sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Gabrielli: o pré-sal é do povo ou do Máximo Assessor do Serra ?

Gabrielli: o pré-sal é do povo ou do Máximo Assessor do Serra ?

A urubóloga Miriam Leitão sabe das coisas.

Ela sabe que essa eleição não é sobre o verde nem sobre o aborto do Serra.

Essa eleição é sobre o pré-sal.

Se a riqueza do pré-sal será do povo brasileiro ou dos clientes do Davizinho, o Máximo Assessor do Serra.

Gabrielli publicou no Blog da Petrobrás uma longa explicação sobre como o Davizinho pretendia vender a Petrobrax.

A urubóloga, que sabe das coisas, disse, no seu site (que ninguém lê) e também na CBN, que o Gabrielli deveria cuidar do “fracasso ” financeiro da Petrobrás – clique aqui para ler “Até o Estadão e a CVM sabem que os bancos e o Serra querm destruir a Petrobrás” - em lugar de ir para cima do Davizinho.

Foi o que motivou este post de hoje, no Blog da Petrobrás:



Carta do presidente da Petrobras ao blog de Miriam Leitão


Veja abaixo a carta enviada pelo presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, à Miriam Leitão. Leia o post Gabrielli em carta que me mandou: “Afirmo e reafirmo”, publicado no blog da colunista.

Miriam,

Respeito profundamente o direito de opinião, divergências e controvérsias. Justamente por isso, em relação à sua coluna de hoje, em que sou chamado de lunático e negligente com as funções de Presidente da Petrobras, acusando-me de atuar exclusivamente de forma política eleitoral, gostaria de convidá-la para um debate dos méritos de minhas afirmações, além dos adjetivos.

Vamos aos fatos:

Afirmei que a área exploratória da Petrobras estava sendo reduzida por limitações na ação da empresa na aquisição de novos blocos de exploração e que isso seria mortal para uma empresa que vive do crescimento orgânico de suas reservas, principalmente através de novas descobertas. Disse e reafirmo que isso mataria a Companhia por inanição se essa política não fosse revertida, como o CA e a Diretoria da empresa assim o fizeram a partir de 2003.

Afirmei e reafirmo que os investimentos em refino estavam limitados por decisões estratégicas à época do presidente FHC. Considerado negócio de baixa rentabilidade, o refino no governo FHC teve estímulo para parcerias para ser desmembrado para potencial venda de suas partes. Essa visão foi revertida com o presidente Lula. Consideramos que a integração da produção de petróleo e o refino é fundamental para o fortalecimento da Petrobras, que tem mais de 85% de suas receitas provenientes das vendas de derivados de petróleo ao mercado brasileiro. No sistema integrado, a maior parte do refino pertence à Petrobras e, portanto, o crescimento desse mercado é estratégico para o desenvolvimento e sustentabilidade da própria Companhia. Revertemos o ciclo de estagnação do investimento em refino e planejamos construir cinco novas refinarias nos próximo s anos.

Afirmei e reafirmo que a Engenharia e o sistema de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa (principalmente o Cenpes) estavam inibidos no seu crescimento por uma falsa ilusão de que o mercado poderia fornecer as soluções tecnológicas necessárias para enfrentar os desafios de uma atividade como a nossa, na qual o conhecimento é vital para a sustentabilidade do crescimento. Felizmente, essa política também foi revertida desde os tempos de José Eduardo Dutra na Presidência da Petrobras, com o reerguimento da importância da engenharia e da pesquisa desenvolvidos internamente, o que impediu a continuidade de mais um elemento da morte por inanição que a orientação da DE anterior levaria a empresa.

Afirmei e reafirmo que parte dos programas de termoelétricas era extremamente nocivo à Petrobras. Inquestionável que todos os ônus ficavam com a Petrobras e os benefícios eram repassados para os sócios privados. A Diretoria dos últimos oito anos reverteu esse processo e as termoelétricas hoje apresentam riscos e benefícios justos para a empresa que investiu na construção de um importante parque gerador no País.

Afirmei e reafirmo a ausência da Petrobras na área dos biocombustíveis. A Petrobras Biocombustível é a prova do sucesso da reversão dessa política.

Afirmei e reafirmo que a exacerbação do conceito de unidades de negócio, como forma básica de organização da empresa, levaria a uma perda de sinergia do sistema corporativo, fragmentando sua ação, criando condições para a repartição do sistema em unidades isoladas mais facilmente privatizáveis. A Diretoria da Petrobras nos últimos oito anos fortaleceu o sistema, em lugar das partes, enfatizou a atuação sistêmica e agora avança na separação das unidades de operação dos ativos em relação às unidades que são responsáveis pela implantação dos novos projetos, uma vez que a empresa aumentou exponencialmente seus investimentos.

Afirmei e reafirmo que o regime de concessões aplicado a áreas de baixo risco exploratório, como é o Pré-Sal brasileiro, implica maior parcela da renda petroleira às empresas que aí investirem. Defendo que o regime de partilha de produção para esses casos permite uma melhor repartição dessa renda futura com o Estado e, portanto, é socialmente mais justa. Nesse sentido, a defesa do regime atual para as áreas do Pré-Sal é, em certa medida, a defesa de sua privatização sim.

Esses foram meus argumentos. Poderia ter falado da preparação para a privatização das fábricas de fertilizantes (Fafens), da política ofensiva aos movimentos sindicais dos petroleiros, da internacionalização equivocada, das políticas de patrocínios sociais, culturais e ambientais sem critérios e sem transparência, e outras ações que indicavam a orientação do governo do presidente FHC para preparar a privatização da empresa.

Você pode discordar de cada ponto por mim tratado, mas não pode desqualificar apenas com adjetivos e contextualização exclusivamente eleitoral. O que discuti foram pontos relevantes para a gestão da maior empresa brasileira e uma das maiores do mundo, que tem desafios gigantescos para implementar um dos maiores programas de investimento do planeta.

Miriam, a defesa do fortalecimento da Petrobras não pode ser classificado como negligência em relação às tarefas do seu presidente. Ao contrário, defender esses princípios é parte inerente e importante da função que exerço.

Muito obrigado.

Jose Sergio Gabrielli de Azevedo
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Fonte:

PSDB: ELES SÃO CONTRA O BOLSA FAMILIA: CONFIRA!


FONTE:
http://www.youtube.com/watch?v=X3y8BgD2sdE&NR=1

GILBERTO GIL APOIA DILMA


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Fonte:http://www.mobilizacaobr.com.br/

SERRA CONTINUA MENTINDO!

Serra mente 1

Assista esse vídeo, depois me diz. Vc acredita no que o Serra fala?????


Serra mente 2

O Serra e a mulher dele, Sra. Monica Serra, dizem que a Dilma é a favor da morte de criancinhas.
Leia a matéria abaixo:
http://correiodobrasil.com.br/monica-serra-ja-fez-um-aborto-e-sou-solidaria-a-sua-dor-afirma-ex-aluna-da-mulher-de-presidenciavel/185824/

Veja como Serra consegue na maior cara de pau desviar a verdade



Serra mente 3

O Serra queria afundar o Brasil.
Leia e reflita sobre o que escreve Marco Aurélio Weissheimer na Carta Maior
http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4832

Veja como Serra e o PSDB resolveriam a crise no Brasil:
http://www.youtube.com/watch?v=L4G6ihDhMrw

Serra mente 4

Serra disse que não conhecia Paulo Preto. Ai o Paulo Preto ameaçou e a Memória do Serra voltou.
Veja matéria no blog do Jornalista Azenha
http://www.viomundo.com.br/politica/e-se-o-paulo-preto-fosse-do-pt.html

Serra preferiu espalhar calúnias na internet contra Dilma para desviar o verdadeiro debate da campanha. Graças ao #SerraMilCaras nós hoje estamos discutindo mentiras e calúnias em vez de discutirmos o Brasil.

Se vc quer preservar o patrimônio público, os direitos individuais de todos os Brasileiros e Brasileiras e se vc quer que o Brasil continue crescendo social e economicamente, Seja mais um na luta de um pais sem ódio, sem discriminação, sem mentiras e justo para todos.
Repudie emails mentirosos.

#Dilma13

Até a Vitória!!!


Equipe MobilizaçãoBR
@mobilizacaobr

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Fonte:http://www.mobilizacaobr.com.br/

SERRA ATACAVA O BOLSA FAMILIA ANTES DA ELEIÇÃO


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Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=Le_c318TsyM

Manifesto em Defesa da Educação Pública:Professores denunciam bonapartismo de Serra


15 de outubro de 2010 às 20:54

Manifesto em Defesa da Educação Pública

Nós, professores universitários, consideramos um retrocesso as propostas e os métodos políticos da candidatura Serra. Seu histórico como governante preocupa todos que acreditam que os rumos do sistema educacional e a defesa de princípios democráticos são vitais ao futuro do país.

Sob seu governo, a Universidade de São Paulo foi invadida por policiais armados com metralhadoras, atirando bombas de gás lacrimogêneo. Em seu primeiro ato como governador, assinou decretos que revogavam a relativa autonomia financeira e administrativa das Universidades estaduais paulistas. Os salários dos professores da USP, Unicamp e Unesp vêm sendo sistematicamente achatados, mesmo com os recordes na arrecadação de impostos. Numa inversão da situação vigente nas últimas décadas, eles se encontram hoje em patamares menores que a remuneração dos docentes das Universidades federais.

Esse “choque de gestão” é ainda mais drástico no âmbito do ensino fundamental e médio, convergindo para uma política de sucateamento da Rede Pública. São Paulo foi o único Estado que não apresentou, desde 2007, crescimento no exame do Ideb, índice que avalia o aprendizado desses dois níveis educacionais.

Os salários da Rede Pública no Estado mais rico da federação são menores que os de Tocantins, Roraima, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Espírito Santo, Acre, entre outros. Somada aos contratos precários e às condições aviltantes de trabalho, a baixa remuneração tende a expelir desse sistema educacional os professores qualificados e a desestimular quem decide se manter na Rede Pública. Diante das reivindicações por melhores condições de trabalho, Serra costuma afirmar que não passam de manifestação de interesses corporativos e sindicais, de “tró-ló-ló” de grupos políticos que querem desestabilizá-lo. Assim, além de evitar a discussão acerca do conteúdo das reivindicações, desqualifica movimentos organizados da sociedade civil, quando não os recebe com cassetetes.

Serra escolheu como Secretário da Educação Paulo Renato, ministro nos oito anos do governo FHC. Neste período, nenhuma Escola Técnica Federal foi construída e as existentes arruinaram-se. As universidades públicas federais foram sucateadas ao ponto em que faltou dinheiro até mesmo para pagar as contas de luz, como foi o caso na UFRJ. A proibição de novas contratações gerou um déficit de 7.000 professores. Em contrapartida, sua gestão incentivou a proliferação sem critérios de universidades privadas. Já na Secretaria da Educação de São Paulo, Paulo Renato transferiu, via terceirização, para grandes empresas educacionais privadas a organização dos currículos escolares, o fornecimento de material didático e a formação continuada de professores. O Brasil não pode correr o risco de ter seu sistema educacional dirigido por interesses econômicos privados.

