quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Compare e comprove: só com #Dilma13 para o Brasil seguir mudando

A BAIXARIA CONTRA DILMA CONTINUA NA INTERNET

7 de outubro de 2010 às 14:14
De um leitor do blog de Rodrigo Vianna

Barbosa disse:

Rodrigo, hoje mesmo recebi um e-mail falando que alguns artistas, a exemplo do Gilberto Gil, não votariam na Dilma de jeito nenhum. E finalizava dizendo: “se eles não votam, vc vai votar?!” Não mexo com política, mas, de pronto, respondi a todos da lista enviando o link da coluna de ontem da Mônica Bergamo da Folha-SP. Nela, Gilberto Gil expressa claramente que irá apoiar a Dilma no 2º turno. A mentira foi, assim, desmascarada fácil.

Será que o PT não deveria profissionalizar isso?! Rebater a maioria desses e-mails com a verdade?! E, na minha opinião, deveria começar a usar a mesma arma do PSDB. O primeiro e-mail contra José Serra seria um, direcionado aos evangélicos, com o vídeo da declaração dele de ontem em favor do aborto (que é o verdadeiro pensamento dele).

Em anexo, deveria mandar os documentos do Ministério da Saúde, onde ele regulamenta os procedimentos do aborto, na época em que era ministro. Se a campanha da Dilma não se mexer, ela vai sangrar ainda mais. Serra tá apelando demais pra baixaria e tem muita gente que se deixa levar por essas baboseiras que ele veicula na net.

Não tenho ligação com o PT ou qualquer outro partido, por isso, peço que vc, Rodrigo, faça essa sugestão à campanha da Dilma.

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Fonte:http://www.escrevinhador.com.br/

Ditadura do pensamento: Maria Rita Kehl foi expurgada do Estadão

publicada quinta-feira, 07/10/2010 às 12:48 e atualizada quinta-feira, 07/10/2010 às 15:21
Maria Rita Kehl confirma: foi expurgada do Estadão
por Juliana Sada

O Escrevinhador conversou com a psicanalista que virou assunto na blogosfera nesta semana. Maria Rita Kehl teve sua coluna quinzenal “descontinuada” no Estadão devido a seu último texto “Dois pesos…” no qual criticava as críticas desqualificadas feitas pela elite ao programa Bolsa Família.

Kehl conta que na terça-feira de manhã recebeu um aviso dizendo que sua a coluna seria extinta – o que a surpreendeu pois nunca havia recebido nenhum tipo de aviso ou crítica dos editores. Maria Rita pediu que reconsiderassem e os editores ficaram de conversar. Entretanto, a questão foi amplamente divulgada nas redes sociais. A psicanalista disse que não sabe como isso ocorreu, alguém de dentro do jornal havia espalhado a notícia.


A psicanalista sentiu na pele "os dois pesos" do jornal que diariamente alega estar sob censura mas não aceita a pluralidade de opiniões
Maria Rit Kehl foi convidada em fevereiro a escrever uma coluna sobre psicanálise. Aceitou mas disse que não gostava muito de escrever sobre o tema em jornais e progressivamente foi abordando temas políticos. Sem que nunca ninguém contestasse isso. Entretanto seu último texto havia desagradado os leitores e o Conselho do veículo.

Na conversa entre os editores para decidir o futuro da coluna, debateu-se que a psicanalista estava desviando do tema proposto. Maria Rita Kehl conta que essa conversa também foi amplamente divulgada mas de maneira errada. Pois em nenhum momento os editores disseram que “ela poderia continuar com a sua coluna, se se restringisse à psicanalise”, como dizia o boato disseminado.

O editor alegou que pela imensa repercussão que o tema teve, ele “não tinha outra alternativa a não ser descontinuar a coluna”. Maria Rita Kehl ainda contra argumentou que se houve esta repercussão é pois a coluna é popular mas não adiantou: “aparentemente os leitores que valem são os que não gostaram”.

A psicanalista alega não saber quem vazou as informações pois ela não tinha nenhum interesse em gerar um escândalo: “não sei se alguém fez isso com a intenção de me prejudicar ou de me ajudar mas a repercussão foi usada como motivo decisivo pra eles acabarem com a minha coluna”.
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Fonte:http://www.escrevinhador.com.br/

SERRA E O PSDB APOSTAM NO TERRORISMO RELIGIOSO E NA MENTIRA PELA INTERNET

Ciro (que entende de Serra):
aborto é calhordice

Publicado em 07/10/2010 Compartilhe

Saiu o Estadão, pág. A8:

Sobre o aborto, disse Ciro Gomes:


“Pior é trazer para a luta política brasileira um homem como o Serra … e o PSDB trazer em socorro de sua débâcle eleitoral a calhordice da mistificação religiosa.”

“ … a imundície está tomando conta, essa coisa do ódio religioso, da intolerância trazida para a política.”

Clique aqui para ler “Serra traz a TFP para a campanha, só falta o CCC”.


“A Dilma falou com muita clareza que não é a favor do aborto. QA questão é posta em termos calhordas, desonestos.”

“Por que o PSDB, que nasceu para ajudar a modernidade … resolve agora advogar o Estado teocrático ?”

“O Serra tem que dizer que, na Republica que ele advoga, primeiro falam os aiatolás e aí os políticos resolvem o que os aiatolás querem que seja feito.”

Em tempo: numa sabatina na Folha (*) Ciro disse que Serra não tem escrúpulos. Se preciso for, passa com um trator por cima da mãe. Ciro também já disse que o Serra numa campanha é garantia de baixaria.

Clique aqui para assistir a um vídeo que trata do falso testemunho.

A seguir, leia uma nota da CNBB de ONTEM, depois dessa escalada de baixaria que, por coincidência, só beneficia o Serra:

Nota da Comissão de Justiça e Paz da CNBB sobre a campanha de baixarias contra a Dilma:


Nota da Comissão Brasileira Justiça e Paz
O MOMENTO POLÍTICO E A RELIGIÃO

“Amor e Verdade se encontrarão. Justiça e Paz se abraçarão” (Salmo 85)
A Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP) está preocupada com o momento político na sua relação com a religião. Muitos grupos, em nome da fé cristã, têm criado dificuldades para o voto livre e consciente. Desconsideram a manifestação da presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil de 16 de setembro, “Na proximidade das eleições”, quando reiterou a posição da 48ª Assembléia Geral da entidade, realizada neste ano em Brasília. Esses grupos continuaram, inclusive, usando o nome da CNBB, induzindo erroneamente os fiéis a acreditarem que ela tivesse imposto veto a candidatos nestas eleições.

