina;

- Autorizar operações externas de natureza financeira, de interesse da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios;

- Fixar, por proposta do Presidente da República, limites globais para o montante da dívida consolidada da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;

- Aprovar, por maioria absoluta e por voto secreto, a exoneração, de ofício, do Procurador-Geral da República antes do término de seu mandato.

PRESIDENTE DA REPÚBLICA - é o chefe de Estado e de governo da República Federativa do Brasil. Uma vez que o sistema constitucional brasileiro optou pelo presidencialismo, o presidente da República escolhe livremente seus auxiliares diretos, os Ministros de Estado, sem interferência alguma do parlamento. O Brasil é uma República desde 15 de novembro de 1889. O presidencialismo foi introduzido pela primeira Constituição republicana, a de 24 de fevereiro de 1891, que tomou como modelo as Constituições dos Estados Unidos e da Argentina.

AGORA, VOCÊS SABEM O QUE TODOS OS INDIVÍDUOS ACIMA TÊM EM COMUM? NNÃO SABEM? EU RESPONDO!

OS IMPOSTOS, sim os impostos! Todo brasileiro paga impostos seja ele rico ou pobre. Os impostos cobrados no Brasil,de toda a sua população não é só aquele do imposto de renda não. Até os brasileiros que não têm desconto de imposto de renda, também pagam impostos. Mas de que forma? Perguntariam vocês! Tudo ou quase tudo que cada cidadão compra neste país tem impostos dentro de seu preço, veja alguns exemplos abaixo:


Os impostos cobrados pelo Governo são a fonte de renda com que todas as obras do governo são pagas, e todos os salário e benefícios de vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais, senadores, presidente e seus ministros. Em resumo,para que todos entendam. O presidente é o sindico de nosso condomínio Brasil, os impostos são a nossa cota de condomínio, portanto é obrigação do sindico zelar por nosso dinheiro e aplica-lo nas obras mais necessárias de nosso condomínio! E falando de uma maneira bem simples, nós somos os patrões de todos eles!
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Fonte:http://cidadaniaatuante.blogspot.com/2010/09/primeira-aula-de-nosso-curso-de.html


Nota do Blog:
O título foi editado por Irineu Messias.

O profeta do apocalipse norteamericano

23/11/2010
Por Antonio Lassance*
Fonte:Agência Carta Maior, em 22/10/2010


O imperialismo é uma forma de tirania. O militarismo engendrado pelo imperialismo é a ruína da própria democracia norteamericana. Os Estados Unidos devem abdicar de seu imperialismo caso queiram preservar sua democracia.

Estas são algumas teses centrais formuladas pelo especialista em política internacional, Chalmers Johnson, que morreu aos 79 anos de idade, no último sábado, dia 20 de novembro de 2010.

Há quem diga que ele rivalizava com Henry Kissinger no que se referia à proposição de macro-objetivos para a política externa dos EUA. Uma espécie de espelho invertido do ex-chanceler de Nixon.

Conforme Johnson, a lógica da guerra absorvia a tal ponto a dinâmica da política norteamericana que sugava parte significativa de seus recursos, fazia que seu governo passasse a ser movido cada vez mais por segredos de Estado e elevava as ameaças aos direitos dos cidadãos dentro dos próprios Estados Unidos. A escalada militar tinha todos os ingredientes para a criação de um monstro, uma presidência imperial, com poderes demais e controle de menos, o reverso do sistema de pesos e contrapesos que os pais fundadores do constitucionalismo estadunidense haviam propugnado.

O livro “Blowback: the costs and consequences of American Empire” ("O tiro pela culatra: custos e consequências do Império americano"), de 2000, virou um sucesso de vendas após o 11 de setembro. Os EUA perceberam claramente que seus ataques a locais supostamente remotos os sujeitavam a contra-ataques domésticos ferozes, apocalípticos. Mais que isso, o governo Bush trilhou caminhos que cumpriam rigorosamente o roteiro da profecia de Johnson: restrições a direitos individuais, expansão armamentista, com a necessidade “imperiosa” de guerras como as do Afeganistão e Iraque, tibieza da oposição, multiplicação de operações secretas e explosão do orçamento militar.

O curioso é que Johnson foi consultor da CIA (Central de Inteligência Americana) durante a Guerra Fria. A amarga experiência da derrota no Vietnã parece ter sido decisiva para sua guinada anti-imperialista e antimilitarista.

Grande pesquisador dos países asiáticos e do Leste Europeu, disseminou nos EUA conceitos importantes, mais comuns à América Latina e Europa, como os de "Estado desenvolvimentista" e "capitalismo de Estado". Sua análise sobre o dirigismo estatal no capitalismo japonês tem sido resgatada recentemente como referencial para a análise do capitalismo chinês.

A propósito, com relação à China, ele insistiu na mesma tecla de suas análises tardias sobre a guerra do Vietnã: o pano de fundo capitalismo versus comunismo, na verdade, se movia por algo mais básico às relações internacionais, o nacionalismo. A mesma conclusão, igualmente tardia, que Robert McNamara (ex-secretário de Defesa de Kennedy) expressa melancolicamente no documentário de Errol Morris, “A névoa da guerra” (“The fog of war”, 2004).

Ilhado por defensores agressivos do neoliberalismo, Chalmers Johnson era um herético com suas teses sobre o desenvolvimento dirigido pelo Estado. Para os adeptos da teoria da escolha racional, cuja pretensão maior é a de reduzir os problemas da humanidade a expressões algébricas que podem ser resolvidas friamente, ele era tido por heterodoxo demais.

Alguns poderiam pensar que os riscos aventados por Johnson dissiparam-se com o fim da presidência de George W. Bush. Não é o que parece. O avanço de uma direita facista nos Estados Unidos, representada pelo movimento “Tea Party”, já foi considerado uma hipótese remota; hoje é um fato consumado. Se julgava, até pouco tempo, que os políticos tradicionais do Partido Republicano conseguiriam bloquear tal investida e evitariam uma radicalização. Dizia-se também que um descaminho pela ultradireita condenaria o partido à condição de absoluta minoria. Mais uma aposta desfeita. Ao que tudo indica, o profeta fez soar suas trombetas na direção certa, para os que estivessem dispostos a ouvi-lo.

*Antonio Lassance é pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e professor de Ciência Política.
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Fonte:http://www.fpabramo.org.br/artigos-e-boletins/artigos/o-profeta-do-apocalipse-norteamericano

Roger Abdelmassih é condenado a 278 anos de prisão

23/11/2010
Por Bruno Tavares, de O Estado de S. Paulo, e Ítalo Reis, do Estadão.com.br, estadao.com.br

"Abdelmassih deixa a delegacia após defesa obter habeas corpus em 2009"

SÃO PAULO - A juíza Kenarik Boujikian Felippe, da 16.ª Vara Criminal de São Paulo, condenou nesta terça-feira, 23, o médico Roger Abdelmassih a 278 anos de prisão. O médico era acusado de estupro e tentativa de estupro. O advogado José Luís de Oliveira Lima disse que irá recorrer ao Tribunal de Justiça na quarta-feira. O médico poderá aguardar em liberdade por ter sido beneficiado no ano passado por liminar em habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O Ministério Público Estadual acusava Abdelmassih de ter cometido 52 estupros e 4 tentativas contra 39 mulheres - a maioria pacientes de sua clínica especializada em reprodução assistida. As investigações começaram em 2008, após uma ex-funcionária dele procurar promotores de Justiça e relatar que o médico teria tentado beijá-la à força.

Em 17 de agosto do ano passado, Abdelmassih foi preso pela polícia. Ele passou quatro meses atrás das grades até ser solto, às vésperas do Natal de 2009, por decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF.

Mais de 200 pessoas foram ouvidas no curso da ação penal contra o médico, entre vítimas e testemunhas de defesa e de acusação. O processo soma cerca de 10 mil páginas. A defesa de Abdelmassih, capitaneada pelo criminalista José Luís Oliveira Lima, tentou mostrar que os abusos relatados pelas pacientes eram fruto de alucinações desencadeadas pelo uso de um sedativo.