No comando do governo federal, o PSDB inaugurou o cargo de “engavetador geral da república”. Em São Paulo, nos últimos anos, barrou mais de setenta pedidos de CPIs, abafando casos notórios de corrupção que estão sendo julgados em tribunais internacionais. Sua campanha promove uma deseducação política ao imitar práticas da extrema direita norte-americana em que uma orquestração de boatos dissemina dogmas religiosos. A celebração bonapartista de sua pessoa, em detrimento das forças políticas, só encontra paralelo na campanha de 1989, de Fernando Collor.

Fábio Konder Comparato, USP

Carlos Nelson Coutinho, UFRJ

Heloisa Fernandes, USP

Theotonio dos Santos, UFF

Emilia Viotti da Costa, USP

José Arbex Jr., PUC-SP

Marilena Chaui, USP

João José Reis, UFBA

Joel Birman, UFRJ

Leda Paulani, USP

Dermeval Saviani, Unicamp

João Adolfo Hansen, USP

Flora Sussekind, Unirio

Otávio Velho, UFRJ

Renato Ortiz, Unicamp

Luiz Renato Martins, USP

Maria Victoria de Mesquita Benevides, USP

Enio Candotti, UFRJ

Glauco Arbix, USP

Laymert Garcia dos Santos, Unicamp

Franklin Leopoldo e Silva, USP

Luis Fernandes, UFRJ

Antonio Carlos Mazzeo, Unesp

Wander Melo Miranda, UFMG

Ronaldo Vainfas, UFF

Caio Navarro de Toledo, Unicamp

Celso Frederico, USP

Armando Boito, Unicamp

Henrique Carneiro, USP

Angela Leite Lopes, UFRJ

Afrânio Catani, USP

Otavio Soares Dulci, UFMG

Laura Tavares, UFRJ

Wolfgang LeoMaar, UFSCar

João Quartim de Moraes, Unicamp

Ildeu de Castro Moreira, UFRJ

Scarlett Marton, USP

Emir Sader, UERJ

Sidney Chalhoub, Unicamp

Marcelo Perine, PUC-SP

Flavio Aguiar, USP

Léon Kossovitch, USP

Celso F. Favaretto, USP

Benjamin Abdalla Jr., USP

Irene Cardoso, USP

Vladimir Safatle, USP

José Ricardo Ramalho, UFRJ

Gilberto Bercovici, USP

Ivana Bentes, UFRJ

José Sérgio F. de Carvalho, USP

José Castilho de Marques Neto, Unesp

Maria Ligia Coelho Prado,USP

Peter Pal Pelbart, PUC- SP

Sergio Cardoso, USP

Ricardo Musse, USP

Consuelo Lins, UFRJ

Iumna Simon, USP

Vera da Silva Telles, USP

Elisa Kossovitch , Unicamp

Edilson Crema, USP

Liliana Segnini, Unicamp

José Jeremias de Oliveira Filho, USP

Sebastião Velasco e Cruz, Unicamp

Ligia Chiappini, Universidade Livre de Berlim

Giuseppe Cocco, UFRJ

Luiz Roncari, USP

Marcio Suzuki, USP

Francisco Foot Hardman, Unicamp

Eleutério Prado, USP

Eliana Regina de Freitas Dutra, UFMG

Helder Garmes, USP

Marcos Dantas, UFRJ

Adélia Bezerra de Meneses, Unicamp

Luís Augusto Fischer, UFRS

Zenir Campos Reis, USP

Alessandro Octaviani, USP

Federico Neiburg, UFRJ

Maria Lygia Quartim de Moraes, Unicamp

Cilaine Alves Cunha, USP

Evando Nascimento, UFJF

Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos, USP

Juarez Guimarães, UFMG

Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida, PUC-SP

Marcos Silva, USP

Walquíria Domingues Leão Rego, Unicamp

Sérgio de Carvalho, USP

Rosa Maria Dias, Uerj

Jorge Luiz Souto Maior, USP

Gil Vicente Reis de Figueiredo, UFSCar

Ladislau Dowbor, PUC-SP

Lucilia de Almeida Neves, UnB

Bernardo Ricupero, USP

Joaquim Alves de Aguiar, USP

Maria Lúcia Montes, USP

Eugenio Maria de França Ramos, Unesp

Ana Fani Alessandri Carlos, USP

Mauro Zilbovicius, USP

Jacyntho Lins Brandão, UFMG

Paulo Silveira, USP

Marly de A. G. Vianna, UFSCar

José Camilo Pena, PUC-RJ

Lincoln Secco, USP

Mario Sergio Salerno, USP

Rodrigo Duarte, UFMG

Paulo Nakatani, UFES

Sean Purdy, USP

Adriano Codato, UFPR

Ricardo Nascimento Fabbrini, USP

Denilson Lopes, UFRJ

Marcus Orione, USP

Ernani Chaves, UFPA

Gustavo Venturi, USP

João Roberto Martins Filho, UFSCar

Marcos Siscar, Unicamp

Nelson Cardoso Amaral, UFG

Evelina Dagnino, Unicamp

Vinicius Berlendis de Figueiredo, UFPR

Silvia de Assis Saes, UFBA

Carlos Ranulfo, UFMG

Flavio Campos, USP

Liv Sovik, UFRJ

Marta Maria Chagas de Carvalho, USP

Paulo Faria, UFRGS

Rubem Murilo Leão Rego, Unicamp

Maria Helena P. T. Machado, USP

Francisco Rüdiger, UFRS

Nelson Schapochnik, USP

Maria Augusta da Costa Vieira, USP

Elyeser Szturm, UnB

José Geraldo Silveira Bueno, PUC-SP

Reginaldo Moraes, Unicamp

Luiz Recaman, USP

Iram Jácome Rodrigues, USP

Roberto Grun, UFSCar

Edson de Sousa, UFRGS

Márcia Cavalcante Schuback, UFRJ

Luciano Elia, Uerj

Julio Ambrozio, UFJF

Oto Araujo Vale, UFSCar

João Emanuel, UFRN

Paulo Martins, USP

Analice Palombini, UFRS

Alysson Mascaro, USP

José Luiz Vieira, UFF

Paulo Benevides Soares, USP

Marcia Tosta Dias, Unifesp

Salete de Almeida Cara, USP

Anselmo Pessoa Neto, UFG

Marta Kawano, USP

Ricardo Basbaum, Uerj

Iris Kantor, USP

Fernando Lourenço, Unicamp

Luiz Carlos Soares, UFF

André Carone, Unifesp

Adriano Scatolin, USP

Richard Simanke, UFSCar

Francisco Alambert, USP

Arlenice Almeida, Unifesp

Miriam Avila, UFMG

Sérgio Salomão Shecaira, USP

Carlos Eduardo Martins, UFRJ

Antonio Albino Canelas Rubim, UFBA.