Continua sendo instrumentalizada eleitoralmente a nota da presidência do Regional Sul 1 da CNBB, fato que consideramos lamentável, porque tem levado muitos católicos a se afastarem de nossas comunidades e paróquias.

Constrangem nossa conciência cidadã, como cristãos, atos, gestos e discursos que ferem a maturidade da democracia, desrespeitam o direito de livre decisão, confundindo os cristãos e comprometendo a comunhão eclesial.

Os eleitores têm o direito de optar pela candidatura à Presidência da República que sua consciência lhe indicar, como livre escolha, tendo como referencial valores éticos e os princípios da Doutrina Social da Igreja, como promoção e defesa da dignidade da pessoa humana, com a inclusão social de todos os cidadãos e cidadãs, principalmente dos empobrecidos.

Nesse sentido, a CBJP, em parceria com outras entidades, realizou debate, transmitido por emissoras de inspiração cristã, entre as candidaturas à Presidência da Republica no intento de refletir os desafios postos ao Brasil na perspectiva de favorecer o voto consciente e livre. Igualmente, co-patrocinou um subsídio para formação da cidadania, sob o título: “Eleições 2010: chão e horizonte”.

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, nesse tempo de inquietudes, reafirma os valores e princípios que norteiam seus passos e a herança de pessoas como Dom Helder Câmara, Dom Luciano Mendes, Margarida Alves, Madre Cristina, Tristão de Athayde, Ir. Dorothy, entre tantos outros. Estes, motivados pela fé, defenderam a liberdade, quando vigorava o arbítrio; a defesa e o anúncio da liberdade de expressão, em tempos de censura; a anistia, ampla, geral e irrestrita, quando havia exílios; a defesa da dignidade da pessoa humana, quando se trucidavam e aviltavam pessoas.

Compartilhamos a alegria da luz, em meio a sombras, com os frutos da Lei da Ficha Limpa como aprimoraramento da democracia. Esta Lei de Iniciativa Popular uniu a sociedade e sintonizou toda a igreja com os reclamos de uma política a serviço do bem comum e o zelo pela justiça e paz.

Brasília, 06 de Outubro de 2010

Comissão Brasileira Justiça e Paz, Organismo da CNBB



(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/10/07/ciro-que-entende-de-serra-aborto-e-calhordice/

Nova baixaria: Veja vai atacar Dilma com a Petrobrás

Publicado em 07/10/2010 Compartilhe

É o que eles mais querem: o pré-sal

Este ordinário blogueiro soube que a última flor do Fascio, a Veja, virá esta semana com uma “reportagem” para destruir a imagem da Dilma.

É uma “denuncia” de que, no processo de capitalização da empresa – o maior lançamento de ações da História do Capitalismo – houve roubalheira.

A Dilma e o PT se teriam beneficiado.

Ou seja, um lançamento que foi acompanhado pela Bolsa, pela CVM, pela Bolsa de Nova York, pela SEC americana e por milhares de investidores estrangeiros não seria mais do que uma grande roubalheira – segundo essa publicação que se deixa cortar por uma vala negra.

A Petrobrás já ouviu esse galo cantar antes.

E está ponta para responder através de seu Blog.

Mas, de acordo com a estratégia da Lunus 2010, o que a Veja diz imediatamente vai repercutir pelo resto do PiG (*) e ancorar no teleprompter do Casal 45.

Nesta quinta feira à tarde, o presidente Lula e o presidente da Petrobrás, Sergio Gabrielli, participam da solenidade de ampliação do Cenpes – http://www.ufrj.br/pr/conteudo_pr.php?sigla=CENPES -, o mais importante centro de pesquisas da Petrobrás.

O PiG não conseguiu vender a Petrobrax.

Não conseguiu instalar a CPI da Petrobrax.

Não conseguiu entregar o pré-sal aos clientes do Davizinho.

Não conseguiu boicotar a emissão de ações da Petrobrás.

Agora, tenta desmoralizar a Dilma, com a Petrobrás.


O Brasil entrou no esgoto da banda larga – clique aqui para ler “O Serra ganhou essa batalha”.

O ponto terminal desse esgoto é a eleição de 1989, Lula contra Collor.

O aparelho de som.

O aborto.

A mudança das cores da bandeira do Brasil.

O confisco da poupança.

O medo.

O Serra e seus agentes no PiG (*) são incansáveis.


Paulo Henrique Amorim



(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

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Fonte:

Proteja-se dos e-mails falsos que ajudam o Serra

É uma coincidência, mas a baixaria só beneficia o Serra
O Conversa Afiada recomenda sugestão de navegante para ir ao site “anti-tucano”:

http://anti-tucano.blogspot.com/2010/09/lista-de-emails-falsos-contra-dilma.html

Aproveite para ler esse artigo do Ivo:

A campanha Dilma descobriu a pólvora.
Ivo Pugnaloni

“Alguém está usando e-mails falsos para denegrir a candidata de Lula!”
Ora, que novidade!

Francamente, não foi por falta de aviso.
O “Império” já fez isso e muito pior nas eleições na Venezuela, na Ucrânia, na Moldávia, na Romênia, no Irã e mais recentemente na Colômbia, onde ficou célebre o “mago indiano Ravi Singh”…

Aquele, que por sinal, já andou por aqui, na campanha Serra, mas que “não funcionou” e foi mandado embora ( mas sobre o qual agora muita gente estará pensando: “será que ele não funcionou mesmo?” )

E-mail falso é coisa antiga, mas muito eficiente.
Até a campanha de Obama foi gravemente ameaçada por essa tática básica.
Mas lá nos EUA a política não é uma brincadeira.


E ninguém se impressiona mais com “gênios” e “gurus”, que mandam você fingir que não está acontecendo nada e o que vem de baixo não te atinge.
Para combater as mentiras vindas do submundo, sem assinatura, a campanha Democrata criou uma página oficial de desmentir baixarias.

Simples assim: ao apócrifo, Obama respondeu com o Oficial, o assinado, o verdadeiro.
Nela, em vez de receber em seu computador e-mails falsos com baixarias, os usuários eram convidados, nas inserções de televisão da campanha de Obama, a visitar um site onde já encontrava uma coleção das calúnias, vídeos, documentos e fotos falsificadas que os republicanos espalhavam sobre ele.

A coleção de calúnias era aumentada todos os dias com a contribuição dos usuários, que eram convidados a enviá-las, de preferência com os e-mails que vieram junto com a mensagem.

