segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Aécio propõe a defesa das privatizações de FHC na campanha tucana

Lamentavelmente, Serra não os ouvirá
Senador eleito por MG participa de encontro para discutir os rumos da candidatura Serra no segundo turno


Adriano Ceolin, iG Brasília | 06/10/2010.

O senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) propôs hoje que a campanha do presidenciável tucano José Serra faça a defesa do processo de privatizações implementado, sobretudo, no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. O assunto é tido como um dos pontos fracos dos tucanos, segundo a campanha de Dilma Rousseff (PT). “Querem falar de privatizações? Vamos falar dela. Querem condenar as privatizações? Estão de alguma forma dizendo a cada cidadão brasileiro que pegue o celular que está no seu bolso, que está na sua bolsa, e o jogue na lata de lixo mais próxima”, afirmou Aécio.

Serra precisa partir para o confronto com Dilma, diz Itamar Franco
De acordo com ele, “foram as privatizações que permitiram a universalização de acesso à telefonia celular”. Aécio está em Brasília nesta quarta-feira para o encontro de todas as pessoas que participaram das eleições, derrotadas ou vitoriosas, pertencentes aos partidos da coligação formada por PSDB, DEM e PPS.

Além de Aécio, o evento conta com a presença do governador eleito de são Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), do senador não reeleito do Ceará, Tasso Jereissatti (PSDB), do governador eleito no Paraná, Beto Richa (PSDB), da governadora não reeleita no Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), de Siqueira Campos (PSDB), eleito em Tocantins, entre outros.

O evento é aberto à imprensa e acontece no Centro de Convenções Brasil 21, mesmo local onde foi realizada a festa de lançamento da candidatura de Serra, em abril deste ano.

Uma das grandes questões da campanha no segundo turno é se haverá mais espaço para políticos de outros Estados. Isso porque há uma crítica muito forte de que a campanha no primeiro turno ficou concentrada em São Paulo. Os tucanos mineiros defendem o que chamam de “oxigenação da campanha” de Serra. Há setores que também querem uma maior exposição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
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Nota do Blog:

o Sr. Itamar, deve se lembrar que até hoje o povo brasileiro não sabe onde foi aplicado todo o dinheiro das privatizações da empresas.
Ele, Serra , Aécio e FHC,escondem do povo brasileiro as empresas estatais foram vendidas a preço de bananas,gerando com isso,um enorme prejuízo para o todo povo brasileiro. Isso eles nunca irão dizer.

Mas nós cidadão brasileiros, minimamente informados sabemos desses prejuízos.
Quando o livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., for publicado, todos nós saberemos a "privataria" que foi a venda das estatais.


Irineu Messias

Como Serra e FHC impediram a Petrobrás de entrar em São Paulo

Para Serra, a Petrobrás não pode entrar em território paulista

Saiu no Tijolaço reportagem que põe em perspectiva a acusação que a Dilma fez no debate da RedeTV: Serra não deixou Petrobrás comprar empresa, mesmo depois de a Petrobrás oferecer valor maior que as concorrentes.

Clique aqui para ver a lista das empresas que ele e o FHC passaram nos cobres.

E aqui para ver o vídeo em que FHC diz que vendeu a Vale por insistência do Serra.

Vamos ao Tijolaço:

Para entender a história da Gás Brasiliano


Trazida à baila por Dilma, a tentativa do Governo de São Paulo de vetar a aquisição da Cia Gás Brasiliano, uma empresa do grupo italiano ENI, não era assunto conhecido por muitos de nós. E, certamente, não vai ser, com a cobertura que dá a nossa mídia.

Aqui do lado, reproduzo a área de concessão da Gás Brasiliano para a distribuição de gás natural no riquíssimo noroeste paulista e seu posicionamento estratégico de interconexão com o Gasbol, o gasoduto pelo qual nos chegam até 17 milhões de metros cúbicos de gás boliviano.

Republico, portanto, a matéria da repórter Cláudia Schüffner, do Valor Econômico, publicada no dia 28 de maio deste ano, que passou desapercebida por quase todos:

Petrobras, finalmente, entra em São Paulo


A aquisição da Gás Brasiliano pela Petrobras, anunciada ontem pelo valor de US$ 250 milhões, satisfaz um desejo antigo da estatal – há muito tempo a companhia pretendia entrar no rico mercado de São Paulo. Ela não mediu esforços para vencer a concorrência da Mitsui e Cosan, que também fizeram propostas pelo ativo. Entretanto, segundo fontes ouvidas pelo Valor, o negócio contraria o governo de São Paulo, que não gostaria de ter uma estatal federal no controle de empresas de distribuição de gás no Estado.

Ao ser questionada sobre restrições do governo paulista à aquisição, a secretária de Saneamento e Energia de São Paulo, Dilma Pena, informou, por meio de sua assessoria, que não tinha sido informada oficialmente sobre a compra. A informação já tinha sido divulgada pela estatal pela manhã em fato relevante.

Com a compra, a Petrobras consegue cumprir um plano de negócios desenhado na década passada que foi abortado. Em abril de 1999, a estatal viu sua intenção de comprar a Comgás barrada depois que ela conseguiu um meio de driblar a restrição que proibia a participação majoritária de estatais federais no leilão da distribuidora. Isso seria possível porque ela se associou, como minoritária, a um consórcio que tinha ainda os fundos de pensão Previ (dos funcionários do Banco do Brasil) e Petros (da Petrobras). Era um grupo formado por gigantes.

Quando soube da formação desse consórcio o então governador de São Paulo, Mário Covas (PSDB) ligou para o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, pedindo que o consórcio fosse desfeito. FHC então proibiu a Petrobras de entrar na concorrência e a Comgás foi comprada por um consórcio liderado pela BG, Shell e a CPFL.

A atual oferta da Petrobras pela Gás Brasiliano só pôde ser feita porque em 2007 foi revogado o artigo 24 da Lei Estadual nº 9.361/1996, que criou o Programa Estadual de Desestatização. Esse artigo vedava explicitamente “a participação majoritária das empresas estatais federais na Comgás e demais concessionárias de distribuição de gás canalizado que vierem a ser criadas no Estado de São Paulo”. Mas ele foi revogado pela Lei Estadual nº 12.639/07, proposta pelo deputado estadual Antonio Mentor (PT), apesar do veto do governador José Serra. A justificativa do governo para vetar a Petrobras era evitar a concentração econômica e permitir a concorrência no setor.

Todavia, com a nova legislação, deixou de existir o veto à entrada da Petrobras na distribuição de gás em São Paulo, o que abria a possibilidade de ela não só tentar adquirir a Comgás como a Gás Brasiliano, controlada pela italiana Eni Spa e a Gás Natural São Paulo (controlada pela espanhola Gas Natural).