Claudio Oliveira, UFF

Eduardo Brandão, USP

Jesus Ranieri, Unicamp

Mayra Laudanna, USP

Aldo Duran, UFU

Luiz Hebeche, UFSC

Eduardo Morettin, USP

Adma Muhana, USP

Fábio Durão, Unicamp

Amarilio Ferreira Jr., UFSCar

Jaime Ginzburg, USP

Ianni Regia Scarcelli, USP

Marlise Matos, UFMG

Mauricio Santana Dias, USP

Adalberto Muller, UFF

Ivo da Silva Júnior, Unifesp

Cláudio Oliveira, UFF

Ana Paula Pacheco, USP

Sérgio Alcides, UFMG

Romualdo Pessoa Campos Filho, UFG

Bento Itamar Borges, UFU

Tânia Pellegrini, UFSCar

José Paulo Guedes Pinto, UFRRJ

Luiz Damon, UFPR

Emiliano José, UFBA

Eduardo Passos, UFF

Horácio Antunes, UFMA

Laurindo Dias Minhoto, USP

Paulo Henrique Martinez, Unesp

Igor Fuser, Faculdade Cásper Líbero

Herculano Campos, UFRN

Adriano de Freixo, UFF

Suzana Guerra Albornoz, UNISC/RS

Sonia Campaner, PUC-SP

Alexandre Fonseca, UFRJ

Raul Vinhas Ribeiro, Unicamp

Carmem Lúcia Negreiros de Figueiredo, Uerj

Carmen Gabriel, UFRJ

Ana Gonçalves Magalhães, USP

Regina Mennin, Unifesp

Regina Pedroza, UnB

Regina Vinhaes Gracindo, UnB

Elina Pessanha, UFRJ

Elisa Maria Vieira, UFMG

Reinaldo Martiniano, UFMG

Freda Indursky, UFRGS

Frederico Carvalho, UFRJ

Renata Paparelli, PUC-SP

Renato Lima Barbosa, UEL

Antonio Prado, Unicamp

Antonio Teixeira, UFMG

Aparecida Neri de Souza, Unicamp

Ricardo Barbosa de Lima, UFG

Ricardo Kosovski, UNIRIO

Ricardo Mayer, UFAL

Rita Diogo, UERJ

Adalberto Paranhos, UFU

Adalton Franciozo Diniz, PUC-SP

Alcides Fernando Gussi, UFC

Aldo Victorino, UERJ
José Guilherme Ramos, Unincor

Alex Fabiano Jardim, Unimontes

Alexandra Epoglou, UFU

Alexandre Henz, Unifesp

Alfredo Cordiviola, UFPE

Alícia Gonçalves, UFPB

Alita Sá Rego, UERJ

Alvaro Luis Nogueira, CEFET/RJ

Amaury Júnior, UFRJ

Amilcar Pereira, UFRJ

Amon Pinho, UFU

Ana Maira Coutinho, PUC-Minas

Ana Maria Araújo Freire, PUC/SP

Ana Maria Chiarini, UFMG

Ana Maria Doimo, UFMG

Ana Maria Medeiros, UERJ

André Daibert, CEFET/RJ

André Figueiredo, UFRRJ

André Leclerc, UFC

André Martins, UFRJ

André Paulo Castanha, Unioeste

Andrea Franco, PUC-Rio

Andrea Macedo, UFMG

Andrea Silva Ponte, UFPB

Angela Prysthon, UFPE

Angelita Matos Souza, Facamp

Angelita Pereira de Lima, UFG

Aníbal Bragança, UFF

Anita Leandro, UFRJ

Anna Carolina Lo Bianco, UFRJ

Antonio Carlos Lima, UFRJ

Antônio Cristian Saraiva Paiva, UFC

Antonio Justino Ruas Madureira, UFU

Antonio Pinheiro de Queiroz, UnB

Armen Mamigonian, USP

Benito Bisso Schmidt, UFRGS

Benjamin Picado, UFF

Branca Jurema Ponce, PUC/SP

Brasilmar Nunes, UFF

Bruna Dantas, Univ. Cruzeiro do Sul

Bruno Guimarães, UFOP

Carla Dias, UFRJ

Carlos Bauer, Uninove

Carlos José Espíndola, UFSC

Carolina Martins Pulici, Centro Universitário Senac

Cauê Alves, PUC-SP

Celia Rocha Calvo, UFU

César Barreira, UFC

César Nigliorin, UFF

Clara Araujo, UERJ

Clarice Mota, UFAL

Claudinei Silva, Unioeste

Claudio Benedito Baptista Leite, Unifesp

Cláudio DeNipoti, UEPG

Cleber Santos Vieira, Unifesp

Custódia Selma Sena do Amaral, UFG

Daniela Frozi, UERJ

Daniela Weber, FURG

Daniele Nilym, UFC

Dau Bastos, UFRJ

Débora Barreto, UCM

Debora Breder, UCM

Débora Diniz, UnB

Denise Golcalves, UFRJ

Diva Maciel, UnB

Doris Accioly, USP

Doris Rinaldi, Uerj

Douglas Barros, PUC-Campinas

Edgar Gandra, UFPel

Edson Arantes Junior, UEG

Eduardo Sterzi, Faap

Elizabeth Maria Azevedo Bilange, UFMS

Emerson Giumbelli, UFRGS

Ercília Cazarin, Univ. Passo Fundo

Ernesto Perini, UFMG

Eugênio Rezende de Carvalho, UFG

Fabiana de Souza, UFG

Fabiele Stockmans, UFPE

Fábio Franzini, Unifesp

Fábio Franzini, Unifesp

Fernanda dos Santos Castelano Rodrigues, UFSCar

Fernando Fragozo, UFRJ

Fernando Freitas, UERJ

Fernando Resende, UFF

Fernando Salis, UFRJ

Filipe Ceppas, UFRJ

Flavio Fogliatto, UFRGS

Geísa Matos, UFC

George Lopes Paulino, UFC

Geovane Jacó, UECE

Geraldo Orthof ,UnB

Geraldo Pontes Jr., UERJ

Gesuína Leclerc, UFC

Gilberto Almeida, UFBA

Gilson Iannini, UFOP

Giselle Martins Venancio, UFF

Gizelia Maria da Silva Freitas, UFPA

Graciela Paveti, UFMG

Gustavo Coelho, UERJ

Gustavo Krause, UERJ

Hélio Carlos Miranda de Oliveira, UFU

Hélio Silva, UFSC

Henri Acselrad, UFRJ

Henrique Antoun, UFRJ

José Carlos Prioste, Uerj

José Carlos Rodrigues, PUC – Rio

José Claudinei Lombardi, Unicamp

Henrique Antoun, UFRJ

Henrique de Paiva, Uninove

Humberto Hermenegildo de Araújo, UFRN

Ianni Scarcelli, USP

Irlys Barreira, UFC

Isaurora Cláudia Martins, UVA

Ivan Rodrigues Martin, Unifesp

Izabela Tamaso, UFG

Jackson Aquino, UFC

Jacqueline Girão Lima, UFRJ

Jacqueline O.L. Zago, UFTM

Janete M. Lins de Azevedo, UFPE

Jania Perla Diógenes de Aquino, UFC

Joana Bahia, UERJ

Joelma Albuquerque, UFAL

John Comerford, UFRRJ

Jorge Valadares, Fund Oswaldo Cruz

José Artur Quilici Gonzalez, UFABC

José Lindomar Albuquerque, UNIFESP

José Luiz Ferreira, UFERSA

José Messias Bastos,UFSC

José Otávio Guimarães, UnB

José Ubiratan Delgado, IRD- CNEN

Joziane Ferraz de Assis, UFV

Kátia Paranhos, UFU

Kelen Christina Leite, UFSCar

Laura Feuerwerker, USP

Leandro Melo, Senac

Simone Wolff, UEL

Solange Ferraz de Lima, USP

Sônia Maria Rodrigues, UFG

Lena Lavinas, UFRJ

Leonardo Daniato, UniFor

Lia Tomas, Unesp

Liliam Faria Porto Borges, UNIOESTE

Lúcia Maria de Assis, UFG

Lucia Pulino, UnB

Luciana Hartmann, UnB

Luciano Mendes de Faria Filho, UFMG

Luciano Rezende, Instituto Federal de Alagoas

Luciano Simão, UFF

Luís Filipe Silvério Lima, Unifesp

Luis Mattei, UFF

Luiz Fábio Paiva, UFAM

Luiz Paulo Colatto, CEFET-RJ

Luiz Sérgio Duarte da Silva, UFG

Madalena Guasco Peixoto, PUC-SP

Marcelo Carcanholo, UFF

Marcelo de Sena, UFMG

Marcelo Martins de Sena, UFMG

Marcelo Paixão, UFRJ

Marcelo Pinheiro, UFU

Marcia Angela Aguiar, UFPE

Marcia Cristina Consolim, Unifesp

Márcia Maria Menendes Motta, UFF

Marcia Maria Motta, UFF

Marcia Paraquett, UFBA

Marcio Galdman, UFRJ

Marco André Feldman Schneider, UFF

Marcos Aurélio da Silva, UFSC

Marcos Barreto, UFRJ

Marcos Cordeiro Pires, Unesp

Marcos Santana de Souza, UFS

Marcus Wolff , UCM

Maria Amélia Dalvi, UFES

Maria Aparecida Leite Soares, Unifesp

Maria Augusta Fonseca, USP

Maria Cristina Batalha, UERJ

Maria Cristina Giorgi, CEFET- RJ

Maria Cristina Giorgi, CEFET/RJ

Maria Cristina Volpi, UFRJ

Mônica de Carvalho, PUC-SP

Natalia Reis, UFF

Neide T. Maia González, USP

Nelson Maravalhas, UnB

Nelson Tomazi, UEL

Maria de Fátima Gomes, UFRJ

Maria Fernanda Fernandes, Unifesp

Maria Jacqueline Lima, UFRJ

Maria José Aviz do Rosário, UFPA

Maria José Vale, Unicastelo

Maria Lúcia Homem, FAAP

Maria Lúcia Seidl, UERJ

Maria Luiza de Oliveira, Unifesp

Maria Luiza Heilborn, UERJ

Maria Neyara de Oliveira Araújo, UFC

Maria Rita Aprile, Uniban

María Zulma M. Kulikowski, USP

Mariana Cassab, UFRJ

Mariana Cavalcanti, FGV-RJ

Marisa Bittar, UFSCar

Markus Lasch, Unifesp

Marlon Salomon, UFG

Marly Vianna, UFSCar

Marly Vianna, UFSCar

Márnio Pinto, UFSC

Marta Peres, UFRJ

Marta Pinheiro, UFRJ

Mary Castro, UCSal

Miroslav Milovic, UnB
Edson Arantes Jr., UERJ

Moema Rebouças, UFES

Monica Alvim, UFRJ

Monica Bruckmann, UFRJ

Nereide Saviani, Unisantos

Neusa Maria Dal Ri, Unesp

Nina Leite, Unicamp

Nise Jinkings, UFSC

Nora Krawczyk, Unicamp

Olga Cabrera, UFG

Olgamir Amancia Ferreira de Paiva, UnB

Ovídio de Abreu, UFF

Patrícia Reinheimer, UFRRJ

Patrícia Sampaio, UFAM

Paulino José Orso, Unioeste

Paulo Bernardo Ferreira Vaz, UFMG

Paulo Machado, UFSC

Paulo Pinheiro Machado, UFSC

Paulo Roberto de Almeida, UFU

Rafael Haddock-Lobo, UFRJ

Ramón Fernandez, FGV-SP

Raul Pacheco Filho, PUC-SP

Rita Schmidt, UFRGS

Robespierre de Oliveira, UEM

Rodrigo Nobile, UERJ

Rogério Medeiros, UFRJ

Ronaldo Gaspar, Unicastelo

Rosana C. Zanelatto Santos, UFMS

Rosana Costa, UFRJ

Rosemary de Oliveira Almeida, UECE

Sabrina Moehlecke, UFRJ

Sara Rojo, UFMG

Sarita Albagli, UFRJ

Sidnei Casetto, Unifesp

Silviane Barbato, UnB

Silvio Costa, PUC/GO

Simone Michelin, UFRJ

Suzzana Alice Lima Almeida, UNEB

Sylvia Novaes, USP

Tadeu Alencar Arrais, UFG

Tadeu Capistrano, UFRJ

Tania Rivera, UnB

Tatiana Roque, UFRJ

Telma Maria Gonçalves Menicucci, UFMG

Tercio Redondo, USP

Théo Lobarinhas Piñeiro, UFF

Tomaz Aroldo Santos, UFMG

Valdemar Sguissardi, UFSCar

Vera Chuelli, UFPR

Vera Figueiredo, PUC-Rio

Victor Hugo Pereira, UERJ

Viviane Veras, Unicamp

Volnei Garrafa, UnB

Wagner da Silva Teixeira, UFTM

Waldir Beividas, USP

Wilson Correia, UFRB

Adriano de Freixo, Universidade Federal Fluminense

Andre Gunder Frank, UFF

Flávia Nascimento, UNESP

Graziela Serroni Perosa, EACH/USP

Gustavo Caponi, Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC

Helena Esser dos Reis, UFG

Jaime Rodrigues, Universidade Federal de São Paulo/Unifesp

Jaqueline Kalmus, UniFIEO

Joana Ziller – Universidade Federal de Ouro Preto/UFOP

Juliana Tavares, IFF

Luis Guilherme Galeão da Silva, USP

Luiz Mariano Carvalho, UERJ

Maria Margareth de Lima, UFPB

Maria Waldenez de Oliveira, UFSCAR

Nelson Schapochnik, USP

Paulo Rodrigues Belém, PUC/Rio de Janeiro

Raul Vinhas Ribeiro, UNICAMP

Rita Fagundes, UFS

Tercio Loureiro Redondo, USP

Valéria Vasconcelos, UNIUBE/MG

Ana Paula Cantelli Castro, Universidade Federal do Piauí/UFP

Hélio Lemos Sôlha – Professor, UNICAMP

Pedro C. Chadarevian, UFSCAR

Ivaldo Pontes Filho, UFPE

Ricardo Summa, UFRRJ

Ernesto Salles, UFF

Sidney Calheiros de Lima, USP

Claudia Moraes de Souza, Unesp/Marília

Estêvão Martins Palitot, Universidade Federal da Paraíba/UFB

Lilian Sagio Cezar, USP

Gislene Aparecida dos Santos, EACH – USP

Eliézer Cardoso de Oliveira, Universidade Estadual de Goiás

Luiz Menna-Barreto, EACH/USP

Raquel Alvarenga Sena Venera, UFSC

Aida Marques, Universidade Federal Fluminense

Cleria Botelho da Costa, UnB

Ernestina Gomes de Oliveira, Faculdade de Direito do Instituto Superior de Ciências Aplicadas de Limeira