Junto, no site, havia o desmentido oficial, as provas da falsificação e ainda um grande e enfático pedido ao usuário que retransmitisse o desmentido para o maior numero de internautas.

Tudo isso sem nenhuma observação do tipo “spam é feio, indelicado e politicamente incorreto”…

Foi assim que operou Obama, desmistificando, tirando o ar de “segredo”, de verdadeira “revelação”, da informação falsa que “misteriosamente” chegava ao e mail individual de cada usuário.

E você sabe, para o iniciante de internet, o que é “misterioso” tem valor…faz quem recebe a informação parecer único, especial, superior, diferente da massa que apenas vê TV…

A campanha Dilma teria percebido isso mais cedo e tomado essa providencia básica, de criar um site de desmentido, se não estivesse contaminada por três erros.

O primeiro erro é o clima de “já ganhou” ,não da candidata que leva tudo bem a sério, nem da direção, mas da própria militância, contaminada compreensivelmente talvez pelo comodismo natural da campanha midiática e pelos institutos de pesquisas, que podem ter inflado os índices para cima, atrapalhando mais o trabalho político do que quando os põe para baixo.

O segundo erro é acreditar muito no efeito da TV, veículo cuja credibilidade vem sendo erodida diariamente, esquecendo de convidar a militância ( não a paga, mas a voluntária) para a discussão nas ruas, para a panfletagem, para as portas de fábricas, para os terminais de ônibus.

O terceiro erro foi achar que o email é “coisa do passado”e que a moda agora é o twitter, as redes sociais e parafernálias a que a grande massa de internautas não tem acesso por serem ainda muito complicadas.Acontece que a maioria da população e principalmente a nova classe C só comprou seus computadores há poucos anos ou até meses.

Assim, a grande massa de usuários, não consegue ainda usar e ter acesso às complicadas ferramentas que os entendidos acham “o must” e recomendam, em lugar do “ultrapassado e mail”…

Quem pensa assim, e esquece que essa enorme massa consegue perfeitamente receber e mails falsos com links que a levam a vídeos falsos contra a Dilma no Youtube, pois seus endereços podem ser captados facilmente por sistemas de inteligência dedicados a obter e mails válidos na internet.

Afinal, se isso fosse difícil, não receberíamos dezenas de e mails por dia, anunciando “milhões de e mails válidos para a sua empresa vender mais”.
Essa terceira praga espalhou um tipo de “bom-mocismo” irracional, ingênuo e despolitizado entre a militância da campanha Dilma, dizendo coisas como:

1. “Mandar e mail para quem você não conhece é feio e isso não deve ser usado, pois isso é spam e o spam é politicamente incorreto” ( mas o outro lado pode mandar dezenas de spams por dia para a minha caixa..)

2. “O e-mail é coisa do passado, a moda é o twitter e as redes sociais”, ( na verdade só uma minoria de internautas usa essas coisas, mas com várias identidades, principalmente para paquera, dando a impressão que são muito mais usuários do que realmente são );

3. “Não adianta a campanha fazer vídeos desmentindo boatos, pois fazendo assim nós estaríamos entrando no mesmo nível dos adversários. O melhor é fingir que não está acontecendo nada e cada um fazer seus próprios vídeos e colocar no Youtube,de preferência engraçados, para se tornarem “virais” ( sem comentários…)

Esses conceitos, copiadas de algum livro escrito pelo mais novo sabichão da moda “nos States”, desarmou nossa militância, deixando-a pensar que sozinhos, os blogs particulares de abnegados jornalistas e militantes de esquerda, o twitter e os facebook da vida resolveriam o problema e conseguiriam fazer frente à mídia pró-Serra, que tem mais de 60 anos de experiência em dar golpes de estado e fazer oposição com tecnologia.

Para tentar recuperar os estragos não é difícil. Mas exige determinação e urgência:
a. Colocar no ar, imediatamente uma página de desmentidos, do tipo “É mentira deles!”, parecida com a do Obama.( por falar nisso: o PT não havia contratado uns especialistas da campanha do Obama? Onde eles andam? Que dizem?)

b. Divulgar o endereço de internet da página “É mentira deles” em todos os cartazes, folhetos e “santinhos” da campanha e principalmente, na campanha de TV e rádio, dizendo que só desesperados e gente sem proposta, que quer ganhar a eleição a qualquer custo, faz aquilo.

c. Usar o enorme tráfego que isso irá gerar para essa página, para mostrar, na condição de vítima das calúnias e do bloqueio da mídia, todas as propostas de Dilma, em detalhes, e principalmente os números e as realizações do governo Lula, que a mídia golpista esconde há oito anos.
No tempo do movimento para depor Sarney e dar o golpe tipo Honduras com Perillo e Gilmar Mendes, o senador Mercadante se queixou que “não agüentava mais a pressão de seus eleitores pelo Twittwer”.

No Irã, mensagens falsas dizendo “Pai, estou cercada na praça, venha rápido!”, atraiam milhares de pais desesperados para suas “manifestações espontâneas contra a fraude eleitoral”, onde se viam no meio de bombas e de correria…

Até quando vamos acreditar que informática é um convento de freiras e que tudo ali é real e verdadeiro?


Até quando vamos deixar de levar em conta que quem criou toda essa tecnologia tem condição de dominá-la a tal ponto de com não mais que dez pessoas conseguir automatizar procedimentos de envio que são feitos aos milhões e disseminados, na ponta, às centenas, por milhares de militantes reais da direita?
A revolução não será nem televisionada nem twittada, pessoal!

Chega de acreditar em Papai Noel e só em TV e apenas na militância virtual!
Vamos convocar para as ruas a militância consciente e organizada, como fazíamos no passado, pois a maioria de nós só espera um chamado, uma hora e um local, que nunca vem!

Vamos colocar o bloco na rua, nos pontos de ônibus, distribuindo folders com a comparação Lula x FHC, as propostas de Dilma e com o endereço da nossa página de desmentidos, a “É mentira deles”, ou qualquer outro nome que os marqueteiros queiram dar.

Temos que fazer do limão da calúnia uma limonada e um autêntico tiro no pé para eles.
E rápido!
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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/10/05/proteja-se-dos-e-mails-falsos-que-ajudam-o-serra-2/

Dilma monta central para enfrentar baixaria na internet

Publicado em 06/10/2010 Compartilhe

Vá de retro !

Extraído do Jornal do Brasil:

Campanha de Dilma vai fortalecer central antiboatos na web

A campanha de Dilma Rousseff vai reforçar uma “central antiboatos” para frear correntes contra a candidata petista na internet. Na avaliação dos governadores eleitos e do comando político, houve lentidão na resposta aos boatos dirigidos aos evangélicos. A tarefa de reagir a e-mails com notícias falsas estava a cargo do grupo da Pepper Comunicação, em parceria com a empresa americana Blue State.