A Gás Brasiliano foi adquirida pela Eni por R$ 274,5 milhões – US$ 142,5 milhões pelo câmbio na época da privatização em 1999 – que representava com ágio de 150%. Desde então, a Eni investiu na concessão, que abrange 375 municípios, cerca de R$ 360 milhões. A oferta da Petrobras é igual ao que a japonesa Mitsui pagou em 2005 pelo controle de sete distribuidoras reunidas na Gaspart.

Com a Gas Brasiliano, a Petrobras terá participação acionária em 21 das 27 distribuidoras de gás natural existentes no Brasil. No mercado se comentava que a oferta da estatal foi superior à da Mitsui (que teria ficado em segundo lugar, com uma proposta de US$ 180 milhões ou US$ 190 milhões) e bem acima da oferta da Cosan, que teria oferecido US$ 120 milhões. Procurada, as empresas não confirmaram a informação. Essa é segunda aquisição de uma controlada da italiana Eni pela estatal, que comprou a AgipLiquigás em 2004.


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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/10/18/como-serra-e-fhc-impediram-a-petrobras-de-entrar-em-sao-paulo/

DILMA, PRESIDENTA! GUIA ELEITORAL,18.10.10(tarde)


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Fonte:http://tudo-em-cima.blogspot.com/

Juristas e intelectuais manifestam apoio a Dilma

18.10.2010

Serão entregues à coordenação da campanha da coligação “Para o Brasil seguir mudando”, na próxima terça-feira, às 19 horas, no Teatro da Universidade Católica de São Paulo (Tuca), manifestos de juristas e intelectuais pró-Dilma.

O candidato a vice Michel Temer e o coordenador da campanha, deputado José Eduardo Cardozo, receberão os manifestos que foram assinados por personalidades como Frei Betto, Celso Antônio Bandeira de Mello e Márcio Thomaz Bastos, além de diversos integrantes dos movimentos sociais.

A senadora recém eleita Martha Suplicy e os senadores deste mandato Aloizio Mercadante e Eduardo Suplicy também já confirmaram presença.

Acompanhe aqui a cobertura diária da campanha de Dilma pelo Twitter.

Assista abaixo ao depoimento de Celso Bandeira de Mello:




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Fonte:http://www.dilma13.com.br/noticias/entry/juristas-e-intelectuais-manifestam-apoio-a-dilma/

Padre OTTO DANA: " O capeta tá solto!"

Brasileiros e brasileiras! O capeta está solto! Empunhemos nossos
terços e Bíblias e até Alcorões, se os houver! Herodes brande a
espada afiada contra as criancinhas do Brasil! Ergamos a fogueira!
Queimemos os hereges! O aborto e os gays estão espreitando pela
janela!

Gente do céu! Que tiririquice! Que babaquice mais que medieval. Que
onda inquisitorial graçando em pleno século XXI. A caça às
bruxas. O extermínio dos veados. Cruz, credo! Xô Satanás! Estamos
apenas tentando eleger um Presidente para o Brasil. Estamos discutindo
propostas e projetos para uma boa administração do Brasil
. Aborto,
gueisismo, pílula, camisinha não é prioridade do momento.

O processo eleitoral corria tranquilo, dentro dos princípios
democráticos: discute-aqui- denucia-ali, promete-isso,
condena-aquilo, tudo numa boa. De repente a serenidade é detonada
por uma horda de aiatolás, talibãs, mulás, numa gritaria
ensurdecedora contra os que ameaçam o poder do Altíssimo.

Alguns vestidos de batina (ainda!), outros de mitra e báculo, outros
de terno e gravata ostentando Bíblias, todos ecumenicamente de dedo
em riste acusador: "ela é a favor do aborto, ele apóia o casamento
homem-com-homem, mulher-com-mulher, os dois defendem a distribuição
de camisinhas até para as crianças da escola.

Deus do céu! Que atraso! Que tiririquice! Pra começar, arbitrar
sobre aborto e formas de casamento é da competência do Congresso
Nacional e não do Presidente da República, que apenas sanciona ou
veta a disposição do Congresso. Além do mais, aborto e casamento
gay nem estão em pauta de discussão, hoje.

Mais importante e pertinente agora é ouvir dos candidatos suas
propostas e projetos concretos quanto à saúde, educação de
qualidade, distribuição de renda, segurança da população,
criação de empregos, formas de apropriação ou não do Estado,
relações diplomáticas e econômicas com outros países,
transporte, saneamento básico, liberdade de imprensa,
desenvolvimento do país, programas sociais, etc., etc.

E mais: estamos num país democrático, regido por uma Constituição
Civil e não pelas tábuas da lei de Moisés. É um país democrático
e laico e não teocrático, apesar de supostamente religioso. Sua
capital é Brasília e não o Vaticano, nem a Canção Nova, nem a
sede da Assembléia de Deus, nem a CNBB.

Tentar manipular a consciência do eleitor, ameaçando-o com a ira de
Deus é injuriar o próprio Deus que nos criou livres. O dia em que o
povo tiver que consultar um aiatolá de plantão tipo Pastor Silas
Malafaia, ou um Padre José Augusto (Canção Nova) para votar, é
melhor rasgar o título de eleitor e o estatuto da maioridade civil.
O que vem se praticando em meios religiosos no momento, é o aborto
da eleição, da democracia, da Constituição e do bom senso. Xô
Satanás!


Pe. Otto Dana – Pároco da Igreja Sant´Ana em Rio Claro SP -
e-mail: otto.dana@gmail.com.

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Obs: recebido por email,de uma amiga.

A Folha de S. Paulo e a ditadura militar...






SEGUNDA-FEIRA, 18 DE OUTUBRO DE 2010

Gráfica da difamação é da irmã do coordenador de Serra

Isso confirma o que já era mais do que sabido, a candidatura de Serra está jogando sujo e imprimindo panfletos em todos os cantos da país para caluniar a campanha de Dilma. Ontem no Maranhão circulavam panfletos com seguinte teor: Dilma é lésbica.

- por Renato Rovai, editor da revista Fórum

Durante todo o dia de ontem tentei confirmar a informação que havia obtido de duas pessoas diferentes (uma do setor gráfico e outra próxima ao tucanato) a de que a gráfica Pana era da irmã de Sérgio Kobayashi, tucano e um dos principais assessores de Serra nesta campanha, como o leitor pode conferir nesta matéria do IG.

Kobayashi é simplesmente coordenador da infra-estrutura da campanha de Serra. E já foi seu secretário de Comunicação no governo do Estado.

Segundo a fonte do setor gráfico que me disse na tarde de ontem que Arlety Kobayashi era irmã de Sérgio, o buraco ainda é mais embaixo. No mercado, a informação corrente é de que Sérgio é o verdadeiro dono da gráfica, algo que a Polícia Federal poderia investigar a partir da dica deste blog.

Vejam bem, dica. Este é o tipo de coisa difícil de comprovar. Mas como disse, é isso o que circula por aí, segundo e que me foi dito por uma pessoa bem informada do setor.