Kátia Menezes de Sousa, Universidade Federal de Goiás

Aluizio Moreira, UFCG

Luiz Gonzaga Godoi Trigo, EACH/USP

Lucas Bleicher, UFMG

Luiz Carlos Seixas, FMU e UniFIEO

Giane da Silva Mariano Lessa, UFRRJ

George Gomes Coutinho, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro

Walter Andrade, Fundação Padre Albino

Antonio Torres Montenegro, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE

Regina Beatriz Guimarães Neto, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE

Enilce Albergaria Rocha, Universidade Federal de Juiz de Fora

Reinaldo Salvitti, USP

Vania Noeli Ferreira de Assunção, PUC/SP

José Arlindo dos Santos, Fundação Universidade do Tocantins/UNITINS

Jose Carlos Vaz, USP

Marisa Midori Deaecto, USP

Luiz Cruz Lima, Universidade Estadual do Ceará/UECE

Maria do Carmo Lessa Guimarães, Universidade Federal da Bahia/UFBA

Ebe Maria de Lima Siqueira, Universidade Estadual de Goiás/UnU

Alexei Alves de Queiroz, UnB

Francisco Mazzeu, Unesp

Cláudia Regina Vargas, UFSCAR

Fábio Ferreira de Almeida, Universidade Federal de Goiás

Celso Kraemer, Universidade Regional de Blumenau

Gladys Rocha, UFMG

Murilo César Ramos, UnB

Deolinda Freire, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Corinta Maria Grisolia Geraldi, UNICAMP

João Wanderley Geraldi, UNICAMP

Durval Muniz de Albuquerque Junior, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Rafael Sanzio, UnB

Sônia Selene Baçal de Oliveira, Universidade Federal do Amazonas/UFAM

Arlindo da Silva Lourenço, Uniban

Izabel Cristina dos Santos Teixeira, UFT/Araguaína

Glaucíria Mota Brasil, Universiade Estadual do Ceará

Maria Neyara de Oliveira Araújo, Universidade Federal do Ceará

Alícia Ferreira Gonçalves, UFPB

Francisco Alves, UFSCar

Luiz Armando Bagolin, USP

Igor Fuser, Faculdade Cásper Líbero

Paula Glenadel, UFF

Lana Ferreira de Lima, Universidade Federal de Goiás/UFG

Karina Chianca Venâncio, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE

Surya Aaronovich Pombo de Barros, Universidade Federal da Paraíba/UFPB

Fausto Fuser, USP

Silvia Beatriz Adoue, UNESP/Araraquara

Sônia Campaner, PUC/SP

Paulo Henrique Martinez, Unesp

Iram Jácome Rodrigues, USP

Sílvio Camargo, Unicamp

Fernando Nogueira da Costa, Unicamp

Mariana Cassab, UFRJ

Suzana Guerra Albornoz, FURG/Rio Grande e UNISC/RS

Alexandre Abda, FAP/SP

José Edvar Costa de Araújo, Universidade Estadual Vale do Acaraú

Gabriel Almeida Antunes Rossini, PUC/SP

Cláudio Oliveira, Universidade Federal Fluminense/UFF

Aixa Teresinha Melo de Oliveira, CEFET/RJ – UnED/Petrópolis

Flávio Rocha de Oliveira, FESP/SP

Viviane Conceição Antunes Lima, UFRRJ

Rita Maskell Rapold, UNEB

Valter Duarte Ferreira Filho, UERJ e UFRJ

Romeu Adriano da Silva, Universidade Federal de Alfenas

Paulo Cesar Azevedo Ribeiro, Universidade Estácio de Sá

Andréa Lisly Gonçalves, Universidade Federal de Ouro Preto

Álvaro Luis Martins de Almeida Nogueira, Cefet

Welerson Fernandes Kneipp, Cefet

Jarlene Rodrigues Reis, Cefet

André Barcelos Damasceno Daibert, Cefet

Luiz Antonio Mousinho Magalhães, Universidade Federal da Paraíba/UFPB

Maria Cristina Cortez Wissenbach, USP

Denise Helena P.Laranjeira, Universidade Estadual de Feira de Santana

Magnus Roberto de Mello Pereira, Universidade Federal do Paraná/UFPR

Ricardo Cardoso Paschoal, CEFET/RJ

Luciano dos Santos Bersot, UFPR

Sérgio de Paula Machado, Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ

Antônio Alberto Machado, Unesp/Franca-SP

Sérgio Ricardo de Souza, CEFET/MG

Angela Thalassa, Faculdade de Arujá / IESA

Débora C. Piotto, USP

Marcelo Parizzi Marques Fonseca, UFSJ
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FONTE:http://www.viomundo.com.br/politica/professores-denunciam-bonapartismo-de-serra.html

PSOL lança campanha “nenhum voto a Serra”

15 de outubro de 2010

PSOL opta por “nenhum voto a Serra” e “voto crítico em Dilma”; Plínio anuncia voto nulo

Do UOL Eleições
Em São Paulo

O PSOL decidiu na tarde desta sexta-feira (15), em reunião com a Executiva Nacional, a sua posição no segundo turno das eleições presidenciais. Ao final do encontro, ficou decidido que o partido não dará nenhum voto a José Serra (PSDB) e que os filiados estão liberados para declarar o voto crítico em Dilma Rousseff (PT) ou voto nulo.

No documento divulgado após a reunião, o partido diz considerar o candidato tucano “o retrocesso a uma ofensiva neoliberal, de direita e conservadora no País”, e reitera as críticas à candidatura da petista alegando que sua campanha “se recusou sistematicamente ao longo do primeiro turno a assumir os compromissos com as bandeiras defendidas pela candidatura do PSOL e manteve compromissos com os banqueiros e as políticas neoliberais”.

O partido reiterou ainda que, independente de qual for o próximo governo, será “oposição de esquerda e programática”. Já o ex-candidato da legenda à Presidência, Plínio de Arruda Sampaio, quarto colocado na disputa presidencial com 0,87% dos votos, anunciou voto nulo.

No próximo domingo (17), é a vez do PV e da candidata derrotada Marina Silva (PV) anunciarem a sua posição oficial em relação às candidaturas de Serra e Dilma no segundo turno.
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/psol-lanca-campanha-nenhum-voto-a-serra.html

Em mensagem, Dilma não diz que irá vetar projetos sobre aborto

15/10/2010
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA


A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, se negou a dizer que irá vetar projetos referentes ao aborto na "mensagem" assinada hoje pra tentar acalmar o "mundo evangélico". No meio da semana, Dilma foi cobrada por 51 representantes de igrejas evangélicas a assumir o compromisso de vetar qualquer projeto aprovado no Congresso "contra a vida e valores da família".

Segundo líderes evangélicos que discutiram o texto com a candidata, a petista assumiu o compromisso de colocar a promessa no manifesto.

Na carta que será distribuída em templos e igrejas, Dilma repete declarações feitas ao longo da campanha, como ser "pessoalmente contra o aborto", não encaminhar nenhuma legislação referente ao tema ao Congresso e defender a "manutenção da legislação atual sobre o assunto", que só permite a prática em casos de estupro e risco de morte para a mãe.

Coordenador evangélico da campanha dilmista, o bispo da Assembleia de Deus e deputado Manoel Ferreira (PR-RJ) reconheceu o recuo, mas minimizou a falta do compromisso no documento.

"Ela assumiu solenemente o compromisso [de veto] apesar de não estar na carta. O mais importante é esse compromisso de que esses temas serão tratados pelo Congresso e nunca pelo Executivo. Acho que esta muito bem colocado e esse é o compromisso dela conosco ela não vai voltar atrás. A maior importância é a convicção do candidato", disse.

Antes de ser candidata, Dilma defendia abertamente a descriminalização da prática --o fez, por exemplo, em sabatina na Folha em 2007 e em entrevista em 2009 à revista "Marie Claire".

Depois, ao longo da campanha, disse que pessoalmente era contra a proposta. Hoje, diz que repassará a discussão ao Congresso.

FATURA

A fatura evangélica apresentada à candidata na quarta-feira exigia dela uma posição contrária sobre casamento homossexual, adoção de crianças por pessoas do mesmo sexo e regulamentação da função de profissionais do sexo, além da defesa da liberdade religiosa.

O documento não cita diretamente a polêmica em torno da união civil entre homossexuais e opta por compromissos genéricos em relação a outros temas-tabus sustentando que, se eleita, não pretende promover "nenhuma iniciativa que afronte à família".

Na carta, Dilma afirma que se o projeto que criminaliza a homofobia, o chamado PLC 122, for aprovado no Senado, o "texto será sancionado nos artigos que não violem liberdade de crença, culto e expressão". O temor dos cristãos é que o projeto impeça sermões e pregações contra homossexuais.

Sobre o PNDH 3 (3º Plano Nacional de Direitos Humanos), que causou polêmica por tratar do aborto, legalização da prostituição e defender que hospitais conveniados ao SUS façam operação de mudança de sexo, entre outros pontos, Dilma diz que o programa é uma "ampla carta de intenções" e que está sendo revisto. Dilma diz ainda que a família será o foco de seu eventual governo e que defende a liberdade religiosa.

Após forte reação, o governo tirou do programa, em maio, pontos como a revisão da lei que pune quem se submete ao aborto.

Ontem, dezenas de líderes católicos e evangélicos divulgaram um manifesto em apoio a Dilma.

"Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso, fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais", diz a mensagem.

"No momento atual, Dilma Rousseff representa este projeto que, mesmo com obstáculos, foi iniciado nos oito anos de mandato do presidente Lula. É isto que está em jogo neste segundo turno das eleições de 2010", completa a mensagem.


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Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/poder/815219-em-mensagem-dilma-nao-diz-que-ira-vetar-projetos-sobre-aborto.shtml

SERRA ESCONDE QUE É O CARA DE "MIL CARAS"

O Jogo da bonequinhas russas de Serra...

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/o-jogo-das-bonequinhas-do-serra.html

Marilena Chauí: Serra representa ameaça à democracia e aos direitos sociais

15 de outubro de 2010
Por Luiz Carlos Azenha

Hoje vi o programa eleitoral de José Serra, à tarde. O candidato já se apresenta como presidente eleito, falando nas obras do Mundial de 2014 e das Olimpíadas de 2016. É o tal “fato consumado”, de que falei em outro post. A associação do programa eleitoral na TV com as pesquisas de opinião tem, neste momento, o objetivo de criar o fato consumado: Serra presidente!

Mas o que me chamou a atenção, mesmo, foi a promessa de Serra de governar “acima dos partidos”.

A respeito disso, um leitor me chamou a atenção para esta entrevista de Marilena Chauí:








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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/marilena-chaui-serra-representa-ameaca-a-democracia-e-aos-direitos-sociais.html

Uma análise fria dos números até agora: Serra subiu, sim, mas Dilma não caiu

Publicada sexta-feira, 15/10/2010

Parece agora um consenso que Lula precisa voltar com força para a campanha de Dilma. Escrevi sobre isso aqui, Brizola Neto (avisam-me os leitores) já escrevera um dia antes. E o Antônio Lavareda, em entrevista a Bob Fernandes no Portal Terra, acaba de dizer o mesmo.