Segundo o Terra apurou, essa função deve ser transferida para a equipe de Marcelo Branco, responsável pela mobilização da campanha nas redes sociais e nos blogs, além da transmissão ao vivo dos comícios.

Entre os motivos para justificar a perda de votos de Dilma, aponta-se uma mensagem com uma falsa declaração da petista em Minas Gerais, de que “nem Cristo” tiraria dela a vitória no primeiro turno. Outras correntes atacavam as convicções da presidenciável sobre o aborto. Num nível abaixo da cintura, alguns e-mails traziam relatos inverídicos sobre a sua vida íntima.

O comando da campanha deve montar uma estrutura mais apropriada à velocidade da disseminação dos boatos. A equipe coordenada por Branco, que realiza diagnósticos diários da rede, estaria afiada para esse trabalho.

No esboço original, a Pepper responderia pelo disparo de e-mails e de sms. Os reveses da campanha sugeriram deficiência na comunicação com os internautas e na desmontagem de ataques a Dilma. Desde o início, o site oficial e o Twitter da candidata estão sob responsabilidade da equipe de jornalismo.

Procurado pelo Terra, Marcelo Branco prefere não comentar a estrutura da campanha na web nem falar sobre os erros anteriores ao primeiro turno. Ele expõe: “A estratégia é reforçar e estruturar a central anti-boatos, para mobilizar uma reação mais rápida”.

Durante a campanha à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama teve de enfrentar os boateiros de plantão.

Para isso ele também criou uma central antiboatos, ativa até hoje. Acesse aqui para conhecer:http://fightthesmears.com/

Acesse aqui para saber como se proteger dos e-mails falsos que ajudam o Serra:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/10/05/proteja-se-dos-e-mails-falsos-que-ajudam-o-serra-2/
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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/10/06/dilma-monta-central-para-enfrentar-baixaria-na-internet/

Maria Inês Nassif: Serra chega aos pobres pelo medo

7 de outubro de 2010 às 10:45
O voto do pecado e o poder satânico

Maria Inês Nassif, no Valor, em 07.10.2010

A campanha religiosa contra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, estava em andamento e foi subestimada pelo comitê petista. O staff serrista prestou mais atenção nisso. No dia 14 de setembro, a mulher de José Serra, Mônica Serra, em campanha para o marido no município de Nova Iguaçu, no Rio, falou a um eleitor evangélico, para convencê-lo a não votar em Dilma: “Ela é a favor de matar criancinhas”, disse, segundo relato do jornal “O Estado de S. Paulo”. Mônica quis dizer, usando cores muito, muito fortes, que Dilma era a favor do aborto, e portanto não merecia o voto de um evangélico. Não deve ter sido da cabeça dela – falou porque as pesquisas qualitativas do PSDB já deviam mostrar que a onda “antiabortista” estava pegando, embalada por bispos e padres da Igreja Católica e pastores evangélicos.

Da parte da ala conservadora da Igreja Católica, a articulação foi feita com alarde, de forma a induzir os fiéis de que a recomendação de não votar em Dilma, ou em qualquer outro candidato do PT, veio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A CNBB reagiu timidamente a essa ofensiva, com uma carta que foi também instrumentalizada pelos conservadores, que hoje não são poucos. “Falam em nome da CNBB somente a Assembleia Geral, o Conselho Permanente e a Presidência”, diz a nota, para em seguida lembrar que o documento oficial sobre as eleições, tirado na 48ª Assembleia Geral, foi a “Declaração sobre o Momento Político Nacional”, que não faz referência direta a candidatos ou partidos. Um trecho da carta oficial, todavia, foi apresentado aos fiéis paulistanos como prova de que a Igreja, como instituição, vetava o voto aos petistas. “(…) incentivamos a todos que participem (…), procurando eleger pessoas comprometidas com o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana”.

A campanha da Igreja conservadora contra Dilma está usando um sofisma: o “respeito incondicional à vida” torna a igreja antiabortista; o PT defendeu o aborto; logo, o voto em Dilma é pecado. É esse sofisma que foi colocado aos padres de São Paulo pela Regional Sul 1 da CNBB como uma ordem. A secção da CNBB no Estado está impondo a campanha política nas igrejas como obrigação de hierarquia: há uma determinação para que os padres falem na homilia que o voto ao PT é pecado. Os padres estão obrigados também a distribuir jornais de suas dioceses na porta das igrejas, que não raro colocam o veto ao voto no PT como uma determinação da “CNBB”, sem especificar que é da CNBB da Regional Sul 1.

Com ajuda da Igreja, Serra chega aos pobres via medo

Guarulhos é o grande foco, mas não o único. O bispo Luiz Gonzaga Bergonzini declara publicamente “ódio ao PT”. Sua diocese foi uma das formuladoras, na Comissão da Vida da Região Sul, do documento que deu “subsídios” para o manifesto anti-PT que está sendo distribuído nas paróquias como posição oficial da Igreja Católica. Um padre de Guarulhos conta que Dom Luiz Gonzaga vai se aposentar em sete meses, e tem aproveitado seus últimos momentos como bispo para militar ativamente contra o partido de Lula. Para isso, tem usado seu poder de “mordaça” – a autoridade máxima da paróquia é a diocese, e o bispo pode impor suspensões a padres que não seguirem as suas ordens, ou criticarem publicamente suas posições.

Segundo uma senhora que é católica militante, bem longe de Guarulhos, no bairro de Campo Limpo, os bispos levaram ao pé da letra a orientação da regional da CNBB. A senhora ouviu do padre da sua paróquia, durante a pregação do sermão, que os católicos que votassem em Dilma Rousseff deveriam se confessar depois, porque teriam cometido um pecado. Preferiu o discurso da corrupção ao discurso so aborto. E garantiu que recomendava o voto contra o PT por ordem do bispo.

O vereador Chico Macena (PT), da capital paulista, que é ligadíssimo à Igreja, conta que várias paróquias da região de São Lucas falaram contra o PT na homilia. Ele acredita que esse movimento da igreja conservadora paulista influenciou o voto contra Dilma em algumas regiões.

Na campanha de Dilma, soou o alarme apenas na semana anterior às eleições. Foi quando a candidata se reuniu com líderes religiosos e garantiu a eles que não havia defendido o aborto.

