Pesquisar este blog

sábado, 2 de outubro de 2010

Líder de 27 mil pastores pede apoio para Dilma


****
Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=JRmse5O_hNY&feature=related

EVANGÉLICOS: BISPO RODOVALHO APOIA DILMA PRESIDENTA!


****
Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=eOqnyfLKpBQ

Pedro Eugênio 1314, Pernambuco que dá pé!

VEREADOR EVANGÉLICO DO PT REBATE CRÍTICA CONTRA DILMA


****
Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=-z6WYm-I1lY&feature=related

Irmão Lázaro está com Dilma nas eleições


****
Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=BE5Hv5B34So&NR=1

MAIS UM LÍDER EVANGÉLICO DECLARA APOIO A LULA: PASTOR BATISTA GLAYCON TERRA PINTO


***
Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=EKy9SwWMQD4

PTB desiste de Serra a dois dias da eleição

estadao.com.br, Atualizado: 1/10/2010 20:33


A campanha do candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, sofreu um revés a dois dias da eleição presidencial. O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, declarou ontem que não votará no tucano e liberou correligionários de seu partido para apoiarem o candidato que desejarem.

O PTB, ao lado do DEM e do PPS, era um dos principais partidos aliados aos tucanos na corrida presidencial. O apoio ao PSDB, referendado em convenção em junho, serviu principalmente para engordar o tempo de TV do presidenciável o apoio do partido rendeu 46 segundos por bloco na propaganda de Serra.

'A coisa azedou desde a convenção. Eu não quero mais. Quem joga sozinho perde sozinho', declarou Jefferson. Questionado pelo Estado sobre a razão de fazer o anúncio na véspera da eleição, afirmou: 'Isso tem de ser feito na hora certa. Reagi na hora que tinha de reagir'.

Em caminhada ontem por Osasco, na Grande São Paulo, Serra evitou comentar. Disse que não tinha conhecimento do assunto e que estava sabendo do tema pelos próprios jornalistas que o acompanhavam.

Roberto Jefferson fez o anúncio ontem no Twitter: 'Como presidente do PTB, libero meus companheiros a escolherem seu candidato a presidente do Brasil'. Aproveitou para anunciar que o seu voto para presidente será para Plínio de Arruda Sampaio (PSOL). Também ligou para integrantes do PTB nos Estados para falar sobre sua decisão.

No final da tarde, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), telefonou para Jefferson para tentar apaziguar a situação. Não adiantou. 'Faz algum tempo que Roberto vem sustentando divergências. Considero ele um líder de muita qualidade', disse o presidente tucano.

Indagado sobre a repercussão que o anúncio de Jefferson poderia ter na campanha do PSDB, Sergio Guerra afirmou que 'não necessariamente' haverá perdas de votos para o candidato.

Durante a campanha, a relação de José Serra com alguns líderes de partidos aliados se deteriorou. O candidato chegou a bater boca por telefone com o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), em razão de uma declaração do aliado a um jornal.

Jefferson também já havia manifestado sua insatisfação com os rumos da campanha e com a forma como o candidato não defendia seu apoio publicamente. 'Ele ficava constrangido em dizer que tinha meu apoio', disse. A participação de Serra no Jornal Nacional, em agosto, quando foi questionado sobre o apoio de Jefferson e disse que 'não tinha compromisso com erro', também incomodou o petebista.

Para os tucanos, os desentendimentos com integrantes de legendas aliadas passam pela distribuição de recursos da campanha e pelo fato de Serra estar em desvantagem nas pesquisas de intenção de voto mais recentes sem a perspectiva de poder, aliados se sentiriam mais livres para costurar o futuro político.

Administração. Serra aproveitou a caminhada para dizer que, se eleito, pretende fazer um governo de 'mãos limpas'. 'Precisamos ter uma administração limpa, sem escândalos, onde não se perca dinheiro com propinas e desperdício. É para utilizar o dinheiro em benefício do povo. Essa é a questão fundamental', disse. Defendeu uma 'economia forte' e disse que, se vencer, ampliará a oferta de emprego.

Fez um breve balanço sobre a campanha presidencial. 'Tirando a violação da intimidade de família, tirando essas coisas, eu diria que foi bom. Mas, infelizmente, aconteceram esses episódios muito desagradáveis, principalmente de parte do PT', afirmou o candidato em referência aos casos de quebra de sigilo fiscal de pessoas de sua família.