Dilma é Lula. Existe por causa do Lula. Esconder Lula é um erro sem tamanho. Lavareda lembra os casos de dois presidentes bem avaliados que não conseguiram eleger sucessores: Clinton (porque confiou demais em Al Gore, e subestimou a máquina conservadora dos republicanos) e Bachelet no Chile (porque não parecia se afinar com o candidato escolhido por sua coligação, o ex-presidente Frei).

Lula, pelo que sei, não se encaixa em nenhum dos dois exemplos. Mais que isso, Lula é que pode falar diretamente com a grande massa de eleitores do Norte/Nordeste, e das periferias desse Brasil (massa que, apesar de todo bombardeio das últimas semanas, não abandonou Dilma).

Se Lula entrar pra valer na campanha, e se fizer o discurso direto para os pobres (mostrando os riscos que uma vitória tucana traz), acredito que seja possível conter a onda pró-Serra – que nesse momento é um fato inegável.

Até porque os números, apesar de preocupantes para os lulistas, não devem gerar desespero. A imprensa diz que Dilma caiu. Isso não é verdade. No segundo turno, o que caiu foi a diferença entre Serra e Dilma. Dilma caiu, sim, mas foi na reta final do primeiro turno. Isso é fato. Mas, do dia 3 para cá, não há números que apontem queda. Foi Serra que subiu. E, com isso, a diferença diminuiu. E Serra ainda tem margem para subir mais um pouco.

Se as próximas pesquisas* indicarem margem mais apertada, mas com Dilma no patamar de 47% ou 48% dos votos totais (tinha 48% no ultimo DataFolha), isso significará que Serra até cresce (sobre os indecisos marinistas), mas não avança sobre o eleitorado de Dilma.

A campanha de Dilma segura-se nesse raciocínio: Serra teria um teto, e Dilma um piso. Eles podem se estabilizar em patamares muito próximos, mas com Dilma pouco acima.

Em tese, faz sentido. Desde que Dilma não se desidrate.

Acompanhem…

Serra teve 33 milhões de votos no primeiro turno. As pesquisas feitas há um mês diziam que ele poderia mesmo herdar – no mínimo – metade dos votos de Marina: 10 milhões. Mas, ao que parece, com a campanha violenta contra Dilma Serra deve capturar quase dois terços do eleitorado de Marina (cerca de 13 milhões de votos, do total de 20 milhões que a candidata do PV obteve).

Serra, portanto, pode-se consolidar em cerca de 46 milhões de votos, a duas semanas do dia 31. Não seria surpresa nenhuma.

Dilma, por sua vez, teve 47 milhões de votos no primeiro turno. No segundo turno, deve conquistar pouco mais de 20% dos votos de Marina e mais uma parte do pequeno eleitorado do PSOL no primeiro turno: ou seja, cerca de 5 milhões de votos.

Dilma, portanto, pode-se consolidar com algo em torno de 52 milhões de votos.

Dilma 52 milhões x Serra 46 milhões = 98 milhões de votos válidos.

No primeiro turno, tivemos 101 milhões de votos válidos. A diferença – para menos – estaria na parcela do eleitorado de Plínio e Marina (cerca de 10% ou 15% dos marinistas) que se recusam a votar no PT ou no PSDB. Mas esse eleitorado, talvez, também possa se decidir por um outro candidato se a campanha ficar ainda mais acirrada.

Se o total de votos no segundo turno ficar mesmo pouco abaixo dos 100 milhões, os 52 milhões de votos de Dilma podem se transformar numa fortaleza difícil de ser invadida por Serra. Uma fortaleza que – em tese, repito - garantiria a vitória.

Mas é bom não criar ilusões. A stuação, para Dilma, não é e nem será fácil, até o fim!

A diferença é pequena. A questão é saber: Serra conseguirá tirar parte dos eleitores que Dilma obteve no primeiro turno? Na reta fnal do primeiro turno, o bombardeio de denúncias tirou quase 10 pontos de Dilma. Serra precisaria tirar agora mais 3 ou 4 pontos. E tarefa mais dif´cil porque o eleitorado que ficou com Dilma até agora, em tese, é bastante fiel.

As minhas contas mostram que não basta Serra conquistar o eleitorado que foi de Marina. Ele precisa avançar sobre Dilma.

Com Lula na campanha, Dilma conseguirá segurar essa margem que hoje é muito estreita?

É possível.

Para isso, o PT precisa (como já vem tentando) conter o avanço de Serra, mostrando a hipocrisia dos tucanos nos temas morais (já aparecem aqui e ali notícias sobre um aborto que a própria Monica Serra teria feito – isso segundo depoimento de uma ex-aluna dela) e o risco de um governo do PSDB reverter os avanços sociais obtidos por Lula.

Há indícios de que essa contenção estaria começando a ocorrer.

Se a estratégia do PT for bem sucedida, a diferença pode se manter muito pequena até a eleição (algo como 4 ou 5 milhões de votos), mas com um leve favoritismo para Dilma.

O que pode atrapalhar a petista: atuação ruim nos últimos debates, abstenção muito alta no Nordeste e a dificuldade para conter a sangria do eleitorado popular (por conta da boataria religiosa).

O que pode atrapalhar Serra: atuação ruim nos debates, o feriado de Finados (que pode levar muita gente de classe média para a praia no dia do segundo turno) e o salto alto.

Os tucanos parecem tomados pela soberba (a mesma que atrapalhou Dilma no fim do primeiro turno), e já falam até em transição para o próximo governo. FHC já fala em chamar Lula para uma conversa. Sergio Guerra, presidente do PSDB, dá entrevistas como se já tivesse ganho a eleição.

Encomendaram o terno para a posse? Pode ser cedo demais.

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*Sobre as pesquisas, é preciso cautela: importante não brigar com os fatos e não ignorar a tendência geral (que é de crescimento de Serra), mas vale lembrar que alguns institutos cumprem o papel de animadores de torcida; há um deles, em especial, que tem todo interesse de mostrar a situação mais favorável a Serra, para criar um clima de virada nevitável. Clima que, nesse momento, não corresponde à verdade. A eleição segue completamente indefinida.
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Fonte:http://www.escrevinhador.com.br/

SERRA E O ABORTO: PEGA NA MENTIRA!

Marcelo Zelic envia-me o vídeo genial com a confusão mental de Serra sobre o aborto. Nem precisou apertar muito. Ele se entregou sozinho. Ato falho clássico: “nunca falei que sou contra aborto, porque eu sou a favor; ou melhor, sou contra”. Pega na mentira!!!!!

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Fonte:http://www.escrevinhador.com.br/

Candidata do PT tem 54% da preferência do eleitorado, contra 46% do tucano

15.10.2010
Sandra de Andrade, do portal R7

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, mantém a liderança na disputa do segundo turno. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (15) mostra Dilma oito pontos à frente de José Serra (PSDB). A petista tem 54%, contra 46% do tucano quando os votos brancos e nulos são descartados.

Na simulação geral, Dilma tem 47% e Serra aparece com 41%. Brancos e nulos somam 4% e indecisos chegam a 8%, de acordo com a pesquisa divulgada hoje. A margem de erro da sondagem é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A mais recente pesquisa para a disputa pela Presidência, divulgada na quinta-feira (14) pela CNT/Sensus, também mostrou Dilma à frente do tucano. Na Sensus, Dilma tinha 52,3% dos votos válidos, contra 47,7% do adversário do PSDB.

O Datafolha ouviu 3.220 eleitores do dia 14 ao dia 15 de outubro. A sondagem foi feita a pedido do jornal Folha de S.Paulo e da Rede Globo. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) foi feito no dia 9 de outubro com o número 35.746/2010.
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Fonte:http://blogdadilma.blog.br/2010/10/candidata-do-pt-tem-54-da-preferencia-do-eleitorado-contra-46-do-tucano.html

Dilma quer por um fim à campanha de calúnias e boatos

Outubro 15th, 2010 | Autor: Sandra de Andrade

(Foto: Reprodução / Agência Estado)

A candidata à Presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff, divulgou mensagem hoje para, nas palavras dela, “por um fim definitivo à campanha de calúnias e boatos” espalhados pelos adversários eleitorais. “Minha campanha é pela vida, pela paz, pela justiça social, pelo respeito, pela prosperidade e pela convivência entre todas as pessoas”, afirma a candidata, no texto. A mensagem foi entregue pela campanha a líderes religiosos apoiadores da campanha petista para ser distribuído nas igrejas.

Dilma afirma defender a liberdade religiosa, assegurada pela Constituição Federal, e nega ser favorável ao aborto, como tem sido acusada pelos adversários na campanha. “Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre assunto”, afirma a candidata, ao se comprometer em não enviar propostas ao Congresso que tratem de aborto ou “outros temas concernentes à família”.

Sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), Dilma afirma que o texto é apenas “uma ampla carta de intenções”, que está sendo revisto. “E, se eleita, não pretendo promover nenhuma iniciativa que afronte a família”, afirma. De acordo com a petista, num eventual governo, ela vai elaborar programas focados na família. Ela cita como exemplo os projetos Minha Casa Minha Vida e Bolsa Família, do governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Dilma diz ainda que, caso o projeto de lei 122/2006, que torna crime a homofobia no País, seja aprovado pelo Senado, ela sancionará “os artigos que não violem a liberdade de crença, culto e expressão e demais garantias constitucionais individuais existentes no Brasil”.

“Não podemos permitir que a mentira se converta em fonte de benefícios eleitorais para aqueles que não têm escrúpulos de manipular a fé e a religião tão respeitada por todos nós”, continua a candidata, ao pedir apoio para “deter a sórdida campanha de calúnias” que, segundo Dilma, está sendo orquestrada contra ela.
(Agência Estado)
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Fonte:http://blogdadilma.blog.br/2010/10/dilma-quer-por-um-fim-a-campanha-de-calunias-e-boatos.html

Dilma divulga carta contra calúnias


Outubro 15th, 2010 | Autor: Sandra de Andrade

A campanha da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, divulgou hoje carta intitulada “Mensagem da Dilma”, na qual ela reafirma posições sobre aborto, liberdades religiosas, garantias constitucionais e preceitos que não afrontem a família.
Contra boatos, Dilma vai lançar ‘carta aberta’ aos brasileiros, diz Crivella No Piauí, Dilma afirma que carta aberta vai tratar de aborto No documento, Dilma manifesta o desejo de pôr “um fim definitivo” aos boatos que envolvem sua campanha, “para não permitir que prevaleça a mentira com arma em busca de votos”.

A exemplo de Dilma, um grupo de 168 pessoas, na maioria religiosos, além de professores, intelectuais e artistas, também divulgaram hoje manifesto contra boatos e a favor da candidatura da petista.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra também distribuiu hoje manifesto de apoio à candidata intitulado “Vamos eleger Dilma Rousseff presidenta do Brasil”.