Ao Estadão.com.br, Oliveira disse por telefone que a magistrada ignorou as provas que poderiam inocentar Abdelmassih. 'Respeito a decisão, mas confesso que fiquei surpreso com a magistrada. Ela desprezou os depoimentos de 200 familiares e pacientes, do doutor Roger e as preliminares processuais que apresentei', afirmou o advogado.

Desde julho, o médico está impedido de exercer sua profissão - ele teve seu registro médico cassado por unanimidade pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp).
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Fonte:http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=26465021

Cresce a tendência para que Palocci ocupe a Secretaria Geral da Presidência

23/11/2010
Por Andrea Jubé Vianna, da Agência Estado, estadao.com.br


BRASÍLIA - A bolsa de apostas para a composição do governo de Dilma Rousseff coloca como praticamente certa a indicação do coordenador do governo de transição, Antônio Palocci, para assumir a Secretaria Geral da Presidência da República. Segundo uma fonte, que se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o nome do chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, também chegou a ser cogitado para o posto.

A Secretaria Geral da Presidência, atualmente ocupada pelo mineiro Luiz Dulci, seria repaginada, a fim de que Palocci ajudasse Dilma na negociação com governadores e prefeitos, inclusive para temas como a reforma tributária. Ele também negociaria a revisão dos índices dos fundos de participação dos Estados e a partilha dos royalties do petróleo, conforme adiantou o jornal O Estado de S. Paulo.

Outro nome dado como certo no ministério é o do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que teria sacrificado uma reeleição quase certa para se candidatar ao governo de São Paulo, a pedido de Lula. Uma das pastas cotadas para Mercadante é o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
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Fonte:http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=26466663

STJ rejeita recurso do MP contra Antônio Palocci

TERÇA-FEIRA, 23 DE NOVEMBRO DE 2010
Do "Joni Rocha"


A Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça rejeitou recurso do Ministério Público de São Paulo contra Antônio Palocci Filho, o município de Ribeirão Preto e o Instituto Curitiba de Informática. Na ação, questionava-se a legitimidade de dispensa de licitação para a prestação de serviços de informática pelo instituto à prefeitura de Ribeirão Preto, à epoca que Palocci era o prefeito da cidade. A decisão foi unânime.

Em seu voto, o relator, ministro Teori Albino Zavascki, lembrou que não se pode confundir ilegalidade com improbidade. Segundo o ministro, a improbidade é ilegalidade tipificada e qualificada pelo elemento subjetivo da conduta do agente. No caso em questão, a causa de pedir é fundada exclusivamente na ilegalidade da dispensa de licitação.

“Em momento algum a petição inicial afirma que os demandados tenham agido dolosamente ou com culpa grave, muito menos se produziu qualquer prova mínima a respeito, temas que somente vieram à baila na fase recursal extraordinária. Essa é razão por si só suficiente para confirmar a improcedência do pedido”, disse o relator.

Por outro lado, destacou o ministro Zavascki, a própria ilegalidade do ato foi afastada, tanto em primeira como em segunda instância, afirmando a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, com base nos fatos analisados anteriormente, de que “nada de ilegal houve na dispensa de licitação”.

De acordo com os autos, o Ministério Público propôs Ação Civil Pública contra Palocci por ato de improbidade administrativa. Segundo o pedido inicial, na condição de prefeito de Ribeirão Preto, contratou pessoa jurídica de direito privado, em regime de dispensa de licitação, para a prestação de serviços de informática relativos à implantação da primeira etapa do Projeto de Modernização da Administração Tributária do município, sem que houvesse demonstração das condições legais para tal dispensa, o que comprometeria sua validade.

À época da contratação, a Lei Municipal 1.533/2001, que autorizava o município a contratar organizações sociais para a prestação de serviços relacionados com a área de informática, estava com sua eficácia suspensa, devido à liminar concedida numa ação de inconstitucionalidade proposta perante o Tribunal de Justiça de São Paulo.

O tribunal estadual julgou improcedentes os pedidos, entendendo que foi legítima a dispensa de licitação, uma vez que a existência de outras empresas em condições de prestar o serviço não impede a dispensa quando está demonstrado o interesse público na contratação direta. Além disso, o TJ-SP destacou que a questão amolda-se à previsão do artigo 218 da Constituição Federal, pois o Estado deve estimular empresas que buscam promover e incentivar o desenvolvimento científico, a pesquisa e a capacitação tecnológica para a solução dos problemas nacionais.

No recurso ao STJ, o MP alegou que toda contratação deve estar em consonância com os princípios constitucionais do artigo 37 da Constituição, mesmo quando dispensada a licitação, pois “a contratação direta somente se viabiliza se presente interesse público devidamente justificado, seja na definição do objeto da avença (...), seja na razão do contratado”.

O MP sustentou, também, que o procedimento administrativo especial de dispensa não foi realizado adequadamente, pois ausentes estudos quantitativos de serviços e justificativas para os preços “incrivelmente altos” que foram praticados, inexistindo ainda qualquer comprovação de que outras empresas não pudessem realizar o mesmo serviço a custo menor.
Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.
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Fonte:http://jonirocha.blogspot.com/2010/11/stj-rejeita-recurso-do-mp-contra.html

Futura ministra é antiga aliada do PT no ABC paulista

23/11/2010
Por Leonêncio Nossa, de O Estado de S.Paulo, estadao.com.br


Miriam Belchior, cotada para o Ministério do Planejamento do Governo Dilma

BRASÍLIA - Convidada para ocupar o Ministério do Planejamento no próximo governo, Miriam Belchior, de 52 anos, é uma antiga aliada do Planalto. Foi na transição, em 2002, que ela estreitou os laços com o presidente Lula e Dilma Rousseff. Formada em Engenharia de Alimentos pela Unicamp e com mestrado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas, Miriam é oriunda dos movimentos sociais e do PT no ABC paulista.

No Planalto, atuou na unificação dos programas de transferência de renda, esteve cotada para assumir a Casa Civil com a saída de Dilma e, nos últimos meses, coordenou as ações do PAC.

Em Santo André, Miriam participou do governo do prefeito Celso Daniel, assassinado em 2002, com quem foi casada por dez anos. Ela chefiou as secretarias de Administração e Moradia, além de coordenar a área social. Também tornou-se amiga pessoal de Gilberto Carvalho. O nome de Miriam é uma das apostas do grupo de Carvalho e do próprio Lula para disputar a prefeitura de Santo André em 2012.

Auxiliares do Planalto avaliam que o impacto da morte de Celso Daniel e a repercussão de um suposto esquema de corrupção na prefeitura para alimentar o PT impediram que Miriam ocupasse cargos de destaque no governo Lula. Uma das auxiliares mais próximas do presidente, ela sempre atuou de forma reservada e discreta, ainda que em trabalhos considerados importantes por Lula. Com a queda de Erenice Guerra da Casa Civil durante a campanha eleitoral, Mirian foi sondada para ocupar a pasta. Mas permaneceu no cargo de assessora para evitar que o caso Celso Daniel viesse à tona.
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Fonte:http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=26469289

Alexandre Tombini deve comandar o BC

23/11/2010
Por Andrea Jubé Vianna, da Agência Estado, estadao.com.br

Alexandre Tombini, cotado para o Banco Central

O Palácio do Planalto dá como certa a indicação do diretor de Normas do Banco Central, Alexandre Tombini, para assumir a presidência do Banco Central no governo de Dilma Rousseff. Dilma se encontra, provavelmente, nesta terça-feira, 23, à noite com o atual presidente do BC, Henrique Meirelles. Segundo fontes, o anúncio da equipe econômica deve ser feito amanhã. No ministério da Fazenda, Guido Mantega continua no posto.