A guerra religiosa não se limitou a sermões de padres ou pregações de pastores evangélicos. Espalhou-se como um rastilho pela internet uma “denúncia” de envolvimento do candidato a vice de Dilma, o deputado Michel Temer (SP), com o “satanismo”. O site Hospital da Alma, ligado à Associação dos Blogueiros Evangélicos, diz que Dilma, se vencer a disputa, morrerá por obra de Satã, para que o sacerdote Temer assuma a Presidência.

As versões religiosas sobre a candidatura governista são inventivas e, no conjunto, ajudam a formar um clima de pânico que, em algum momento, pode resultar numa explosão em que a racionalidade da escolha do candidato ao segundo turno escorra pelo ralo.

Não deixa de ser irônico. A Igreja progressista esteve na base da formação do PT, embora limitada a regras da não militância política dentro das paróquias. Teve um papel fundamental em São Paulo. É aqui no Estado, que deu uma guinada conservadora durante e após os governos de Fernando Henrique Cardoso, que a Igreja Católica tem imposto os maiores prejuízos à candidata petista. Dois papados conservadores reduziram os progressistas católicos de São Paulo a um rebanho desorganizado e destituído de poder na hierarquia da Igreja.

A outra ironia da história é que, no momento em que perdem significativamente a força os chefes de política locais, em função dos programas de transferência de renda do governo, e o PT passa a ser o interlocutor preferencial junto aos pobres, os seus adversários tenham arrumado um “atalho” para chegar a esse eleitor humilde, via o temor religioso. O voto colocado como “pecado”, e a eleição como obra de um “poder satânico”, recolocam o eleitorado mais pobre e menos escolarizado nas mãos de líderes conservadores, mas pela força do medo.
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/maria-ines-nassif-serra-chega-aos-pobres-via-medo.html

Maria Rita Kehl denuncia que foi demitida do Estadão por um ‘delito’ de opinião

Quinta, 7 de outubro de 2010, 11h25 Atualizada às 11h41

Maria Rita Kehl: “Fui demitida por um ‘delito’ de opinião”

Bob Fernandes, no Terra Magazine, dica do leitor Fernando

A psicanalista Maria Rita Kehl foi demitida pelo Jornal O Estado de S. Paulo depois de ter escrito, no último sábado (2), artigo sobre a “desqualificação” dos votos dos pobres. O texto, intitulado “Dois pesos…”, gerou grande repercussão na internet e mídias sociais nos últimos dias.

Nesta quinta-feira (7), ela falou a Terra Magazine sobre as consequências do seu artigo e o motivo de sua demissão:

- Fui demitida pelo jornal o Estado de S. Paulo pelo que consideraram um “delito” de opinião (…) Como é que um jornal que anuncia estar sob censura, pode demitir alguém só porque a opinião da pessoa é diferente da sua?

Leia abaixo a entrevista.


Terra Magazine – Maria Rita, você escreveu um artigo no jornal O Estado de S.Paulo que levou a uma grande polêmica, em especial na internet, nas mídias sociais nos últimos dias. Em resumo, sobre a desqualificação dos votos dos pobres. Ao que se diz, o artigo teria provocado conseqüências para você…
Maria Rita Kehl – E provocou, sim…

- Quais?
- Fui demitida pelo jornal O Estado de S.Paulo pelo que consideraram um “delito” de opinião.

- Quando?
- Fui comunicada ontem (quarta-feira, 6).

- E por qual motivo?
- O argumento é que eles estavam examinando o comportamento, as reações ao que escrevi e escrevia, e que, por causa da repercussão (na internet), a situação se tornou intolerável, insustentável, não me lembro bem que expressão usaram.

- Você chegou a argumentar algo?

- Eu disse que a repercussão mostrava, revelava que, se tinha quem não gostasse do que escrevo, tinha também quem goste. Se tem leitores que são desfavoráveis, tem leitores que são a favor, o que é bom, saudável…

- Que sentimento fica para você?

- É tudo tão absurdo…a imprensa que reclama, que alega ter o governo intenções de censura, de autoritarismo…

- Você concorda com essa tese?

- Não, acho que o presidente Lula e seus ministros cometem um erro estratégico quando criticam, quando se queixam da imprensa, da mídia, um erro porque isso, nesse ambiente eleitoral pode soar autoritário, mas eu não conheço nenhuma medida, nenhuma ação concreta, nunca ouvi falar de nenhuma ação concreta para cercear a imprensa. Não me refiro a debates, frases soltas, falo em ação concreta, concretizada. Não conheço nenhuma, e, por outro lado…

- …Por outro lado…?
- Por outro lado a imprensa que tem seus interesses econômicos, partidários, demite alguém, demite a mim, pelo que considera um “delito” de opinião. Acho absurdo, não concordo, que o dono do Maranhão (Senador José Sarney) consiga impor a medida que impôs ao jornal Estado de S.Paulo, mas como pode esse mesmo jornal demitir alguém apenas porque expos uma opinião? Como é que um jornal que está, que anuncia estar sob censura, pode demitir alguém só porque a opinião da pessoa é diferente da sua?

- Você imagina que isso tenha algo a ver com as eleições?
- Acho que sim. Isso se agravou com a eleição pois, pelo que eles me alegam agora, já havia descontentamento com minhas análises, minhas opiniões políticas.
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/maria-rita-kehl-demitida-por-um-delito-de-opiniao.html

PV sinaliza para posição de 'independência' no 2º turno

Por DAIENE CARDOSO, estadao.com.br, Atualizado: 6/10/2010 20:46

Em reunião de mais de quatro horas, representantes de grupos sociais e colaboradores da campanha de Marina Silva (PV) à Presidência da República deram um indicativo de qual deverá ser o destino da legenda no segundo turno: a neutralidade. Embora a coordenação da campanha rechace a palavra 'neutralidade' e prefira o termo 'independência', o que imperou na reunião de hoje em São Paulo é a preocupação em manter o capital político herdado nas urnas.

'Vamos fechar um posicionamento, isso não quer dizer apoiar um ou outro. Podemos ter a posição de ficarmos independentes', disse o ex-coordenador geral da campanha, João Paulo Capobianco. O dirigente considera 'neutralidade' um termo equivocado por dar a impressão ao eleitor de que o PV não dá a devida importância ao segundo turno. 'Neutro é um termo inapropriado, significa sem posição política. O correto é ''independente''.'

Isso significa, em outras palavras, que há uma forte corrente na campanha que apoia a ideia de deixar a decisão para o eleitor, sem um posicionamento oficial de Marina favorável a Dilma Rousseff (PT) ou a José Serra (PSDB). 'Minha linguagem não é de tutela com o voto do cidadão', sinalizou Marina na tarde de hoje, em entrevista coletiva.