Só não publiquei ontem que Kobayashi era o irmão de Arlety porque não consegui nenhum documento comprovando e nem ninguém que me falasse isso em on.

Como este não é um blog de boatos e difamações, decidi buscar a confirmação, mas hoje a Folha de S. Paulo de hoje circula com este dado.

Isso confirma o que já era mais do que sabido, a candidatura de Serra está jogando sujo e imprimindo panfletos em todos os cantos da país para caluniar a campanha de Dilma. Ontem no Maranhão circulavam panfletos com seguinte teor: Dilma é lésbica.

Kobayashi não é tucaninho lá dos cantos de não sei da onde. É da coordenação nacional da campanha de Serra.

Nem o mais ingênuo dos petistas, e há muitos, pode acreditar que o panfleto estava ali por obra do acaso.

Se achar conveniente o PT pode, inclusive, encaminhar a solicitação da impugnação da candidatura de Serra.

Acho, porém, que isso o tornaria vítima.

Quando ele tem sido exatamente o contrário.

A seguir, um trecho da matéria da Folha de hoje , que não explica quem é Sérgio Kobayahi.

Gráfica de tucana fez panfletos anti-PT

PF apreendeu 1 milhão de folhetos em empresa que pertence à irmã de um coordenador de campanha de Serra. Apreensão foi decidida pelo TSE após pedido do PT; assessor de Serra e a campanha do tucano negam ligação com caso

BRENO COSTA
DE SÃO PAULO

A Polícia Federal apreendeu ontem, por determinação da Justiça Eleitoral, cerca de 1 milhão de panfletos que pregam voto contra o PT devido à posição favorável à descriminalização do aborto.
A gráfica que imprimia os jornais pertence à irmã do coordenador de infraestrutura da campanha de José Serra (PSDB), Sérgio Kobayashi.

Arlety Satiko Kobayashi é dona de 50% da Editora Gráfica Pana Ltda, localizada no Cambuci, na capital paulista.

A empresária é filiada ao PSDB desde março de 1991, segundo registro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O ministro do TSE Henrique Neves concedeu liminar para a apreensão dos panfletos atendendo a representação do PT para apuração de crime de difamação. O partido também pede investigação sobre quem pagou a impressão do material.

Sérgio Kobayashi atribuiu ontem a uma coincidência o fato de a gráfica Pana ter sua irmã como sócia. A assessoria da campanha de Serra negou qualquer relação entre o candidato e a produção dos panfletos, nem por meio de encomenda, financiamento ou indicação de gráfica.

“A campanha de José Serra não aceita a insinuação de conluio de qualquer tipo entre a atividade eleitoral e a Igreja Católica. É um desrespeito à Diocese de Guarulhos e à própria Igreja imaginar que possam ser correia de transmissão de qualquer candidatura. A Igreja Católica não é a CUT”, diz a nota.

Responsável pelo contato com a gráfica, Kelmon Luís de Souza afirmou que encomendou 20 milhões de panfletos em nome da diocese e que o dinheiro para a impressão veio de “doações pesadas de quatro ou cinco fiéis”.

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Dia 31 de Outubro ( Domingo ) voto Dilma ( 13 ) , para o Brasil continuar mudando

"O inimigo está blindado pela grande imprensa..."

18 de outubro de 2010
Marcos Carra,um internauta, no blog de Brizola Neto

Não entendo o que o comando de campanha da Dilma está esperando. É claro que é necessário confirmar todas as informações, inclusive esta, mas em apenas três dias surgiram novidades que devem ser exploradas ad nauseam:

1. Os tais panfletos anti-Dilma;

2. O aborto da Mônica Serra;

3. Esta reunião lesa-pátria;


É hora também da Dilma falar para a classe média e para os indecisos, bem como tirar o Lula da estante e botar o presidente em ação.

O inimigo está blindado pela grande imprensa, porém está acuado e na defensiva. Chegou a hora de bater sem piedade. Não é uma guerra, é uma Cruzada.
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Fonte:http://www2.tijolaco.com/28826

O encontro onde FHC teria apresentado as privatizações de Serra a empresários estrangeiros foi no sofisticado Hotel das Cataratas

Um portal de Foz do Iguaçu, oClickfoz, confirmou junto ao Hotel das Cataratas que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso esteve presente em um evento fechado ontem à noite no hotel com a presença de vários estrangeiros.

Segundo o jornalista mineiro Laerte Braga, em seu blog, Brasil Mobilizado, o propósito do encontro seria apresentar a investidores estrangeiros oportunidades de negócios no Brasil, com a privatização de estatais brasileiras no caso de vitória de José Serra.

Ainda segundo Braga, FHC estaria assumindo com os empresários o compromisso de venda de empresas como a Petrobras, Banco do Brasil e Itaipu, em nome de José Serra.

“Cada um dos investidores recebeu uma pasta com dados sobre o Brasil, artigos de jornais nacionais e internacionais e descrição detalhada do que José FHC Serra vai vender se for eleito”, escreveu Laerte Braga. “E além disso os investidores estão sendo concitados a contribuir para a campanha de José FHC Serra, além de instados a pressionar seus parceiros brasileiros e a mídia privada a aumentar o tom da campanha contra Dilma Roussef.”

Ainda segundo o blog, FHC teria dito, logo após ser apresentado pelo organizador do evento Raphael Ekmann, que “se deixarmos passar a oportunidade agora jamais conseguiremos vender essas empresas.”

Raphael Ekmann, ex-gerente comercial da Globosat, é responsável por relações com investidores do Grupo de Investimentos Tarpon. Em 2006, este grupo fez uma oferta hostil para tentar comprar a Acesita, e em 2009, vendeu sua participação na siderúrgica para a Arcelor Mittal.

Braga cita a presença de outras pessoas, como Alice Handy, que vem a ser fundadora e presidente de um grupo privado de investimentos em Charlottesville, nos Estados Unidos, e de Anjum Hussain, diretor de gerenciamento de risco de outro fundo de investimentos que administra US$ 1,6 bilhão.

A jornalista Hildegard Angel afirmou em seu blog no R7, que “o fato é realmente grave e pode ser visto como um ato contra a soberania brasileira e seria importante tanto o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como o candidato José Serra virem a público esclarecer essa denúncia.”


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Fonte:www2.tijolaco.com

Abraço à Petrobras contra o “zé martelo"


O sorriso na privatização da Light não esconde a satisfação

Centrais sindicais, movimentos sociais e estudantes estão convocando para um “Abraço a Petrobras”, na próxima quinta-feira, em defesa do patrimônio público e da soberania nacional.

Mais uma vez, as empresa públicas brasileiras estão ameaçadas, com movimentos suspeitos de tucanos de alta plumagem e com as negativas de Serra sobre o assunto. Como se sabe, o candidato tucano costuma agir de forma oposta ao que afirma.