A confirmação de Tombini é, de um lado, a garantia de que não haverá mudanças bruscas na condução da política monetária. Tombini, funcionário de carreira, se destacou entre os diretores com maior condição de substituir Meirelles. Inclusive, no período eleitoral, quando o presidente do BC considerou a possibilidade de se candidatar para o governo de Goiás, senador e até mesmo como vice-presidente na chapa de Dilma, o nome de Tombini surgiu como candidato natural.

Dilma Rousseff, segundo uma fonte, não fará mudanças bruscas 'numa área sensível' como a econômica. Se já optou pela continuidade do ministro da Fazenda, Guido Mantega, a mudança de nomes se consumará no comando do BC. Essa mesma fonte, no entanto, faz a ressalva de que nenhuma modificação na estrutura do órgão será anunciada antes do encontro entre Dilma e Meirelles, que ocorre hoje ou amanhã.

As declarações de Meirelles à imprensa, fazendo exigências para permanecer no comando do BC foram consideradas como 'erro político'. 'Parece que ele ficou maior que o cargo', lamentou. O presidente do BC, no entanto, explicou a presidente eleita, Dilma Rousseff, que, em momento algum, fez esse comentário como uma imposição. Tampouco questionou a eventual retirada da autonomia operacional do BC. Segundo fontes, Meirelles, ao contrário, disse que Dilma, durante a campanha, garantiu a autonomia operacional do Banco.

A escolha por Tombini diante dos outros nomes sugeridos a Dilma - o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabucco, o economista-chefe do Bradesco, Octávio de Barros, e o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fábio Barbosa (Santander) - é o fato de ser funcionário de carreira do Banco Central. A avaliação é de que um nome oriundo dos quadros do BC garantiria uma feição institucional ao órgão, num momento de sensibilidade do mercado e instabilidade da economia mundial.

A fonte lembra que Meirelles veio da iniciativa privada, mas num momento em que havia atingido o ápice de sua carreira, como presidente internacional do Banco de Boston, e havia sinalizado o desejo de ingressar na vida pública, tendo sido eleito deputado federal pelo PSDB.

No caso, nenhum dos demais nomes sondados - Trabucco, Barros e Barbosa - manifestaram intenção de partir para a vida pública. Os nomes de Trabucco e Barbosa são considerados muito identificados com o sistema financeiro. E Barros declarou em entrevista concedida nesta terça-feira ao Portal Exame que não deseja deixar seu posto no Bradesco, onde se sente 'extremamente feliz profissionalmente'.

Nesse contexto, o nome de Tombini se fortaleceu. Além do perfil institucional, o diretor do BC tem boa interlocução com o governo, é sempre ouvido nas reuniões internas da instituição, e tem a confiança do mercado. Seu currículo contempla missões internacionais e atuação junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e ao Banco Mundial.
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Fonte:http://estadao.br.msn.com/economia/artigo.aspx?cp-documentid=26466087

Ser Sujeito da Historia e não apenas objeto

Domingo, 14 de novembro de 2010
Do blog "São Mateus do Maranhão"


O que gera a desigualdade social em São Mateus do Maranhão e em boa parte do Maranhão não é somente a maldade e incompetência dos administradores públicos, mas também a ausência da participação do povo explorado nos espaços políticos de tomadas de decisão. Outro ponto a se questionar é que há muito tempo as mesmas pessoas estão no poder ou “brigando” por ele. Desde 1989 vemos as mesmas figuras repetidas os mesmos grupos políticos que dominam o poder público como se fosse privado e tratam os cargos públicos como se fossem hereditários. E para as eleições de 2012 já estão impondo os seus candidatos.

Enquanto isso a maioria dos que estão no poder ludibriam o povo usando as obras dos outros para fazerem propaganda para si. Em São Mateus do Maranhão as obras do Governo Federal são usadas como se fosse da prefeitura. A praça púbica que vai de frente ao terminal rodoviário até em frente à secretaria de Assistência Social é uma delas. Que por sinal esta ficando bonita, precisa-se ver apenas a questão do esgoto para não prejudicar os moradores. Essa obra é do Governo Federal e não da prefeitura. Veja na própria placa que está no canteiro de obra. No entanto é comum ver o prefeito dizer que é ele quem está fazendo.

Ficar de olho nessas e em outras falácias do poder publico é tarefa do Ministério Publico, dos Vereadores e do cidadão, que deve participar ativamente da gestão publica no controle social. Mas como fazer isso? Se os espaços de atuação não estão em pratica? Se o próprio Ministério Publico e os vereadores não conseguem fiscalizar a gestão do município por falta de informação por conta da prefeitura? Falta a abertura para a democracia participativa, que em 2012 esse debate seja feito e não somente atacar um e outro, mas fazer com que o povo participe como sujeito e não apenas como objeto, pois como afirma PAULO FREIRE.



“ Minha Presença no mundo não é de quem se adapta, mas de quem nela se insere. É a posição de quem luta para não ser apenas objeto, mas também sujeito da historia”






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Fonte:http://saomateusdomaranhao.blogspot.com/2010/11/ser-sujeito-da-historia-e-nao-apenas.html

E Serra abriu a caixa e não foi a de Pandora

20.11.2010
Do blog "MariaFrô"

Assim que terminaram as eleições Mayara Petruso, uma estudante de Direito de São Paulo, sem saber fazer contas, propôs que se matasse nordestinos (aqui, aqui, aqui e aqui). Ela os culpava pela derrota de Serra. A sua mensagem preconceituosa e de ódio aos nordestinos seguiram mais de mil outras do mesmo cunho disseminando o ódio.

Ontem, no Viomundo, uma denúncia de uma aluna negra, do PROUNI, que estuda direito na PUC/SP, revela que ela é vítima de racismo e preconceito de classe de outra aluna da mesma Universidade.

Hoje, pela manhã, recebo da @flavississima uma imagem que pensei ser uma piada, embora ela afirmasse que era sério:

Trata-se do cartaz de uma das chapas que disputam as eleições do DCE- USP para 2011.

É um reviver 1963/64, com cara de TFP e CCC. Até Fernando Henrique e Obama são colocados no mesmo saco dos ‘comunistas’ e claro juntos com Hitler e Amajinehad.

Na composição da chapa tem um politécnico, três alunos da FEA, um do Direito e os sete restantes vêm da História, Geografia e Letras. É, assim, uma chapa majoritária de alunos proveniente das Ciências Humanas. Devem ser leitores assíduos de Tio Rei, Mainardi, Augusto Nunes, Demétrio Magnoli…. é o revisionismo da história gerando seus frutos.

Se é grande o estranhamento diante de uma chapa formada por aqueles que se declaram cristãos conservadores e afirmam com todas as letras que se o outro não é capaz de ver ‘a luz’ que então seja jogado na fogueira, sugiro olhar outras chapas que disputam as eleições, há uma que se chama Nova USP ‘A partidários’…

O que esses universitários de três instituições — uma pública e duas privadas — têm de comum? são todos filhos da educação paulista, de um estado cada vez mais desigual e conservador, há dezesseis anos governado pelo PSDB. São filhos de uma elite que ao menor sinal de ascensão social dos menos favorecidos se assustam, são preconceituosos, conservadores, de extrema-direita, despolitizados que entendem o jogo democrático como algo sujo, vêem na greve não um direito, mas a desordem e acham que a existência de partidos políticos é um problema.

A campanha de Serra que em vários momentos beirou o fascismo abriu um precedente perigosíssimo e, ao menos em São Paulo, eu não vejo como, por meio de políticas públicas na educação, mudarmos este quadro, já que teremos por mais quatro anos um projeto político bastante excludente no governo do estado e que sucateou a educação pública para além do imaginável.

Que o restante do Brasil democrático esteja atento, que a parcela democrática do estado de São Paulo esteja alerta mais do que nunca para nos contrapor a este projeto autoritário que se fortalece.
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Fonte:http://mariafro.com.br/wordpress/?p=21770#comment-28227

O consolo de Jarbas Vasconcelos

Terça-feira, 23 de novembro de 2010
Do blog "Terror do Nordeste"


Derrotado por uma diferença de 3 milhões de votos pelo governador Eduardo Campos(PSB-PE), Jarbas Vasconcelos só tem um consolo:fazer oposição virulenta, froz ao governo Dilma Roussseff.