Na carta, Dilma aponta “adversários eleitorais” como responsáveis pela difusão de “calúnias e boatos”. “Dirijo-me mais uma vez a vocês, com o carinho e o respeito que merecem os que sonham com um Brasil cada vez mais perto da premissa do Evangelho de desejar ao próximo o que queremos para nós mesmos. É com esta convicção que resolvi pôr um fim definitivo à campanha de calúnias e boatos espalhados por meus adversários eleitorais”, diz Dilma na carta.

Em seis pontos abordados na carta, a candidata do PT defende a liberdade religiosa, afirma ser “pessoalmente contra o aborto” e se compromete, se eleita, “não propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto”.

Dilma também afirma que não irá adotar, em um eventual governo, medidas que venham a alterar ‘temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no país”. A candidata petista faz referência ao Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3) e afirma que, se eleita, não irá promover iniciativas que “afrontem a família”.

Sobre o Projeto de Lei Complementar 122, em tramitação no Senado, e que trata, entre outras medidas, do casamento de homossexuais, Dilma afirma que “será sancionado no meu futuro governo nos artigos que não violem a liberdade de crença, culto e expressão e demais garantias constitucionais individuais existentes no Brasil.”

A petista se compromete a fazer um governo “que tenha a família como foco principal”. “Se Deus quiser e o povo brasileiro me der, a oportunidade de presidir o país, pretendo editar leis e desenvolver programas que tenham a família como foco principal, a exemplo do Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e tantos outros que resgatam a cidadania e a dignidade humana”, afirma Dilma.

Ao final do documento, Dilma pede apoio dos eleitores para “deter a sórdida campanha de calúnias”.

“Com estes esclarecimentos, espero contar com vocês para deter a sórdida campanha de calúnias contra mim orquestrada. Não podemos permitir que a mentira se converta em fonte de benefícios eleitorais para aqueles que não têm escrúpulos de manipular a fé e a religião tão respeitada por todos nós. Minha campanha é pela vida, pela paz, pela justiça social, pelo respeito, pela propriedade e pela convivência entre todas as pessoas.”
Fonte: Foco Regional
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Fonte:http://blogdadilma.blog.br/2010/10/dilma-divulga-carta-contra-calunias.html

Sobre a democracia

POR REDAÇÃO ⋅ OUTUBRO 13, 2010

É preocupante quando aspectos religiosos parecem pontos fundamentais como vem acontecendo no Brasil. O assunto foi tão comentado e ganhou uma relevância tão grande, que a candidata do PT, Dilma Rousseff se reuniu nesta quarta-feira (13) para reafirmar seu apoio à Dilma. O encontro aconteceu em Brasília e ficou acertado que religiosos de todo o #Brasil13 se comprometeram lançar um manifeto de apoio à candidata Petista.

Em material publicado no site #dilmanarede o senador eleito pelo Rio de Janeiro, Marcello Crivela (PRB) destacou que as mentiras ditas contra Dilma “não ajudam a construir o Brasil e, ao contrário, tentam promover o ódio entre as religiões.” Ainda conforme o material publicado no site o reverendo Guilhermino Cunha, pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, garantiu que as religiões estão unidas pelo bem do #Brasil13.

Dilma por sua vez garantiu que defenderá a liberdade religiosa e vetará qualquer projeto que abale a cultura religiosa do país.

Em todo o Brasil religiosos estão se mobilizando contra essa onda de boatos. Em texto publicado no site do jornalista Luis Nassif, o padre Otto Dana ressaltou que “tentar manipular a consciência do eleitor, ameaçando-o com a ira de Deus é injuriar o próprio Deus que nos criou livres.”

Padre Otto ainda prossegue afirmando que: “pra começar, arbitrar sobre aborto e formas de casamento é da competência do Congresso Nacional e não do Presidente da República, que apenas sanciona ou veta a disposição do Congresso. Além do mais, aborto e casamento gay nem estão em pauta de discussão, hoje.”
Confira o texto na íntegra lendo aqui.

Em outro texto, do site catolicosnline.org.br, faz a seguinte análise: I”rresponsável é o líder religioso que não enxerga a realidade, baseando-se apenas em princípios abstratos que contradizem o autêntico valor da vida, com a plena dignidade que ela deveria ter. Ainda mais irresponsável é o líder político que, amedrontado frente a ameaças eleitoreiras, deixa de comprometer-se com seu dever de chefe de Estado. Um Estado laico deve respeitar todas as religiões, mas jamais pode ser regido por princípios religiosos.”

A avaliação vai mais além e destaca que: “ Diante dos riscos que corre nossa incipiente democracia, conclamamos todas as forças da sociedade civil, independentemente de crença religiosa ou filiação partidária, para que se manifestem em favor da democracia e em defesa da laicidade do Estado, sem a qual o direito à expressão religiosa não será respeitada. Respeitemos nossa Constituição, sendo fiéis aos seus princípios.”
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Fonte:http://www.blogdosereno.com.br/blog/2010/10/sobre-a-democracia/

José Serra garantiu que iria cumprir o seu mandado de prefeito da cidade de São Paulo. Ele mentiu mais uma vez.



Fábio Lúcio, no blog "Seja Dita Verdade":
12.10. 2010
Reprodução de trecho de uma entrevista concedida por José Serra a Paulo Moreira Leite, então no O Estado de S. Paulo, publicada em 13/11/2005:

Pergunta: Por que o senhor declarou e assinou uma declaração de que iria cumprir seu mandato até o fim?

Resposta: Eu disse a verdade. Era o que sentia naquele momento.

Ou seja, entende-se por que o candidato Serra tem uma relação conflituosa com a verdade. Para ele, a verdade não é uma só, mas muda o tempo todo.

Fábio Lúcio, novamente no mesmo blog:
12.10.2010

E não cumpriu o mandato de senador também. Saiu com menos de um ano de mandato para ser candidato a prefeito e perder para Pitta. Candidato a presidente e perder para Lula. Ministro da Saúde e do Planejamento. São Paulo teve por sete anos um senador desconhecido, Pedro Piva, que ficou lá guardando a vaga. Serra deve uns doze anos de mandato público ao eleitor de São Paulo.
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Fonte:http://www.sejaditaverdade.net/blog2/?p=2379

José Serra ofereceu dinheiro para nordestinos deixarem São Paulo

Em 8 de fevereiro de 2006, o Meio Norte, um jornal eletrônico do Nordeste dava essa notícia aos leitores: “José Serra oferece dinheiro para nordestinos deixarem São Paulo”. Essa matéria foi feita a partir de uma notícia da “Falha de S.Paulo”.

Quatro anos depois, no afã de “dar uma virada” no processo eleitoral, Serra faz da campanha (entre outras coisas ainda piores) “isca” para nordestino (que não vota nele) cair na sua lábia de lobo do cerrado em cativeiro: uíva, ainda que nem ele mesmo acredite em suas poses… Essa é a ”gente do DEM!”
A administração de José Serra (PSDB), prefeito paulistano, paga até R$ 5.000 para famílias de sem-terra deixarem a cidade de São Paulo. Além disso, a Prefeitura de São Paulo cede as passagens de ônibus para os municípios de origem dos desabrigados.
Segundo o jornal “Folha de S. Paulo”, os principais destinos são capitais do Nordeste e Rio de Janeiro.

O presidente da Fetag (Federação dos Trabalhadores Rurais do Estado do Piauí), Adonias Higino, afirmou considerar “um absurdo” a atitude da administração de José Serra. Segundo ele, a decisão de Serra demonstra falta de coragem de implantar em São Paulo uma política que gere renda e empregos.

“É uma inoperância de Serra. Um deboche. Está demonstrada sua falta de alternativa na Prefeitura de São Paulo e do Governo do Estado para resolver os graves problemas da falta de renda, emprego e moradia”, falou Adonias Higino.

“Isso pode ser até preconceito, mas revela mais a inoperância e a falta de competência de Serra para resolver essas questões”, declarou Adonias Higino.

“Eu acho um escândalo”, falou a presidente da Famcc (Federação das Associações de Moradores e Conselhos Comunitários do Piauí), Josefa Francisca de Lima.

Ela disse que a questão habitacional deve ser tratada de outra forma.
José Serra odeia o povo.

O povo do sertão lamenta todo esse ódio no coração de Serra. O povo nordestino, que trabalha duro em São Paulo, merece respeito. Merece carinho. José Serra nunca poderia ser presidente do Brasil.

Aqui o print da matéria da Folha de S. Paulo que chama o preconceito do estado como benefício...

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Fonte:http://www.sejaditaverdade.net/blog2/?p=2504

E agora José?

Primeiro
Serra não sabia
- Eu não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês (imprensa) fiquem perguntando". Serra disse ainda que não iria gastar horas de um debate nacional discutindo "bobagens".
http://migre.me/1ymdf

Depois
Paulo Preto diz: "ele me conhece bem, tem que responder"
http://migre.me/1ymkG

Agora
Serra diz que ele é inocente
http://migre.me/1ymui
O #SerraMilCaras disse ainda que não iria gastar horas de um debate nacional discutindo "bobagens".

O Jornal Nacional não deu uma linha sobre o caso, mas a Record deu.
Veja o Video no link abaixo.
www.youtube.com/watch?v=v7YFaOetWoE&feature=player_embedded

E você, o que acha??
O #Serramilcaras é um homem confiável?
Da pra acreditar no que ele fala?
Alem de espalhar ódio entre os credos religiosos, desejar a morte de mulheres e perseguir homossexuais, ele mente!
E mente descaradamente.
Cabe a você decidir se quer esse milcaras presidente da republica.
Nós queremos #Dilma13

MobilizaçãoBR
@mobilizacaobr

Em tempo: Autores de e-mails falsos cometem crime eleitoral e serão denunciados

Denuncie as mentiras que receberem por e-mail, panfletos ou outras mídias contra Dilma. É CRIME ELEITORAL divulgar mentiras sobre candidatos para influenciar eleitor.

Denuncie-os reencaminhando para seguintes e-mails abaixo:
Procuradoria Geral Eleitoral: pge@pgr.mpf.gov.br
Bottini & Tamasauskas Advogados: danyelle@btadvogados.com.br
Campanha Dilma que combate boatos na web: espalheaverdade@dilmanarede.com.br

Tucano Serra quer destruir o Brasil


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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com/2010/10/serra-vai-destruir-o-brasil.html

Serra mente sobre mínimo de 600 reais

Reproduzo artigo de Brizola Neto, intitulado "O 'mil-caras' promete o que não faz", publicado no blog Tijolaço:

O site do Departamento Intersindical de Assessoria parlamentar, o DIAP, publicou cópia do ofício que, por orientação do então governador José Serra, foi enviado a todos os dirigentes de órgãos públicos paulistas proibindo qualquer reajuste nos salários superior à simples correção inflacionária, pelo índice do IPC, ano passado.

Este índice, em dezembro, era de apenas 3,649%. De ordem do governador, o secretário Aloysio Nunes Ferreira, amigo do ex-desconhecido Paulo Vieira de Souza, também mandou “suprimir, ou alternativamente congelar, as vantagens atribuídas exclusivamente em função do tempo de serviço prestado na entidade, tais como Adicional por Tempo de Serviço, Anuênio, Triênio e outras congêneres”.