Fernando Henrique Cardoso, que precisa explicar o que fazia ontem com investidores estrangeiros em um hotel de Foz do Iguaçu, veio hoje a público afirmar que a privatização da Petrobras “nunca esteve em cogitação”, como conta o Estadão.

FHC não deixa de ser coerente com o seu mantra de “esqueçam o que eu escrevi”, mas basta uma breve olhada em qualquer publicação da época em que liquidou o patrimônio público brasileiro para ver que a sanha privatista não tinha limites. E que junto com ele estava, entusiasmado, o seu então ministro do Planejamento, José Serra.

Logo no início do processo, em 1995, quando anunciou a venda de 17 estatais, incluindo a Vale do Rio Doce, uma das maiores mineradoras do mundo, o governo tucano revelava seu apetite em se desfazer das empresas públicas, e entre elas estava a Petrobras. A edição da revista Veja, de 3 de maio de 1995, escreve: “Partiu de Brasília, na semana passada, um sinal de que a intenção é séria. Na sexta-feira, foi demitido da direção da Petrobras José Machado Sobrinho, que criticou o programa de privatização num artigo publicado na imprensa”. Sobrinho alertava que o governo fazia uma lavagem cerebral na opinião pública por não ressaltar a importância das estatais.

Na mesma matéria, Serra fala com todo o entusiasmo do processo de privatizações que passava a chefiar: “Estamos fazendo todo o possível para privatizar em alta velocidade”. A venda do patrimônio público prosseguiu durante todo o governo de FHC e a Petrobras foi sendo preparada para ser ofertada aos investidores, inclusive com a proposta de alterar o seu nome para Petrobrax, mais palatável aos estrangeiros.

Assim como FHC, Serra sempre foi um entusiasta das privatizações e, coerente a seus princípios, a praticou em todos os governos que integrou ou comandou, inclusive o mais recente, o do estado de São Paulo, quando vendeu a Nossa Caixa, felizmente comprada pelo governo federal.

Outra matéria da Veja, também de 1995, traz uma recomendação de FHC a Serra, que certamente ecoa em sua mente, mas que ele não pode mais dizer publicamente: “É preciso dizer sempre e em todo lugar que este governo não retarda privatização, não é contra nenhuma privatização e vai vender tudo o que der para vender.”

É por isso que não se descarta que o encontro de FHC com investidores em Foz do Iguaçu efetivamente tenha tratado da venda de mais estatais, e que Serra jamais tenha esquecido das orientações do presidente a quem serviu em duas pastas.


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Fonte:http://www2.tijolaco.com/

Dilma diz ser 'lamentável' elo entre PSDB e panfletos anti-PT

8/10/2010 - 18h48
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ITALO NOGUEIRA
DO RIO


A presidenciável Dilma Rousseff (PT) considerou "lamentável" o vínculo entre o PSDB e panfletos anti-PT produzidos em São Paulo. A gráfica que produziu o material é de irmã de um dos coordenadores da campanha de José Serra (PSDB).

"Lamento profundamente o uso desses métodos. A Legislação eleitoral proíbe e configura crime. Se houver ligação com o PSDB, acho que é lamentável que isso tenha acontecido".

Serra diz que é irrelevante gráfica de tucana ter feito panfletos anti-Dilma
PT diz que há indícios de ligação do PSDB com panfletos anti-Dilma
Gráfica de tucana fez panfletos anti-Dilma
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Dilma disse respeitar a decisão de Marina Silva (PV) de declarar-se neutra no segundo turno desta eleição. Ela ressaltou, porém, ter o apoio de membros do PV.

"Respeito a posição da Marina. Ela pode tomar a posição que quiser. Não se trata de discutir a posição do partido".

Questionada se focaria a atração dos eleitores de Marina, respondeu: "Eu miro todos os eleitores e eleitoras desse país. Não existe essa segmentação, eleitores de A ou B".

Ela voltou a criticar a política de privatizações do governo FHC.

"O pobre passou a ter telefone porque passou a ter renda e não porque privatizaram", disse ela.
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Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/poder/816428-dilma-diz-ser-lamentavel-elo-entre-psdb-e-panfletos-anti-pt.shtml

Secretário-geral do PT afirma que PSDB participou de panfletos ilegais

18 de outubro de 2010

Segundo José Eduardo Cardozo, dona da gráfica em que folhetos foram apreendidos é irmã do coordenador de infraestrutura da campanha de José Serra.

REDAÇÃO ÉPOCA

Secretário-geral do PT e um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff, o deputado federal José Eduardo Cardozo (SP) afirmou em entrevista coletiva nesta segunda-feira (18) que há "indícios veementes" de que o PSDB participou da tentativa de distribuir panfletos contra Dilma no domingo (17). "Há indícios veementes de que [os folhetos] possam ter sido produzidos pela campanha de nosso adversário. A gráfica é de uma filiada ao PSDB, ela é irmã de pessoa de estrita confiança do candidato", disse Cardozo na sede nacional do PT, em São Paulo.

No domingo a Polícia Federal apreendeu em uma gráfica em São Paulo folhetos contra a candidata petista. Com o título "Apelo a todos os brasileiros e brasileiras", os panfletos estavam assinados pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Cardozo afirmou que o PT questiona quem pediu as cópias. "O folheto representa propaganda eleitoral ilícita pois não tem CNPJ. O próprio TSE reconheceu isso. Queremos saber quem pagou esse panfleto, como seria distribuído e de que forma", afirmou.

Cardozo afirmou ainda que o PT protocolou no TSE provas de ligação do PSDB com a Editora Gráfica Pana, onde a Polícia Federal apreendeu os folhetos. Uma das donas da gráfica é Arlety Satiko Kobayashi, irmã de Sérgio Kobayashi, coordenador de infraestrutura da campanha de José Serra. Cardozo apresentou cópia do contrato social da gráfica com Arlety e Alexandre Ogawa como sócios. Arlety é filiada ao PSDB desde 27 de março de 1991, de acordo com o site do Tribunal Superior Eleitoral.

RDF
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Fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI180291-18176,00.html

"Tou com medo", resposta a Regina Duarte


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Fonte:http://www.brasilmostraatuacara.blogspot.com/

DILMA, MELHORES MOMENTOS DO DEBATE NA REDE TV!




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Fonte:http://www.brasilmostraatuacara.blogspot.com/

Serra, o Mentiroso

18 de outubro de 2010
Serra cobra do Terra explicação que não deu


O candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, afirmou no debate promovido pela RedeTV!/Folha no domingo (17) à noite que o Terra não publicou uma explicação que ele teria dado em Goiânia sobre o ex-diretor do Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) Paulo Vieira de Souza, também conhecido como Paulo Preto. Na verdade, o portal publicou as únicas informações a respeito dadas por José Serra naquele dia. E mais: em todos os demais portais, jornais, emissoras de rádio e TV não há nenhum registro de explicação adicional do candidato Serra além do que foi veiculado na segunda-feira (11).