Jarbas critica Lula e pede que Dilma tenha 'relação de respeito' com oposição

No primeiro discurso no Senado após ser derrotado nas eleições para o governo de Pernambuco, o senador Jarbas Vasconcellos (PMDB-PE) prometeu nesta terça-feira fazer oposição ao governo de Dilma Rousseff (PT) na mesma postura adotada pelo peemedebista na gestão Lula.

Com duros ataques ao petista, Jarbas sugeriu que a sucessora, Dilma, mantenha uma "relação de respeito" com a oposição a partir do dia 1º de janeiro. Jarbas também anunciou que não vai se "intimidar" com a maioria governista na Casa a partir de fevereiro.

"No início de seu segundo mandato, o presidente Lula fez uma encenação. Recebeu alguns integrantes da bancada de oposição, sinalizando a possibilidade de se estabelecer um diálogo civilizado, mas na primeira oportunidade o presidente se dedicou ao trabalho de exterminar os parlamentares da oposição. Disse isso textualmente pelos palanques do Brasil. Lula agrediu a oposição e perseguiu seus líderes, como se vivêssemos em pleno regime autoritário."

Jarbas disse que, nos seus próximos quatro anos de mandato no Senado, vai falar "em nome de 43% dos brasileiros que votaram na oposição no segundo turno" ao optarem por José Serra (PSDB).

"A democracia é isto: quem ganha vai governar, quem perde vai fiscalizar, vai fazer oposição. É esse o nosso papel", disse.

O peemedebista acusou Lula de agir como "chefe de facção" durante o período eleitoral para conseguir eleger Dilma. "O presidente fez pouco caso das multas determinadas pela Justiça Eleitoral. O mesmo tom jocoso e debochado o presidente destinou ao Tribunal de Contas da União, que apontou diversas irregularidades em obras do PAC."

Ao afirmar que Lula agiu "cinicamente" quando considerou uma "herança maldita" feitos da gestão Fernando Henrique Cardoso, Jarbas anunciou que vai votar contra a recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) se o tema voltar a tramitar no Senado.

"O PT e o governo não têm moral para acusar a oposição de faltar com o patriotismo por votar contra a CPMF. Durante o Governo Fernando Henrique, os petistas e os seus aliados --como o PSB e o PCdoB-- sempre votaram contra a prorrogação da CPMF. É puro cinismo vir agora atacar a oposição." Jarbas esquece de dizer que ele foi o principal defensor do CMPF no governo FHC.Cínico é esse safado.

Jarbas recebeu o apoio de colegas do DEM e PSDB, que endossaram as críticas a Lula e ao governo federal. Apesar de integrar uma legenda aliada ao PT, o senador é considerado um dos "independentes" do PMDB na Casa por tradicionalmente acompanhar a oposição nas votações e fazer críticas ao governo .Uol.
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Fonte:http://wwwterrordonordeste.blogspot.com/2010/11/o-consolo-de-jarbas-vasconcelos.html

Dilma não é só continuidade: é avanço

Terça-feira, 23 de novembro de 2010
Do blog "Terror do Nordeste"


As pressões e o (escasso) noticiário que cercam a montagem do novo governo que assume, com Dilma Rousseff à frente, a direção do país a partir de 1° de janeiro revelam o embate de interesses que cercam a definição dos rumos do país.

Dilma é continuidade e avanço – esse foi seu mote de campanha. Não será uma mera repetição dos oito anos de Lula desde que, recebendo a Presidência da República em condições muito melhores do que Lula havia recebido oito anos atrás, tem condições propícias para avançar em reformas que Lula não conseguiu fazer, e ela poderá.

Há uma extensa agenda de mudanças profundas que precisam ser iniciadas, e elas vão desde a reforma política democrática, à reforma agrária, à reforma urbana, à reforma tributária, entre outras.

Além delas, há um conjunto de questões emergenciais que vão exigir resposta imediata da nova mandatária. A principal é, com certeza, a guerra cambial que ameaça e pode fragilizar a produção nacional e comprometer, com isso, nosso desenvolvimento.

O Brasil tem, hoje, condições extremamente favoráveis para adotar medidas soberanas na área do câmbio, contra as manipulações unilaterais do valor do dólar promovidas pelo governo dos EUA. E deve adotá-las, impondo controles na entrada e saída de dinheiro estrangeiro, superando a fase do câmbio flutuante e, com isso, garantir a estabilidade da moeda nacional, a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional, além de colocar obstáculos à concorrência da produção estrangeira em nosso próprio mercado.

Outra questão emergencial é a definição do marco regulatório do pré-sal, assegurando a presença do Estado na exploração daquilo que a própria Dilma chamou, quando candidata, “bilhete premiado”. É um volume de recursos extraordinário que não pode ficar ao sabor do “mercado” (isto é, das empresas privadas do setor petrolífero) mas precisam ser destinados para o fomento do desenvolvimento nacional, para a superação da pobreza e a melhoria das condições de vida dos brasileiros, para melhorar a educação e a saúde, etc. As pressões neoliberais apontam para o sentido oposto, que é o fortalecimento dos grandes capitalistas e suas empresas e o novo marco regulatório para o setor precisa fugir desta armadilha.

Dilma terá em sua mesa também outras definições que interessam diretamente aos trabalhadores, como a continuidade da valorização do salário mínimo e a adoção da jornada de trabalho de 40 horas sem redução nos salários. A valorização do salário mínimo foi uma conquista dos trabalhadores e seus sindicatos, juntamente com o presidente Lula, e não pode ser interrompida a pretexto da crise econômica que comprometeu o crescimento do PIB em 2009. A conquista da jornada de 40 horas é uma demanda histórica dos trabalhadores, que já consumiu muitas horas de negociações e acertos estando portanto madura para uma tomada de decisão que se impõe.

Há ainda outras questões que exigirão medidas imediatas, entre elas a segurança cuja fragilidade ficou demonstrada pelos recentes ataques ocorridos no Rio de Janeiro.

São questões que, certamente, frequentam as conversas e reuniões nas quais Dilma Rousseff vai escolhendo seus principais auxiliares. Afinal, a marca de um governo são os problemas que ele enfrenta, são as prioridades que se impõem, é o programa que adota. A escolha de nomes vem em seguida e indica a disposição real de enfrentar as circunstâncias e também as imposições de longo prazo. Portal Vermelho
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Fonte:http://wwwterrordonordeste.blogspot.com/2010/11/dilma-nao-e-so-continuidade-e-avanco.html

Coletiva com Lula: vitória dos blogs sujos

TERÇA-FEIRA, 23 DE NOVEMBRO DE 2010
Por Altamiro Borges

Está confirmada para amanhã, 24, a primeira entrevista de um presidente da República do Brasil para a blogosfera. Lula falará com dez blogueiros de várias partes do país. A coletiva, que terá início às 9 horas, será transmitida ao vivo pelo Blog do Planalto e os internautas poderão participar, fazendo perguntas, através do chat.

A força da blogosfera

A entrevista se reveste de importante significado. Comprova a força que adquiriu a blogosfera progressista na fase recente. Durante a campanha eleitoral, o candidato demotucano, José Serra, com amplo respaldo da mídia oligárquica, ficou irritado com a cobertura jornalística independente, e muitas vezes irrevente, da blogosfera. Em várias ocasiões, como no discurso golpista que fez aos generais de pijama do Clube Militar, ele acusou os "blogs sujos" pelas dificuldades da sua campanha.

No extremo oposto, o presidente Lula, alvo de violento e desonesto cerco midiático, chegou a produzir um vídeo destacando o papel da blogosfera na luta de idéias na sociedade. Em vários momentos da campanha, ele criticou os jornalões, que "viraram partido político", a revista Óia (a famigerada Veja) e algumas emissoras de TV pela postura de cabos eleitorais do candidato da direita. Lula conclamou os internautas a produzirem conteúdo para se contrapor às manipulações da mídia.