A decisão do partido sairá no dia 17, em convenção com aproximadamente 90 militantes, colaboradores e simpatizantes. De acordo com Capobianco, a prioridade não é definir um apoio e sim tomar uma posição que atenda às expectativas dos eleitores de Marina. '(A votação) gerou uma enorme responsabilidade e vamos ter de lidar com isso', admitiu.

Oficialmente, o partido teria três caminhos a seguir: apoiar Dilma, declarar voto em Serra ou optar pela 'independência'. '(Hoje) foi uma oportunidade para discutir as diversas posições, mas o que une todo o grupo é a certeza de que não foi um voto no PV ou na Marina, foi um voto na visão (política de País).'

Clamor

Eduardo Rombauer, do Movimento Marina Silva, apresentou hoje à senadora a manifestação dos mais de 6 mil internautas que opinaram na internet sobre o segundo turno. 'Ficou claro que existe um clamor pela neutralidade', contou. De acordo com ele, os internautas não se posicionaram favoravelmente a Dilma ou a Serra, mas ora eram contrários a um ora contrários a outro. 'Não existem favoráveis a Dilma ou a Serra, existem opiniões contra Serra ou contra Dilma.'

Independentemente da tendência de se manter neutro, militantes e simpatizantes querem que tucanos e petistas se comprometam com as propostas apresentadas por Marina no primeiro turno. 'O mais importante é a sinalização do que (deve ser apoiado) e não de quem (devem apoiar)', analisou Rombauer. 'Estamos mais preocupado com a nova forma de fazer política.'

Rombauer criticou a tentativa do tucano de se aproximar de Marina assumindo um discurso ambientalista neste segundo turno. 'Mostra que ele está perdido, que não entendeu a mensagem de Marina', comentou.

O teólogo Leonardo Boff, que participou da plenária de hoje, foi um dos poucos que manifestaram publicamente a recomendação de apoio a Dilma Rousseff. 'Ela (Marina) deve se envergar nesta direção', sugeriu. Para Boff, o projeto petista é o que mais se aproxima dos projetos sociais que beneficiam a população. 'Trata-se de princípios e valores', argumentou. 'Ela (Marina) não luta pelo poder, luta pela transformação social.'
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Fonte:http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=25854333

JOSÉ SERRA SE DIZ A FAVOR DO ABORTO, ASSISTA O VÍDEO


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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/jornal-nacional-esconde-ato-falho-de-serra-sobre-o-aborto.html

Jornal Nacional esconde ato falho de Serra sobre o aborto

6 de outubro de 2010 às 22:29

O Jornal Nacional desta quarta-feira escondeu a gafe cometida pelo candidato José Serra durante a reunião que ele teve com aliados em Brasília.

Foi uma gafe relevante, já que ele tratava da questão que os tucanos trouxeram com força para o debate político nos últimos dias: o aborto.

Serra disse: “Eu nunca disse que sou contra o aborto, até porque sou a favor”. Depois, consertou: “Eu nunca disse que sou a favor, até porque sou contra o aborto, alguns até me chamam de atrasado”.

Seita fascista (TFP) apóia Serra

Reproduzo matéria publicada no sítio Vermelho:
QUINTA-FEIRA, 7 DE OUTUBRO DE 2010


A candidatura presidencial de José Serra (PSDB-DEM-PPS) tornou-se um porto seguro para os setores mais reacionários da sociedade. Líderes religiosos obtusos, direitistas que enaltecem a ditadura militar, elitistas que disseminam preconceito contra a população pobre, além de racistas e machistas de todos os matizes correm para manifestar apoio ao candidato tucano.

Esta gente, que costuma ser apontada como os "4%" de brasileiros que não toleram o governo Lula, está ganhando espaço cada vez maior nas hostes serristas e pode acabar afastando de Serra o eleitor progressista, sem vínculos pártidários, que optou por Marina no primeiro turno e agora está em dúvida sobre em quem votar.

Panfleto circula em reunião de cúpula tucana


Demonstração clara desta aproximação com a extrema-direita foi relatada pelo jornalista Fernando Rodrigues, em seu blog. Segundo ele, um texto que incita militantes a divulgar na web que plano de Dilma inclui perseguir cristãos, legalizar aborto e prostituição circulou hoje na reunião de cúpula da campanha de José Serra, em Brasília,

Os tucanos distribuíram entre si um panfleto com instruções sobre como propagar uma campanha anti-Dilma na internet. Num dos trechos, recomenda aos militantes visitarem o site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, um dos fundadores da TFP ( Sociedade Brasileira de Defesa de Tradição, Família e Propriedade), uma das mais conservadores agremiações do país.

Esta organização prega, entre outras coisas, que seja proibido o uso de camisinha, que seja revogada a lei do divórcio, que só seja praticado sexo para fins reprodutivos, que as mulheres sejam submissas ao homem por lei, que cultos religiosos de origem africana sejam proibidos no Brasil. A TFP também dissemina preconceito contra as demais religiões não católicas, defende que o ensino religioso seja obrigatório no ensino público.

Em 1985, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou que em razão das "características esotéricas e fanáticas, e da idolatria ao seu fundador" a TFP não estava em comunhão com a Igreja Católica. Os bispos pediram aos católicos que não se juntem ou colaborem com essa organização.

No campo econômico-social a TFP defende abertamente a desigualdade de classes. Eles consideram as questões quilombola, indígena e ambiental como ataques ao direito de propriedade.

Calúnias x direitos humanos

O panfleto da TFP que foi distribuído na reunião tucana basicamente se refere ao PNDH-3 (Programa Nacional de Direitos Humanos), lançado pelo governo Lula no final do ano passado. Eis um dos trechos do panfleto divulgado na reunião tucana:

“O PNDH-3 é um projeto de lei que tem por objetivo implantar em nossas leis a legalização do aborto, acabar com o direito da propriedade privada, limitar a liberdade religiosa, perseguir cristãos, legalizar a prostituição (e onde fica a dignidade dessas mulheres?), manipular e controlar os meios de comunicação, acabar com a liberdade de imprensa, taxas sobre fortunas o que afastará investimentos, dentre outros. É um decreto preparatório para um regime ditatorial”.

O blog estava dentro da sala do centro de convenções Brasil 21 na qual se realizou o encontro tucano. Por volta das 16h10, antes de a imprensa ser admitida no recinto, uma mulher com adesivo de Serra colado no peito distribuiu o bilhete. “Pega e passa”, dizia.