Acima, disponível para os internautas, o áudio da pergunta e a resposta de Serra no debate da RedeTV! e também o áudio do que ele disse exatamente em Goiânia.

Em tempo: Paulo Preto, segundo Dilma Rousseff afirmou no debate da TV Bandeirantes no domingo (10), ao referir-se a matérias de revistas semanais, teria sumido com R$ 4 milhões arrecadados para a campanha eleitoral tucana.

Minutos após o debate na Rede TV! a repórter Marcela Rocha, do Terra, questionou o candidato sobre qual reportagem e a que dia ele se referiu no debate. Serra detalhou estar se referindo ao texto enviado na segunda-feira (11) desde "Goiânia".

Marcela Rocha não esteve em Goiânia. Mirelle Irene, correspondente do Terra em Goiás, acompanhou o candidato na segunda (11). E foi quem escreveu a reportagem aqui publicada e quem tem em mãos o áudio reproduzido acima.No único trecho em que Serra cita Paulo Preto, ou Paulo Vieira de Souza, Mirelle Irene descreve:

- Eu não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factoide criado para que vocês (imprensa) fiquem perguntando. Serra disse ainda que não iria gastar horas de um debate nacional discutindo "bobagens".

A respeito, uma semana depois, a repórter Mirelle Irene relata:

- Aquele foi o único momento em que o candidato Serra tocou no assunto. E o que eu, em essência reproduzi, foi o que os demais meios todos reproduziram.

O candidato fez a afirmação sobre o Terra ao responder à seguinte pergunta da jornalista Renata Lo Prete, colunista do jornal Folha de S. Paulo. "Seu partido critica o governo Lula por não saber do mensalão. Agora surge no noticiário um personagem chamado Paulo Preto. O senhor disse que não conhecia ele e depois disse que o conhecia. Hoje, foi publicado que o senhor empregou uma filha dele em seu governo. Candidato, o senhor sabia disso?".

Na resposta, o candidato alegou que o Terra não publicou reportagem onde ele teria dado outras explicações sobre o caso. Afirmou José Serra:

- Olha, a pergunta termina até sendo oportuna para esclarecer. Em primeiro lugar, o que o PT levantou na base da estratégia do pega-ladrão? O sujeito bate a carteira do outro e sai correndo dizendo pega ladrão, pega ladrão para distrair a atenção . Esse é o método. Veja só: disseram que alguém tinha recebido uma contribuição para minha campanha e não tinha entregue a contribuição. Ou seja, eu sou a vítima. O que eu disse é: eu não conheço esse problema. Nunca. Isso não aconteceu na minha campanha. Nem se trata de dinheiro de governo. É uma contribuição para uma campanha que alguém teria pego e não entregue para a campanha. Só que eu não soube disso. Nunca ninguém veio reclamar de que doou e não chegou e nem quem tá cuidando desse assunto na minha campanha fez qualquer observação nesse sentido. Disseram que o Paulo Souza. Eu não neguei que o conhecia.

Na continuação, José Serra citou o Terra, que publicou basicamente a mesma conversa que os demais meios de comunicação, como se pode ver em outros textos expostos nesta página:

- Eu fui numa segunda-feira a Goiânia e veio a repórter e perguntou: o Paulo Preto. Paulo Preto pra mim, eu não o conhecia assim. E Paulo Preto é um apelido que se dá preconceituoso e racista. Se ele fosse japonês, iam chamar de Paulo Amarelo? Será? Não. Mas como ele é descendente de africanos, puseram Paulo Preto. Paulo Preto. Essa foi a pergunta. Não foi Paulo Souza. E eu disse: Não. Não conheço. E expliquei do que é que se tratava que eu acabei de explicar aqui. Mas não foi publicado. Pode pegar o site do Terra que publicou isso e eles não publicaram a minha explicação sobre o assunto. Então eu não neguei. Não tem nada a ver.

O áudio transcrito da conversa no aeroporto de Goiânia é o seguinte:

Jornalista: Eu posso fazer uma pergunta? (confusão, vozes).

José Serra: Eu tenho que ir embora, eu tenho que ir...

Voz ao fundo (jornalista): ... do Paulo Preto...

José Serra: Isso é pauta petista. É pauta petista...

Jornalista: Mas essa questão do Paulo Preto...

José Serra: Mas eu nunca ouvi falar, eu não sei quem é o Paulo Preto. Quem é o Paulo Preto?

Jornalista: ... sobre a campanha, diz que é um dinheiro de campanha que não foi declarado...

José Serra: Nunca ouvi falar, nunca ouvi falar disso. Eles põem factoides para que vocês perguntem pra ficar rendendo. Eu nunca ouvi falar disso. Primeiro que não é fácil entender naquele programa o que ela estava dizendo. Segundo, nunca aconteceu. O que eu vou ficar dizendo? Gastar horas de um debate nacional com coisas que eu não tenho a menor ideia? E são bobagens. Na minha campanha não teve nada desviado. Nunca ouvi falar, perguntei pra todo mundo, e daí? Você entende? São coisas dessa natureza.

Na verdade, a única resposta do candidato Serra naquela segunda-feira (11) em Goiânia foi a que, com pequenas variações, foi publicada, da forma que se segue, pelos mais variados meios de comunicação.

Ainda mais: o Terra ouviu nesta segunda-feira (17) jornalistas que acompanhavam Serra na capital de Goiás. Unanimidade no desconhecimento de qualquer outra manifestação do candidato sobre Paulo Vieira de Souza, ou Paulo Preto, como também se verá nas linhas que se seguem.

Christiane Samarco é repórter do jornal O Estado de S.Paulo. Em sua reportagem de enviada especial a Goiânia, Samarco relatou: "Serra não quis comentar por que não respondeu a Dilma quando ela sugeriu que ele "deveria se lembrar de Paulo Vieira de Souza, seu assessor, que fugiu com R$ 4 milhões". Foi uma referência ao ex-diretor da Dersa paulista, citado na operação Castelo de Areia e que teria captado doações de recursos que não teriam sido repassados à campanha tucana. "Nunca ouvi falar disso e não sei do que se trata. Eles (os petistas) põem factoides para que a imprensa pergunte. Por que vou gastar horas de um debate nacional com coisas que eu não tenho ideia?", indagou. "Sou candidato. Você acha que eu não saberia se tivesse havido isso?"

Ao Terra, Christiane Samarco garantiu nesta segunda (18):

- O candidato Serra não disse nada além disso a respeito do Paulo Preto ou Paulo Viera. Não, não teve nada, isso foi no aeroporto e em seguida ele foi indo para o embarque.