Papel revelevante na eleição

Em recente debate, os coordenadores da campanha nas rede sociais dos três principais candidatos - Marcelo Branco (Dilma), Soninha Francine (Serra) e Caio Túlio (Marina) - afirmaram que a internet teve um papel decisivo nas eleições de 2010. A exemplo do que já ocorre nos EUA e na Europa, ela permitiu maior participação da sociedade e garantiu maior diversidade de opiniões. Alguns chegam a afirmar que a internet só foi superada pela cobertura mais massiva da televisão, superando jornais e revistas.

Ao convocar uma coletiva com a blogosfera, o presidente Lula reconhece a força da internet e sinaliza uma preocupação mais efetiva dos atuais ocupantes do Planalto com a democratização dos meios de comunicação. Entrevistas com "autoridades" deixam de ser uma exclusividade dos monopólios midiáticos. Os "blogs sujos", que não se omitiram no embate de idéias, ganham pontos e passam a um novo patamar na disputa de hegemonia no país.

Organizar o segundo encontro

No final de agosto, cerca de 330 internautas de 19 estados realizaram o I Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas, em São Paulo. Eles são os responsáveis pela vitória da entrevista com Lula. Agora, é preciso fortalecer ainda mais o movimento da blogosfera progressista no Brasil. Não dá mais para ninguém negar o seu papel na sociedade. O segundo encontro nacional está previsto para maio e deve ser precedido pelos encontros estaduais. É preciso investir todas as energias na sua organização, garantindo o caráter amplo e plural deste movimento democratizador.
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com/2010/11/coletiva-com-lula-vitoria-dos-blogs.html

Guia para a distorção: 10 estratégias de manipulação midiática

23/11/2010
Do blog de Rodrigo Vianna

O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.


3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.


Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
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Fonte:http://www.escrevinhador.com.br/

Presidente Lula vai dar a primeira entrevista à blogosfera

23/11/2010
Nunca antes na história do país

Presidente Lula vai dar a primeira entrevista à blogosfera

Por Renato Rovai, no Blog do Rovai

Amanhã (quarta-feira) o presidente Lula concederá a primeira entrevista “da história deste país” à blogosfera. Solicitada por um grupo de blogueiros progressistas, ela já tem as presenças confirmadas de: Altamiro Borges (Blog do Miro), Altino Machado (Blog do Altino), Cloaca (Cloaca News), Conceição Lemes (Viomundo), Eduardo Guimarães (Cidadania), Leandro Fortes (Brasilia Eu Vi), Pierre Lucena (Acerto de Contas), Renato Rovai (Blog do Rovai), Rodrigo Vianna (Escrevinhador) e Túlio Vianna (Blog do Túlio Vianna). Outros dois blogueiros buscam desmarcar compromissos para se integrar ao grupo.

O evento acontecerá às 9h da manhã, no Palácio do Planalto, e será transmitido ao vivo pelo Blog do Planalto, pelos blogs que participarão do encontro e por todos que tiverem interesse de fazê-lo. Ainda hoje vamos explicar como isso será possível.

Será uma entrevista coletiva, mas também é um momento de celebração da diversidade informativa. Ao abrir sua agenda à blogosfera o presidente demonstra estar atento às transformações que acontecem no espaço midiático e ao mesmo tempo atesta a importância dessa nova esfera pública da comunicação.

Como as coisas na blogosfera são diferentes e mais colaborativas, não serão só os presentes ao encontro que participarão. A coletiva será aberta ao público que poderá participar enviando perguntas pelo chat. O objetivo é garantir o maior grau possível de interatividade. Por conta dos senões da agenda presidencial, só agora nos foi confirmado o evento e liberada a divulgação. Por isso temos pouco tempo para nos organizar e produzir a repercussão que a entrevista merece.

Contamos com vocês nessa tarefa: divulgando, transmitindo em seus blogs e fazendo perguntas pelo chat.

A blogosfera dá mais um passo importante.

Um passo “nunca dado na história deste país”.
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Fonte:http://www.escrevinhador.com.br/

Sader: A via brasileira

23 de novembro de 2010

Por Emir Sader, no seu blog em Carta Maior

Havia dois horizontes para as elites brasileiras: o Estado de bem estar social europeu ou o dinamismo e a afluência ao consumo dos EUA. O primeiro estava identificado com civilização e com estabilidade. O segundo, com dinamismo e modernização.

O getulismo tinha sido nosso modelo de bem estar social, com o Estado assumindo responsabilidade sobre o desenvolvimento econômico e os direitos dos trabalhadores. Foi sempre repudiado pelas elites que, mesmo beneficiadas pela expansão industrial propiciada pelos governos, manteve sempre repúdio a Getúlio, por não se considerar representada politicamente nele. O modelo de aliança de classes que Getúlio representava, com expansão do mercado interno e base popular de apoio, nunca foi digerido nem sequer pela burguesia industrial.

Mesmo JK – claramente mais moderado no estilo de liderança política -, além da hegemonia econômica que passou a estar em mãos do capital estrangeiro, com a instalação do parque automobilístico, nunca foi de agrado, por exemplo do grande empresariado paulista. (JK ficou em terceiro lugar nas eleições de 1955, atrás de Adhemar de Barros e do candidato udenista, Juarez Távora.)

O governo Jango já se instalou quando o impulso econômico apresentava sinais de esgotamento, com uma grande pugna redistributiva entre trabalhadores e grande empresariado tomando conta do cenário político e refletindo-se em brote inflacionário. A resolução do conflito se deu pela via violenta (“A burguesia prefere um fim com violência do que uma violência sem fim”, dizia Marx no XVIII Brumário.). O modelo instalado cortou bruscamente o processo de distribuição de renda com expansão do mercado internacional, favorecendo a acumulação de capital centrada no consumo da alta esfera do mercado e na exportação. O arrocho salarial e a intervenção em todos os sindicatos produziu uma lua de mel para o grande capital nacional e internacional, que nunca ganhou tanto como na ditadura.

O eixo de referência da elite se unificava em torno do modelo norteamericano de livre comércio, de competição, de crescimento com exclusão social e concentração de renda, de dinamismo do capital internacionalizado. O tema do bem estar social desapareceu, o desenvolvimento foi assimilado à expansão do grande capital internacionalizado, o mercado interno de consumo popular ficou deprimido.

A redemocratização foi atropelada pela crise de 1979/1980, quando a economia deixou de crescer –praticamente pela primeira vez desde 1930 -, e a crise da dívida fez a economia funcionar em função da exportação para arrecadar recursos para pagar a divida – multiplicada pela crise. Desenvolvimento e bem estar social ficaram relegados.

A década neoliberal enterrou de vez o desenvolvimento, promovendo a estabilidade monetária a objetivo central. A democratização não trouxe nem retomada da expansão econômica, nem melhoria social da massa da população. O neoliberalismo institucionalizou essa tendência, na expectativa que o controle da inflação se refletiria nas condições sociais da população. O que foi imediatamente verdade, até que esse impulso se esgotou, a economia, por sua vez, foi jogada na maior recessão dos últimos tempos e a situação social do povo voltou a se degradar fortemente.

A social democracia tinha chegado ao governo na era da sua conversão ao neoliberalismo – a começar pela França e pela Espanha, referencias centrais dos tucanos. Não trouxe o Estado de bem estar social, mas o modelo mais mercantilista que tínhamos conhecido.