Era do tamanho de um papel A4 dividido ao meio. Mais tarde, uma pequena pilha (cerca de 3 cm de altura) com esses panfletos foi deixada ao lado do local onde era servido café –e a imprensa teve livre acesso. Ao final, o texto recomenda: “Divulgue esta informação através das redes sociais da internet (blogs, Orkut...)”.

Segundo as assessorias do PSDB nacional e do candidato José Serra, a confecção do panfleto não tem relação com o partido nem com a campanha tucana. Ainda assim, o papel ficou à disposição de quem tivesse interesse em pegar. Os panfletos só foram retirados um pouco depois de o Blog ter perguntado à cúpula tucana a respeito do assunto.
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com/2010/10/seita-fascista-tfp-apoia-serra.html
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"FOLHA DE S.PAULO: E SUA FALSA LIBERDADE DE IMPRENSA

postado pelo internauta Lucio Maciel,no blog de Rodrigo Vianna, "Escrevinhador"
2 de outubro de 2010 às 16:55

Email enviado a ombudsman da Folha:

Cara Suzana Singer,

Um jornal que passou os últimos 7 (quase 8) anos insinuando que o PT e
Lula seriam um atentado a liberdade de imprensa e de expressão no
nosso Pais.
Um jornal que em dezenas (se não centenas) de editoriais acusou Lula
de querer calar a imprensa.
Um jornal que passou os últimos anos falando que o presidente não
gosta de imprensa livre.

E ESSE MESMO JORNAL pediu a CENSURA de um blog critico, o Falha de São Paulo.

A liberdade só vale para alguns????
A Folha gosta de criticar e não gosta de ser criticada???

Eu realmente espero que passada a eleição o jornal passe por uma boa e
generosa auto-critica.

Ou a senhora realmente (sinceramente) acha que a Folha foi imparcial
nesta eleição?
E que a ficha FALSA da Dilma não foi uma das maiores ABERRAÇÕES do
Jornalismo nacional nos últimos tempos?
Ou o SUPOSTO encontro com Lina Vieira, explorado exaustivamente
levando em conta apenas a palavra de Lina, pois atingia Dilma?
Ou que a culpa das enchentes em SÃO PAULO é UNICA e EXCLUSIVAMENTE da CHUVA?
E a segunda reeleição do Lula? Sim, acredito que ele tenha pensado
inúmeras vezes nessa hipótese.. mas não se rendeu a ela, como fez FHC.
O MINÚSCULO desmentido, de que José Dirceu teria dito que o problema
do Brasil “é o excesso de liberdade de imprensa”, mais de 10 (ISSO
MESMO, DEZ DIAS) depois da publicação.

E a falta de repercussão da capa da Carta Capital, sobre Verônica
Serra e a decidir.com ou pior ainda, o maior atentado a liberdade de
impressa dessas eleições, Sandra Cureau e sua intimação (ou seria
INTIMIDAÇÃO) à Carta Capital? Mino Carta não é um jornalista sério???
Afinal ele só dirigiu a Veja, Istoé, Jornal a Tarde, Quatro Rodas e a
Carta Capital…

Não concordas comigo, que a Folha precisa urgentemente de uma boa e
generosa auto-critica?


Lúcio Maciel
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Fonte: wwww.escrevinhador.com.br

Dono da “Falha”: “fui censurado pela Folha”

"Falha de S. Paulo"
publicada sábado, 02/10/2010 às 16:12 e atualizada domingo, 03/10/2010 às 01:45

Conversei há pouco com Lino Bocchini, um dos responsáveis pelo site “Falha de S. Paulo” – tirado do ar por determinação judicial, a pedido do impoluto diário mantido pela família Frias (guardiã da democracia e dos bons costumes nacionais).

O site fazia a crítica bem-humorada das barbaridades cometidas pela “Folha”. E oferecia uma ferramenta que permitia ao internauta compor a sua própria manchete da “Folha”.

Lino e o irmão criaram o “Falha” para criticar, de forma bem humorada, “um jornal que finge ser imparcial, mas é partidarizado”.

O “Estadão”, recordou Lino, declarou voto no Serra, mas a “Folha” não consegue sair do armário, o que segundo ele não engana ninguém: “Vejo que a Folha tem um lado, tem posicionamento, candidato – tudo bem, mas porque não assume?”

Ele diz que considera a atitude do jornal “uma violência” e completa: “quando a Folha fez aquele editorial na primeira página, supostamente pra defender a liberdade, deu a entender que ninguém está acima das críticas, mas pelo jeito isso vale pra todo mundo menos para a Folha”.

Esse escrevinhador disse ao Lino que o advogado do jornal – aparentemente – usou a defesa da marca para tirar o site do ar: “A questão da marca foi só a brecha que eles encontraram; o fato é que a Folha mostrou como é contraditória – defende a liberdade de expressão pra ela, mas quando passa a ser vítima de crítica, aí o jornal se transforma em censor de fato”.

Perguntei como ele se sente, como cidadão. “Eu me sinto censurado, eu fui censurado pela Folha”.

O blogueiro censurado lembrou que paródias de meios de comunicação são comuns no mundo todo. Nos Estados Unidos, segundo ele, há um site que parodia a Fox News. “E aqui no Brasil já houve a Bundas, uma paródia da revista Caras. Já pensou se a Caras fosse se preocupar em recolher das bancas a Bundas?”.

Lino estranhou ainda que no Brasil haja liberdade para que o presidente da República seja chamado de “Mula” ou de “Anta” no título de um livro. Mas não haja liberdade para que um site com média de mil acesos por dia faça paródia da “Folha”.

No fundo, disse Lino, a turma da Barão de Limeira mostrou-se muito inábil: “Foi um erro estratégico deles, deram visibilidade ao site! E a reação na internet mostra que as pessoas não aceitam mais esse tipo de palhaçada. Não tenho nem advogado ainda, mas pretendo levar adiante essa briga. É uma briga boa, didática. Nem que o site volte daqui a um ano – se é que vai voltar. Mas é uma chance de mostrar ao país quem são esses caras: os donos de meios de comunicação ainda acham que só eles podem bater, brincar, criticar. Esse tempo acabou”.

É verdade, Lino. Esse tempo acabou. Mas o Otavinho não percebeu.