Em outro trecho, o ofício também manda “suprimir, ou alternativamente congelar, as vantagens atribuídas exclusivamente em função do tempo de serviço prestado na entidade, tais como Adicional por Tempo de Serviço, Anuênio, Triênio e outras congêneres”.

É assim que governa o Serra que promete na televisão aumentar o salário mínimo para 600 reais e dar reajuste de 10% para os aposentados, cuja remuneração, é óbvio, sai do mesmo dinheiro público que ele, zelosamente, economizou nos vencimentos e salários do Estado de São Paulo, embora tenha gasto como nunca em publicidade: os recursos para anúncios passaram de R$ 40,7 milhões em 2006, ano anterior à posse de Serra, para R$ 293 milhões em 2009, terceiro ano de seu mandato. O crescimento foi de 620%, segundo publicado no site Transparência São Paulo.
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com/2010/10/serra-mente-sobre-minimo-de-600-reais.html

SERRA MENTE


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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com/2010/10/serra-entreguismo-repressao-e-atraso.html

A psicologia de massa do fascismo

QUINTA-FEIRA, 14 DE OUTUBRO DE 2010
Reproduzo artigo de Luis Nassif, publicado em seu blog:

Há tempos alerto para a campanha de ódio que o pacto mídia-FHC estava plantando no jogo político brasileiro. O momento é dos mais delicados. O país passa por profundos processos de transformação, com a entrada de milhões de pessoas no mercado de consumo e político. Pela primeira vez na história, abre-se espaço para um mercado de consumo de massa capaz de lançar o país na primeira divisão da economia mundial.

Esses movimentos foram essenciais na construção de outras nações, mas sempre vieram acompanhados de tensões, conflitos, entre os que emergem buscando espaço, e os já estabelecidos impondo resistências.

Em outros países, essas tensões descambaram para guerras, como a da Secessão norte-americana, ou para movimentos totalitários, como o fascismo nos anos 20 na Europa.

Nos últimos anos, parecia que Lula completaria a travessia para o novo modelo reduzindo substancialmente os atritos. O reconhecimento do exterior ajudou a aplainar o pesado preconceito da classe média acuada. A estratégia política de juntar todas as peças – de multinacionais a pequenas empresas, do agronegócio à agricultura familiar, do mercado aos movimentos sociais – permitiu uma síntese admirável do novo país. O terrorismo midiático, levantando fantasmas como o MST, Bolívia, Venezuela, Cuba e outras bobagens, não passava de jogo de cena, no qual nem a própria mídia acreditava.

À falta de um projeto de país, esgotado o modelo no qual se escudou, FHC – seguido por seu discípulo José Serra – passou a apostar tudo na radicalização. Ajudou a referendar a idéia da república sindicalista, a espalhar rumores sobre tendências totalitárias de Lula, mesmo sabendo que tais temores eram infundados.

Em ambientes mais sérios do que nas entrevistas políticas aos jornais, o sociólogo FHC não endossava as afirmações irresponsáveis do político FHC.

Mas as sementes do ódio frutificaram. E agora explodem em sua plenitude, misturando a exploração dos preconceitos da classe média com o da religiosidade das classes mais simples de um candidato que, por muitos anos, parecia ser a encarnação do Brasil moderno e hoje representa o oportunismo mais deslavado da moderna história política brasileira.

O fascismo à brasileira

Se alguém pretende desenvolver alguma tese nova sobre a psicologia de massa do fascismo, no Brasil, aproveite. Nessas eleições, o clima que envolve algumas camadas da sociedade é o laboratório mais completo – e com acompanhamento online - de como é possível inculcar ódio, superstição e intolerância em classes sociais das mais variadas no Brasil urbano – supostamente o lado moderno da sociedade.

Dia desses, um pai relatou um caso de bullying com a filha, quando se declarou a favor de Dilma.

Em São Paulo esse clima está generalizado. Nos contatos com familiares, nesses feriados, recebi relatos de um sentimento difuso de ódio no ar como há muito tempo não se via, provavelmente nem na campanha do impeachment de Collor, talvez apenas em 1964, período em que amigos dedavam amigos e os piores sentimentos vinham à tona, da pequena cidade do interior à grande metrópole.

Agora, esse ódio não está poupando nenhum setor. É figadal, ostensivo, irracional, não se curvando a argumentos ou ponderações.

Minhas filhas menores freqüentam uma escola liberal, que estimula a tolerância em todos os níveis. Os relatos que me trazem é que qualquer opinião que não seja contra Dilma provoca o isolamento da colega. Outro pai de aluna do Vera Cruz me diz que as coleguinhas afirmam no recreio que Dilma é assassina.

Na empresa em que trabalha outra filha, toda a média gerência é furiosamente anti-Dilma. No primeiro turno, ela anunciou seu voto em Marina e foi cercada por colegas indignados. O mesmo ocorre no ambiente de trabalho de outra filha.

No domingo fui visitar uma tia na Vila Maria. O mesmo sentimento dos antidilmistas, virulento, agressivo, intimidador. Um amigo banqueiro ficou surpreso ao entrar no seu banco, na segunda, é captar as reações dos funcionários ao debate da Band.

A construção do ódio

Na base do ódio um trabalho da mídia de massa de martelar diariamente a história das duas caras, a guerrilha, o terrorismo, a ameaça de que sem Lula ela entregaria o país ao demonizado José Dirceu. Depois, o episódio da Erenice abrindo as comportas do que foi plantado.

Os desdobramentos são imprevisíveis e transcendem o processo eleitoral. A irresponsabilidade da mídia de massa e de um candidato de uma ambição sem limites conseguiu introjetar na sociedade brasileira uma intolerância que, em outros tempos, se resolvia com golpes de Estado. Agora, não, mas será um veneno violento que afetará o jogo político posterior, seja quem for o vencedor.

Que país sairá dessas eleições?, até desanima imaginar.

Mas demonstra cabalmente as dificuldades embutidas em qualquer espasmo de modernização brasileira, explica as raízes do subdesenvolvimento, a resistência história a qualquer processo de modernização. Não é a herança portuguesa. É a escassez de homens públicos de fôlego com responsabilidade institucional sobre o país. É a comprovação de porque o país sempre ficou para trás, abortou seus melhores momentos de modernização, apequenou-se nos momentos cruciais, cedendo a um vale-tudo sem projeto, uma guerra sem honra.

Seria interessante que o maior especialista da era da Internet, o espanhol Manuel Castells, em uma próxima vinda ao Brasil, convidado por seu amigo Fernando Henrique Cardoso, possa escapar da programação do Instituto FHC para entender um pouco melhor a irresponsabilidade, o egocentrismo absurdo que levou um ex-presidente a abrir mão da biografia por um último espasmo de poder. Sem se importar com o preço que o país poderia pagar.
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com/2010/10/psicologia-de-massa-do-fascismo.html

Idelber Avelar: Não é verde, é cinza

14 de outubro de 2010 às 20:34

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/idelber-avelar-nao-e-verde-e-cinza.html

Folha de S.Paulo mente sobre o Plano Amazônia Sustentável

14 de outubro de 2010 às 20:57
Sobre a manchete eleitoral da Folha, que teve o objetivo de carrear votos de Marina Silva para José Serra:

O jornal Folha de São Paulo interpretou, de forma equivocada, os objetivos do seminário “Visão Estratégica da Amazônia” organizado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e com apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Ao contrário do que sugere o texto publicado na edição de hoje, não há intenção de rever o Plano Amazônia Sustentável (PAS). A avaliação consensual dos Ministérios encarregados da execução do PAS é que as diretrizes adotadas na época de sua aprovação (08/05/2008) se demonstraram acertadas.

O PAS tem obtido resultados significativos nas mais diversas áreas de atuação governamental, tais como: redução expressiva do desmatamento, regularização fundiária, prevenção e compensação adequadas para os efeitos ambientais de projetos na área de transportes e energia, com significativa redução dos impactos originalmente previstos.

O seminário se propõe a examinar, exclusivamente em nível técnico, as ações para o desenvolvimento sustentável da Amazônia, refletindo também sobre outras políticas públicas complementares. Conta com a participação exclusiva de especialistas, acadêmicos e funcionários de diversos Ministérios e agências federais com ação importante na Amazônia.

Os debates focalizam os seguintes temas: Desenvolvimento Industrial na Amazônia; Cidades, Desenvolvimento Agropecuário e Recuperação de Áreas Degradadas; Conhecimento sobre a Amazônia; Infraestrutura da Amazônia (transportes, telecomunicações e energia).

Secretaria de Assuntos Estratégicos
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/folha-mente-sobre-o-plano-amazonia-sustentavel.html

Como garantir a vitória de Dilma?

SEXTA-FEIRA, 15 DE OUTUBRO DE 2010
Reproduzo artigo de Juarez Guimarães, publicado na revista CartaCapital:

Não se deve nem é preciso confiar nos números da primeira pesquisa do Datafolha no segundo turno para se concluir que o favoritismo de Dilma está sob disputa e que sua vitória depende do que a sua campanha e a de seu adversário fizerem.

É preciso, pois, adquirir e partilhar com os brasileiros e brasileiras a consciência da situação dramática deste segundo turno das eleições presidenciais. O que está longe de significar um desfecho necessariamente infeliz ou trágico. Isto quer dizer simplesmente que todas as conquistas sociais e do trabalho, democráticas e de soberania nacional construídas nestes últimos oito anos estão em risco. Serra só pode vencer se a razão liberal conservadora, cobrindo um arco de interesses e vontades que vão até a intolerância mais brutal, de cores proto-fascistas, triunfar.

Sem esta consciência dramática não se pode vencer. Porque o gesto, a fala, a palavra e o sentimento estarão aquém do necessário, não terão suficiente força e capacidade de persuasão. É preciso, então, que esta consciência dramática se expresse através de uma lucidez apaixonada que faça um diagnóstico realista do desafio e proponha um caminho para vencer.

A disputa de narrativas

A melhor referência analítica destas eleições está no gráfico de curvas de tendências eleitorais, elaborado a partir de pontos médios de pesquisas publicadas ( CNT/Sensus, Vox Populi, Datafolha e Ibope), que vem sendo atualizado desde o início do ano e editado na revista CartaCapital. Elaborada pelo cientista político mais reconhecido na área e professor do Iuperj, Marcos Figueiredo, esse gráfico de curvas de tendências eleitorais apresenta duas grandes virtudes: dilui eventuais manipulações e imprecisões de pesquisas em médias do conjunto de pesquisas; permite acompanhar tendências de evolução, evitando avaliações impressionistas a cada momento.