Com o governo Lula, a superação da crise foi feita mediante um novo modelo, que foi sendo construído aos poucos. Que incorporou o consenso nacional de controle da inflação, mas não fez dele o centro do modelo, apenas uma de suas dimensões. A especificidade do novo modelo foi a retomada do crescimento econômico estruturalmente articulado com a expansão do mercado interno do consumo de massas, requerendo portanto políticas sociais e papel indutor do crescimento e da garantia dos direitos sociais pelo Estado. O Brasil vai construindo assim seu próprio caminho de desenvolvimento histórico.
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/emir-sader-a-via-brasileira.html

Leandro Fortes: Os sujos sobem a rampa do Planalto

23 de novembro de 2010

Lula entre os sujos

Por Leandro Fortes, no Brasília Eu Vi

Amanhã, quarta-feira, dia 24 de novembro, terei a honra de participar do grupo de blogueiros progressistas convidado pelo Palácio do Planalto para entrevistar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Da última vez que entrevistei Lula, eu era um garoto de 23 anos e ele estava no meio de uma guerra: as eleições presidenciais de 1989, as primeiras desde o fim da ditadura, em 1985.

Eu era repórter do Jornal da Bahia e havia sido mandado para uma coletiva com Lula, em Salvador, na sede do Sindicato dos Bancários, no centro da cidade. Lembro de ter perguntado sobre a dificuldade dele e do PT de arranjar empresários que ajudassem a financiar a campanha contra Fernando Collor de Mello, o José Serra de então: bajulado pelo empresariado, apoiado pela mídia e sustentado pelo conservadorismo da Igreja e da classe média. Também quis saber de Lula a opinião sobre os boatos de que, uma vez eleito, ele iria tomar os apartamentos dos bairros nobres das capitais e entregar aos pobres. Era esse o nível daquela campanha. Lula, ainda um homem jovem de barbas muito negras, cansado e bem humorado, disse que havia desistido de conquistar a simpatia de empresários e que a história dos apartamentos devia ser creditada a quem tinha medo da democracia.

Dali, saí correndo para fazer outra entrevista incrível, na sede baiana do PDT, com Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança, então com 90 anos, que estava em Salvador para declarar apoio a Lula. Com essas duas matérias, voltei à redação para me reportar ao meu chefe da época, João Santana, o “Patinhas”, que viria a ficar famoso, anos depois, por ter sido o marqueteiro que reelegeu Lula em 2006 e, agora, por ter garantido a eleição de Dilma Rousseff, a primeira presidenta do Brasil. A Bahia é mesmo um lugar interessante.

A entrevista com Lula será transmitida ao vivo pelo Blog do Planalto (http://blog.planalto.gov.br/) e por outros sites e blogs que queiram transmiti-la. Haverá também possibilidade de participação por meio do twitter. Além de mim, também participarão da entrevista os blogueiros Altamiro Borges (Blog do Miro), Altino Machado (Blog do Altino), Cloaca (Cloaca News), Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania), Pierre Lucena (Acerto de Contas), Renato Rovai (Blog do Rovai), Rodrigo Vianna (Escrevinhador) e Túlio Vianna (Blog do Túlio Vianna).

Esse mesmo grupo foi chamado por Serra, no auge da baixaria da campanha eleitoral, de representantes de “blogs sujos”, uma referência nervosa a um tipo de mídia que pegou o tucano, uma criatura artificialmente sustentada pela velha mídia corporativa, no contrapé. Nem Serra, nem ninguém na velha direita brasileira estavam preparados para o poder de reação, análise e crítica da blogosfera e das redes sociais. Matérias falsas, reportagens falaciosas, discursos hipócritas, obscurantismo religioso e a farsa da bolinha de papel, tudo, tudo foi desmontado em poucas horas dentro da internet. Chamar-nos de “sujos” nem de longe nos alcançou como ofensa, pelo contrário. Nós, os “sujos” fizemos a história dessa eleição. Serra e seus brucutus terceirizados sumiram no ralo virtual.

O fato de o presidente mais popular e melhor avaliado da história do Brasil se prontificar a nos receber, no Palácio do Planalto, para responder, sem reservas, aos nossos questionamentos (detalhe: nem todos são jornalistas), demonstra a dimensão exata de nossa participação no atual processo político.

De minha parte, me sinto muito honrado com o convite.
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/leandro-fortes-os-sujos-sobem-a-rampa-do-planalto.html

La justicia estadounidense hoy citó a Uribe por asesinatos de sindicalistas pero éste se ausentó

22.11.2010
Han sido asesinados 800 sindicalistas durante el mandato de Uribe
Dick Emanuelsson | Para Kaos en la Red

TEGUCIGALPA / 2010-11-22 / Uribe fue hoy citado en Estados por asesinatos de sindicalistas colombianos en la mina gringa Drummond. El caso es emblemático por que es la ilustración del Terrorismo de Estado que en nombre de Uribe lo llama; "Seguridad Democrática".

Fueron asesinados sindicalistas tras sindicalistas en la mina estadounidense en el norte de Colombia. No importa que los testigos y hasta los autores paramilitares sindicaban a la gerencia de la empresa multinacional y las FF.MM. del estado por ser los autores intelectuales y aliados respectivamente de la erradicación de sindicato combativo.

Uribe, como máximo responsable por esos asesinatos y más de 800 asesinatos de sindicalistas colombianos durante sus dos periodos, el "No 82" del Cartel de Medellín solo responde que durante su mandato se ha disminuido los asesinatos de sindicalistas que por si es cierto ya que los trabajadores colombianos ya no se atreven en gran medida afiliarse, tanto por perder su puesto de trabajo pero sobre todo, para no ser asesinados.

LA DESTRUCCIÓN FÍSICA DE UN MOVIMIENTO SINDICAL

Asumir un cargo sindical en Colombia es equivalente de firmar su propia sentencia de muerte, dicen los colombianos. Por eso esta desapareciendo sucesivamente el movimiento sindical.

El grado de afiliación sindical durante los dos periodos de Uribe en Colombia bajó dramáticamente. Es la misma tendencia que tendremos también en Honduras con la ofensiva de leyes antipopulares. Como coronando esos ataque al pueblo trabajador, hemos observado las arremetidas brutales de la rectora de la de la Universidad Nacional Autónoma de Honduras, como los primeros pasos para destruir el sindicato de los trabajadores universitarios, Sitraunah. Ministerio de Trabajo, leyes y normas internacionales de la OIT hoy en día en Honduras significa nada.

Los acuerdos y contratos colectivos son pisoteados en forma más descarada por el régimen de facto No 2 y ese Congreso que mañana condecorará al señor que en 1991 fue clasificado por el Departamento de Defensa como un integrante del Cartel de Medellín con el "No. 82".

Dice la nota abajo, tomada de El Tiempo, que Uribe no se presentó a la justicia estadounidense hoy, a pesar que fue citado legal- y físicamente. Claro, se siente como en su casa entre sus aliados en Honduras, donde se encuentra en este momento.

Contrario lo que consideran los sindicalistas colombianos que desde el 1986 han enterrado más de 3500 de sus camaradas de lucha, en Honduras Uribe es llevado con centenares de Cobras (policía terrorista al movimiento popular), ejercito y policías antimotines.

Será condecorado por el Congreso Nacional, el mismo congreso que hasta 71 por ciento es partidario del Golpe de Estado del 28 de junio 2009, es el mismo congreso que condecoró al dictador Roberto Micheletti como "Héroe Nacional" y el congreso que "acceptó" la renuncia del derrocado presidente Manuel Zelaya esa fecha fatal. Los empresarios y los golpistas de las Camisetas Blancas andan eufóricos por su visita.

¿PEDIRÁ ASILO EN PANAMÁ?

Quien sabe, quizás Uribe hace como su jefa del DAS, Maria Pilar Hurtado, que pidió asilo político en Panamá por sentirse arrinconada por la Corte Suprema de Justicia en Colombia por que las investigaciones de la "Chuzada" se le acerca, sabiendo que los crímenes que ha cometido son crímenes de lesa humanidad, para lo cual no figura ningún derecho a asilo en la justicia internacional.

Y son más que un organismo de derechos humanos que ha solicitado a la CPI, Corte Penal Internacional, de juzgar a Uribe justamente por Crímenes de Lesa Humanidad. Son miles de fosas comunes en Colombia donde reina la paz y tranquilidad, pero de los cementerios. Y se nota que Uribe cada día se ve más cansado y agotado, por que sabe que la justicia más temprano que tarde le alcanzará.