É preciso dizer duas coisas ao diretor do jornal:

- Todo poder tem limite;

- Fique advertido, seu tempo de falar sozinho acabou!
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Fonte:http://www.escrevinhador.com.br/

Comissão Brasileira de Justiça e Paz reage à exploração política

Enviado por luisnassif, quarta, 06/10/2010 - 22:15
Por Adriano S. Ribeiro

Em nota oficial, a Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP) manifestou preocupação com a ação de muitos grupos que, em nome da fé cristã, "têm criado dificuldades para o voto livre e consciente". "Esses grupos continuaram, inclusive, usando o nome da CNBB, induzindo erroneamente os fiéis a acreditarem que ela tivesse imposto veto a candidatos nestas eleições. Continua sendo instrumentalizada eleitoralmente a nota da presidência do Regional Sul 1 da CNBB, fato que consideramos lamentável, porque tem levado muitos católicos a se afastarem de nossas comunidades e paróquias".

Redação

Nota da Comissão Brasileira Justiça e Paz
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Fonte:http://www.advivo.com.br/luisnassif

Vídeo para assistir na igreja: o pecado do falso testemunho


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Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/video/2010/10/06/video-para-assistir-na-igreja-o-pecado-do-falso-testemunho/

Da TV Canção Nova: Nota Oficial da Comunidade Canção Nova sobre as eleições 2010

Enviado por luisnassif, qua, 06/10/2010 - 13:43
Por Denis Oliveira

O fundador da Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib, emitiu uma nota (divulgada pelo Gabriel Chalita no twitter) no site da Canção Nova pedindo desculpas sobre os excessos como o do Padre que durante missa disse para não votar no PT.

Da TV Canção Nova

Nota Oficial da Comunidade Canção Nova sobre as eleições 2010

Cachoeira Paulista, 05 de outubro de 2010
Aos queridos membros da Comunidade Canção Nova

Apresento a todos minha reflexão para este tempo de eleições 2010.

A Canção Nova mantém-se alinhada à catequese da Igreja Católica e à sua doutrina comprometida com o direito à vida e à dignidade humana.

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Fonte:http://www.advivo.com.br/luisnassif

O ato falho de Serra, o Estadão e Freud

publicada quarta-feira, 06/10/2010 às 21:24 e atualizada quarta-feira, 06/10/2010 às 22:19

Aborto: bem-vindos ao séculoXVI!

Freud, mais que Marx, ajuda a entender o obscurantismo que vem à tona no Brasil
Como sabem aqueles que conhecem um pouquinho de Freud, os atos falhos são – por definição – reveladores daquilo que anda em nosso inconsciente, e que muitas vezes tentamos esconder.

Quando alguém vai ao psicanalista, às vezes passa horas e horas tentando explicar o que pensa e o que sente. Discurso controlado, consciente – e que no mais das vezes encobre a verdade.

Um ato falho, que o paciente deixe escapar em meio a dezenas de sessões, às vezes dá uma pista mais importante para o psicanalista do que horas e horas de blá-blá-blá. O ato falho revela o que está reprimido, e pode apontar o longo caminho da cura (ainda que – quase sempre – a cura não seja a felicidade absoluta, mas a infelicidade suportável).

Vejam se não é um ato falho maravilhoso esse cometido por Serra hoje, ao falar do aborto: “Estão querendo tirar o aborto da pauta. Eu nunca disse que sou contra o aborto, porque sou a favor o aborto”, disse primeiro Serra, para surpresa da plateia. “Ou melhor, sou contra o aborto”, corrigiu em seguida.” A notícia eu li aqui.

Não é sensacional?

A campanha de Serra foi a beneficiária do terrorismo religioso envolvendo o aborto na reta final da eleição. Ou vocês acreditam que essa história tenha sido um debate que surgiu “naturalmente” na sociedade? O Paulo Moreira Leite – jornalista que trabalha na revista “Época”, mas que tem a qualidade de não brigar com os fatos – acha que não. Confiram aqui o que diz o Moreira Leite sobre isso.

Mas, de volta ao ato falho…

Serra, como sabemos, não é um homem formado nas tradições da direita. Isso é que é mais triste. Se fosse o Alckmin, que milita na Opus Dei, a gente entenderia. E até respeitaria mais – porque a Opus Dei é visceralmente contra o aborto.

Mas o Serra não vem dessa tradição conservadora. Está apenas usando esse discurso – de forma hipócrita, desavergonhada, sem nenhuma convicção.

Pra espalhar o medo e a boataria sobre aborto, Serra precisa reprimir o que ele mesmo – no íntimo – deve pensar sobre o fato. Tanto que – quando ministro – o tucano corretamente assinou uma portaria regulamentando o aborto no SUS.

Por que Serra fez isso? Porque é um malvado assassino de crianças? Não. Porque é o mais razoável. E porque o PSDB – por mais críticas que se possa ter ao programa político e econômico do partido – nunca foi uma legenda obscurantista. Não é essa a tradição de FHC, Covas, Montoro.

É por isso que o ato falho fez-se presente. Revelou a hipocrisia, revelou o que Serra gostaria de manter escondido.

Não sou psicanalista. Talvez Maria Rita Khel, que é psicanalista, pudesse escrever sobre esse magnífico ato falho. Isso se o “Estadão” não tivesse vetado textos dela com conteúdo político. É que a Maria Rita Khel não segue a linha do jornal – que apóia o tucano.

Serra dizer “sou a favor do aborto” é um ato falho tão revelador como o “Estadão” (tão preocupado com a “liberdade de expressão” sob ameaça do “lulo-petismo”) dizer à Maria Rita: “não escreva sobre política”.

A direita vem à tona. À tiracolo traz preconceito, hipocrisia, caça às bruxas.

É como se o segundo turno – tão comemorado como oportunidade de “qualificar o debate” – levasse o Brasil não para o futuro, mas de volta para os séculos XVI ou XVII. Naquela época, a Inquisição podia prender, interrogar, torturar e – no limite – executar aqueles que se afastavam da “verdade de Deus”.

O obscuratismo insuflado pelos tucanos leva-nos de volta a esse caminho. A Inquisição já não há. Mas o desejo inconsciente de prender, interrogar, torturar e executar segue a habitar os recantos das mentes mais conservadoras.

O debate sobre o aborto é necessário. E pode ser feito de forma séria. Mas os tucanos querem o boato, o medo.

Jogam no lixo a história de um partido que nasceu para “modernizar” a política brasileira – lembram? Mas que agora se afunda, de braços dados com a pauta da extrema-direita religiosa.

Por que Serra aceita esse papel?

Freud talvez explique.
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Fonte:http://www.escrevinhador.com.br/

Brizola Neto voltou. Com uma proposta interessante

6 de outubro de 2010 às 23:29

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/brizola-neto-voltou-com-uma-proposta-interessante.html