Núbia Lobo é repórter do jornal O Popular, de Goiânia. Sua matéria não abordou o tema em momento algum, mas também ela, ouvida pelo Terra, declarou:

- Ele (Serra) não queria falar sobre o assunto (Paulo Preto), tanto na coletiva na rua quanto no aeroporto. Ele se esquivou, e só falou quando foi pressionado. Ele disse bem claro: "Quem é Paulo Preto?". Fora isto, acompanhando ele até a porta do avião, Serra apenas repetiu que não o conhecia.

Edson Luiz é repórter do Correio Braziliense que cobriu a viagem do candidato Serra a Goiânia. No tópico Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, escreveu Edson Luiz, repórter há 30 anos e há 3 anos no Correio Braziliense: "Até então tranquilo, José Serra só ficou irritado quando foi indagado sobre Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, que seria um dos arrecadadores de dinheiro para sua campanha. Segundo reportagem da revista Istoé, Preto teria sumido com R$ 4 milhões da campanha tucana. O presidenciável disse desconhecer o assunto, mas ficou nervoso."Eu sou o candidato, você acha que eu não saberia se tivesse havido isso?"

Ao Terra, nesta segunda (18), descreveu Edson Luiz:

- Serra só falou de Paulo Preto no aeroporto, antes de embarcar de volta para São Paulo, quando perguntado.

Pergunta do Terra: "E na caminhada por Goiânia, em nenhum momento ouviu qualquer menção ao caso Paulo Preto? Nem numa possível conversa em particular ao longo do caminho?"

Resposta de Edson Luiz:

- Não houve conversa particular. Serra chegou e caminhou uns 20 metros, se tanto, no meio de um tumulto. Logo foi posto no alto de um carro de som, uma espécie de trio elétrico. De lá de cima ele discursou, mas não falou nada de Paulo Preto. No fim da caminhada, Serra deu uma entrevista coletiva, tumultuada, no meio da rua, ao descer do carro de som. Nesse momento, alguém fez a primeira pergunta sobre o Paulo Preto , mas Serra não respondeu.

Venceslau Pimentel é repórter do jornal O Hoje, de Goiânia. Sua reportagem também não mencionou o tema Paulo Preto. Ao Terra,, depõe Venceslau, 49 anos, 24 de jornalismo:

- O assunto Paulo Preto, ou Paulo Vieira, só surgiu em dois momentos. Ao final da caminhada, numa entrevista em meio a um tumulto, quando uma repórter gritou a pergunta "e o que o senhor sabre sobre o Paulo Preto?" e, acho, pode ser que ele não tenha ouvido. E depois, já no aeroporto, quando ele disse aquela frase que todos já publicaram.

No portal iG, sobre o mesmo assunto Adriano Ceolin publicou na segunda (11): "Isso é pauta petista. Não sei quem é o tal preto. Nunca ouvi falar disso. Eles (o PT) põem factoides para vocês virem perguntar", disse Serra. "Eu não entendi o que ela (Dilma) estava dizendo. Não ficar aqui gastando horas de um debate nacional com coisas que não tenho a menor ideia".

No dia seguinte, terça-feira (12), em viagem à Aparecida do Norte, questionado por jornalistas o candidato Serra falaria novamente sobre o caso Paulo Preto.

A Folha de S. Paulo publicou, nesse dia, reportagem de Andréa Michael sobre o assunto. A Folha.com expôs a íntegra da entrevista feita pela jornalista com ex-diretor de Engenharia da Dersa, Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto.

Nos trechos mais incisivos, o executivo que coordenou as obras no Rodoanel e Marginal Pinheiros no governo Serra revelou que Serra o conhecia e que com o governador havia conversado "umas dez vezes". E desabafou:

- Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro.

O Terra, neste dia, publicou reportagem, como outros veículos. Descreve a matéria do Terra: "Na visita à basílica de Nossa Senhora da Aparecida, Serra alegou que Paulo nunca trabalhou na arrecadação de verba para financiamento de campanha e buscou desmentir matéria da revista Istoé. Segundo a revista, o engenheiro teria procurado empresários e pedido colaboração para a campanha antes de sumir com o dinheiro".

Na entrevista em Aparecida, o tucano garantiu que "em absoluto, não houve nada parecido". Também afirmou que a acusação contra o ex-diretor era "injusta" e assegurou não ter havido nenhum desvio por parte de ninguém em sua campanha. "Isso tinha sido uma bobagem que saiu numa reportagem de uma revista, inclusive, tratando Paulo Souza de maneira preconceituosa, com um apelido preconceituoso". Fez, por fim, a defesa de Paulo Viera, o Paulo Preto: "Só sabia que o engenheiro era muito competente e que nunca ouviu nenhuma acusação contra ele".

Com variações de fraseado e detalhe, os demais meios publicaram as mesmas informações sobre a entrevista em Aparecida, ainda que Serra tenha dito que se referiu, no debate, à conversa com jornalistas em Goiânia, na véspera.

O Terra Eleições, que faz a mais ampla cobertura da campanha em todo o País, já publicou 7049 notícias e 486 galerias sobre as disputas em 27 estados e pela presidência da República. Os repórteres Claudio Leal e Marcela Rocha acompanham, Brasil afora, os candidatos Dilma Roussef e José Serra, assim como foram e são acompanhados Marina Silva e Plinio de Arruda Sampaio. Quando os repórteres "carrapatos" não estão, colaboradores do Terra em cada Estado seguem os candidatos.

Tudo de relevante que dizem os candidatos a presidente é publicado em tempo real. Talvez, quem sabe, a questão não esteja no que o Terra não publicou e, sim, no que tem publicado como exige o jornalismo plural.

Terra Magazine

No PSDB é tudo entre amigos, sempre

DOMINGO, 17 DE OUTUBRO DE 2010

Sérgio Kobayashi, tio de Victor Kobayashi, citado no texto anterior, tem uma vida bastante dinâmica nos governos do PSDB de SP, desde o século passado.
Ele trabalhou na campanha eleitoral de Mário Covas para a presidência, em 1989, e para o governo do estado - 1990, 1994 e 1998. Foi assessor do Covas em sua gestão, um secretário pessoal.

Sérgio Kobayashi foi diretor da Imprensa Oficial do Estado na gestão de Franco Montoro. Depois foi presidente da mesma instituição nos governos de Mário Covas e Geraldo Alckmin.

Atuante como o quê, não poderia ter deixado de passar pela Educação do Estado de São Paulo: ele foi diretor-executivo da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, a famosa FDE. Mas lá pelas tantas deu um problemão na antiga FEBEM e ele vai ser diretor daquilo, para tentar apagar os incêndios. Resolvida a parada, ele quis voltar à FDE, mas foi impossível. Gabriel Chalita havia nomeado o diretor técnico Tirone Francisco Chadad Lanix em seu lugar - daí a profunda admiração que Kobayashi, entre outros do PSDB, tipo José Serra, sente por Chalita. No Diário Oficial estava (e está) Hubert Alquéres, que o substituiu, em 2003. Como ficaria o Sérgio, então?