O candidato também comentou o debate de anteontem, na Rede Globo. 'Foi um bom debate. Mas debates são sempre engessados. Não dá para ser de outra maneira', declarou Serra.

Durante a visita ao centro de Osasco, o tucano seguiu o script de presidenciável. Acompanhado do candidato a governador de São Paulo pelo PSDB, Geraldo Alckmin, conversou com eleitores, entrou em lojas e até dançou o hit 'Ah, muleque'.
***
Fonte:http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=25797370

DILMA NO DEBATE GLOBO


****
Fonte:http://www.youtube.com/dilmanaweb#p/u/5/gaZ-rqd3wZk

PRESIDENTE LULA: ENTREVISTA À CARTA MAIOR

30.09.10
Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Parte 7

****
Fonte: http://megbarros.blogspot.com/

Lula: nordestino, operário, brasileiro


Por Emir Sader

Fomos nos acostumando tanto com o sucesso de Lula, seja no seu governo, seja na projeção internacional, que às vezes não temos suficientemente presente todas as dimensões desse fenômeno. Pudemos entrevistá-lo e nos darmos conta do amadurecimento político com que Lula chega ao fim do mandato, o entusiasmo com que termina esses impressionantes 8 anos e as qualidades que lhe permitiram, em uma arquitetura genial, ser o artífice da candidatura da Dilma.

Solicitamos a entrevista, conseguida para três dias antes das eleições, horas depois de Lula ter chegado do penúltimo comício, em Sergipe, e horas antes do último, no ABC (ele promete seguir fazendo passeatas silenciosas – permitidas pela legislação eleitoral).

Quisemos que fosse uma modalidade mais ampla, democrática. Para isso, convidamos os dois principais diários de esquerda do continente – Página 12, da Argentina, que mandou o melhor jornalista argentino da atualidade, Martin Granovski, e La Jornada, do México, que mandou sua notável diretora, Carmen Lira. Ambos tem tiragens importantes – La Jornada é o segundo em tiragem no México, com 8 edições regionais -, com sites com entradas diárias muito grandes, publicações que destoam claramente do resto da imprensa dos seus países, muito similar à nossa.

Por outro lado, quisemos abrir consultas com os leitores sobre as perguntas que gostariam de fazer a Lula, sabendo que seria impossível fazê-las todas, pela quantidade, mas para sentir os temas principais de interesse dos leitores. Eu disse a Lula que, no momento do início da entrevista, já havia mais de 250 perguntas, que nos comprometíamos a fazer-lhe chegar todas por escrito.

Nos reunimos com Lula, os três, alternando as perguntas e às vezes estabelecendo um diálogo. Assistiram ou passaram em algum momento, Gilberto Carvalho, Franklin Martins, Alexandre Padilha e Marco Aurélio Garcia. No final pudemos conversar um pouco em off com o Lula. Na saída já nos entregaram o DVD com a gravação integral da reunião, nos enviaram fotos e mais tarde a entrevista integralmente degravada.

Claramente o tema das comunicações foi dos mais reiterados, como se pode ver pela íntegra da entrevista publicada. Quisemos que fosse publicada na íntegra. Esta também deve ser uma prática da imprensa alternativa, não se dar o direito de selecionar o que parece a editores valer a pena submeter aos leitores. A internet não deve ser só um meio tecnicamente diferenciado, mas uma forma diferente, pluralista, alternativa, de fazer comunicação.

Apesar das intensas atividades e emoções correspondentes, Lula estava com ótimo ânimo, coerente com o tamanho da vitória que se aproxima. Despreocupado se a vitória se dará no primeiro turno – hipótese claramente mais provável – ou no segundo, mas seguro de que termina seu mandato – como disse ele, onde muitos nem começaram – realizando o fundamental com que se comprometeu – a prioridade do social era a substância do discurso na primeira campanha vitoriosa.

Nos acostumamos – como dizia no começo deste texto – com esse sucesso, mas é bom parar um pouco e pensar suas reais dimensões e facetas. Nos esquecemos, de tanto ter incorporado, o verdadeiro peso de Lula ter duas determinações essenciais – imigrante nordestino e operário. Duas marcas discriminadas e marginalizadas no Brasil. Nos meus anos 50, os nordestinos – chamados de "cabeças-chata", "paraíbas" – eram a categoria mais baixa da ordem social. Sua imagem cotidiana era a do trabalhador da construção civil – sem casa, sem identidade, quase anônimo. Pertenciam àquela imensa leva de imigrantes que, com as terríveis secas do nordeste nos anos 50, mais o imenso boom econômico de São Paulo – “A cidade que mais cresce no mundo, constroem-se quatro casas pro hora”, se propalava, orgulhosamente, sem a consciência das monstruosidades que esse crescimento rápido e desordenado estava produzindo.