De acordo com este gráfico de tendências eleitorais, a cena destas eleições pode se dividir em duas até agora: até os inícios de setembro e dos inícios de setembro até aqui. Em síntese, este gráfico nos diz o seguinte: até os inícios de setembro, Dilma Roussef vinha em um crescimento sustentado e amplamente majoritário, com Serra caindo para cerca de ¼ do eleitorado e Marina Silva sempre abaixo de 10%; desde então, Dilma parou de crescer, estacionou durante um tempo, deu indicações de uma queda leve para, na véspera das eleições, perder alguns pontos que a levaram ao segundo turno; neste mesmo período, Serra deixou de cair e começou lentamente a subir até atingir quase um terço dos votos úteis e Marina começou a indicar tendências de crescimento, para, em seguida, disparar até 1/5 dos votos úteis nos dias finais do primeiro turno.

O que ocorreu? O que divide um período do outro? Por que houve uma inflexão no crescimento de Dilma e o contrário ocorreu com Serra e Marina?

Há uma explicação clara para este fenômeno. Até os inícios de setembro, predominou a narrativa da continuidade do governo Lula (“Continuar as mudanças”), que era expressa sobretudo pela transmissão da altíssima popularidade do governo Lula a Dilma, mas também pela queda de Serra e pelo caráter minoritário ou secundário da candidatura Marina. De lá para cá, veio sendo construída pela candidatura Serra, com apoio da mídia empresarial, a narrativa liberal-conservadora anti-petista e centrada em toda sorte de preconceitos e calúnias contra Dilma.

No primeiro período, que vai até inícios de setembro, a candidatura Serra estava politicamente desestabilizada: a linha do marketing político “O Brasil pode mais”, que alternava a crítica e a indiferenciação com o governo Lula, retirava votos de Serra até na sua cidadela paulista. Com caminho livre para sua ascensão, sem encontrar uma barragem de oposição, Dilma pode se alimentar do crescente conhecimento da população, ampliado pelo horário gratuito na TV, do apoio de Lula a ela.

Nos inícios de setembro, a linha dominante na campanha de Serra, então em crise aguda, mudou: ela passou claramente a adotar a estratégia proposta por Fernando Henrique Cardoso desde o início do ano. Isto é, associar, de forma virulenta, o governo Lula, o PT e a candidatura Dilma a uma instrumentalização ilegítima do Estado, à corrupção, e às ameaças à liberdade e aos valores religiosos.

Os meios para se promover esta mudança de agenda foram a forte concentração temática diária da mídia (revistas, jornais diários e principalmente o Jornal Nacional) somado à campanha de Serra e mais uma verdadeira avalanche de calúnias na Internet. A dramatização das ameaças encarnados pelo PT e pela candidatura Dilma criou um diálogo de elevação da figura de Marina, em uma dinâmica aliada para gerar o segundo turno.

Durante todo o mês de setembro, o longo tempo disposto à candidatura Dilma praticamente ignorou esta mudança da agenda da disputa política. Seria ingênuo supor que uma candidatura recentemente apresentada já desfrutasse de uma opção de voto de todo cristalizado e definitivo. Se a denúncia do pseudo-uso inescrupuloso da Receita Federal não parece ter tido impacto imediato, ajudou a criar uma nova agenda para a campanha. Já a denúncia de lobbies dos filhos da ex-ministra Erenice certamente teve mais impacto, abrindo uma brecha que começaria a crescer. O que parece ter ocorrido é que a certeza na vitória no primeiro turno na direção da campanha de Dilma, cada vez mais em risco nas pesquisas internas mas alardeada com força por analistas, criou a insensibilidade para a mudança de agenda e clima de campanha que estava em curso.

A ascensão de Marina aos 20% de voto útil certamente combinou fontes variadas de apoio. Mas o mais importante é compreender que ele só ocorreu em meio a este clima negativo e de suspeição em torno à candidatura Dilma.

Esta nova agenda de campanha não foi capaz de apagar a anterior, a da continuidade ou ruptura com a dinâmica de mudanças do país criada pelo governo Lula, pois Dilma manteve, apesar de tudo, um alto índice de votos no primeiro turno. Mas agiu no sentido de se impor a ela ou neutralizá-la. Se isto for realmente conseguido neste segundo turno, Serra pode vencer as eleições. Seria um erro de interpretação desvincular a “disputa de biografias” proposta por Serra desta nova agenda de campanha: pelo contrário, a sua “biografia” é apresentada, em contraponto inteiramente à de Dilma, como a de um “homem de bem”. Da mesma forma, Dilma não pode ser eficientemente defendida sem lutar pela agenda da disputa política: é a sua representação do projeto do governo Lula que pode levá-la à vitória.

Nenhuma calúnia pode ser ignorada ou deixar de ser respondida mas a capacidade persuasiva da resposta depende da desmontagem da nova agenda de campanha que tem em Serra o seu epicentro.

Por isso, é preciso superar a falsa dicotomia que pode aparecer: ou centrar na “linha política” da campanha ou na “biografia da candidata”. Na verdade, as duas questões são dependentes e configuradas, pois quanto mais capacidade de retomar a linha de campanha, maior potência para construir ou reconstruir a Dilma presidenta do Brasil.

Vamos, então, exercitar as respostas às três questões:

- como retomar no centro das eleições a agenda da continuidade ou retrocesso?

- como obstaculizar o crescimento em curso da candidatura Serra?

- como retomar o crescimento da candidatura Dilma presidenta?

A retomada da agenda da campanha

A soma do acerto no programa de televisão mais a força política da coligação Dilma mais a heróica e voluntariosa militância e cidadania ativa, inclusive na rede virtual, tem capacidade para recentralizar a agenda da campanha e colocar Serra, de novo, na defensiva. Mas, para isto ocorrer, é preciso reconectar, combinar, fazer dialogar já mensagem na TV, a militância ativa e a força política da coalizão. A candidatura Serra chegou no início deste mês de outubro com a força plena de sua estratégia, continuada e expandida após a conquista do segundo turno.

A recentralização da agenda da campanha passa por quatro linhas constitutivas simultâneas. É preciso concentrar nela, repeti-la por todos os ângulos, torná-la o centro da narrativa e sintetizador de todo o discurso e ação. Implica, literalmente, correr atrás do tempo perdido, criando uma dinâmica ofensiva crescente, que pode se manifestar de forma plena ao final do segundo turno.

A primeira linha visa despertar, reforçar e agudizar a consciência dos brasileiros, das classes populares e das classes médias, de que FHC e Serra são duas caras da mesma moeda, são criador e criatura, unha e carne de um mesmo projeto. FHC e Serra escreveram juntos o manifesto neoliberal de fundação do PSDB; Serra foi durante oito anos ministro de FHC e indicado por ele para sucedê-lo; hoje, FHC, escondido ou quase apagado do programa Serra, é de fato quem dirige politicamente a sua campanha. Serra eleito é a turno de FHC de volta ao governo do país.

A segunda linha objetiva despertar, reforçar, agudizar a consciência dos brasileiros, das classes populares e das classes médias, do que poderia ocorrer com volta de Serra/FHC ao governo do país. Não se trata apenas de fazer uma comparação de governos com base em números frios. Quando FHC terminou seu segundo mandato, ele tinha o repúdio (avaliações de ruim e péssimo) de cerca de dois terços dos brasileiros. É preciso documentar, de modo dramático, com fotos e documentos o que foi o Brasil nos anos noventa para o povo e para as classes médias. O eleitor de Serra precisará, cada vez mais, esforço para defender o seu voto e a conquista de novos eleitores será cada vez mais difícil.

A terceira linha buscaria despertar, reforçar, agudizar a consciência do sentido democrático e republicano do governo Lula contraposto aos anos de apartação social e conservadorismo político dos anos FHC. É preciso superar a visada economicista, incorporando aos feitos do governo Lula, em cada área, os valores e princípios que orientaram a sua construção: democracia ativa dos cidadãos e maior pluralismo político; direitos para quem trabalha e novos direitos para os pobres; reconstrução das funções públicas do Estado, inclusive na área ecológica, e combate inédito à corrupção; novos direitos para negros e mulheres; retomada da soberania nacional e novo diálogo internacional, pela paz e contra a pobreza e pelo acordo de sustentabilidade internacional.

A quarta linha é retomar, com uma perspectiva histórica, o novo futuro do Brasil democrático e republicano que será aprofundado com Dilma presidente. Do princípio esperança para a imaginação plena de um Brasil democrático, justo, soberano e sustentável. É com a clarificação deste futuro, com suas metas para cada área, que o trabalho de reconstrução de imagem e programa de Serra pode ser mais desmascarado. É preciso iluminar a grandeza histórica do que encarna a candidatura Dilma: é o melhor caminho para reconstruir a sua imagem pública tão violentamente atacada.

Estas quatro linhas simultâneas de construção do discurso compõe juntas uma narrativa que deveria ser estruturadora dos programas de televisão, combinada com a defesa da imagem pública de Dilma.

Serra para baixo e Dilma presidente

A desconstrução de Serra e a (re) construção da imagem de Dilma são processos simultâneos e combinados.

De modo sereno, mas com a indignação necessária, o movimento de calúnias contra Dilma deve ser publicamente cobrado da campanha de direita de Serra e politicamente caracterizado como incompatível com a democracia. Não pode ser um “homem de bem” quem estimula e tira proveito das calúnias, dos preconceitos contra os pobres, do fanatismo religioso para vencer. Esta estratégia tem a sua origem nos republicanos de direita dos EUA que a usaram contra Obama que foi chamado até de amigo dos terroristas, ofendido por racistas e por pretensos mensageiros da palavra de Deus, fundamentalistas religiosos. Sem esta abordagem política ofensiva, a defesa de Dilma será confundida com um movimento apenas defensivo e até legitimador desta prática da direita.

Elas deveriam ser publicamente refutadas em quatro tipos:

- a que a acusa de ser “bandida”, assaltante de bancos, por isso vetada nos EUA. O que está em jogo aqui é o papel democrático heróico de uma geração contra a ditadura militar, fundamental para a conquista da democracia.

- a que a acusa de ser contra a vida, contra a fé e o respeito às religiões, debochando de Deus ou Cristo. O que está em jogo aqui é o sentimento generoso cristão do projeto de Dilma, o fundamento do seu amor ao próximo, o seu respeito ao valor dos sentimentos de transcendência dos brasileiros.

- a que a acusa de ser sem experiência, corrupta ou conivente com a corrupção: o que está em jogo aqui é o sentido público da vida de Dilma como gestora exemplar e o seu papel no governo que, como pode e deve se demonstrar, mais combateu a corrupção na história do Brasil.

- a que acusa de ser sem palavra ou falsa ou sem valores: o que está em jogo aqui é a coerência e integridade de toda a sua vida, da luta contra o regime militar à construção de um novo Brasil democrático no governo Lula.

Com a disputa pela narrativa de sentido, pela agenda política da polarização, tudo passa a convergir para um centro estruturado de valores, idéias e personagens e realizações, promessas de futuro ou ameaças de crise. É neste centro de disputa, capaz de dialogar com a nova consciência democrática e republicana, das classes populares e das classes médias brasileiras, que Serra será derrotado e Dilma será eleita presidenta do Brasil.
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Fonte: www.altamiroborges.blogspot.com