Oras, em dezembro de 2004, após ter trabalhado na campanha de Serra, este, já prefeito, o nomeia Secretário de Comunicação do Município para promover um sistema mais democrático e eficiente na veiculação de informação para a população. Ele zarpa do cargo exatos 14 meses depois. Motivo? Repare no imbróglio:... deixou na gaveta a primeira mácula da administração Serra: no exercício do cargo, Kobayashi contratou a empresa de uma antiga sócia, a jornalista Lu Fernandes, e destinou a ela uma gorda fatia dos R$ 30 milhões anuais que sua caneta poderosa controlava.

Lu Fernandes é jornalista de prestígio em São Paulo. Na juventude, militou no Partido Comunista quando a legenda sobrevivia na clandestinidade. Em 1991, abriu o Escritório de Comunicação. É uma empresa de assessoria de imprensa. Há 15 anos, figura entre as maiores do ramo.

Escritório de Comunicação não é a única pessoa jurídica da qual Lu Fernandes detém cotas. Ela também é sócia da Editora Barcarolla. Criada em novembro de 2003, a Barcarolla só saiu do papel efetivamente em março do ano seguinte, mês em que a firma admitiu um novo sócio, justamente Sérgio Kobayashi — cujo prestígio no meio editorial é reconhecido desde quando presidiu a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo nas gestões tucanas de Mário Covas e Geraldo Alckmin.

Cobertor

Em duas oportunidades ao longo de 2005, em maio e em dezembro, a assinatura de Kobayashi chancelou a contratação do Escritório de Comunicação pelas secretarias municipais de Serviços (subprefeitura da Sé, a principal da capital) e de Transportes. Nesta, a empresa atua junto à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e junto à SPTrans — estatal entregue pelo prefeito Serra ao PPS, legenda sucessora do antigo partidão no qual Lu Fernandes militou.

Neste tipo de negócio, detalhes sobre valores são relativamente escondidos. Não há registro de um único centavo saindo do tesouro municipal em direção ao caixa do Escritório de Comunicação. Porque ele é subcontratado pelas agências de publicidade que atendem aos órgãos da prefeitura — Agnelo Pacheco Comunicação no caso da subprefeitura da Sé e Rino Publicidade na área de transportes.

Contatada pela reportagem, a própria Lu Fernandes informou que os dois contratos lhe rendem R$ 112 mil mensais, ou R$ 1,3 milhão por ano — equivalente a 4% do orçamento da prefeitura para a área de publicidade, o que não é pouca coisa. Ela, entretanto, rechaça qualquer menção a tráfico de influência. “Eu fiz todas as campanhas do Serra, sou amiga dele, estranho seria se eu não fizesse nada com o Serra", argumenta. "Além do mais, o Sérgio Kobayashi não era mais sócio da Barcarolla quando me contratou, passou só quatro meses na empresa."

(Continue lendo, que o buraco é mais profundo. Depois leia isto também.)
Quando secretário de comunicação no governo Serra na prefeitura de SP, Kobayashi contratou o Instituto UNIMEP por R$ 1,5 milhão, a cujo presidente chamava de "meu amigo", desde quando estava na FDE. Essa ONG é formada pelo ex-reitor da Unicamp Carlos Vogt, atual secretário estadual de Ensino Superior no governo Serra. De 2001 a 2006 essa entidade firmou diversos contratos sem licitação com o Governo do Estado de SP, no valor total de R$ 90 milhões de reais. (Vide CASO UNIEMP)

Ele tem ONG (OSCIP) própria – o Instituto Paulo Kobayashi (IPK) -, cuja inauguração teve a participação do então prefeito José Serra. Na IPK, o senhor Sérgio Kobayashi aparece como conselheiro consultivo, Victor Kobayashi foi seu fundador e presidente - vale a pena ver este vídeo em que ele aparece como candidato em 2008, é absolutamente pertinente. Esta ONG recebeu mais de R$ 400 mil do governo do Estado e da Prefeitura de SP nos últimos dois anos. Quer o vídeo institucional? Tem aqui.

O profissional Sérgio Kobayashi atualmente é "coordenador de infra-estrutura da campanha presidencial". Sérgio Kobayashi trabalha com o dinheiro da campanha de José Serra.

Confirmado - Arlety Satiko Kobayashi, a sócia da Gráfica Pana, é irmã de Sérgio Kobayashi.

Tudo entre amigos.
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Fonte: http://namarianews.blogspot.com/2010/10/no-psdb-e-tudo-entre-amigos-sempre.html#ixzz12k9ZxjrK

ELEIÇÃO SE GANHA NO VOTO!

Professores da UFMG denunciam campanha caluniosa e apoiam Dilma


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Diante da posição mais agressiva assumida pelo tucano José Serra contra Dilma Rousseff, professores da Universidade Federal de Minas Gerais emitiram o manifesto em que colocam: “Tão antiga quanto a política é a figura do caluniador, da voz que age em falso e mobiliza o submundo dos preconceitos inconfessáveis”. O texto finaliza apontando: “Para nós, o sonho não acabou: ele está apenas começando. E é em nome dele que conclamamos ao voto no segundo turno em Dilma Rousseff”.


Acompanhe a seguir a íntegra da mensagem, assinada por quase cem professores até o momento.


Professores da UFMG votam Dilma por amor à verdade

O que é uma pessoa sem sua própria dignidade e sua honra pública? Destruir a honra e a dignidade de alguém é mais do que silenciá-la, é pronunciar, sem direito de defesa, a sua morte pública. Tão antiga quanto a política é a figura do caluniador, da voz que age em falso e mobiliza o submundo dos preconceitos inconfessáveis, dos ódios sem nome e fanatismos. A calúnia e a mentira são figuras da barbárie. Destroem o espaço público, minam o diálogo entre os diferentes, corrompem os compromissos básicos com os direitos, instauram a violência na própria cena da democracia.

Nós, professores da Universidade Federal de Minas Gerais, estamos aqui para reafirmar a homenagem e o elogio feito por essa Universidade à sua ex-aluna, Dilma Rousseff, durante a cerimônia de entrega do título de Aluno Destaque da UFMG, ocorrida em setembro de 2008.

O elogio, essa espécie de canto do mundo público, no mesmo ato em que confirma as virtudes da cidadã Dilma Rousseff, também afirma os compromissos com os valores e princípios que devem mover sua candidatura à presidência da República neste segundo turno.

Em primeiro lugar, afirmamos o amor pela Liberdade, fundamento da condição humana, e pela democracia, fundamento de um povo. Queremos mais liberdade de expressão, mais pluralismo, mais cidadania ativa, mais virtude cívica na vida pública, nos partidos e nas eleições.