Mesmo sendo operário, do setor tecnologicamente mais avançado da economia – a industria automobilística chegou a representar, direta ou indiretamente, ¼ do PIB brasileiro -, pertencia a uma categoria que nunca foi devidamente valorizada no Brasil. Foram poucas gerações como a de Lula, com o processo industrial em expansão, com a valorização da imagem do operário. Logo veio a ditadura, depois o neoliberalismo e a desqualificação do trabalhador, do mundo do trabalho, do desenvolvimento econômico.

Pois é Lula, imigrante nordestino, operário, que personificou esses 8 anos importantíssimos para resgatar o Brasil, rebaixado e avacalhado por Collor e FHC. Para resgatar o Estado brasileiro, um modelo de desenvolvimento econômico e social que permite, pela primeira vez, diminuir a desigualdade social no país mais desigual do continente mais desigual do mundo, para levar adiante uma política internacional soberana, centrada no Sul do mundo.

Lula sai mais fresco do que quando entrou no governo. Dinâmico, mais experiência, com ar de estadista, de construtor de um projeto hegemônico, com um profundo sentimento brasileiro e latinoamericano, com amor pela África, com o orgulho de que o povo brasileiro o sinta como um deles, com o sentimento de voltar para São Bernardo e tomar umas biritas com os mesmos amigos que deixou quando veio a Brasília se tornar o primeiro presidente operário, o primeiro a eleger seu sucessor, o primeiro a promover a eleição de uma mulher como presidente do Brasil.

Esse é o Lula que encontramos ontem – cuja entrevista pode ser lida integralmente na Carta Maior -, que vota no domingo em São Bernardo, para onde irá Dilma, depois de votar em Porto Alegre, viajando ambos no final da tarde para Brasília, esperar os resultados que devem consagrar nas urnas o melhor governo que o Brasil já teve e apontar para a consolidação da construção de uma sociedade justa, solidária e soberana. Esse Lula, a encarnação mesma do brasileiro, do que de melhor têm os brasileiros, essa Dilma, que representa a trajetória digna de uma militante da luta contra a ditadura, de construtora desse Brasil pelo qual lutávamos e continuamos lutando, mudando os métodos de luta, mas nunca mudando de lado – como ela gosta de destacar.
***
Fonte:http://megbarros.blogspot.com/

Vídeo histórico: Globo manipula debate para derrotar LULA, em 1989

Publicado em 01/10/2010 Compartilhe

O Conversa Afiada reproduz vídeo exibido pelo Blog Amigos do presidente Lula, que a dra Cureau quis calar e não conseguiu:

Será que a TV Globo vai tentar manipular o debate no JN como em 1989?

Roberto Marinho está vivo !

Na eleição de 1989, a TV Globo manipulou o debate entre Lula X Collor, para detonar Lula e favorecer Collor.

No telejornal da hora do almoço, haviam feito uma edição equilibrada. Para o Jornal Nacional, houve instruções para mudar tudo e detonaram Lula. Escolheram os piores momentos de Lula e os melhores de Collor. Ainda publicaram pesquisas por telefone dizendo que Collor havia vencido. Por fim colocaram Alexandre Garcia, com um cínico editorial. Foi campanha explícita para Collor.

Hoje, no telejornal do almoço, mostrou apenas cenas do debate de ontem sem exibir trechos de nenhum candidato. Mostraram apenas a entrevista de todos depois do debate.

Será que vão mudar tudo no Jornal Nacional, para detonar Dilma e valorizar Serra e Marina, como fizeram em 1989?

Em tempo: Hoje a lei é mais rígida, e as reportagens tem que dar o mesmo tempo para todos os candidatos. Pesquisas telefônicas como aquelas não pode. Só as pesquisas registradas no TSE.

E acho que as candidaturas exigem da TV Globo que assine compromisso de não veicular trechos dos debates nos telejornais. A conferir.
***
Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/video/2010/10/01/video-historico-globo-manipula-debate-para-derrotar-lula/