Véase la cacería de brujas contra los obreros y sindicalistas bananeros en Colombia y como empresas transnacionales como Chiquita, Dole u otros se beneficiaban con la alianza con los paramilitares:

http://dickema24.blogspot.com/search/label/banan

http://dickema24.blogspot.com/2010/11/colombia-la-justicia-estadounidense.html
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Fonte:http://www.kaosenlared.net/noticia/justicia-estadounidense-hoy-cito-uribe-asesinatos-sindicalistas-pero-e

HISTÓRIA - 100 anos da Revolta da Chibata.

21.11.2010
Luiz Carcerelli

100 anos da Revolta da Chibata - João Cândido, o almirante negro da esquadra revoltosa.

Após a decretação da Lei de Terras, em 1850, ficou determinado que a terra só poderia ser adquirida pela compra e os ex-escravos ficaram impossibilitados de ter acesso à terra. Com a publicação da "Lei Áurea" em 1888, uma alternativa para os negros passou a ser o trabalho, como marujo, na Marinha de Guerra do Brasil. Nos navios, no entanto, as humilhações, exploração e brutalidade do tempo da escravidão não haviam findado, eram permitidos os castigos físicos contra os marinheiros que infringissem as regras draconianas. Obviamente, para o oficialato as regras eram outras. Tal fato diminuía o número de voluntários, que eram supridos com o recrutamento forçado, feito pela polícia. Tais castigos foram abolidos quando da Proclamação da República e restabelecidos um ano depois. Estavam previstas as seguintes penalidades:

"Para as faltas leves, prisão a ferro na solitária, por um a cinco dias, a pão e água; faltas leves repetidas, idem, por seis dias, no mínimo; faltas graves, vinte e cinco chibatadas, no mínimo."

As melhores influências

Em 15 anos de carreira militar, João Cândido fez várias viagens pelo Brasil e por vários países, mas a que maior influência teve sobre ele foi para a Grã Bretanha em 1909, para acompanhar o final da construção de navios de guerra encomendados pelo governo brasileiro. Lá, além de vivenciar a diferença com a qual eram tratados os marujos britânicos e os brasileiros, tomou consciência da revolta do navio russo Encouraçado Potenkin, em 1905.

Ainda na Inglaterra, João Cândido montou clandestinamente um Comitê Geral para preparar a revolta. Esse comitê se ramificou em vários comitês revolucionários em diferentes navios. Em 1910, no Rio de Janeiro, se junta ao comitê Francisco Dias Martins, o Mão Negra, que havia ficado conhecido pela carta que escreveu sob este pseudônimo, denunciando a chibata.

Na noite de 22 de novembro de 1910, amotinou-se a tripulação do Encouraçado Minas Gerais. Quando o comandante retornou de um jantar em navio francês, tentou resistir e foi morto a tiros e coronhadas. Além deles, outros cinco oficiais foram executados. Alertados por um tenente ferido, os oficiais do Encouraçado São Paulo debandaram para terra e essa unidade da Armada também aderiu ao levante. O mesmo aconteceu com o Deodoro e com o Cruzador Bahia, além de embarcações menores, fundeadas na Baía de Guanabara.

Na manhã do dia 23, de posse dos navios e das armas, os marinheiros sublevados apresentaram ultimatum, ameaçando abrir fogo sobre a Capital Federal. João Cândido, o Almirante Negro, como ficou conhecido, liderava a revolta e a redação do documento foi de Francisco Dias Martins. Dizia a carta:

"O governo tem que acabar com os castigos corporais, melhorar nossa comida e dar anistia a todos os revoltosos. Senão, a gente bombardeia a cidade, dentro de 12 horas."

E mais abaixo:

"Não queremos a volta da chibata. Isso pedimos ao presidente da República e ao ministro da Marinha. Queremos a resposta já e já. Caso não a tenhamos, bombardearemos as cidades e os navios que não se revoltarem."

A Marinha esboçou um ataque com dois navios menores, prontamente repelidos pelos revoltosos que abriram fogo contra a Ilha das Cobras (base naval) e dispararam tiros de advertência sobre o Palácio do Catete (sede do executivo).

Surpreendido e temendo o combate, o Estado brasileiro na pessoa do marechal Hermes da Fonseca, então presidente da República, aceitou as exigências dos revoltosos. Mas a estratégia do governo ficaria clara alguns dias depois.

Hermes da Fonseca abole os castigos físicos e promete anistia para os que se entregassem. Os marinheiros depõem as armas e sucede-se o que sempre acontece quando se confia em um Estado reacionário.

A reação desencadeou feroz perseguição aos marinheiros revoltosos. Às dezenas, os marujos foram encarcerados em porões de navios ou nas masmorras da Ilha das Cobras. O barco de guerra Satélite foi palco de numerosos fuzilamentos.

Já no dia 28 de novembro, alguns marujos são expulsos da Armada por serem "inconvenientes à disciplina". No dia 4 de dezembro, quatro marinheiros foram presos acusados de conspiração. Muito desorganizados, no dia 9, os fuzileiros navais da Ilha das Cobras sublevam-se e são duramente bombardeados, mesmo tendo hasteado a bandeira branca. Dos 600, sobrevivem apenas cem. Na sequência, vários foram desterrados e condenados a trabalhos forçados nos seringais da Amazônia, sendo que sete foram assassinados no caminho.

Mas esses monstruosos crimes não foram capazes de quebrar a rebeldia dos marinheiros. Muitos participantes da rebelião de 1910 ligaram-se anos depois ao movimento revolucionário. O marinheiro Normando, comandante de um dos barcos rebelados, ingressou nas fileiras do Partido Comunista do Brasil – PCB. Em 1924, os marinheiros novamente sublevaram-se no encouraçado São Paulo. Em 1935, incorporaram-se às centenas à luta da Aliança Nacional Libertadora e mais tarde, em 1964, compuseram a linha de frente da resistência contra o gerenciamento militar-fascista.

O ódio zoológico nutrido pela oficialidade da Marinha a João Cândido manteve-se irretocado e foi renovado ano após ano. Em 6 de dezembro de 1969, o líder da rebelião da esquadra de 1910 faleceu sem receber nenhum centavo da marinha.

Ainda na década de 1970, a reação destilava seu veneno contra João Cândido e seus companheiros. A censura do gerenciamento militar mutilou a bela música de João Bosco e Aldir Blanc, O mestre sala dos mares, trocando as palavras marinheiro por feiticeiro, almirante por navegante, bloco de fragatas por alegria das regatas, e outras mais, tirando muito de sua força.

Em 22 de Novembro de 2007, quando se completaram 97 anos da Revolta, foi inaugurada uma estátua em homenagem ao "Almirante Negro" nos jardins do Museu da República, antigo Palácio do Catete. A estátua, de corpo inteiro, de João Cândido com o leme em suas mãos, foi afixada de frente para o mar.

Em 24 de julho de 2008, 39 anos depois da morte de João Cândido, publicou-se, no Diário Oficial da União, a Lei Nº 11.756 que concedeu "anistia" ao líder da Revolta da Chibata e a seus companheiros. No entanto, a lei foi vetada na parte em que determinava a reintegração de João Cândido à Marinha do Brasil o reconhecimento de sua patente e devidas promoções e o pagamento de todos os seus direitos e de seus familiares.

Em 20 de Novembro de 2008, a estátua do Almirante Negro foi retirada do Palácio Catete e colocada na Praça Quinze de Novembro, no Centro da cidade do Rio de Janeiro. Lá, às margens da Baia da Guanabara, a imponente figura de João Cândido certamente está mais à vontade, entre os populares que passam e param para lhe render homenagem, entre tantos filhos do povo como ele negros, pobres, explorados, revoltosos.