Reafirmamos o amor à Justiça, companheira inseparável da liberdade, à universal e simétrica garantia dos mesmos direitos e deveres para todos os brasileiros. Não abrimos mão de ações efetivas para a superação das centenárias exclusões e opressões que o Brasil apenas nos últimos anos começou a vencer.

Reivindicamos o amor à res publica, à coisa pública. Esse é o antídoto à corrupção que ameaça os próprios fundamentos da política em nosso país. Celebramos o amor ao Brasil, à sua natureza e ao seu povo, na sua igualdade e na sua diferença, homens e mulheres de direitos iguais, com suas belas tradições culturais e etnias, no respeito ecumênico de suas religiões e crenças. O desenvolvimento do Brasil deve saber dialogar com o seu patrimônio natural e expressar a diversidade de sua cultura.

Não abrimos mão do amor à esperança, o valor que exprime a certeza incerta sobre um bem que virá. É preciso – e é hoje possível – imaginar em breve um Brasil sem miseráveis e sem violência; sem racismo e sem machismo. Um Brasil capaz de garantir o acesso universal a uma educação pública de qualidade em todos os níveis de ensino.


Para nós, o sonho não acabou: ele está apenas começando. E é em nome dele que conclamamos ao voto no segundo turno em Dilma Rousseff.

Assinam este documento:

Ana Maria Arruda Lana
Ana Maria Caetano de Farias
Andrea Macedo
Antônio Flávio Alcântara
Antônio Luiz Pinho Ribeiro
Beatriz Alvarenga Álvares
Benigna Maria de Oliveira
Benjamim Rodrigues de Menezes
Bruno Souza Leal
Carlos Camargo Mendonça
Carlos Ranuffo
Carmela Maria Polito Braga
Carmem De Caro Martins
Celina Borges Lemos
César Guimarães
Cid Veloso
Cláudio Luis Donnici
Cornelis Johannes Van Stralen
Cynthia Lopes Martins Pereira
Cynthia Peres Demicheli
Dan Avritzer
Denise Carmona Cara
Dorila Piló Veloso
Edson José Corrêa
Eduardo Fleury Mortimer
Eduardo Nicolau Santos
Eduardo Rios Neto
Egléa Cunha Melo
Elber Figueredo de Paula
Eli Iola Gurgel Andrade
Eneida Maria de Souza
Evilázio Teubner Ferreira
Fernando Filgueiras
Fernando Gonzaga Jayme
Frederico Gonzaga Jayme Júnior
Heitor Avelino de Abreu
Heloisa Beraldo
Heloísa Maria Murgel Starling
Henrique Oswaldo da Gama Torres
Humberto Osório Stumpf
Ione Maria Ferreira de Oliveira
Ivani Novato Silva
Jacyntho Lins Brandão
Jorge Alexandre Barbosa Neves
Jorge Andrade Pinto
José Maria Porcaro Salles
José Nagib Cotrim Árabe
Juarez Rocha Guimarães
Léo Heller
Leonardo Avritzer
Letícia Malard
Luciano Ferraz
Luiz Otávio Fagundes Amaral
Marcos Assunção Pimenta
Marcos José Burle de Aguiar
Marcus Borato Viana
Maria Amélia Giovanetti
Maria Aparecida Martins
Maria Ceres Pimenta S. Castro
Maria Emília Caixeta de Castro Lima
Maria Imaculada de Fátima Freitas
Maria José Silva
Maria Jussara Fernandes Fontes
Mariângela Leal Cherchiglia
Marlise Mirian de Matos
Mauro Borges Lemos
Mauro Mendes Braga
Miguel Gonzalez Arroyo
Myrian Ávila
Nelson Gonçalves Fernandes
Newton Bignotto
Orlando Aguiar Júnior
Oscar Nassif Mesquita
Paulo Sérgio Lacerda Beirão
Ramon Molina Vale
Regina Horta Duarte
Reynaldo Maia Muniz
Ricardo Fenatti
Roberto Assis Ferreira
Roberto Luiz Moreira
Roberto Luiz Moreira
Rodrigo Duarte
Ronaldo Tadeu Pena
Roseni Sena
Rossimiriam Pereira de Freitas Gil
Ruth Helena Ungaretti Borges
Samira Zaidan
Sandra Goulart Almeida
Sérgio Alcides
Sergio Costa Oliveira
Silvio Salej Higgins
Tarcízio Afonso Nunes
Thomaz Matta Machado
Tomaz Aroldo da Mota Santos
Wander Melo Miranda
Ynara Marina Idemori
Zenilda de Lourdes Cardeal

Fonte:Blog do Oni Presente
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VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA PSDB

Nesta eleição o PSDB alterou seu nome. Agora ele se chama

PARTIDO DO SPAM DA DIFAMAÇÃO E DO BOATO


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Fonte:http://joaodacaixa.blogspot.com/2010/10/voce-sabe-o-que-significa-psdb.html

CNNB, BRAÇO POLÍTICO DA IGREJA CATÓLICA, AGORA DECLARA QUE NÃO VETA NEM CANDIDATO, NEM PARTIDO

A Igreja Católica, por meio da CNBB , soltou uma nota mentirosa dizendo que " não vetam candidatos, ou partidos, e respeitam a decisão de cada eleitor". É uma mentira, pois há dioceses encomendando milhões de panfletos para caluniar a candidata Dilma e pedindo que os católicos não votem nela. A polícia federal foi acionada e os panfletos foram recolhidos. Falarei sobre esta assundo mais tarde ou amanhã.CNNB, BRAÇO POLÍTICO DA IGREJA CATÓLICA, AGORA DECLARA QUE NÃO VETA NEM CANDIDATO, NEM PARTIDO

17 de outubro de 2010

DECLARAÇÃO SOBRE AS ELEIÇÕES
Os bispos católicos do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), do Estado de São Paulo, em sintonia com a DECLARAÇÃO SOBRE O MOMENTO POLITICO NACIONAL, da 48ª Assembleia Geral da Conferência (Brasília, maio de 2010), esclarecem que não indicam nem vetam candidatos ou partidos e respeitam a decisão livre e autônoma de cada eleitor.
O Regional Sul 1 da CNBB desaprova a instrumentalização de suas Declarações e Notas e enfatiza que não patrocina a impressão e a difusão de folhetos a favor ou contra candidatos.
Reafirma, outrossim, as orientações quanto a critérios e princípios gerais a serem levados em conta no discernimento sobre o momento político, já oferecidos pela 73ª Assembleia Geral do Regional Sul 1 (Aparecida, junho de 2010), expressos na Nota VOTAR BEM.

Recomenda, enfim, a análise serena e objetiva das propostas de partidos e candidatos, para que as eleições consolidem o processo democrático, o pleno respeito aos direitos humanos, a justiça social, a solidariedade e a paz entre todos os brasileiros.

Indaiatuba (Itaici), SP, 16 de outubro de 2010.
Dom Nelson Westrupp
Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1

E Bispos do Regional Sul 1
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