O Mestre Sala dos Mares

(João Bosco / Aldir Blanc)
Composição original


Há muito tempo nas águas da Guanabara
O dragão do mar reapareceu
Na figura de um bravo marinheiro
A quem a história não esqueceu
Conhecido como o almirante negro
Tinha a dignidade de um mestre sala
E ao navegar pelo mar com seu bloco de fragatas
Foi saudado no porto pelas mocinhas francesas
Jovens polacas e por batalhões de mulatas
Rubras cascatas jorravam das costas
dos negros pelas pontas das chibatas
Inundando o coração de toda tripulação
Que a exemplo do marinheiro gritava então
Glória aos piratas, às mulatas, às sereias
Glória à farofa, à cachaça, às baleias
Glória a todas as lutas inglórias
Que através da nossa história
Não esquecemos jamais
Salve o almirante negro
Que tem por monumento
As pedras pisadas do cais
Mas faz muito tempo

Fonte:A Nova Democracia

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Fonte:http://blogdeumsem-mdia.blogspot.com/

Não sou manobrista sou reitor e você quem é?

21.11.2010
Do blog "MariaFrô"
José Vicente, um reitor contra o preconceito

Aos 51 anos, o advogado e sociólogo que começou como boia-fria no interior hoje chefia a Zumbi dos Palmares, única universidade de maioria negra no País

Por: Edison

Veiga em O Estado de S.Paulo
21/11/2010

A cena se repete com frequência. Ele acaba de almoçar em um restaurante bacana de São Paulo e está na porta, aguardando o manobrista trazer seu carro. Um novo cliente chega, para o carro e vem em sua direção, entregando-lhe a chave:


Paulo Pinto/AE


‘Quilombo’. Vicente comanda única faculdade brasileira onde o negro é protagonista: 90% dos alunos e 55% dos professores têm ascendência afro
“Não, não sou manobrista”, responde, entre revoltado e constrangido. “Sou um cliente como você.”

Geralmente o dono da chave fica sem graça, aquele sorriso amarelo. “No fundo, sei que ele é um inocente. Vítima do contexto social”, afirma José Vicente, de 51 anos, advogado, sociólogo, mestre em Administração, doutorando em Educação e reitor da Faculdade da Cidadania Zumbi dos Palmares. José Vicente é negro.

“Sejam bem-vindos ao quilombo de Zumbi.” É o que está escrito logo na entrada do prédio da faculdade com sede no Clube de Regatas Tietê, na Marginal de mesmo nome, bairro da Armênia. Quilombo? A alusão às comunidades criadas por ex-escravos e outros excluídos não é por acaso. Trata-se da única faculdade brasileira com maioria negra: 90% dos 1,8 mil alunos se declaram negros – pelo regulamento da instituição, a cota reservada ao grupo é de 50%, pelo menos. Entre o corpo docente, a ascendência africana também é predominante. “Dos 78 professores, 55% são negros”, afirma Vicente. “Na USP, há 5,4 mil professores. Apenas cinco negros.” De acordo com o IBGE, 34,11% da população paulista é negra.

A Zumbi dos Palmares nasceu de uma utopia. Nos anos 1990, quando Vicente ganhava a vida como advogado criminalista, ele encabeçava um grupo de pessoas que conseguiam bolsas de estudos para negros em universidades particulares. Em 1997, a coisa ficou séria e foi fundada a Afrobras, ONG que existe até hoje e administra a faculdade. Na época, o sistema de bolsas coordenado pelo grupo envolvia dez universidades, beneficiando 1,2 mil jovens negros. “Dez anos antes de se discutir a política de cotas no Brasil, já garantíamos uma cota, do nosso jeito.” José Vicente é meio assim mesmo: se não vai de um jeito, vai de outro. Até dar certo.

Aí que a coisa foi amadurecendo. A vontade era ter uma faculdade de gênero, como há 117 nos Estados Unidos. “Precisávamos de um projeto. E isso custa caro. A (Universidade) Metodista nos ajudou.” O passo seguinte seria o Ministério da Educação aprovar. Precisava marcar uma reunião com o então ministro Paulo Renato Souza (era ano 2000). Descobriu que o médico infectologista David Uip era próximo dele. Bom, Vicente conhecia a irmã do médico. Ligou os pontos. “Ele falou que só toparia ajudar se conseguíssemos convencê-lo do projeto”, lembra o reitor.

“Tenho uma ótima recordação do episódio”, diz Uip. “Minha principal dúvida era se, ao fazer uma universidade para negros, não estaríamos aumentando o preconceito contra os próprios negros. Quando Vicente me informou que a possibilidade de acesso dos negros ao Ensino Superior era de somente 2%, não hesitei em tentar ajudá-lo.”

A reunião foi marcada. “Entusiasmei-me muito, mas vi que ele não tinha experiência nenhuma. Então, destaquei uma equipe do MEC para auxiliar a colocar o projeto em prática”, recorda-se o ex-ministro, hoje secretário da Educação de São Paulo. Em 2004, após a colaboração de muitas pessoas e empresas, começavam as aulas na Zumbi dos Palmares. Hoje são oferecidos cinco cursos (Administração, Direito, Publicidade, Pedagogia e Tecnologia de Transportes Terrestres), com mensalidades que vão de R$ 260 a R$ 315. E bolsas, muitas bolsas. Patrocinadas por empresas.

Infância. Não foi fácil para José Vicente chegar onde chegou. Filho caçula de boias-frias, ele nasceu e cresceu no Morro do Querosene, bairro pobre de Marília, no interior paulista. “Éramos seis irmãos e nossa mesa só tinha três cadeiras. Casa de madeira. Chuveiro era um balde furado”, afirma ele.

O pai morreu quando ele tinha 1 ano – “nem foto tinha, não sei como era o rosto dele”. Foi criado sob pés de café da roça, enquanto mãe e irmãos trabalhavam. Com 7 anos, começou a ajudar também. “Já estava fortinho, né?” Também trabalhou como engraxate, vendedor ambulante, pintor de paredes, fez de tudo um pouco. Na adolescência, entrou para uma banda marcial da cidade e descobriu-se poeta e compositor “para xavecar as menininhas”.

Aos 21 anos, tendo cursado somente até o 2.º ano do Ensino Médio, virou soldado da Polícia Militar e mudou-se para São Paulo. “Tive um choque. Eu mal sabia segurar o revólver e estava caçando bandido. Caramba, entrei em crise, pensei em me jogar do viaduto.” Botou foi a cabeça no lugar, terminou os estudos e foi estudar Direito. Depois, Sociologia. Depois, você já sabe: começou a semear o sonho da Zumbi dos Palmares. / COLABOROU ANA BIZZOTTO

O QUE ELES DIZEM

“A faculdade é o resultado da obstinação de José Vicente. Confesso que, à época, achava difícil eles conseguirem superar todas as etapas. Mas o resultado é absolutamente surpreendente”


Paulo Renato Souza
SECRETÁRIO ESTADUAL DA EDUCAÇÃO


“Ele é destemido, perseverante, articulado e nunca desiste. É um grande exemplo”

David Uip
MÉDICO INFECTOLOGISTA


“O Troféu Raça Negra é um grande estímulo para os artistas negros e, vindo da própria comunidade negra, é altamente expressivo”

Altay Veloso
MÚSICO, PREMIADO EM 2008

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Fonte:http://mariafro.com.br/wordpress/?p=21798

DOMINGÃO DO CLOACÃO - PORQUE OS MISERÁVEIS PODEM COMPRAR CARROS MAS NÃO PODEM FALAR NA TV

DOMINGO, 21 DE NOVEMBRO DE 2010


Postamos o vídeo abaixo um ano atrás. Foi produzido peloIntervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social, como contribuição à 1ª Conferência Nacional de Comunicação - Confecom. Dirigido por Pedro Ekman, o vídeo é uma espécie de “remontagem” do antológico e imortal curta-metragem "Ilha das Flores", do gaúcho Jorge Furtado. Com fino humor e muita ironia, a obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação que observamos em nosso país.

Intervozes - Levante sua voz from Pedro Ekman on Vimeo.

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Fonte:http://cloacanews.blogspot.com/2010/11/domingao-do-cloacao-porque-os.html